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sábado, 28 de novembro de 2020

Líder de ataque ao TSE é preso em Portugal em operação da PF

Foto: Divulgação/PF
Foto: Divulgação/PF

 

Uma operação da Polícia Federal prendeu neste sábado (28), em Portugal, o líder de um grupo suspeito de ter promovido os ataques aos sistemas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no primeiro turno das eleições, realizado no último dia 15.

Segundo a PF, as investigações apontaram que o grupo de hackers era composto por brasileiros e portugueses. A operação cumpre ainda outros três mandados de busca e apreensão e três medidas cautelares de proibição de contato entre investigados em São Paulo e Minas Gerais.

Em comunicado, a PF informou que não foram identificados quaisquer elementos de que a ação do grupo tenha prejudicado a apuração, a segurança ou a integridade dos resultados da votação do primeiro turno.

As medidas judiciais em território brasileiro foram decretadas pela 1ª Zona Eleitoral do Distrito Federal. Em Portugal, as ações se desenvolvem com a cooperação da Unidade Nacional de Combate ao Cibercrime e Criminalidade Tecnológica.

Segue a cartilha: Agência Brasil censurou notícias sobre assassinato de Beto Freitas em Porto Alegre

 

Foto: reprodução/redes sociais
Foto: reprodução/redes sociais

 

A Empresa Brasil de Comunicação (EBC), ordenou a Agência Brasil que ignorasse o assassinato de João Alberto Freitas nas postagens feitas em suas redes sociais.

Segundo o colunista Guilherme Amado, da revista ‘Época’, a ordem foi dada por escrito a funcionários da Agência Brasil no dia 20 de novembro, data seguinte ao assassinato do rapaz em uma unidade do supermercado Carrefour, em Porto Alegre, e Dia da Consciência Negra.

Com produção intensa nas redes sociais, na data 20 de novembro, a agência de notícias da estatal compartilhou apenas 1 publicação por hora, sendo quatro sobre futebol, e uma sobre uma agenda positiva do Itamaraty.Informações do Bahia.Ba.

Campanha eleitoral ajudou a aumentar casos da covid-19 no Brasil, diz médico sanitarista

                                           foto:reprodução

A campanha eleitoral no Brasil pode ser apontada como vilã na alta de contaminações por coronavírus, diz o médico sanitarista Gonzalo Vecina Neto. Segundo ele, o movimento de políticos nas ruas pedindo votos, aliado aos planos de relaxamento da quarentena definidos pelos governos, contribuíram para que os hospitais em todo o Brasil voltassem a registrar aumento de internações.

Vecina Neto, porém, faz questão de destacar que a eleição não pode ser demonizada. "O comportamento das pessoas, o exercício da eleição não teve grande problema. Os cuidados que foram tomados foram bastante adequados. Mas a forma como foram conduzidas as campanhas eleitorais e toda permissividade, isso sim eu acho complicado", destacou ele, ex-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), professor da Universidade de São Paulo (USP) e colunista do Estadão.

A campanha eleitoral pode ser apontada como vilã na alta de contaminações?


Acho que sim, porque houve aglomeração, o é mortal. Quando se junta muita gente, facilita o trabalho do vírus e dificulta a dispersão de aerossóis. As gotículas que saem das nossas bocas se disseminam, são emitidas para outras pessoas. Como uma parte da campanha é feita no corpo a corpo, com certeza influenciou no aumento. Mas não é só isso. Houve também um relaxamento, com abertura de estabelecimentos que não deveriam abrir.

Seria melhor termos cancelado as eleições deste ano?


O comportamento das pessoas no exercício da eleição (dia da votação) não teve grande problema. Os cuidados tomados foram bastante adequados. Mas a forma como foram conduzidas as campanhas eleitorais e toda a permissividade, acho complicadas.

Em São Paulo, a revisão do Plano São Paulo (programa estadual de reabertura econômica) foi remarcada para o dia seguinte da eleição, em 30 de novembro. Para você foi uma definição política?


É uma pergunta que já está respondida. Foi para não perder votos Infelizmente foi o que movimentou os políticos.

Os governos relaxaram demais a quarentena?


