• Praça do Feijão, Irecê - BA

domingo, 28 de outubro de 2018

Eleições 2018: Confira como votou a região de Irecê no 2º turno



 Se dependesse da região de Irecê, o presidente eleito seria Haddad, pois venceu em  todos os municípios. Destacando-se  o de Jussara que deu ao candidato do PT  93,11% dos votos válidos. O índice de abstenção foi muito grande nesse segundo turno, o que já era esperado.

América Dourada:

Bolsonaro:  1.037  12,19%

Haddad:      7.472   87,81%

Abstenção: 30,39%

Barra do Mendes:

Bolsonaro: 779     9,20%

Haddad:    7.691  90,80%

Abstenção:27,82%

Barro Alto:

Bolsonaro: 1.091  15,62%

Haddad: 5.893    84,38%

Abstenção: 23,25%

Cafarnaum:

Bolsonaro: 2.123   22,82%

Haddad: 7.181  77,18%

Abstenção: 25,58%

Canarana

Bolsonaro: 2.149 16,47%

Haddad: 10.898  83,53%

Abstenção: 23,15%

Central

Bolsonaro: 1.808  19,16

Haddad:  7.630

Abstenção:23,85%

Gentio do Ouro

Bolsonaro: 1.020  15,27%

Haddad: 5.661 84,73%

Abstenção: 22,68%

Ibipeba

Bolsonaro: 1.122  11,77%

Haddad:  8.410 88,23%

Abstenção: 24,57%

Ibititá

Bolsonaro: 1.371  13,03%

Haddad: 9.149  86,97%

Abstenção: 22,66%

Irecê

Bolsonaro:  9.137  26,13%

Haddad: 25.824 73,87%

Abstenção: 14,76%

Itaguaçu da Bahia

Bolsonaro: 661  11,96

Haddad: 4.866  82,76%

Abstenção: 26,98%

João Dourado

Bolsonaro: 3.697 29,74%

Haddad: 8.736    70,26%

Abstenção: 26,27%

Jussara

Bolsonaro: 592   6,89%

Haddad: 7.998  93,11%

Abstenção: 25,72%

Lapão

Bolsonaro: 2.751 17,62%

Haddad: 12.866   82,38%

Abstenção: 23,03%

Mulungu do Morro

Bolsonaro: 707  9,56%

Haddad: 6.686  90,44%

Abstenção:  25,64%

Presidente Dutra

Bolsonaro:  874  10,31%

Haddad: 7.605  89,66%

Abstenção: 13,33%

São Gabriel

Bolsonaro: 1.031 8,74%

Haddad: 10.769  91,26%

Abstenção: 14,99%

Uibaí

Bolsonaro: 1.935  22,77%

Haddad: 6.564  77,23%

Abstenção: 22,53%

Xique-Xique

Bolsonaro: 4.781 20,20%

Haddad: 18.893   79,80%

Abstenção: 27,81%


fonte:TSE/apuração


Brasil: Bolsonaro é o 8º presidente eleito após fim do regime militar





Arte/UOL
foto:reprodução
Jair Messias Bolsonaro, 63,é o novo presidente do Brasil –o 42º da história e o 8º desde o fim do regime militar (1964-85) que ele admira e cujo caráter ditatorial relativiza.
O deputado do PSL-RJ derrotou neste domingo (28) o ex-prefeito paulistano Fernando Haddad, do PT.
No âmbito dos governos estaduais, também já começam a ser conhecidos os eleitos no segundo turno das eleições deste ano.
São Paulo elegeu o tucano João Doria, enquanto o Rio de Janeiro escolheu o ex-juiz Wilson Witzel, do PSC. Em Minas, o governador eleito é Romeu Zema, do partido Novo.
Outros eleitos:

* Governador eleito de SC é coronel dos Bombeiros e mestre em direito;
* Tucano de 33 anos vence no RS e será o mais jovem governador do país, projeta Datafolha;
* Petista Fátima Bezerra vence no RN e será a única governadora do país, projeta Datafolha;
Helder é eleito e conduz clã Barbalho de volta ao governo do Pará;
* Com viúva de ex-governador como vice, Belivaldo Chagas é reeleitoem Sergipe;
* Comandante Moisés é eleito governador em SC

Fonte:Folha/reprodução

Em Salvador: MP notifica secretaria por suspeita de redução de frota de ônibus em dia de eleição



PT-BA apresenta representação contra suposta falta de ônibus em Salvador durante eleição
foto:reprodução G1


O Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA) encaminhou ofício ao secretário municipal de Mobilidade Urbana, Fábio Mota, para a imediata regularização da frota de ônibus urbano em Salvador.

