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terça-feira, 1 de outubro de 2019

Baiano viraliza na web após usar criatividade para 'amamentar' filho


Baiano viraliza na web após colocar foto da esposa no rosto e prender mamadeira em sutiã para 'amamentar' filho
foto:reprodução
Um morador de Capim Grosso, no norte da Bahia, está fazendo sucesso na internet após divulgar vídeo em que mostra ele "usando a criatividade" para dar leite ao filho. Samoel Ferreira dos Santos, de 39 anos, prendeu uma foto da esposa na cabeça e usou um sutiã para segurar uma mamadeira na altura do peito, simulando que era a mãe do menino.
Segundo informações do G1, ele compartilhou as imagens que mostra o momento nas redes sociais. No vídeo é possível ver o pequeno Vinícius olhando para a foto da mãe e mamando. Em um momento, o bebê ri, enquanto o pai brinca com ele.

O vídeo foi postado na último sábado (28). Em três dias, a publicação já tem mais de 5 milhões de visualizações, mais de 20 mil reações, quase 420 comentários e cerca de 112 mil compartilhamentos. "Quando a mãe precisa sair e chega a hora de mamar: ai é o jeito inventar", escreveu Samoel na legenda do vídeo.Informações do Acorda Cidade.

Bolsonaro recomenda livro de Ustra para professora ‘esquerdista’

Jair Bolsonaro conversou com estudantes na porta do Palácio da Alvorada
Jair Bolsonaro (PSL) recomendou que uma professora lesse o livro “A Verdade Sufocada – A história que a esquerda não quer que o Brasil conheça”, do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, durante conversa com estudantes na manhã desta segunda-feira, 30, no Palácio da Alvorada.
Tudo começou quando um aluno disse que o grupo tinha uma professora e pediu que o presidente mandasse um abraço para ela. Bolsonaro questionou se a docente era de esquerda e os estudantes confirmaram. Em seguida, ele disparou: “Fala pra ela ler o livro ‘A verdade Sufocada’ aí. Só ler. Depois ela tira as conclusões. Lá são fatos, não é blá blá blá de esquerdista, não”.
Vale destacar que o coronel em questão morreu em 2015 e, antes disso, condenado em segunda instância por tortura na ditadura militar.
Em outro momento da conversa, Bolsonaro dirigiu-se aos jornalistas que estavam no local para comunicar que não concederia entrevista, porque o que ele fala seria “deturpado”.
“Imprensa, gosto muito de vocês, mas tudo é deturpado. Quando vocês fizerem uma matéria real do que aconteceu lá na ONU, eu dou entrevista para vocês, tá ok? Um abraço aí”, finalizou. Informações da Caraca Livre.


sexta-feira, 27 de setembro de 2019

Acidente: Médica Kátia Vargas é condenada a pagar indenização de mais de meio milhão para pais dos irmãos mortos


Kátia Vargas é condenada a pagar indenização de mais de meio milhão para pais dos irmãos mortos em acidente de trânsito
foto:reprodução/BA TV
A médica Kátia Vargas foi condenada a pagar indenização de danos morais de mais de R$ 600 mil à família dos irmãos Emanuele e Emanuel Gomes Dias, mortos em um acidente de trânsito há cerca de seis anos, no bairro de Ondina, em Salvador.
A decisão, em área cível, foi publicada pelo Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) na quarta-feira (25). O acidente envolvendo a médica e os irmãos aconteceu em outubro de 2013. No despacho, o juiz Joanísio Matos Dantas Junior, julgou que o acidente e a morte dos dois jovens foi provocada por Kátia Vargas.