Bares e restaurantes com poucas janelas e pouca ventilação não poderiam ter sido abertos. O ar-condicionado não adianta. Não há solução mágica para o vírus. O que existe é o que sabemos: a gente emite aerossóis, eles são respirados, encontram nossos olhos diretamente ou se depositam em cima de superfícies em que podemos colocar as mãos e depois levar aos olhos e boca. É dessa forma que a gente se infecta.

Em 2021 nós enfrentaremos os mesmos problemas?


Goste ou não goste, a maior parte do ano que vem será exatamente assim. Se a gente der moleza, o número de casos e de mortes vai continuar aumentando. Enquanto não conseguir ter acesso à vacina e vacinar um monte de gente, nós vamos ter problemas. Isso precisa ficar claro na cabeça das pessoas.

fonte:Correio da Bahia - 28/11/2020

Brasil é o único país a apoiar Trump na ONU contra a OMS



O governo dos Estados Unidos (EUA) propôs eliminar referências de apoio à Organização Mundial da Saúde (OMS) em uma resolução na Organização das Nações Unidas (ONU) que sugeria um compromisso global para fortalecer a resposta contra a pandemia da covid-19. Entre todos os governos que fazem parte da ONU, o único país que apoiou a proposta americana foi o Brasil.

tendo anunciado sua ruptura com a OMS, o governo americano apresentou um projeto de emenda sugerindo que um parágrafo inteiro fosse eliminado do texto original. A Casa Branca queria que o texto que reconhecesse o papel central da agência de saúde fosse abolido.
Quando a proposta foi colocada à votação, 161 países votaram contra a emenda americana. Cinco países se abstiveram, entre eles nanicos da diplomacia internacional como Haiti, Lesoto e Tonga. Mas apenas um país em todo o mundo saiu em apoio ao governo Trump: o governo de Jair Bolsonaro. Cerca de outros 30 países não compareceram para o voto.
Nenhum outro aliado de Trump — incluindo Israel, Japão, Hungria, Polônia e outros — seguiu o caminho proposto pelos americanos.

fonte:Cultura&Realidade - 28/11/2020

Ufba mantém suspensão das aulas presenciais e semestre online para 2021.1

 

Ufba mantém suspensão das aulas presenciais e anuncia outro semestre online para 2021
Foto: Divulgação

A Universidade Federal da Bahia (Ufba) optou por manter a suspensão das atividades presenciais e anunciou, na última sexta-feira (27), que os alunos terão um novo semestre letivo majoritariamente online, “em formato semelhante ao do Semestre Letivo Suplementar (SLS) realizado neste ano”.

 

De acordo com a instituição de ensino, a decisão foi tomada pelo Conselho Universitário (Consuni), que se reuniu nos dias 23 e 27 de novembro.

 

A resolução definida pelo Consumi estabeleceu, para o próximo semestre, que os colegiados voltarão a ser responsáveis por definir a oferta de disciplinas – durante a pandemia, esta incumbência estava sob responsabilidade dos departamentos.

 

O próximo semestre letivo irá de 22 de fevereiro a 22 de junho e será registrado como 2021.1.


A exemplo do SLS, o semestre 2021.1 não contará para o tempo máximo de conclusão dos cursos, e será permitido o trancamento dos cursos a qualquer tempo, “tendo em vista que boa parte do corpo discente não reúne condições adequadas de estudo em casa”. 


fonte:BN - 28/11/2020

2º turno: Aglomeração e carreatas com Rui e ACM acontecem nos momentos finais em Feira

 


Feira: Aglomeração e carreatas com Rui e ACM acontecem nos momentos finais da campanha

Com a chegada do dia em que os eleitores do maior colegiado do interior do estado vão às urnas, as campanhas dos dois candidatos à prefeitura de Feira de Santana, Colbert Martins (MDB) e Zé Neto (PT) estão cada vez mais acirradas.


Nesta sexta-feira (27) grupos de apoiadores dos dois prefeituráveis se aglomeraram na entrada da TV Subaé, afiliada da Rede Bahia onde aconteceu o primeiro debate televisionado do segundo turno das eleições municipais (confira aqui um resumo do que aconteceu). 

