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segunda-feira, 8 de março de 2021

Mundo: Com raiva, imprensa britânica “metralha” Meghan Markle e Harry

A imprensa é uma das culpadas pela renúncia de Meghan Markle e príncipe Harry dos cargos seniores na realeza, conforme o casal contou na entrevista transmitida nesse domingo (7/3) pelo canal CBS

Os duques de Sussex conversaram por mais de duas horas com a apresentadora Oprah Winfrey. Além da Coroa não ter gostado do bate-papo, quem também reprovou os comentários foi a mídia britânica.

De acordo com o Hollywood Reporter, os principais canais e tabloides britânicos fizeram uma cobertura completa da entrevista polêmica. Na avaliação do jornal norte-americano, a imprensa britânica ficou “irritada e com raiva” após as falas bombásticas de Harry e Meghan. Na manhã desta segunda-feira (8/3), o Daily Mail dedicou mais de 20 matérias a respeito do assunto, sendo algumas com títulos longos e desconexos, avaliou o portal dos Estados Unidos.

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O Hollywood Reporter deu como exemplo o título da seguinte matéria do tabloide: “Meghan faz alegação sensacionalista de que a realeza proibiu Archie de ser um príncipe por causa de preocupações sobre o quão ‘escuro’ ele seria e disse que a criança não teria proteção policial, mas Harry se recusa a revelar quem fez o comentário racista”. A briga dos duques de Sussex com a editora que comanda o Daily Mail, a Associated Newspaper, não começou de agora.

Em fevereiro, Meghan venceu na Justiça britânica a batalha contra a editora, responsável por revelar trechos de uma carta confidencial. Por ordem do juiz, a “irmã” do Daily Mail, o tabloide The Mail on Sunday, foi obrigada a publicar a declaração da vitória da duquesa de Sussex na primeira página. Apresentador do Good Morning Britain, Piers Morgan saiu em defesa da família real ao vivo ao manifestar que o casal Sussex acabou com o trabalho de anos da rainha Elizabeth II.

WPA Pool/Getty ImagesPríncipe Charles, Camilla Parker Bowles, príncipe William, Kate Middleton, príncipe Harry e Meghan Markle
Príncipe Charles, Camilla Parker Bowles, príncipe William, Kate Middleton, príncipe Harry e Meghan Markle

“A América está destruindo nosso país e nossa monarquia agora”, disse o jornalista ao longo do programa Good Morning Britain. Piers metralhou Meghan e Harry ao chamar a entrevista de “orgia”, “tagarelice piedosa”, “acerto de contas” e “lavagem de roupa suja”. Integrante da equipe de profissionais do The Sun, Matt Wilkinson considera que a ex-atriz de Hollywood “nunca mais retornará à Inglaterra depois de enfurecer a realeza na entrevista”.

Ex-editor do The Sun, Dan Wooton atua como apresentador de rádio. Ele tuitou: “Harry e Meghan explodiram seu relacionamento com a família real, especialmente com Charles e William, na conversa com Oprah Winfrey”. No ponto de vista do jornalista, será difícil uma reconciliação, pois o casal rotulou a realeza como racistas e indiferentes. “Certamente eles deveriam renunciar aos seus títulos de duque e duquesa”, questionou.

Confira um trecho da entrevista reveladora:


fonte:Metrópoles - 08/03/2021 21h:33min.

Decisão de Fachin: Ciro Gomes diz que tentou avisar ao Brasil

Ciro gomes e Lula durante encontroRicardo Stuckert/ Instituto Lula/Arquivo

                                   

São Paulo - Ciro Gomes (PDT) divulgou, nesta segunda-feira (8/3), vídeo reunindo as críticas que ele faz contra a Lava Jato, a Justiça do Paraná e o ex-juiz Sergio Moro desde 2016.

No conjunto de vídeos Ciro Gomes diz que os erros da Justiça do Paraná ainda poderiam levar a anulação do processo, fazendo com que pessoas que deveriam ser condenadas pareçam inocentes.

A manifestação de Ciro Gomes ocorreu após decisão do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), que anulou as condenações de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na Justiça do Paraná, no âmbito da operação Lava Jato.

“Justiça boa não é espetaculosa. Justiça boa tem prova, tem ampla defesa assegurada. Estão deixando tudo a caminho da anulação, basta a imprensa passar a prestar atenção em outra coisa, serão todos livres, com atestado de inocência sem serem inocentes”, declarou Ciro Gomes em 2016.

No vídeo, Gomes critica conduções coercitivas ilegais, delações premiadas vistas como tortura, grampos ilegais.

“Tudo o que ele [Sérgio Moro] errar agora, vai significar impunidade no futuro”, declarou Ciro Gomes em 2017.

“Não contem comigo para esse circo”

Durante a manhã desta segunda, antes da decisão de Edson Fachin, Ciro Gomes declarou que estava cansado da postura do PT em apostar na candidatura de Lula para 2022.

