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segunda-feira, 8 de junho de 2020

Covid-19: Prefeito prorroga o fechamento do comércio de Feira até 15/06

Comércio de Feira de Santana continua fechado até o dia 6 - ACEFS
foto:reprodução
O prefeito Colbert Martins da Silva Filho decidiu prorrogar o decreto que determina o fechamento do comércio em Feira de Santana, por mais oito dias, mantendo as atividades comerciais fechadas até o dia 15 de junho. Ele divulgou a medida em uma rede social na noite deste domingo (7) e informou que o objetivo é conter o crescimento do contágio do coronavírus no município. Informações do Acorda Cidade.

Bolsonaro volta responsabilizar governadores e prefeitos por combate à covid-19

foto:Divulgação/Governo Federal

O presidente Jair Bolsonaro usou o Twitter nesta segunda-feira (8) para rebater críticas sobre condução das medidas de combate ao novo coronavírus e tentar passar a responsabilidade das ações para prefeitos e governadores. Na rede social, ele afirmou que "forças nada ocultas" tentam deslegitimá-lo e atrapalhar a governança. Neste domingo, dia 7, o Brasil registrou quase 700 mil casos de covid-19 e 36,4 mil mortes decorrentes da doença.
"Ao lado disso forças nada ocultas, apoiadas por parte da mídia, açoitam o presidente da República das mais variadas formas para deslegitimá-lo ou atrapalhar a governança. Com fé em Deus e no povo seguirei meu destino de melhor servir ao meu País", diz Bolsonaro na mensagem.
Abertamente contrário ao isolamento social, Bolsonaro afirmou que as medidas de combate à pandemia são determinadas por governadores e prefeitos, em nova tentativa de se isentar da responsabilidade das ações tomadas. Na semana passada, o Brasil foi citado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, como "mau exemplo" na condução da pandemia.

domingo, 7 de junho de 2020

Mal chegou: Wizard deixa governo após polêmica sobre contagem de mortos da Covid-19

Empresário Carlos Wizard deixa governo após polêmica sobre contagem de mortos da Covid
foto:reprodução



O empresário Carlos Wizard Martins, ex-dono da escola de inglês que mantém seu nome e hoje à frente de marcas como Pizza Hut e KFC, anunciou neste domingo (7), que deixou seu cargo de conselheiro do Ministério da Saúde e não aceitou o convite feito para outra posição no governo.

"Informo que hoje deixo de atuar como conselheiro do Ministério da Saúde, na condição pro bono [sem salário]", afirmou em rede social. Ele relata na publicação que recebeu outro convite, para assumir a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos da pasta, mas que recusou.

"Agradeço ao ministro [da Saúde] Eduardo Pazuello pela confiança, porém decidi não aceitar para continuar me dedicando de forma solidária e independente aos trabalhos sociais que iniciei em 2018 em Roraima", disse.

"Peço desculpas por qualquer ato ou declaração de minha autoria que tenha sido interpretada como desrespeito aos familiares das vítimas da Covid-19 ou profissionais de saúde que assumiram a nobre missão de salvar vidas", escreveu.

Neste fim de semana, Wizard causou polêmica ao afirmar, em entrevista ao jornal O Globo, que o governo iria recalcular os mortos pela Covid-19, engrossando as indicações da gestão de Jair Bolsonaro no sentido da omissão e manipulação de informações sobre a pandemia.

À Folha de S.Paulo, o empresário recuou em parte, dizendo que a ideia não era "desterrar mortos", mas olhar para frente, embora tenha mantido a afirmação de que, para ele, os dados podem estar inflados - apesar de especialistas da área citarem o contrário, a subnotificação.

Apesar de citar a área de ciência e tecnologia como a mesma de sua formação na Universidade Brigham Young, instituição ligada a igreja a que é vinculado, Wizard teve a carreira voltada ao mundo empresarial.

A primeira experiência foi na escola de inglês, vendida em 2013, com outras do setor, por R$ 2 bilhões. Hoje, está à frente do grupo Sforza, que diz ter deixado com os filhos. Informações da Folhapress.