 

Foto: Reprodução / Leitor BN


Horas antes do encontro entre Zé e Colbert, uma carreata do emedebista percorreu as ruas da cidade e contou com a presença do prefeito eleito de Salvador, Bruno Reis (DEM) e do atual gestor da capital baiana, ACM Neto (DEM).


Já Zé Neto realiza na manhã deste sábado (28) uma carreata com o governador Rui Costa (PT) pelas avenidas do Centro da cidade. Esse é o quinto encontro público que os dois realizam juntos desde o início do pleito eleitoral (veja aqui).
fonte: BN - 28/11/2020 12h;28min.


Fontes ligadas à aliados do grupo do emedebista Colbert Martins afirmaram ao Bahia Notícias que o grupo estaria reunido na manhã deste sábado por conta da vinda do governador do estado, Rui Costa (PT) à cidade.

A dois meses do 1º Enem digital, governo não fechou contrato de aplicação

 

A dois meses do 1º Enem digital, governo não fechou contrato de aplicação
Foto: Priscila Melo / Bahia Notícias

A pouco mais de dois meses da primeira edição digital do Enem, o governo Jair Bolsonaro (sem partido) não fechou contrato para a aplicação em computador. Não estão definidos os custos e detalhes do sistema tecnológico em que os participantes farão a prova.

A demora na definição causa apreensão em técnicos do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), órgão do MEC (Ministério da Educação) responsável pelo exame. O ministro da Educação, Milton Ribeiro, não tem tido envolvimento também com essa questão.

Ao anunciar o exame digital, em julho de 2019, o governo informou que o projeto-piloto do Enem no computador custaria R$ 20 milhões, para 50 mil candidatos. O Inep aceitou, no entanto, a inscrição de 96.086 pessoas para essa versão, o que deve ampliar os gastos.

Com base na projeção do ano passado, o gasto no Enem digital seria de R$ 400 por inscrito. O valor é quase quatro vezes superior ao custo por estudante na prova em papel (R$ 105,52 em 2019). O governo recebeu 5,8 milhões de inscrições para o exame tradicional.

O projeto-piloto foi mantido mesmo em meio à pandemia de coronavírus, ao adiamento das provas e em cenário de reduções de gastos por parte do MEC.

O Enem ocorreria neste mês caso não tivesse sido adiado para janeiro e fevereiro de 2021 por pressão de secretários e parlamentares, preocupados com o fechamento de escolas na pandemia. As provas digitais estão agendadas para 31 de janeiro e 7 de fevereiro; a versão tradicional ocorre em 17 e 24 de janeiro.

O Inep decidiu que a Fundação Cesgranrio, que aplica o Enem em papel, também será a responsável pelo exame digital. Em resposta a pedido de informação à agência Fiquem Sabendo, via Lei de Acesso à Informação, o Inep declarou que ainda faria um termo aditivo ao contrato vigente com a Cesgranrio --o que não ocorreu até agora.

Questionado pela reportagem, o Inep confirmou que tem a definição de custos da edição digital e que o contrato está em fase de finalização. A própria Cesgranrio desenvolverá software onde os alunos farão a prova, como também informado à Fiquem Sabendo, agência de dados especializada na Lei de Acesso.

O governo tem um contrato de 2017 com a Cesgranrio para a aplicação do Enem, firmado por dispensa de licitação. Esse contrato pode ser renovado anualmente até 2022, o que tem ocorrido até agora, e envolve, por exemplo, toda a logística de coordenação dos locais de prova e contratação de equipes (com exceção de transporte, serviços gráficos e segurança).

Para o Enem em papel, o Inep publicou ainda em julho, no Diário Oficial da União, o extrato do termo de aditamento para a aplicação deste ano, em valor estimado em R$ 559 milhões. Esse contrato não envolve a versão digital e não foi divulgada até agora --a reportagem questionou sobre o documento mas não obteve resposta.

Os desafios da edição digital incluem, entre outras coisas, um sistema tecnológico que seja seguro contra vazamentos, além das condições de infraestrutura para que as provas ocorram em computadores. Não há informações sobre o desenvolvimento dessa tecnologia.