“Nós vamos ficar discutindo: o Lula é elegível? O Lula é inelegível? Olha, esse filme eu já vi. Não contem comigo para esse circo mambembe porque a tragédia brasileira não permite mais contemporização”, disse Ciro Gomes.

Naquele momento, o presidenciável pedetista disse que já não pretendia contar com qualquer apoio do PT. “Meu problema é com o lulopetismo corrupto e desinteressado”, declarou, após elogiar algumas figuras petistas.

Planos do PDT não mudam

O PDT elogiou decisão do ministro Edson Fachin. “A decisão do STF foi coerente. Está tirando a sujeira que estava embaixo do tapete da Lava Jato”, declarou Carlos Lupi, presidente do partido de Ciro Gomes.

No entanto, segundo Lupi, a decisão não afeta os planos do partido de lançar Ciro Gomes na disputa presidencial. Lupi descreveu Lula como um representante do passado e Ciro como “o nome do futuro”.

fonte:Metrópoles 08/03/2021

Decisão de Fachin: 'Lula pode até merecer absolvição. Moro, jamais', diz presidente da Câmera

 

Lira sobre decisão de Fachin: 'Lula pode até merecer absolvição. Moro, jamais'
Foto: Divulgação/Agência Câmara

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), comentou a decisão do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), que anulou as condenações do ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva, tornando-o elegível nas eleições de 2022.

 

"Minha maior dúvida é se a decisão monocrática foi para absolver Lula ou Moro. Lula pode até merecer absolvição. Moro, jamais", escreveu o deputado em seu perfil no Twitter. 

 

A fala de Lira faz referência à possibilidade de que decisão de Fachin anule também o possível julgamento pela suspeição do ex-juiz Sergio Moro na condução do caso.


A defesa do ex-presidente queria que Moro fosse julgado pelo STF por considerar que ele foi parcial ao condenar Lula no caso do triplex do Guarujá. Informações do BN.

STF: Ministro Fachin anula condenações do ex- presidente Lula no âmbito da Lava Jato em Curitiba



                                                  foto:divulgação

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, anulou, nesta segunda-feira (8), todos os atos processuais envolvendo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no âmbito da Operação Lava Jato, incluindo os casos do sítio de Atibaia, do triplex do Guarujá e do Instituto Lula.

 

Em decisão monocrática, o magistrado declarou a vara federal de Curitiba como incompetente para julgar os casos e decidiu pela nulidade de todos os atos. Com a decisão, o líder petista retoma, ao menos por enquanto, sua elegibilidade.

 

Caso o pleno do STF confirme a decisão de Fachin, os processos de Lula serão encaminhados para a Justiça Federal do Distrito Federal, que decidirá se os atos tomados em Curitiba serão reaproveitados. Informações do BN em 08/03/2021

Bolsonaro diz que vai ser dono do seu novo partido


                                 foto:reprodução

O presidente Jair Bolsonaro(sem partido) disse estar “namorando” outro partido político para ser “dono” da legenda. Em conversa com apoiadores em frente ao Palácio da Alvorada nesta segunda-feira, 8, o presidente não revelou qual é a sigla, mas indicou que se filiará em breve.

Bolsonaro procura um novo partido para disputar a reeleição em 2022. De acordo com o portal R7, o presidente fechou com o Partido da Mulher Brasileira (PMB), que mudaria de nome para abrigar o chefe do Planalto e aliados.

“Estou namorando outro partido, tá? Onde eu seria dono dele como alternativa senão sair o Aliança”, disse o presidente quando questionado sobre o Aliança pelo Brasil, partido que tentou tirar do papel, mas que naufragou ao não conseguir reunir as 491 mil assinaturas necessárias para registro na Justiça Eleitoral.

“Não é isso de você tá namorando um caso e se dar errado vou namorar aquele outro, não é isso não, mas na política tem que ficar ligado”, afirmou Bolsonaro ao citar a burocracia exigida para criar uma nova legenda. Ele já havia dito que definiria até este mês.

Além do presidente, o novo partido escolhido por Bolsonaro também deve abrigar seus aliados. Entre eles, seus filhos políticos. Dois deles, o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) e o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) migraram recentemente, mas o presidente da legenda, Marcos Pereira (SP), disse em entrevista ao Estadão que eles estão de passagem. Na ocasião, o dirigente disse que não iria abrir mão do comando da sigla para Bolsonaro.


O PMB foi criado em 2015 e chegou a reunir 20 deputados federais. A sigla, no entanto, foi usada como trampolim para parlamentares burlarem a lei de fidelidade partidária (que impede a troca de sigla durante o mandato) e mudarem novamente para outras legendas. Atualmente, o PMB não possui nenhum representante no Congresso Nacional.

fonte:ISTOÉ - 08/03/2021 13h:32min