O Grupo de Trabalho para Combate às Violações à Liberdade de Manifestação Política do órgão agiu após o recebimento de denúncias sobre a redução do número de ônibus na capital baiana, fato que teria dificultado vários eleitores votarem neste domingo (28).

Ofícios também foram encaminhados ao comando da Polícia Militar da Bahia (PM-BA) para que seja efetivada fiscalização nas garagens das empresas de transporte público de modo a verificar se existe retenção de ônibus nas mesmas. 

O GT também encaminhou ofício para a promotora de Justiça Graça Polli, coordenadora do Núcleo Eleitoral, para adoção das medidas que o Ministério Público Eleitoral entender pertinentes ao caso. 

fonte:BN - c/adaptações

Brasil: Qual a importância do STF e por que próximo presidente não pode 'limpar' Corte?

Após a forte reação de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) à fala de um dos filhos do candidato presidencial Jair Bolsonaro (PSL) - de que bastariam "um cabo e um soldado" para fechar a Corte -, a campanha se apressou para se retratar e buscar reduzir a tensão com a cúpula do Poder Judiciário.
Apesar disso, a hashtag #LimpezaNoSTF disparou entre os assuntos mais comentados do Twitter com postagens de ataque ao principal tribunal do país e críticas ao que consideraram uma reação desproporcional à fala do deputado federal Eduardo Bolsonaro, feita em julho, mas que viralizou no domingo.
Nessa linha, diversas postagens destacaram também falas anteriores de petistas contra o Supremo, cobrando reações semelhantes.
  • Diante da troca de declarações que atingiu a mais alta Corte do país, a BBC News Brasil explica abaixo para que serve o tribunal, a importância de sua independência frente ao presidente da República e por que o mandatário não tem poderes para fazer uma "limpeza" em sua composição.

Qual a função do STF?

