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segunda-feira, 17 de junho de 2019

Rio: Polícia investiga hipótese de execução de pastor marido de deputada


foto:reprodução
A Polícia Civil do Rio investiga a hipótese de execução do pastor Anderson do Carmo, marido da deputada Flordelis (PSD-RJ), morto em casa na madrugada do último domingo, 16.
Testemunhas vizinhas da casa, em Pendotiba, Niterói, região metropolitana do Rio, contaram que três homens encapuzados fizeram os disparos.
O cachorro da família teria sido dopado para não dar sinais da presença de estranhos. Segundo a polícia, uma briga familiar em razão de uma dívida poderia ser o motivo do crime.
Um dos filhos adotivos do casal foi preso na tarde desta segunda-feira, 17, após ser inquirido sobre a morte do pai – executado com 15 tiros.
O homem, cujo nome não foi divulgado, acompanhou o enterro do pai e, em seguida, foi abordado pela polícia, ainda no cemitério, em São Gonçalo. Após prestar esclarecimentos, acabou sendo preso por causa de um mandado de prisão em aberto por violência doméstica.
Em um evento também nesta segunda,  o governador Wilson Witzel (PSC)contou à imprensa que a principal linha de investigação do crime era a de que um filho do casal tivesse ordenado a execução.
O casal tinha 55 filhos, sendo 4 biológicos, e, com eles, fundou a Comunidade Evangélica Ministério Flordelis

Quem é a deputada

A missionária evangélica Flordelis ficou conhecida nacionalmente na década de 1990, por ter mais de 30 filhos entre biológicos e adotados. Aos 37 anos, se lançou como cantora gospel, em 1998, e, em seguida, candidatou-se a cargos políticos, inclusive à Prefeitura de São Gonçalo.
Em sua primeira tentativa de eleição para a Câmara Federal, obteve 196.959 votos, a maior entre as mulheres do estado, e a quinta na lista geral.
Flordelis dos Santos de Souza, 58 anos, tem ensino médio completo e foi moradora da favela do Jacarezinho, na zona norte do Rio. Ela e o marido se conheceram em 1993, quando a deputada era missionária e realizava cultos na favela do Jacarezinho, onde morava.
“Numa madrugada, fui acordada com um barulho enorme na porta da minha casa, no beco da Guarani, na favela do Jacarezinho. Quando eu e meu esposo abrimos a porta, tomamos um susto: havia 37 crianças e adolescentes desesperadas, fugindo de uma chacina na Central do Brasil, no Centro do Rio. Foi assim que começou minha historia de adoção. De lá pra cá, me tornei mãe de 55 filhos, 51 deles adotivos”, diz em texto compartilhado no perfil de Carmo no Facebook, no último dia 25 de maio.
Com os filhos, o casal fundou a comunidade em 1999, no bairro do Rocha, zona norte do Rio. Um dos filhos biológicos da parlamentar também tem vida política em São Gonçalo, e ocupa o cargo de vereador pelo MDB.
Em 2009, a história dela virou filme -“Flordelis – Basta uma palavra para mudar”-, dirigido por Marco Antônio Ferraz e Anderson Corrêa. A participação de estrelas como Letícia Sabatella, Cauã Reymond, Bruna Marquezine, Alinne Moraes e Deborah Secco foi feita com cachê gratuito.
fonte:Veja.com 16/06/2019 -18h:22min.

Processo Seletivo: SEC oferta 36 vagas para Nutricionista para capital e interior



foto: SEC/reprodução

A Secretaria da Educação do Estado divulgou, nesta sexta-feira (14), o edital para a abertura de processo seletivo para vagas temporárias na função de Nutricionista, para atuação no órgão central e nos Núcleos Territoriais de Educação (NTE). 

O Centro de Processos Seletivos (CPS) da Universidade do Estado da Bahia (UNEB) será responsável pela organização e coordenação de todas as ações pertinentes à realização do Processo Seletivo, cujas inscrições começam na próxima segunda-feira (17) e seguem até o dia 3 de julho.
 
Serão disponibilizadas 36 vagas para a função de Nutricionista, divididas nos 27 Núcleos Territoriais de Educação. As inscrições podem ser feitas no endereço eletrônico www.selecao.uneb.br/nutricionistasec

 O resultado final do Processo Seletivo será divulgado até o dia 30 de julho de 2019, por meio de publicação nos 
site www.selecao.uneb.br/nutricionistasec    no Portal da Educação e no Diário Oficial do Estado da Bahia.
 

