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domingo, 19 de maio de 2019

Após pressão, Neto diz que ministro foi 'muito sensível' ao voltar atrás de decisão



Após pressão, Neto diz que ministro foi 'muito sensível' ao voltar atrás de decisão

foto:Divulgação/reprodução

O prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), elogiou neste domingo (19) a decisão do governo federal e do Ministério do Meio Ambiente que confirmaram a realização, em Salvador, da Climate Week (Semana Climática) América Latina e Caribe, evento da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre mudanças climáticas.

“O ministro Ricardo Salles (Meio Ambiente) foi muito sensível e compreendeu a importância econômica e social do evento para a nossa cidade. Aproveito a oportunidade para elogiar o empenho do ministro e do governo federal”, disse o prefeito.

Na semana passada, logo que tomou conhecimento do cancelamento do evento em Salvador, ACM Neto usou as suas redes sociais para dizer que a prefeitura tinha o interesse em manter a conferência em Salvador. “Felizmente, tudo deu certo e hoje houve a confirmação. Como prefeito, estou muito feliz por ajudar a trazer mais um grande evento para a nossa cidade”. ACM Neto disse também que Salvador está preparada para receber os dirigentes da ONU, pesquisadores e demais congressistas. 

“Em conjunto com o governo federal, vamos trabalhar para que possamos fazer uma excelente conferência.” A Convenção da ONU em Salvador será realizada entre os dias 19 e 23 de agosto. Informações do BN.

Arnold Schwarzenegger é atingido por ‘voadora’ em evento na África do Sul


foto:divulgação
O ator Arnold Schwarzenegger foi atingido por uma ‘voadora’ durante um evento na África do Sul, no sábado 18. O ator de 71 anos conversava com fãs e tirava fotos quando um homem o surpreendeu com um chute nas costas. Após o golpe, o ator se assustou, mas não caiu. O agressor foi imobilizado, pouco depois.
De acordo com o site TMZ, Arnold ainda pensa se prestará queixa após o caso. Ele afirmou que passa bem e que só percebeu ter sigo atingido por um chute quando assistiu ao vídeo que circula nas redes sociais. Ele participava do Arnold Sports Festival, no Sandton Convention Centre.
“Não há por que ficar preocupado. Estou bem. Pensei ter sido empurrado pela multidão. Só percebi que havia sido chutado quando vi o vídeo. Fiquei satisfeito ao ter percebido que o idiota não interrompeu minha transmissão no Snapchat”, brincou. Informações de Veja.com
Assista:

Pessoas que cercam Bolsonaro alimentam visão conspiratória, diz Janaina Paschoal

Pessoas que cercam Bolsonaro alimentam visão conspiratória, diz Janaina Paschoal
Foto: Alesp / Divulgação
A deputada estadual Janaina Paschoal (PSL-SP) disse que o episódio da carta compartilhada por WhatsApp pelo presidente Jair Bolsonaro nesta sexta-feira (17), em que o Brasil é descrito como país "ingovernável" sem "conchavos políticos", mostra que ele "precisa, urgentemente, trocar seus assessores", de acordo com o jornal Folha de S. Paulo.

A advogada e professora de Direito da Universidade de São Paulo (USP) foi uma das autoras do pedido de impeachment de Dilma Rousseff (PT). No ano passado, chegou a ser sondada para ser vice na chapa de Bolsonaro, mas recusou. Acabou se lançando candidata a deputada estadual em São Paulo pelo PSL, a mesma legenda do presidente, e recebeu a maior votação da história para o cargo, com mais de 2 milhões de votos.Informações do BN.