A função primordial do STF, assim como das cortes supremas de outras nações, é garantir a aplicação da Constituição Federal. Dessa forma, o Supremo tem o poder de anular leis criadas pelo Congresso Nacional ou decretos presidenciais e atos administrativos de qualquer órgão público caso considere que eles contrariem a Carta.
Essa atuação do tribunal está definida no contexto da divisão dos três Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) e tem a finalidade de evitar que os governantes ou legisladores eleitos abusem de suas prerrogativas sob o argumento de que representam o desejo da população, explica Estefânia Barboza, professora de Direito Constitucional da UFPR (Universidade Federal do Paraná).
"As cortes constitucionais são pensadas para controlar as maiorias eventuais, porque em momentos de crise os cidadãos em geral e os poderes políticos são seduzidos a violar direitos", ressalta.
Ao proteger a Constituição, o STF tem a importante função de atuar como Poder "contramajoritário", impedindo medidas que desrespeitem os direitos dos grupos minoritários, reforça o professor de direito constitucional da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) Daniel Sarmento.
stf: 'Vamos supor que o Congresso aprove uma lei proibindo uma religião que tem um pequeno grupo de seguidores, o Supremo tem o poder de derrubar essa lei e proteger a liberdade religiosa desse grupo', exemplifica professor de direito constitucional.
© STF 'Vamos supor que o Congresso aprove uma lei proibindo uma religião que tem um pequeno grupo de seguidores, o Supremo tem o poder de derrubar essa lei e proteger a liberdade religiosa desse grupo', exemplifica professor de direito constitucional.
"Vamos supor que o Congresso aprove uma lei proibindo uma religião que tem um pequeno grupo de seguidores. O Supremo tem o poder de derrubar essa lei e proteger a liberdade religiosa desse grupo", exemplifica ele.
Em 2017, por exemplo, o STF suspendeu decreto do presidente Michel Temer que mudava as regras para combate ao trabalho escravo. No entendimento da ministra Rosa Weber, a medida dificultaria a repressão à exploração de trabalhadores, afrontando os direitos constitucionais à liberdade e à dignidade da pessoa humana.
Já em junho deste ano, a maioria da Corte considerou inconstitucional e lei que previa o voto impresso associado à urna eletrônica, por entender que esse mecanismo colocava em risco um direito fundamental: o sigilo do voto.
Em 2014, por outro lado, o Supremo manteve a política de cotas raciais adotada pela UnB (Universidade de Brasília) por entender que a medida não feria o direito constitucional à igualdade - pelo contrário, reparava a exclusão histórica sofrida por negros.
Por que um presidente não pode 'limpar' o STF?
Para que uma corte suprema possa exercer seu papel de coibir o abuso dos demais poderes, seus ministros precisam ter independência. Essa autonomia, no caso brasileiro, decorre da impossibilidade do presidente retirar o mandato de um ministro do Supremo que não lhe agrade, afirma Barboza.
Embora os integrantes das cortes sejam indicados pelo presidente e precisem ter sua nomeação aprovada pela maioria do Senado, o fato de seu mandato ser irrevogável reduz a capacidade de pressão dessas autoridades sobre eles.
Hoje, os ministros do STF têm seu mandato garantido até os 75 anos, quando ocorre a aposentadoria compulsória. Os ministros Celso de Mello e Marco Aurélio atingirão essa idade em 2020 e 2021, respectivamente, o que garante ao menos duas indicações ao próximo presidente. Fora a aposentadoria compulsória, apenas um processo de impeachment por crime de responsabilidade pode destituir um ministro da Suprema Corte, o que nunca ocorreu no país.
Enquanto muitos opositores do PT criticam o fato de o STF ser quase todo formado por ministros indicados por presidentes petistas - Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff nomearam nove dos onze membros da atual composição -, a professora da UFPR diz que isso é do "jogo democrático" e reflete a realidade de o partido ter vencido quatro eleições presidenciais.
Símbolo da justiça: Um dos posts associados à hashtag #LimpezaNoSTF reivindicava 'juízes de carreira, sem indicação ', em uma crítica ao processo de escolha dos ministros
© Getty Images Um dos posts associados à hashtag #LimpezaNoSTF reivindicava 'juízes de carreira, sem indicação ', em uma crítica ao processo de escolha dos ministros
"O fato de a maioria dos ministros ter sido indicada pelos governos do PT não impediu diversas decisões desfavoráveis ao partido. Lula não obteve o habeas corpus (em abril) e está preso", pondera a professora da UFPR.
Um dos posts associados à hashtag #LimpezaNoSTF reivindicava "juízes de carreira, sem indicação", em uma crítica ao processo de escolha dos ministros.
Segundo o professor da Uerj Daniel Sarmento, "concurso para ministro do Supremo não existe em país algum do mundo". Ele explica que o STF, por ser um Poder da República, é um órgão político em sentido amplo, não partidarizado, e por isso sua formação passa pelos outros Poderes.
"Os ministros não têm mandato, ficam muito tempo na Corte. A indicação política, que passa pelo presidente e pelo Senado, é um mecanismo de aproximar as visões de mundo dos ministros dos órgãos majoritários (Poderes Executivo e Legislativo) a cada momento", pondera.
"O que a população pode demandar é que se leve muito a sério, na hora da escolha política, é qualificação técnica. Isso é algo que no Brasil vem sendo observado", acrescenta.

Um modelo que se espalhou pelo mundo

Sarmento ressalta que esse modelo de atuação da Suprema Corte predomina hoje no mundo - ele nasce no final do século XVIII nos Estados Unidos e se espalha por outros países em ondas, uma delas a partir do término da Segunda Guerra Mundial (1945) e outra nos anos 80 e 90, período marcado pela queda de ditaduras militares na América Latina e pela derrubada do Muro de Berlim, na Alemanha, que antecedeu o fim de regimes comunistas no leste europeu.
O STF é criado como Corte de controle constitucional no Brasil após a Proclamação da República, em 1989, mas sua capacidade de exercer esse controle é expandida e se consolida a partir da Constituição de 1988, quando mais instituições passam a ter a prerrogativa de levar aos ministros questionamentos sobre a aplicação da Carta Magna.
Durante esse mais de um século de atuação, a Corte sofreu ingerência de governos autoritários.
Após a chamada Revolução de 1930, liderada por Getúlio Vargas, o governo reduziu o número de integrantes de quinze para onze. Já em 1965, um ano após o golpe militar, o Ato Institucional número 2 aumentou a composição para 16 ministros.
Depois, em janeiro de 1969, com base no Ato Institucional número 5, foram aposentados três ministros. No mês seguinte, o número de ministros foi reduzido novamente a onze, com o fechamento das vagas que estavam vazias.
Jair Bolsonaro: Em julho deste ano, Bolsonaro chegou a dizer que nomearia dez novos ministros, aumentando a composição do STF para 21 ministros
© Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil Em julho deste ano, Bolsonaro chegou a dizer que nomearia dez novos ministros, aumentando a composição do STF para 21 ministros
Em julho deste ano, Bolsonaro chegou a dizer que nomearia dez novos ministros, aumentando a composição do STF para 21 ministros, depois que a Segunda Turma do tribunal soltou alguns condenados em segunda instância.
"É uma maneira de você colocar dez isentos lá dentro porque, da forma como eles têm decidido as questões nacionais, nós realmente não podemos sequer sonhar em mudar o destino do Brasil", disse em entrevista à TV Cidade, de Fortaleza.
Segundo Sarmento, aumentar o número de ministros da Corte com objetivo de criar uma maioria alinhada e "dócil" ao governo é uma manobra conhecida como "empacotamento".
"Foi tentada por (Franklin Delano) Roosevelt durante o New Deal (plano de recuperação econômica que teve medidas barradas na Suprema Corte americana nos anos 30), mas ele teve que recuar", ressaltou.
Um caso mais recente no continente ocorreu em 2004, quando o então presidente venezuelano Hugo Chávez elevou de 20 para 32 os magistrados da Superma Corte, recorda Estefânia Barboza.
"Com uma medida dessa você desestrutura toda a democracia", resume ela.
fonte:BBC News/Brasil -reprodução 28/10/18- 10:00hs.

