O escritor e candidato à Presidência Augusto Cury (Avante) informou em seu plano de governo apresentado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ter concluído um doutorado em Psicologia Multifocal que, segundo reportagem da Folha de S.Paulo, não realizou.
terça-feira, 1 de setembro de 2026
Eleições 2026: Augusto Cury declara ao TSE ter doutorado em Psicologia que nunca realizou, diz jornal
terça-feira, 31 de março de 2026
Eleições 2026: Gov. Jerônimo recebe Geddel e Otto em meiopara resolver impasse sobre candidatura governista
Foto:reprodução/Redes Sociais
O governador Jerônimo Rodrigues (PT) se reuniu com o ex-ministro Geddel Vieira Lima, um dos principais caciques do MDB na Bahia, e com o presidente estadual do PSD, senador Otto Alencar, durante a noite desta segunda-feira (30). Os encontros ocorrem em meio a uma possível substituição do vice-governador Geraldo Jr. (MDB) na chapa governista.
Ao Bahia Notícias, Otto Alencar afirmou que se reuniu apenas com Jerônimo Rodrigues e negou a presença da presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Ivana Bastos (PSD), apontada como possível indicação à vice, no encontro. O senador também afirmou que não tratou sobre a chapa majoritária, limitando a reunião a uma conversa sobre questões partidárias do PSD.
“Não fui convocado para reunião de urgência. Fui tratar de questões do PSD, de prefeitos do interior. Hoje eu recebi mais de 10 prefeitos em meu gabinete. Também conversamos sobre pessoas que querem chegar e que querem sair do PSD. A vice não foi conversada, não sou eu que estou tratando disso. Eu estou falando a verdade”, disse Otto ao Bahia Notícias.
Rumores apontavam que a reunião de Jerônimo com Geddel, e posteriormente com Otto, seria um alinhamento para o anúncio de Ivana como vice na chapa do governo. O secretário de Relações Institucionais (Serin), Adolpho Loyola, também participou das conversas com o emedebista.
Procurado pela reportagem sobre o teor do encontro, Geddel se limitou a dizer que "foi uma boa reunião".
No início deste mês de março, os senadores Jaques Wagner (PT) e Otto, juntamente com o ministro da Casa Civil, Rui Costa, se reuniram para discutir o nome que poderia substituir Geraldo Jr. Conforme informações obtidas pelo Bahia Notícias, a indicação de Ivana Bastos teria sido unânime entre os caciques. Todavia, ela já teria recusado por preferir permanecer na presidência da AL-BA.
Fonte: BAHIA NOTÍCIAS - 31/03/2026
sábado, 22 de novembro de 2025
Brasília: Flávio antecipou vigília enquanto Bolsonaro violava tornozeleira eletrônica
A violação da tornozeleira por Jair Bolsonaro começou no início da noite de sexta-feira (21), de acordo com fontes da Polícia Federal ouvidas pela reportagem do ICL Notícias. No mesmo período, por volta das 17h, Flávio Bolsonaro intensificava a mobilização nas redes, convocando apoiadores para a porta da casa do pai.
Mais tarde, às 21h, o senador enviou a parlamentares bolsonaristas uma mensagem pelo WhatsApp que detonou o alerta geral: “Sei que quase todos não estão em BSB [Brasília]. Vou tocando aqui com quem puder, sem problemas. Mas senti no coração de movimentar o tema rápido, porque a maldade pode vir a qualquer momento”.
A violação foi identificada pelos agentes pouco depois da meia-noite, por volta de 0h30. Segundo essas fontes, uma equipe da PF foi ao local cerca de meia hora depois, o que elevou o nível de alerta para uma possível tentativa de fuga do ex-presidente.
A avaliação interna era a de que o risco de fuga havia se tornado real diante da combinação entre o rompimento do monitoramento e a convocação de uma vigília que poderia tumultuar o entorno da residência.
Essa leitura também foi feita pelo ministro Alexandre de Moraes, que, na decisão que determinou a prisão do ex-presidente, citou expressamente o risco de tentativa de fuga e o potencial da vigília convocada por Flávio para dificultar o cumprimento da ordem. O ministro ressaltou que a reunião de apoiadores poderia “facilitar eventual tentativa de fuga do réu” e representar “altíssimo risco” à ordem pública.
A madrugada da prisão
Para evitar qualquer possibilidade de mobilização de massa, a prisão, decretada durante a madrugada, foi executada antes do amanhecer. A PF chegou ao endereço pouco antes das 6h e concluiu a operação de forma discreta, sem resistência. Michelle Bolsonaro não estava na casa; a filha dela e outra mulher, cuja identidade não foi divulgada, estavam no local.
Ao longo de todo o processo, integrantes do governo Lula reforçaram que o dia, e os próximos, devem ser tratados com completa normalidade institucional, sem manifestações públicas de celebração. Segundo a orientação, a ordem é seguir a rotina de governo como em qualquer outra data.
Fonte: ICL NOTÍCIAS - 22/11/2025
quarta-feira, 25 de junho de 2025
“Viado, drogado e rubroneca”: Abin espionou ex-sócio e amigo de Renan Bolsonaro
A investigação da Polícia Federal (PF) sobre “estrutura paralela de inteligência” criada na Agência Brasileira de Inteligência (Abin) durante o governo Jair Bolsonaro aponta que Allan Gustavo Lucena do Norte, ex-sócio e amigo de Renan Bolsonaro, foi alvo de espionagem e difamação.
Em 17 de setembro de 2020, o servidor Marcelo Bormevet afirmou que era preciso “explodir” Allan Lucena. A mensagem foi enviada a Giancarlo Gomes Rodrigues, que respondeu perguntando se o alvo estaria “detonando o PR”, sigla utilizada para se referir ao então presidente Jair Bolsonaro.