Marco Aurélio critica promessa de Bolsonaro de indicar Moro ao STF: "Soa muito mal"

O ministro do STF Marco Aurélio Mello Foto: Jorge William / Agência O Globo
O ministro do STF Marco Aurélio Mello Foto: Jorge William / Agência O Globo
O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), criticou nesta segunda-feira (13) a declaração dada no domingo pelo presidente Jair Bolsonaro, quando ele disse que vai indicar o ministro da Justiça, Sergio Moro, para a primeira vaga que surgir na Corte. O presidente afirmou que fará isso porque tem um compromisso com Moro. Para Marco Aurélio, isso "soa muito mal" para o ministro da Justiça, por sugerir que houve uma "troca" e que ele virou "as costas" ao cargo que ocupa atualmente.
"Isso soa muito mal para o ministro da Justiça, como se ele tivesse feito uma troca. Agora só vai haver vaga em novembro de 2020, a não ser que tenha acidente de percurso ou antecipação de aposentadoria. Temos de esperar um pouco. Agora é péssimo. No contexto é muito ruim", disse Marco Aurélio.
Questionado sobre o anúncio feito por Bolsonaro, faltando um ano e meio para o ministro Celso de Mello completar 75 anos e se aposentar, abrindo uma vaga no STF, Marco Aurélio voltou a criticar a declaração do presidente.
"Não sei. Isso caberá aos senadores. Agora que ressoa muito mal, ressoa, pelo fato de ele ter virado as costas a um cargo efetivo sem aposentadoria e com outros compromissos. Mas, paciência. São as pessoas em si. Vamos esperar", afirmou Marco Aurélio.
No domingo, em entrevista à rádio Bandeirantes, Bolsonaro disse: "Fiz um compromisso com ele [Moro], porque ele abriu mão de 22 anos de magistratura. Eu falei: a primeira vaga que tiver lá está à sua disposição. Obviamente, ele teria de passar por uma sabatina no Senado. Eu sei que não lhe falta competência para ser aprovado lá. Mas uma sabatina técnico-política. Eu vou honrar esse compromisso com ele. Caso ele queira ir para lá, será um grande aliado, não do governo, mas dos interesses do nosso Brasil dentro do Supremo. A primeira vaga que tiver, eu tenho esse compromisso com Moro, e, se Deus quiser, cumpriremos esse compromisso. Acho que a nação toda do Brasil vai aplaudir um homem desse perfil no Supremo.
fonte:Site revista época/19/05/19 -13h:28min.

Em Brumado: Estudante de Direito da UNEB morre no hospital após cair de prédio

fotos:Site Sudoeste/reprodução


A jovem Maria Aparecida Oliveira dos Santos, 22 anos, que caiu de um prédio no centro da cidade de Brumado, morreu no Hospital Professor Magalhães Neto.

Segundo apurou o site Achei Sudoeste, Maria já chegou em estado grave na unidade de saúde, após ser socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192). Santos é estudante do curso de Direito da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), Campus XX, em Brumado. Oliveira  trabalhava junto à Defensoria Pública Estadual (DPE).



fonte:Achei Sudoeste/reprodução


Bolsonaro reafirma que manifestantes do dia 15 como “idiotas úteis” e “massa de manobra”.


foto:reprodução
O presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar os protestos realizados em todo o país na última quarta-feira 15, afirmando que se trataram de “movimento do pessoal que eu cortei a verba”. Falando na frente do Palácio da Alvorada, o presidente afirmou novamente que os estudantes que participaram dos atos são “idiotas úteis”.
Bolsonaro saiu à frente de sua residência oficial para conversar com alunos do colégio Bandeirantes, de São Paulo, que estavam ali para apoiá-lo. Entre os assuntos abordados estavam as manifestações contra as medidas de contingenciamento do governo na educação básica e no ensino superior.
“E esse movimento do pessoalzinho aí que eu cortei verba, o que vocês acharam?”, perguntou o presidente, segundo vídeo divulgado pelo jornal Folha de S.Paulo.
“É uma minoria que manda na escola. Pessoal faz aí porque alguns (professores) (estavam) oferecendo pontos, facilidades. E o pessoal (os alunos) nem sabe o que foi fazer nas ruas”, afirmou Bolsonaro. “São idiotas úteis. É verdade.”
Em sua viagem a Dallas, nos Estados Unidos, o presidente já havia se referido aos manifestantes como “idiotas úteis” e “massa de manobra”.