sábado, 27 de outubro de 2018

EUA: Atirador deixa ao menos quatro mortos em sinagoga

Atirador deixa ao menos quatro mortos em sinagoga nos Estados Unidos
Foto: Reprodução / Twitter @campbellnyt
Ao menos quatro pessoas morreram em um ataque a tiros cometido neste sábado (27) em uma sinagoga em Pittsburgh, nos EUA. As informações são da emissora CNN.

Segundo autoridades, seis foram feridas, sendo quatro policiais, no ataque cometido por um homem branco, que teria se rendido à Polícia de Pittsburgh. Ele estava sendo transferido ao hospital Mercy, afirmou Curt Conrad, chefe de gabinete do legislador local Corey O’Connor.

Wendell Hissrich, diretor de segurança pública, descreveu a cena do crime como horrível, "a pior que já vi em minha vida inteira". "É muito ruim", afirmou.

Chris Togneri, porta-voz do departamento de polícia de Pittsburgh, afirmou que, entre os baleados, estão três agentes.

Mais cedo, o comandante Jason Lando afirmou que foram disparados vários tiros, que deixaram “várias vítimas”. O ataque está sendo tratado como crime de ódio.

O atirador teria entrado na sinagoga Tree of Life armado com um rifle AR-15 e revólveres e gritado que “todos esses judeus merecem morrer”, segundo relatos.

O agressor foi identificado por vários meios de comunicação como Robert Bowers, 46, de Pittsburgh, cujas páginas em redes sociais estão repletas de conteúdo antissemita.

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que controle de armas "têm pouco a ver" com esse tipo de incidente e que as pessoas estariam seguras se houvesse segurança armada dentro da sinagoga.

Defendeu ainda o endurecimento das leis de pena de morte para crimes do tipo. Afirmou que "o ódio tem de parar" e que "algo precisa ser feito". "Quando as pessoas fazem algo assim, elas precisam pegar a pena de morte".

O genro de Trump, Jared Kushner, que também é seu assessor, é judeu. Sua filha Ivanka Trump é judia convertida.

Antes, no Twitter, ele havia dito em rede social que “parece que há múltiplas vítimas. Cuidado com o atirador. Deus os abençoe!”, escreveu.

Em julho, o rabino Jeffrey Myers, que dirige a congregação, acusou o governo americano de ser incapaz de aprovar leis importantes, como a de controle de armas, para proteger os cidadãos. "Apesar de apelos contínuos para um controle de armas sensato e cuidados à saúde mental, nossos líderes eleitos em Washington sabiam que isso diminuiria com o tempo", escreveu.

"A menos que haja uma reviravolta dramática nas eleições de midterms [legislativas], eu temo que o status quo permaneça inalterado e que os ataques a tiros em escolas voltem".

A polícia de Pittsburgh cercou a sinagoga após relatos de tiros no edifício, no bairro de Squirrel Hill. Imagens de TV mostraram policiais no local com fuzis e equipamentos táticos. Paramédicos também foram enviados para a região, que teve o trânsito interrompido.