Na sentença, o juiz afirma que "o acidente se deu por culpa exclusiva da autora, que ao conduzir seu veículo de forma imprudente, causou a morte das vítimas".
Diferente da esfera criminal, onde Kátia Vargas foi absolvida e o júri foi anulado – e segue para julgamento de recurso –, a área cível não discute se houve ou não a intenção de provocar a morte das vítimas. De acordo com o TJ-BA, os autores da ação precisam provar apenas a relação entre a atitude do réu e o dano.
Ainda com base na sentença, a médica deverá pagar R$ 300 mil pela morte de cada vítima. O juiz destacou ainda que a indenização não é uma reparação de danos econômicos, mas sim uma punição patrimonial. O valor deve ser corrigido conforme a inflação, por conta do ano do acidente.
Área criminal
Na área criminal, a Kátia Vargas foi absolvida, em júri popular, da acusação de ter provocado o acidente que matou os irmãos Emanuele e Emanuel Gomes Dias, em dezembro de 2017. Em agosto do ano passado, a Justiça decidiu anular o julgamento.
A defesa da médica recorreu da decisão e em julho, agosto e setembro deste ano, desembargadores pediram vistas para avaliar o julgamento desse recurso. A previsão é de que a nova sessão seja realizada no mês de outubro, mas sem data ainda definida.
Em 2016, antes da médica ir ao júri popular que a absolveu, a defesa dela chegou a pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF) que impedisse a modalidade do júri, mas não conseguiu. Na época do acidente, em 2013, a oftalmologista chegou a ser presa, mas depois obteve o direito de responder ao processo em liberdade provisória.
Fonte: G1

Procuradores da Lava Jato pedem que Lula cumpra pena no semiaberto


Lula Julgamento no STJ
Lava Jato também pede que o ministro Edson Fachin seja comunicado do pedido no âmbito do habeas corpus que trata da suspeição do ex-juiz Sergio Moro (Reprodução/Reprodução)
O Ministério Público Federal (MPF) pediu à Justiça que conceda prisão domiciliar ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na petição, assinada por membros da força-tarefa da Operação Lava Jato, como procurador Deltan Dallagnol, os procuradores alegam que o petista tem bom comportamento e já cumpriu um sexto de sua pena no caso do tríplex do Guarujá.
Nesta sexta-feira, o Radar havia antecipado a intenção da Lava Jato de pedir a progressão de regime de Lula, que será obrigado a trabalhar durante o dia. Os procuradores afirmam que “o cumprimento da pena privativa de liberdade tem como pressuposto a sua execução de forma progressiva”. Em outro trecho, a petição destaca que, considerando a pena fixada a Lula pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), de 8 anos, 10 meses e 20 dias, “o custodiado encontra-se na iminência de atender ao critério temporal (um sexto da pena) para a progressão de regime”.

A força-tarefa da Lava Jato também pede que o ministro Edson Fachin, relator da operação no Supremo Tribunal Federal (STF) seja comunicado do pedido no âmbito do pedido de habeas corpus, impetrado pela defesa de Lula, que trata da suspeição do ex-juiz federal Sergio Moro, que condenou, em primeira instância, o ex-presidente a 9 anos e 6 meses de prisão no caso do tríplex do Guarujá.
Além de Dallagnol, estão entre os procuradores que assinam o pedido Roberto Pozzobon, Laura Tessler, Orlando Martello e Januário Paludo. Procurado por VEJA, o advogado Cristiano Zanin Martins afirmou, em nota, que “o ex-presidente Lula deve ter sua liberdade plena restabelecida porque não praticou qualquer crime e foi condenado por meio de um processo ilegítimo e corrompido por flagrantes nulidades. Sem prejuízo disso, conversaremos novamente com Lula na próxima segunda-feira sobre o direito em questão para que ele tome a sua decisão sobre o assunto”.
Leia aqui a íntegra do pedido do MPF.
fonte:VEJA.com/ 27/09/19 -19h:47min.