Texto compartilhado no WhatsApp

Após compartilhar um texto que descreve o país como “ingovernável” se não existir “conchavos” políticos, Bolsonaro disse que quem divulga este tipo de mensagem é “parte do povo”  e que “devemos ser fiéis a eles e ponto final”.
O texto foi compartilhado na sexta-feira 17 por ele pelo WhatsApp. O presidente foi questionado sobre a repercussão da mensagem e afirmou que compartilha materiais nas redes sociais para que seus seguidores tirem suas próprias conclusões.
“Eu passo muita mensagem no WhatsApp, muita, e boto no Facebook. E, geralmente, eu não boto ali a minha opinião. Eu boto ‘assista, tire suas conclusões’. Esse pessoal que divulga isso faz parte do povo. Esse pessoal a quem devemos ser fiéis a eles e ponto final. Quem tem de ser forte é o povo. Quem tem de dar o norte é povo. Não sou eu”, afirmou, aos jornalistas reunidos no local.
Mais cedo, o presidente havia dito que tinha repassado a mensagem para “meia dúzia de pessoas”. O texto diz que o Planalto sofre pressões de todas as corporações, em todos os poderes, e que o país “está disfuncional”, mas não por culpa de Bolsonaro.

Ministérios

Destacando que o foco deve ser o Brasil acima de todos, Bolsonaro defendeu também a aprovação da Medida Provisória que reduziu o número de ministérios e que será votada pela Câmara nos próximos dias.
“Para que aumentar o Ministério? São 22 [ministérios], inclusive queria que tivesse menos”, afirmou. “Se eu botar 39 caras, tem cara que eu vou ver uma vez por ano”, disse ainda.
fonte:Veja.com/19/05/19 -08:14min.

Alunos de colégios militares são proibidos de participar da 11ª Olimpíada de História


Presidente Bolsonaro durante visita a colégio militar de Brasília - Foto: Reprodução
O presidente durante visita a colégio em Brasília -foto:reprodução

Os 14 mil alunos do Sistema Colégio Militar foram proibidos de participar da 11.ª Olimpíada Nacional de História do Brasil. O Departamento de Educação e Cultura do Exército atribuiu a decisão ao fato de a o evento "não atender ao interesse da proposta pedagógica do Sistema Colégio Militar". Representantes tiveram acesso ao conteúdo de algumas questões e consideraram inadequado para seus alunos.
A reportagem tentou contato com a organização da olimpíada, mas não obteve resposta. A competição é coordenada pelo Departamento de História da Universidade Estadual de Campinas, com o apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico Tecnológico. São várias etapas de prova, até a disputa final, programada para o segundo semestre, em Campinas.
O Estado de S. Paulo apurou que, entre os pontos que desagradaram militares estava o uso de palavrões em textos das questões. A proibição provocou indignação de estudantes. Eles ressaltaram que a medida destoa da conduta adotada nos colégios do sistema, que sempre foi o de incentivo à participação nesse tipo de competição.
Alunos atribuem a proibição à tentativa do departamento de evitarem que alunos do sistema tenham contato com questões que façam alusão ao período da Ditadura Militar. Professores foram encarregados de transmitir o comunicado da proibição para os alunos. Não foi informada qual a punição para aqueles que desrespeitarem a proibição e participarem das etapas de seleção.

fonte:Estadão 19/05/19 -08h

sábado, 18 de maio de 2019

Caso Flávio Bolsonaro: Defesa de Queiroz pede anulação de quebra de sigilo

Defesa de Queiroz pede à Justiça anulação de quebra de sigilo no caso Flávio
Foto: Reprodução / O Globo
A defesa de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) na Assembleia do Rio, pediu nesta sexta-feira (17) ao Tribunal de Justiça a anulação da decisão que determinou as quebras de sigilos bancário e fiscal dele e sua família.