CONFIRA O EDITAL COMPLETO:



file:///C:/Users/jlrocha/Downloads/edital_nutricionista_publicado.pdf

domingo, 16 de junho de 2019

Rio: Funcionários do BNDES farão ato em meio a demissão de Levy

Funcionários do BNDES farão ato em meio a demissão de Levy
Foto: Antonio Cruz / Agência Brasil/reprodução
Em meio ao pedido de demissão do presidente do BNDES, Joaquim Levy, funcionários do banco farão um ato no Rio de Janeiro, na próxima quarta (19), contra o que chamam de "antipatriótica desconstrução" da instituição. São esperados ao menos cinco ex-presidentes do banco.

A manifestação já estava marcada desde a última quinta (13) pela associação que representa os funcionários (AFBNDES), em repúdio à proposta de acabar com repasses do PIS e Pasep para o BNDES --medida que está no texto do relator da reforma da Previdência apresentado à comissão especial da Câmara dos Deputados.

Na noite deste sábado (15), porém, após declarações do presidente Jair Bolsonaro de que estava "por aqui" com Levy por ter nomeado um executivo que atuou em governos do PT, a associação reforçou a convocação para o ato, saiu em defesa do presidente do banco e criticou Bolsonaro.

"Apesar de divergências sob alguns pontos da atual gestão, como o afastamento da chefe de departamento do Fundo Amazônia e declarações infelizes sobre operações de comércio exterior, a AFBNDES reconhece que Joaquim Levy nunca apoiou ou defendeu fantasias e calúnias que o presidente da República, sempre saudoso da campanha eleitoral, insiste em declarar sobre o BNDES", diz o comunicado.

Segundo o economista Arthur Koblitz, vice-presidente da AFBNDES, o que mais preocupa a entidade são os dois fatores que teriam levado à demissão de Levy. Um deles foi a não abertura da chamada "caixa-preta" do banco, com investigações de supostas propinas pagas a funcionários para que se concedesse empréstimos a empreiteiras no governo do PT.

O segundo é a resistência de Levy em devolver o dinheiro injetado pela União no BNDES no passado. O governo espera receber R$ 126 bilhões neste ano para ajudar no ajuste fiscal do país, mas Levy não se comprometeu com a cifra.

"Nunca lutamos para o Levy cair ou ficar, mas na nossa visão ele agiu corretamente nesses dois casos, ao não endossar o discurso da caixa-preta e ao não devolver os recursos. Não conseguimos imaginar qual presidente do BNDES teria uma posição diferente da que ele teve", afirmou Koblitz à Folha de S.Paulo

Para a associação, devolver os recursos que o governo pede infringiria a lei e insistir nessa medida mostra desconhecimento. "Resistências foram comuns a todos os presidentes do BNDES que tiveram que devolver os aportes do Tesouro. São executivos e técnicos do banco que colocam seus CPFs em risco com essas demandas", diz a nota.

'PERSEGUIÇÃO IDEOLÓGICA'

Outro ponto que preocupa a entidade é o que chamam de "perseguição ideológica" por parte de Bolsonaro. "As falas dele soam como caça às bruxas. O que ele quer com a caixa-preta? Que qualquer pessoa que atuou no banco na época do PT não trabalhe mais ali?", reclama Koblitz.

"Querem submeter o banco a um processo de gestão que considero temerário. Estão querendo dizer que houve uma ingerência política no BNDES, para praticar de fato a ingerência política. É diferente de dizer que tal politica foi certa ou errada", completa.

Antes da crise de sábado, a associação já havia dito que tinham presença confirmada na manifestação os dois últimos presidentes do banco --Dyogo de Oliveira (abril de 2018 a janeiro de 2019) e Paulo Rabello de Castro (maio de 2017 a abril de 2018)-- e também Luciano Coutinho (2007 a 2016), Luiz Carlos Mendonça de Barros (1995 a 1998) e André Franco Montoro Filho (1985 e 1986).

Demian Fiocca, que presidiu o BNDES durante o governo Lula, havia dito que iria, mas desistiu por ter outros compromissos, segundo a associação de funcionários. O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Nelson Jobim e outras personalidades também devem assinar um documento de apoio ao ato.

fonte:Folha/ 16/06/2019 22h:42min.