Mundo: Bolsonaro 'acende medo' na democracia brasileira, diz o britânico Financial Times

O jornal britânico Financial Times publicou neste domingo, 7, um editorial no qual aponta o presidente da República, Jair Bolsonaro, como um risco à democracia no País. No texto, a tradicional publicação internacional diz que Bolsonaro "acendeu o medo" na democracia brasileira e que existe risco crescente de uma virada autoritária. O periódico menciona o estreito vínculo do presidente brasileiro com o Exército e seu aval a manifestações que vêm pedindo a volta da ditadura militar, relata os embates recentes do Executivo com outros instituições do País e alerta para o risco "real" à maior democracia da América Latina.
O Financial Times voltou a comparar Bolsonaro a Donald Trump, chamando o presidente de "Trump tropical", como já havia feito em outras oportunidades. Segundo o FT, Trump e Bolsonaro são nacionalistas que "proferem o amor a Deus e às armas", a propensão para governar por meio do Twitter e um apreço por estimular suas bases com uma retórica de divisão. "No Brasil, contudo, há uma possibilidade mais preocupante: que Bolsonaro, cada vez mais confrontado, esteja desiludido com o processo democrático pelo qual assumiu o cargo e queira minar as instituições que sustentam o País", diz o jornal.


"Isso pode soar exagerado. Mas poucos presidentes eleitos atenderiam e contemplaria protestos nos quais os manifestantes pedem pelo fechamento do Congresso e da Suprema Corte, sendo substituídos por uma lei militar. Ainda assim, isso é o que o Sr. Bolsonaro fez - não uma, mas várias vezes. No fim de semana passado ele apareceu em uma dessas manifestações montado a cavalo", descreve o jornal, que também citou os militares colocados pelo presidente na administração federal e a resposta do ministro Augusto Heleno ao supremo, quando o celular do presidente foi solicitado pelo STF.
Montado a cavalo, Bolsonaro participa de ato pró-governo. 
© Dida Sampaio/Estadão Montado a cavalo, Bolsonaro participa de ato pró-governo. 

Na opinião do Financial Times, com a queda da ditadura militar e a promulgação de uma nova constituição em 1988, o Brasil lançou uma nova ordem democrática, com as forças armadas se retirando da política e ganharam respeito no exterior como corpo profissional, e as instituições civis - STF, Congresso e a mídia independente - ganharam força, a ponto de conseguirem derrubar dois presidentes por má conduta. Segundo o jornal, as instituições atraíram a ira de Bolsonaro por causa de operações envolvendo seu nome e o de seus filhos, como as investigações sobre o gabinete do ódio, no inquérito das fake news, e a apuração sobre a interferência política na PF.
"Agora, os brasileiros estão preocupados com o fato de Bolsonaro estar tentando provocar uma crise entre o Executivo, o Legislativo e o Judiciário para justificar a intervenção militar. Seus índices de popularidade em queda e problemas crescentes com a pandemia de coronavírus - o Brasil agora tem o terceiro maior número de mortes no mundo - estão prejudicando suas chances de reeleição. As esperanças de reforma econômica evaporaram e os investidores estão retirando capital do País."
"Até o momento, as instituições brasileiras resistiram ao ataque, com forte apoio público. É improvável que o Exército apoie um golpe militar para instalar Bolsonaro como um autocrata. Mas outros países devem observar: os riscos para a maior democracia da América Latina são reais e estão crescendo" conclui o editorial.

Celso de Mello compartilha editorial do Financial Times

Citado pelo jornal britânico, o ministro Celso de Mello compartilhou entre interlocutores o editorial que critica Bolsonaro. Pelo WhatsApp, o ministro enviou o texto do jornal, comentando o trecho em que é citado.
“Editorial de hoje, domingo, dia 07/06, do jornal britânico ‘FINANCIAL TIMES’ sobre a conduta inconstitucional de Bolsonaro, com referência à minha advertência, ‘exaggerated’, porém necessária em face dos contínuos ataques à Corte Suprema e ao Congresso Nacional, visando o seu ‘shutdown’ (fechamento)!”, escreveu Celso de Mello no Whatsapp neste domingo, 7.
O decano do Supremo Tribunal Federal é o relator do inquérito que investiga a interferência de Bolsonaro na Polícia Federal, com base em acusação do ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sérgio Moro. A investigação pode levar ao afastamento do presidente da República se O decano do Supremo Tribunal Federal é o relator do inquérito que investiga a interferência de Bolsonaro na Polícia Federal, com base em acusação do ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sérgio Moro. A investigação pode levar ao afastamento do presidente da República se eventual denúncia da Procuradoria-Geral da República não for aceita pela Câmara dos Deputados.
fonte:Estadão 07/06/2020 21H:50MIN.

Economia: Ernesto Araújo prepara aliança com EUA e Japão

Itamaraty prepara aliança com EUA e Japão
Foto: Divulgação / Itamaraty
Em um novo gesto anti-China, o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, trabalha para lançar uma aliança estratégica com Estados Unidos e Japão para defender valores comuns na Ásia e na América Latina.

O plano -um diálogo trilateral de alto nível dos três países- foi apresentado no ano passado pelos japoneses, que viram no alinhamento do governo Jair Bolsonaro com os EUA uma oportunidade para propor a ideia ao Itamaraty.