A quebra dos sigilos, que atinge o filho do presidente Jair Bolsonaro, Queiroz, outras 84 pessoas e nove empresas, é o primeiro passo judicial de investigação após um relatório do governo federal ter apontado há mais de 500 dias movimentação atípica de R$ 1,2 milhão na conta bancária de Queiroz.



Além do volume movimentado na conta de quem era apresentado como motorista de Flávio, chamou a atenção a forma com que as operações se davam: depósitos e saques em dinheiro vivo, em data próxima do pagamento de servidores da Assembleia, onde Flávio foi deputado durante 16 anos (2003-2018).



Para os representantes de Queiroz, a decisão do juiz Flávio Itabaiana, da 27ª Vara Criminal, não fundamentou a necessidade de afastamento dos sigilos de modo suficiente. A justificativa do magistrado toma um parágrafo do documento, adotando as razões expostas pelo Ministério Público em 87 páginas.



"O juízo decretou a quebra do sigilo bancário e fiscal de quase uma centena de pessoas por ser 'importante para a instrução do procedimento investigatório criminal', sem nada mais a dizer, sem avaliar se as pessoas alcançadas tinham ou tem qualquer mínima relação com a investigação, o que denota ser a decisão ora guerreada não só carente de fundamentação idônea, mas sim, ao revés, carente de qualquer embasamento legal", diz o habeas corpus do advogado Paulo Klein.



Queiroz já admitiu que recebia parte dos valores dos salários dos colegas de gabinete. Ele diz que usava esse dinheiro para remunerar assessores informais de Flávio, sem o conhecimento do então deputado.



Klein afirma ainda que o pedido de quebra de sigilo é produto de uma investigação que não teve outras diligências à exceção de relatórios do Coaf (Conselho de Controle das Atividades Financeiras). Ele apresenta decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça) em que tal procedimento foi considerado ilegal.



O Ministério Público diz no pedido de quebra de sigilo, contudo, que uma das razões para a necessidade da medida é versão apresentada pela própria defesa de Queiroz de que o ex-assessor recebia parte dos salários de colegas do gabinete.



Para a Promotoria, a prática já dá indícios robustos para o crime de peculato, ainda que considerem a versão frágil. Há suspeita de que Queiroz se apropriava do dinheiro para fins ainda incertos.



A defesa nega e afirma que não houve desvio de finalidade, já que o dinheiro continuou a ter como objetivo o auxílio ao mandato do então deputado estadual. E atribui à promotoria a responsabilidade de provar que a versão é falsa.



Os promotores também relatam no pedido outras diligências, como ofícios à Assembleia e pedidos de imagens de câmeras de agências bancárias.



Klein também afirma no habeas corpus que o Ministério Público omitiu que Flávio Bolsonaro era um dos alvos da investigação, o que exigiria na época autorização do Órgão Especial do TJ-RJ, em razão do foro especial de deputados estaduais.



"Atendendo a interesses políticos no mínimo estranhos a uma investigação criminal, o procedimento investigatório de origem, desde os seus atos iniciais, acabou sendo contaminado por diversas e insanáveis ilegalidades", escreve o advogado.



Essa é a primeira medida judicial da defesa de Queiroz contra a investigação.



No caso de Flávio, uma comunicação do Coaf se refere a 48 depósitos sequenciais de R$ 2.000 em espécie em sua conta bancária de 9 de junho a 13 de julho. O senador afirmou que esses valores se referem a uma parcela do pagamento que recebeu em dinheiro pela venda de um imóvel no período e que foram depositados por ele mesmo num caixa eletrônico. 



Antes da quebra de sigilo, Flávio tentou por duas vezes paralisar na Justiça as investigações do caso, sob o argumento de quebra ilegal de sigilo bancário. O filho do presidente perdeu no STF (Supremo Tribunal Federal) e no Tribunal de Justiça do Rio.


Conforme as decisões, a mera solicitação de manifestação do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) não constitui quebra de sigilo.

fonte:Folhapress/18/05/19 -17h39min.