Petrobras faz a maior descoberta de gás no Estado de Sergipe


foto:reprodução
“Vamos ter competição. É isso que vai fazer o preço baixar”, afirma o secretário de Petróleo e Gás Natural do Ministério de Minas e Energia (MME), Márcio Felix, que participa da elaboração do plano de Guedes.
O diretor da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Felipe Kury, classifica o potencial da Bacia de Sergipe-Alagoas como “muito promissor”. Além dos seis campos da Petrobrás, a ANP acredita que existem na região outras áreas com indícios de presença de petróleo e gás que, nos próximos anos, podem resultar em novas descobertas relevantes.
Pelos dados do MME, para delimitar o reservatório e construir um gasoduto até a costa, a Petrobrás deve gastar US$ 2 bilhões ainda neste ano. A estatal não revela os planos para a região. Por meio de sua assessoria, informou apenas que “as águas profundas de Sergipe vêm mostrando grande potencial para o desenvolvimento”. Disse também que o orçamento do projeto está previsto em seu plano estratégico para os próximos cinco anos. Por enquanto, a estatal está trabalhando apenas na exploração, mas não na produção dos campos.

Expectativa

O gás já provoca uma reviravolta na economia de Sergipe. “Virei um caixeiro viajante, batendo de porta em porta de indústrias, oferecendo as vantagens do gás natural a quem quiser se instalar no Estado”, disse o secretário de Desenvolvimento Econômico, José Augusto Pereira de Carvalho.
O Estado está agora concentrado em atrair grandes consumidores de gás para o município de Barra dos Coqueiros, vizinho a Aracaju, onde funciona o Porto de Sergipe, e, no futuro, deve estar de pé um novo distrito industrial. Na pequena cidade de apenas 25 mil habitantes, cercada por praias e mangue, começa a surgir um arranjo inédito de empresas interessadas no combustível.
De um lado, estão produtores e uma unidade de importação do gás. Do outro, potenciais consumidores, atraídos pela perspectiva de pagar menos pelo combustível. Às empresas, Carvalho tem argumentado que, com tanta oferta, não haverá alternativa aos fornecedores de gás senão baixar o valor da matéria-prima. Assim espera trazer de volta, principalmente, indústrias de vidro e cerâmica, que dependem do gás para fabricar produtos melhores e a um custo menor.
Até a nova onda deflagrada pela descoberta da Petrobrás, o governo estadual se via às voltas com a suspensão de investimentos da estatal, que, no passado, chegou a responder por um terço de todo dinheiro movimentado pela indústria sergipana. O Estado sentiu o golpe, por exemplo, do fechamento da fábrica de fertilizantes, a Fafen-SE, e do freio em campos produtores de petróleo e gás, colocados à venda pela estatal.
Diante desses e outros reveses, e a expectativa de extinção de postos de trabalho, a notícia da descoberta criou uma sensação de que “há uma luz no fim do túnel”, disse Carvalho.

Livre

O Estado quer ainda incentivar a criação de uma nova figura no mercado de gás – a do consumidor livre, autorizado a importar seu próprio combustível, sem precisar utilizar a rede de dutos de distribuição de uma concessionária local. Com essa mudança, o esperado é reduzir mais um pouco o preço do produto, que não contaria com a tarifa cobrada pela distribuidora. Uma experiência chegou a ser feita em Sergipe, mas parou na Justiça. A distribuidora local, a Sergás, contesta a legalidade do modelo. Ela alega que o contrato de concessão garante a ela a exclusividade do negócio de gás no Estado.
A divergência coloca em lados opostos os próprios sócios da Sergás: o governo do Estado, que quer estimular a queda do preço e um novo mercado, e a Petrobrás e a japonesa Mitsui, que não aprovam as mudanças.
Fonte: Estadão - 16/06/19 18h:36min

Bahia: Morre em Ipupiara, um dos homens mais velhos do Brasil: "seu Noscenço" tinha 114 anos

Estava prestes completar 114 anos -foto:reprodução
Prestes a completar 114 anos de idade, morreu na manhã desta sexta-feira (15) em Ipupiara, Innocencio Marcelino Dourado, ou "Seu Nuscenço" como é carinhosamente chamado por seus familiares e amigos. Ele nasceu no dia 22 de Junho de 1904, no município de Ipupiara-BA.
Em 2014, no seu aniversário de 110 anos, uma missa de ação de graças foi celebrada pelo Bispo Dom Frei Luiz Flávio Cappio, na igreja São João Batista em Ipupiara, um dos momentos marcantes para toda família do "Seu Nucenço"...
Saiba mais sobre a vida de Seu Innocencio, clicando aqui.