O Inep garante que as questões da prova digital já estão garantidas. Itens para esse exame foram pré-testados em computador, ainda no ano passado, para garantir a comparabilidade com o restante do exame.

O Enem é elaborado a partir de um modelo matemático que, em tese, garante o mesmo nível de dificuldade de provas diferentes --por isso, as questões são pré-testadas (um grupo de pessoas responde aos itens). Dessa forma, o governo pode realizar provas diferentes no mesmo processo seletivo e garantir comparabilidade de resultados.

O governo abriu, em agosto, prazo de credenciamento de locais de aplicação digital que previa o cadastro de locais com no mínimo duas salas com dez máquinas cada uma. Não há informações sobre quantos locais foram cadastrados e sob quais condições.

Mesmo quem fizer a prova digital deverá escrever a redação em papel. Os participantes terão que comparecer com máscaras e o Inep promete disponibilizar álcool em gel aos participantes dos dois modelos de prova.

O Enem é a principal porta de entrada para o ensino superior público do país. É também usado para acesso ao ProUni (Programa Universidade para Todos) e Fies (Financiamento Estudantil).

A ideia do MEC é abandonar o papel de forma escalonada, migrando o Enem totalmente para o computador em 2026. A exclusão digital da parcela mais pobre da população é vista como entrave para esse processo.

Quase duas (18%) em cada dez escolas públicas de ensino médio do país não têm laboratório de informática. Ao lado de Kosovo e do Marrocos, o Brasil tem a pior proporção de computadores por aluno entre os 79 países e territórios avaliados pelo último Pisa (avaliação internacional).

Quase metade das 141 mil escolas do país não contava com internet banda larga em 2018. A situação é mais precária nas regiões Norte e Nordeste. O governo Bolsonaro ainda patina no apoio à implementação de conexão nas escolas.

Em nota, o Inep afirma que a logística do Enem digital está definida e "não há preocupação com os prazos" para operacionalização das atividades. "O processo [para assinatura do contrato] segue os trâmites e prazos processuais necessários ao pleito", diz a pasta.

Ainda de acordo com a nota, a solução tecnológica será alinhada aos requisitos estabelecidos pela Diretoria de Tecnologia e Disseminação de Informações Educacionais do Inep.


fonte:FOLHAPRESS - 2811/2020 -09H:33MIN.

Cultura: Chefe da Fundação Palmares agradece Alvim, destituído por apologia ao nazismo

 O presidente da Fundação Palmares, Sérgio Nascimento de Camargo, fez, por meio de uma publicação no Twitter, 1 agradecimento a Roberto Alvim, destituído do cargo de secretário da Cultura por fazer apologia ao nazismo.

Sérgio Camargo, presidente da Fundação Palmares© Sérgio Lima/Poder360 Sérgio Camargo, presidente da Fundação Palmares

Comemoro nesta 6ª feira [27.nov.2020], 1 ano de nomeação na Fundação Palmares. Agradeço à Juliana Galdino e Roberto Alvim pela oportunidade”, diz o post. Ele também agradeceu ao presidente Jair Bolsonaro.

Em 1 vídeo de 6 minutos de duração publicado em janeiro deste ano, Alvim fez citações a palavras do ministro de Propaganda de Adolf Hitler, que aparecem no livro “Joseph Goebbels, uma biografia”, do historiador alemão Peter Longerich.

O episódio culminou na demissão de Alvim da Secretaria.

Em fevereiro deste ano, Sérgio Camargo havia afirmado que seguiria na Fundação Palmares “a linha do secretário Alvim”. Uma das decisões que tomou foi a demissão de 5 pessoas de cargos de diretoria, entre eles Sionei Leão, da DPA ( Diretoria de proteção Afro-brasileira); Clóvis André da Silva, da DEP (Diretoria de Fomento e Promoção da Cultura Afro-brasileira); e Kátia Martins, do Cenirp (Centro Nacional de Informação e Referência da Cultura Negra).

Camargo justificou que precisava “montar uma nova equipe de extrema direita”.

Após o episódio, a Fundação Palmares divulgou uma nota, que diz que ele “no direito e exercício de sua função se organiza para trazer a sua equipe tendo como objetivo o cumprimento da missão institucional”.