Lando pediu que todos os que moram perto da sinagoga fiquem em casa, porque a região ainda não estava segura.

A sinagoga Tree of Life se descreve em seu site como uma congregação tradicional, progressiva e igualitária.

O ataque a tiros ocorreu durante os serviços religiosos de shabbat, quando a sinagoga estava cheia. A polícia disse que recebeu várias ligações de pessoas escondidas dentro da sinagoga.

O incidente ocorre após uma semana em que vários pacotes-bomba foram enviados a líderes políticos e personalidades críticas a Trump. O americano Cesar Alteri Sayoc Jr., 56, foi preso e indiciado.

fonte: BN - 27/10/18 - 18:40min.

Ex-presidente do STF, Joaquim Barbosa declara voto em Haddad

Ex-presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa declara apoio a Fernando Haddad
Foto: Divulgação
O ministro aposentado Joaquim Barbosa, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), declarou apoio ao candidato a presidente Fernando Haddad (PT). A declaração foi feita através de sua conta no Twitter. O ministro foi um dos relatores do mensalão, em 2012, que condenou diversos políticos do partido. 

Na publicação, Barbosa afirma: “Votar é fazer uma escolha racional. Eu, por exemplo, sopesei os aspectos positivos e os negativos dos dois candidatos que restam na disputa. Pela primeira vez em 32 anos de exercício do direito de voto, um candidato me inspira medo. Por isso, votarei em Fernando Haddad”. A última postagem do ministro foi em maio deste ano, quando afirmou que não sairia candidato a presidente neste ano.

Votar é fazer uma escolha racional. Eu, por exemplo, sopesei os aspectos positivos e os negativos dos dois candidatos que restam na disputa. Pela primeira vez em 32 anos de exercício do direito de voto, um candidato me inspira medo. Por isso, votarei em Fernando Haddad.

fonte:BN -27/10/18 -12:17hs. 

Em Boa vista: Presidente da Assembleia invade rádio e agride prefeita no ar

Deputado estadual reeleito, o presidente da Assembleia Legislativa de Roraima, Jalser Renier (Solidariedade), adentrou um estúdio de rádio para contestar a prefeita da capital Boa Vista, Teresa Surita (MDB), enquanto ela concedia entrevista nesta sexta-feira (26). Aos gritos, Jalser a chamou de mau caráter e acusou de traição ao tucano José de Anchieta Júnior, candidato ao governo do estado pela coligação "Todos por Roraima" (PSDB, MDB, DEM, Solidariedade, PSD, DC, PPS e PTC).
Em determinado momento da confusão, Jalser fica cara a cara com Teresa Surita, em pé, esbravejando com a prefeita. Vendo que um homem o filmava com um telefone celular, o parlamentar deu um tapa no aparelho.
"Por que encerrar a entrevista agora? Por que essa prefeita é uma prefeita irresponsável! É uma pilantra! Essa prefeita é uma prefeita sem noção, sem caráter!. Ela apoiou o Anchieta e agora está virando as costas. Sem caráter!", disse o deputado, imediatamente antes de se levantar da cadeira e desferir o tapa.
Veja no vídeo:

A entrevista transcorria na Rádio 93 FM quando o deputado adentrou o estúdio sem ter sido convidado. A emissora pertence ao ex-marido de Teresa, o senador Romero Jucá (MDB), que não foi reeleito depois de mais de duas décadas de Senado.
"Você vai pagar, sua vaca, sua vagabunda. Eu vou te prender, sua puta", acrescentou o deputado.
Sem qualquer condição de ir adiante, a entrevista foi interrompida. Depois do celular jogado ao chão, ouve-se uma voz parecida com a de Jalser gritando: "Atira! Atira, vagabundo!". A fala sugere que um segurança da prefeita, ou mesmo da rádio, sacou um revólver para conter o agressor.
Veja a cena por outro ângulo:

A polícia foi chamada por funcionários da emissora. Segundo a imprensa local, Jucá enviou mensagem aos seus subordinados orientando-os a retirar o deputado do local.
Teresa disse que se manifestaria por meio de nota no instante adequado. Já o presidente da Assembleia negou ter agredido a prefeita e disse que a discussão saiu de controle em razão da temperatura eleitoral elevada.
fonte:Congresso em foco/reprodução

Eleições 2018: Das 123 fake news encontrada,104 beneficiaram Bolsonaro, diz agências de checagem