Fonte:Cultura& Realidade, com informações do site Cristal Notícias

Programa Zorra faz paródia de ministro Sérgio Moro com musical " Eu antes era herói' , veja

Com musical 'Eu antes era herói', Zorra traz paródia de Sérgio Moro
Foto: Reprodução / TV Globo
Após uma semana do vazamento de conversas com o promotor Deltan Dallagnol durante o julgamento do ex-presidente Lula, o ministro Sérgio Moro virou paródia no programa Zorra deste sábado (15). Com o musical Eu antes era herói, o ator Antônio Fragoso recriou o ministro e apareceu como um grande boneco inflável de super herói.


Na paródia, imagens reais de Moro e Dallagnol se intercalam à performance dos atores. Segundo o GShow, a paródia usou como base a canção João e Maria, de Chico Buarque de Holanda.

fonte:BN/ 16/05/19

Lava Jato: Advogados dizem que nunca tiveram telefone ou abertura para falar com Moro


[Advogados dizem que nunca tiveram telefone ou abertura para falar com Moro]
Foto:Marcelo Camargo/reprodução/ag.Brasil
Oito advogados que atuaram em dezenas de casos da Lava Jato de Curitiba relatam um modelo de relação com o ex-juiz Sergio Moro muito diferente do que aparece nas mensagens entre ele e o procurador Deltan Dallagnol. 
Nenhum dos defensores teve o telefone do magistrado. Despachos só previamente agendados por escrito com a Secretaria da 13ª Vara.
Um dos ouvidos fez defesa da atuação de Moro. Disse que manteve por anos relação impessoal com o ex-juiz e que considerava o trabalho dele sério. No fim, emendou: “Agora, que houve erro na condução da Lava Jato, houve”. A informação é da coluna Painel, do jornal Folha de S.Paulo.

Joaquim Levy se antecipa a Bolsonaro e pede demissão do BNDES após atrito

Joaquim Levy pede demissão da presidência do BNDES após atrito com Bolsonaro
Foto: Reprodução / Marcelo Camargo / Agência Brasil
O economista Joaquim Levy renunciou à presidência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) neste domingo (16). Neste sábado (15), o presidente Jair Bolsonaro declarou que Levy estava “com a cabeça prêmio” havia algum tempo.

O estopim da nova crise do governo, segundo Bolsonaro, teria sido a  indicação de Marcos Barbosa Pinto para a diretoria de Mercado de Capitais do banco. Ele integrou o governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Levy solicitou ao ministro da Economia, Paulo Guedes, o desligamento do BNDES. “Minha expectativa é que ele aceite”, disse. O economista afirmou que agradece a lealdade, dedicação e determinação de sua diretoria. “Agradeço ao ministro o convite para servir ao País e desejo sucesso nas reformas.”

A resistência de Bolsonaro a Levy vem desde o governo de transição. Presidente eleito, em novembro de 2018, Bolsonaro disse que, ao aceitar a indicação do ex-ministro de Dilma Rousseff, precisava “acreditar em Guedes”. O economista foi ministro da Fazenda no primeiro ano do segundo mandato da petista, mas saiu do governo ao enfrentar obstáculos para ajustar as contas públicas. 

Levy chegou ao comando do banco a convite de Guedes. Ele trabalhou em dois governos petistas. Primeiro foi secretário do Tesouro Nacional de Lula. 

Pivô da crise entre o presidente Jair Bolsonaro e o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Socia (BNDES), Joaquim Levy, o advogado Marcos Barbosa Pinto apresentou neste sábado (15) uma carta de renúncia. Ele ocuparia, a convite de Levy, a Diretoria de Mercado de Capitais do banco de fomento. Mais cedo, Bolsonaro disse que demitiria Levy na segunda-feira (17) se a nomeação fosse mantida. Marcos Barbosa Pinto é um dos responsáveis pela elaboração Prouni.  

fonte:BNotícias c/adaptações