Segundo disseram interlocutores, Ernesto abraçou com entusiasmo o projeto, embora tenha sido alertado por subordinados que a concretização desse fórum será visto pela China, inevitavelmente, como uma provocação.

Em um dos primeiros esboços da nova aliança trilateral, de acordo com relatos feitos à Folha de S.Paulo, o governo do Japão ressaltou que compartilha com EUA e Brasil valores comuns, como a defesa da democracia e do livre mercado.

A proposta ganhou corpo, e a expectativa de Ernesto é lançá-la nos próximos meses.

A preocupação levantada por diferentes setores do Itamaraty é que os EUA, no plano global, e o Japão, no regional, são hoje os maiores antagonistas do governo chinês.

Ao aceitar integrar um fórum de diálogo político com esses dois atores, o Brasil seria levado a assumir posições sobre o delicado jogo de poder do Pacífico que desagradariam ao maior parceiro comercial do país.

Só em relação ao agronegócio, a China comprou US$ 11,85 bilhões (R$ 58,84 bi) em produtos brasileiros no primeiro quadrimestre de 2020, segundo dados do Ministério da Agricultura.

Japoneses e americanos também são críticos do que consideram a presença cada vez mais agressiva da China na América Latina, seja como compradora de commodities e investidora em projetos de infraestrutura, seja pelo apoio político à ditadura de Nicolás Maduro na Venezuela.

Existe o receio de que esses debates também entrem na pauta da nova aliança, forçando o Brasil a abordar assuntos que podem criar rusgas com os chineses.

Outro assunto que interlocutores consideram que EUA e Japão tentariam empurrar para dentro do diálogo trilateral é segurança da informação.

Os dois países dizem que a empresa chinesa Huawei não deveria fornecer equipamentos para redes de 5G, e os americanos pressionam o Palácio do Planalto para que o Brasil siga o mesmo caminho, em um novo flanco de disputa com Pequim.

A iniciativa de um diálogo trilateral articulada entre americanos e japoneses não é inédita.

Ambos os países têm alianças lançadas com Índia e Austrália. Nesses casos, são realizados encontros e contatos para discutir diversos assuntos, como ampliação do comércio e segurança marítima na região do Indo-Pacífico.

No pano de fundo dessas articulações, é constante a preocupação com o avanço mundial de Pequim.

Procurada, a Embaixada do Japão em Brasília disse que não comenta o assunto. "Não há nada para poder responder até o momento. Também não está definida a realização do diálogo em questão", respondeu.

A Folha de S.Paulo questionou a Embaixada dos EUA, mas não obteve resposta. O Itamaraty tampouco respondeu.

A relação da administração Bolsonaro com a China é um dos principais pontos de divergência entre as chamadas alas pragmática e ideológica do governo.

Enquanto o vice-presidente, Hamilton Mourão, e os Ministérios da Economia e da Agricultura tentam evitar bolas divididas com os asiáticos, Ernesto, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) -filho do presidente- e o assessor especial para Assuntos Internacionais, Filipe Martins, seguem a linha de Donald Trump de enfrentamento com Pequim.

Após meses de disputa, o lado pragmático parecia ter imposto sua visão no fim do ano passado, mas a eclosão da crise do coronavírus deu novo impulso para os ideológicos.

O momento mais tenso neste ano ocorreu em março, após Eduardo ter afirmado em suas redes sociais que o governo chinês era culpado pela pandemia.

"Quem assistiu a Chernobyl [série sobre o acidente nuclear de Tchernóbil] vai entender o que ocorreu. Substitua a usina nuclear pelo coronavírus e a ditadura soviética pela chinesa. Mais uma vez uma ditadura preferiu esconder algo grave a expor tendo desgaste, mas que salvaria inúmeras vidas. A culpa é da China e liberdade seria a solução", disse o filho do mandatário na ocasião.

A manifestação gerou uma dura reação do embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, que acusou Eduardo de promover um "insulto maléfico contra a China e o povo chinês".

fonte:Folhapress - 07/06/2020 18h.