Nova York: Eduardo Bolsonaro faz gesto de arma em frente a monumento pela paz da ONU

[Eduardo Bolsonaro faz gesto de arma em frente a monumento pela paz da ONU ]
Escultura foi em homenagem ao cantor John Lenon -foto:reprodução/Instragam

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL), indicado para a embaixada do Brasil nos EUA, publicou nas suas redes sociais, nesta quinta-feira (26), uma foto fazendo o gesto da arma em frente a um monumento pela paz na sede da ONU, em Nova York.
"As operações de paz da ONU acertadamente usam armas. Mas na entrada do prédio da ONU em NY fica essa escultura desarmamentista. Como todo bom desarmamentista eis a máxima "armas para mim, desarmamento para os outros", escreveu o deputado na publicação.
Segundo a Folha de São Paulo, a escultura foi feita em homenagem a John Lennon, morto a tiros em 8 de dezembro de 1980. A obra do sueco Carl Fredrik Reuterswärd -um revólver cujo cano termina amarrado em um nó- está na ONU desde 1988.

fonte:Bnews/ 27/09/19 -17h:57min.

Gilmar x Janot: Ministro pede que STF retire porte de arma do ex-procurador geral

Gilmar Mendes
foto:reprodução
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STFGilmar Mendes pediu nesta sexta-feira, 27, no âmbito do inquérito que apura fake news e ameaças contra ministros da Corte, que seja determinada a retirada do porte de arma do ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot e que ele fique impedido de ir ao tribunal.
A petição de Gilmar foi apresentada depois de Janot dizer em entrevista a VEJA que, em 11 de maio de 2017, quando ainda era o chefe da Procuradoria-Geral da República (PGR), foi armado ao STF com a intenção de matar Gilmar com um “tiro na cara” e em seguida se suicidar, mas desistiu depois de chegar a sacar e engatilhar a pistola, na antessala do plenário do Supremo.
Caberá ao ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito sobre as fake news no Supremo, decidir sobre os pedidos do colega. Nesta sexta-feira, por meio de nota, Gilmar Mendes se disse surpreso com a revelação de Janot, recomendou que ele procure “ajuda psiquiátrica” e lamentou “o fato de que, por um bom tempo, uma parte do devido processo legal no país ficou refém de quem confessa ter impulsos homicidas, destacando que a eventual intenção suicida, no caso, buscava apenas o livramento da pena que adviria do gesto tresloucado. Até o ato contra si mesmo seria motivado por oportunismo e covardia.”
Rodrigo Janot vai lançar na próxima semana o livro Nada Menos que Tudo, escrito pelos jornalistas Jailton de Carvalho e Guilherme Evelin, em que narra episódios desconhecidos ao longo dos quatro anos em que esteve à frente das investigações do maior escândalo político do país.
Na ocasião relatada pelo ex-procurador na entrevista e no livro, Janot havia pedido ao STF que impedisse Mendes de atuar em um processo que envolvia o empresário Eike Batista. O procurador alegou que a esposa do ministro, Guiomar Mendes, trabalhava no mesmo escritório de advocacia que defendia Eike. Na sequência, foram publicadas notícias de que a filha de Janot era advogada de empreiteiras envolvidas na Lava-­Jato — o que, por analogia, também colocaria o pai na condição de suspeito. O procurador identificou Mendes como origem da informação — e, nesse instante, decidiu matá-lo.
O plano do ex-PGR era dar um tiro na cabeça do ministro e depois se matar. A cerca de 2 metros de distância de Mendes, na sala reservada onde os ministros se reúnem antes de iniciar os julgamentos no plenário, Janot sacou uma pistola do coldre que estava escondido sob a beca e a engatilhou. Mas o plano não se consumou: “Só não houve o gesto extremo porque, no instante decisivo, a mão invisível do bom senso tocou meu ombro e disse: não”. 
Na entrevista, Janot também narra, entre outros episódios, que foi convidado pelo então senador Aécio Neves (PSDB) para ser candidato a vice-presidente da República, que o ex-ministro Antonio Palocci prometeu entregar cinco ministros do STF e que Temer pediu a ele que cometesse o crime de prevaricação.
fonte:Veja.com - 27/09/19 - 17h:39min

Lava Jato: Procuradores usaram provas ilegais no exterior para prender futuros delatores


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foto:reprodução

Em novas mensagens vazadas sobre a operação Lava Jato, o site Intercept Brasil em parceria com o site Uol traz uma reportagem mostrando que os Procuradores da Lava Jato usaram provas ilegais do exterior para prender futuros delatores. Confira a reportagem no link abaixo:


https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2019/09/27/lava-jato-usou-provas-ilegais-do-exterior-para-prender-futuros-delatores.htm