Bolsonaro e Haddad
Foto:Marcelo Camargo / Ricardo Stuckert
Em cerca de 70 dias desde o início da campanha eleitoral, as iniciativas de checagem de fatos tiveram de desmentir mais de 100 boatos contra o candidato à Presidência Fernando Haddad (PT) e seu partido. Levantamento do Congresso em Foco mostra que, ao todo, foram 123 checagens de boatos diretamente ligados a Haddad e ao candidato de extrema-direita Jair Bolsonaro (PSL) desmentidos desde 16 de agosto.
As agências de checagem Lupa e Aos Fatos e o projeto Fato ou Fake, do Grupo Globo, tiveram de desmentir pelo menos 104 “fake news” contra Haddad e o PT e outras 19 prejudiciais a Bolsonaro e seus aliados.
A reportagem procurou ambas as campanhas. A assessoria de Haddad afirmou que não se manifestaria e a de Bolsonaro não respondeu aos contatos até a publicação. O espaço está aberto para ambas as partes.
O total de 123 checagens de notícias falsas é equivalente a quase dois boatos desmentidos por dia até esta quinta-feira (25). Algumas das mentiras mais espalhadas tiveram de ser esclarecidas pelas três iniciativas de checagem.
É o caso do boato que atribui a Haddad uma declaração que nunca existiu. A mentira espalhada afirmava que o petista tinha dito que crianças passam a ser “propriedade do Estado” ao completarem cinco anos. O candidato, que nunca disse isso, conseguiu uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no dia 25 de setembro, que determinava a retirada imediata do post com a mentira. Contudo, dois dias depois, a Lupa verificou que a imagem continuava em posts no Facebook.
Contra Bolsonaro, as principais notícias falsas estavam ligadas à facada da qual foi vítima no dia 6 de setembro. Entre as mentiras espalhadas estavam a de que o candidato teria chegado andando ao hospital em Juiz de Fora (MG) após ter sofrido o atentado. A imagem, em que ele aparecia com a mesma roupa que usava ao ser esfaqueado, foi tirada mais cedo naquele dia.
Uma teoria da conspiração também afirmou que a facada foi uma armação para esconder um câncer do candidato - doença que os médicos que trataram o candidato desmentiram.
Vices
Os candidatos a vice nas chapas de ambos os candidatos à Presidência também foram alvos de notícias falsas. A mais recente foi reproduzida pelo próprio Haddad, que mais tarde reconheceu o erro. Durante sabatina a veículos do grupo Globo, o petista disse que Mourão foi um dos torturadores do cantor Geraldo Azevedo.
No dia 19 de outubro, durante show em Jacobina (BA), Geraldo Azevedo disse que foi preso duas vezes na ditadura e que foi torturado. O músico acusou Mourão de ser um de seus torturadores em 1969. Mas, naquela época, o hoje general tinha 16 anos e não estava nas Forças Armadas. Após constatar que havia se equivocado, Geraldo pediu desculpas pelo “transtorno causado”. Mourão afirmou que processará ambos.
A vice de Haddad, Manuela D’Ávila (PCdoB), foi alvo de manipulações de imagens e declarações falsas atribuídas a ela.
Uma das mentiras usou a frase do cantor John Lennon, ex-vocalista dos Beatles, sobre ser mais popular que Jesus. A agência Aos Fatos e o Fato ou Fake desmentiram que a deputada gaúcha tenha dito “somos mais populares que Jesus”. Na realidade, Lennon disse a frase há 52 anos, em 1966, para um perfil publicado no jornal inglês London Evening Standard.
Entre as manipulações de imagens, uma camiseta usada por Manuela, em que se lia “rebele-se!” foi digitalmente alterada para “Jesus é travesti”.
Mais compartilhado
Entre os boatos mais compartilhados nas redes está a foto que supostamente seria de um “ato pela saúde de Bolsonaro”, após o candidato ser esfaqueado durante ato de campanha. Segundo levantamento da Agência Lupa, essa foi a “notícia” falsa mais compartilhada no Facebook durante o período do primeiro turno, com 238,3 mil compartilhamentos.
A própria Lupa, Aos Fatos e Fato ou Fake mostraram que a foto registrando milhares de pessoas em uma avenida era, na verdade, de torcedores assistindo a um jogo da seleção brasileira na Copa do Mundo em Campinas (SP), e não na porta do hospital onde Bolsonaro estava internado, como diz a legenda.

fonte:Congresso em Foco - 27/10/18 - 09:44min.