Olavo diz a Bolsonaro: "Continue covarde e derrubo essa merda de governo"

foto:reprodução
O "filósofo" Olavo de Carvalho, guru do presidente Jair Bolsonaro, postou na madrugada deste domingo (7/6) um vídeo onde sinaliza rompimento com o governo. Olavo reclama que é vítima de propagação de fake news e que o presidente Bolsonaro, até então seu aliado, não moveu um dedo para defendê-lo dos ataques que tem sofrido. Ele afirmou ainda que o chefe do Executivo se “aproveitou dele”.
“E esse seu Bolsonaro, o que ele fez para me defender? Bosta nenhuma. Você não é meu amigo. Você simplesmente se aproveitou. Enfia a condecoração no c*. Não quero mais saber. Você não está agindo contra os bandidos. Você presencia o crime em flagrante e não faz nada contra eles. Isso se chama prevaricação. Quer tomar um processo de prevaricação de minha parte? Se esse pessoal não consegue derrubar o seu governo, eu derrubo. Continue covarde e eu derrubo essa m* de governo aconselhado por generais covardes ou vendidos". Informações do Correio Braziliense.

sábado, 6 de junho de 2020

Bahia: Uruçuca terá lockdown na próxima semana por conta da Covid-19

URUÇUCA: TRANSPORTE ESCOLAR É ATINGIDO POR CAMINHÃO DE CERVEJARIA ...
Uruçuca -foto:Ipolítica/reprodução

A Prefeitura de Uruçuca decidiu decretar lockdown, medida que consiste no fechamento total de atividades comerciais, serviços não-essenciais e proibição da circulação de pessoas. O decreto, publicado pelo prefeito Moacyr Leite Júnior nessa sexta (5), indica que a medirá entrará em vigor na próxima quinta-feira (11) e será mantida por cinco dias, até a segunda-feira (15) seguinte.

Com 132 casos e 11 óbitos por Covid-19, Uruçuca é o município baiano que possui a terceira maior taxa de incidência da doença por 1.000.000 de habitantes, segundo a Secretaria de Saúde do Estado (Sesab).

Diante desse cenário, a gestão municipal leva em conta uma série de documentos dos governos federal e estadual e ainda da Organização Mundial da Saúde (OMS) para embasar a necessidade do confinamento. Conforme descrito no texto, a prefeitura avaliou que “o avanço de número de casos suspeitos e de casos confirmados no município de Uruçuca, com existência de óbitos, impõe adoção de medidas imediatas e emergenciais objetivando a prevenção e a contenção da propagação do vírus” e “que a situação demanda o  emprego urgente de medidas de prevenção, controle, e contenção de riscos, danos e agravos à saúde pública, a fim de evitar a disseminação da doença”.

Com isso, “fica instituído ‘lockdown’ (confinamento), como medida temporária de suspensão total das atividades não essenciais, no âmbito da cidade de Uruçuca, durante o período de 11 a 15 de Junho de 2020, com objetivo de conter o avanço descontrolado da pandemia da Covid-19”. A circulação de pessoas será permitida apenas para aquisição de medicamentos e produtos  médico-hospitalares; comparecimento, próprio  ou de uma pessoa como acompanhante, a consultas ou realização de exames médico-hospitalares, nos casos de problemas de saúde; e realização  de trabalho, nos serviços e atividades consideradas essenciais.


fonte:BN c/adaptações 

Covid-19: Bahia registra mais de 27 mil casos confirmados e 846 óbitos neste sábado

Justiça determina que prefeito de Euclides da Cunha não faça ...
Cidade de Euclides da Cunha - Sertão da Bahia - foto:reprodução atarde Uol.

A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia informa que, equivocadamente, 63 municípios registraram 216 casos como positivos nas bases de dados ministeriais, quando, na verdade, eram negativos. Os dados foram contabilizados no boletim epidemiológico de ontem (5) e a inconsistência foi identificada pela Vigilância Epidemiológica Estadual neste sábado (6), sendo corrigido no documento atual e comunicado o fato às prefeituras. A lista completa dos municípios com as inconsistências, bem como o número de casos de cada localidade está detalhado no documento.
A Bahia registra 27.396 casos confirmados de coronavírus (Covid-19), o que representa 18,74% do total das notificações no estado. Os 27 óbitos contabilizados no boletim epidemiológico referem-se a um período de 16 dias, ou seja, não ocorreram em 24 horas.
Considerando o número de 27.396 casos confirmados, 11.829 recuperados e 846 óbitos, 14.721 pessoas permanecem monitoradas pela vigilância epidemiológica e com sintomas da Covid-19, o que são chamados de casos ativos. Na Bahia, 3.947 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19.
Os casos confirmados ocorreram em 337 municípios do estado, com maior proporção em Salvador (58,21%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 1.000.000 habitantes foram Itajuípe (7.369,09), Ipiaú (7.259,17), Uruçuca (6.579,27), Salvador (5.462,78) e Urandi (5.402,81).

Com o avanço do vírus para o interior do Estado, a cidade de Euclides da Cunha registrou seu 1º óbito, segundo o boletim da Sesab. Trata-se de uma idosa de 81 anos, residente em Euclides da Cunha, portadora de imunodeficiências, foi internada dia 17/05 e veio a óbito dia 05/06, em unidade da rede pública, em Salvador.

fonte:Sesab c/adaptações 06/06/2020