Gilmar sobre Janot: ‘Recomendo que procure ajuda psiquiátrica’


O ministro do STF Gilmar Mendes (Carlos Moura/SCO/STF/reprodução)
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, reagiu na manhã desta sexta-feira 27, com “alguma surpresa” à revelação de Rodrigo Janot a VEJA de que o ex-procurador-geral da República foi armado à corte para matá-lo e que, em seguida, pretendia cometer suicídio. O ministro recomendou que o ex-chefe da PGR procure ajuda psiquiátrica.
Em nota, ministro lamentou “o fato de que, por um bom tempo, uma parte do devido processo legal no país ficou refém de quem confessa ter impulsos homicidas, destacando que a eventual intenção suicida, no caso, buscava apenas o livramento da pena que adviria do gesto tresloucado. Até o ato contra si mesmo seria motivado por oportunismo e covardia.”
O ministro ainda afirma que “o combate à corrupção no Brasil — justo, necessário e urgente — tornou-se refém de fanáticos que nunca esconderam que também tinham um projeto de poder. Dentro do que é cabível a um ministro do STF, procurei evidenciar tais desvios. E continuarei a fazê-lo em defesa da Constituição e do devido processo legal”.9
Gilmar Mendes confessa estar “algo surpreso” com a revelação. “Sempre acreditei que, na relação profissional com tão notória figura, estava exposto, no máximo, a petições mal redigidas, em que a pobreza da língua concorria com a indigência da fundamentação técnica. Agora ele revela que eu corria também risco de morrer.”
“Se a divergência com um ministro do Supremo o expôs a tais tentações tresloucadas, imagino como conduziu ações penais de pessoas que ministros do Supremo não eram. Afinal, certamente não tem medo de assassinar reputações quem confessa a intenção de assassinar um membro da Corte Constitucional do País”, afirma Gilmar, que completa: “Recomendo que procure ajuda psiquiátrica. Continuaremos a defender a Constituição e o devido processo legal.”
Em entrevista a VEJA, Rodrigo Janot revelou que foi armado ao Supremo no dia 11 de maio de 2017, no mês em qua a Operação Lava Jato estava atingindo seu ponto mais alto. O procurador vai lançar na próxima semana o livro Nada Menos que Tudo, escrito pelos jornalistas Jailton de Carvalho e Guilherme Evelin, em que narra episódios desconhecidos ao longo dos quatro anos em que esteve à frente das investigações do maior escândalo político do país.
Naquela ocasião, Janot havia pedido ao STF que impedisse Mendes de atuar em um processo que envolvia o empresário Eike Batista. O procurador alegou que a esposa do ministro, Guiomar Mendes, trabalhava no mesmo escritório de advocacia que defendia Eike. Na sequência, foram publicadas notícias de que a filha de Janot era advogada de empreiteiras envolvidas na Lava-­Jato — o que, por analogia, também colocaria o pai na condição de suspeito. O procurador identificou Mendes como origem da informação — e, nesse instante, decidiu matá-lo.
O plano do ex-PGR era dar um tiro na cabeça do ministro e depois se matar. A cerca de 2 metros de distância de Mendes, na sala reservada onde os ministros se reúnem antes de iniciar os julgamentos no plenário, Janot sacou uma pistola do coldre que estava escondido sob a beca e a engatilhou. Mas o plano não se consumou: “Só não houve o gesto extremo porque, no instante decisivo, a mão invisível do bom senso tocou meu ombro e disse: não”. 
Na entrevista, Janot também narra, entre outros episódios, que foi convidado pelo então senador Aécio Neves (PSDB) para ser candidato a vice-presidente da República, que o ex-ministro Antonio Palocci prometeu entregar cinco ministros do STF e que Temer pediu a ele que cometesse o crime de prevaricação.
fonte:Veja.com/ 27/09/19 -12h:44min.