Bormevet rebateu: “Negativo. Tá iludindo o 04 do PR. Mas o cara é viado, drogado e rubroneca [flamenguista gay]”.
O episódio foi classificado como parte de um padrão de ações clandestinas conduzidas por servidores ligados ao núcleo político bolsonarista.
Segundo a PF, as ações tinham objetivo de proteger a imagem da família presidencial, controlar possíveis fontes de constrangimento e obter vantagens políticas e pessoais.
A corporação indiciou 34 investigados no inquérito da Abin Paralela. Entre eles, o vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) e o deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), que chefiou a agência no governo passado.
Sócio de Renan Bolsonaro
Allan Lucena ficou conhecido por sua proximidade com Renan Bolsonaro, o filho “04” do ex-presidente. Os dois chegaram a ser sócios de uma empresa, e Lucena frequentemente acompanhava Renan em eventos.
Em 2021, o empresário foi citado em investigações sobre possível tráfico de influência envolvendo Renan. As autoridades apuram se a relação entre eles foi usada para intermediar contatos com empresários e autoridades do governo.
A inclusão de Lucena como alvo de ação realizada pela Abin indica que a estrutura paralela também atuava em questões relacionadas a interesses privados da família presidencial.
Fonte: Paulo Capelli/Metrópoles - 25/06/2025
quarta-feira, 26 de março de 2025
Ex-presidente Bolsonaro é interrompido por marcha fúnebre durante coletiva; Vídeo
O ex- presidente em frente ao Senado Foto:reprodução
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi interrompido por um trompetista que tocava a marcha fúnebre enquanto falava com jornalistas em coletiva de imprensa nesta quarta-feira (26/3), na saída do Senado Federal.
Veja:
O momento arrancou risadas de quem estava no local, inclusive do próprio ex-mandatário, que se tornou réu nesta quarta, no Supremo Tribunal Federal (STF), por tentativa de golpe de Estado. Pouco depois, Bolsonaro interrompeu a coletiva.
Em certo momento, a melodia muda e o músico passa a tocar a canção “Tá na Hora do Jair Já Ir Embora”, de Juliano Maderada e Tiago Doidão, que viralizou durantes as eleições de 2022. Apesar da provocação, Jair Bolsonaro seguiu com seu discurso.
O Supremo Tribunal Federal (STF) tornou réus, nesta quarta-feira (26/3), por unanimidade, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e sete aliados. Relator do processo, o ministro Alexandre de Moraes aceitou na íntegra a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR). Ele foi seguido pelos ministros Flávio Dino, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin.
Fonte: METROPOLES c/adaptações - 26/03/2025 21H:05
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022
MG: Comandante dá aval a protesto da PM em MG e cria desafio a Zema
BELO HORIZONTE - O comandante-geral da Polícia Militar de Minas Gerais, coronel Rodrigo Sousa Rodrigues, liberou, neste sábado (19), a participação de militares da ativa nos protestos contra o governador Romeu Zema (Novo), marcados para esta segunda (21), em Belo Horizonte e em diversos municípios do interior do Estado. Na capital mineira, o ato acontece a partir de 9h, na praça Rui Barbosa (Praça da Estação), no hipercentro da cidade.
O movimento impõe um desafio político ao governador Zema, que disputa a reeleição.
Por meio de nota, Rodrigues afirmou que “se mantém, diuturnamente, engajado na defesa dos interesses e direitos da corporação”.
“Trata-se de um evento legítimo, inclusive com a participação de quem ombreia na ativa ou ombreou o bom combate e estabeleceu alicerces para estarmos onde estamos”, afirmou o militar.
Ainda na nota, o comandante-geral afirma que o protesto deve ser pacífico, para que “nenhuma ação retire o brilho do respaldo que a nossa instituição conquistou até hoje”.
“Continuaremos em franca negociação com o governo do Estado, que já reconheceu nossas perdas inflacionárias e busca soluções para a reposição da remuneração da tropa, que tem se desdobrado, inclusive na pandemia, para que o estado continue a ser referência em segurança pública”, disse Rodrigues.
O comandante-geral termina seu comunicado à tropa pedindo “que Deus nos abençoe”.
O militar assumiu o comando-geral da PM mineira em junho de 2020, após ocupar os cargos de chefe do Gabinete Militar e Coordenador da Defesa Civil de Minas Gerais.
Outra nota
Uma segunda nota da corporação, desta vez assinada pela assessoria de imprensa da PM, divulgada na manhã deste domingo (20), afirma que o documento do comandante-geral “tem como objetivo trazer tranquilidade para a população”.
“O comando da PM reconhece que a manifestação é legítima, inclusive prevista na Constituição Federal, e pede aos policiais militares da ativa, que estejam de folga e de férias, e os da reserva, para que o ato seja pacífico e não traga nenhum transtorno para o povo mineiro, que tem a instituição como seu patrimônio”, afirma a nota.
Recomposição salarial
O ato dos policiais militares de Minas Gerais tem como objetivo pressionar o governador Zema para cumprir um acordo que fez com a categoria para recompor perdas inflacionárias dos vencimentos de policiais militares, civis e penais, bombeiros militares e agentes, no fim de 2020.
O Projeto de Lei 1.451 de Zema, enviado à Assembléia Legislativa, previa uma recomposição de 41% para a remuneração desses profissionais da área de segurança, dividida em três parcelas, com 13% em julho de 2020, 12% em setembro de 2021 e 12% em setembro de 2022.
Pelos cálculos de lideranças do movimento, a previsão é de que entre 10 mil e 20 mil servidores participem da manifestação em Belo Horizonte.
Zema diz que depende de regime de recuperação para recompor salários
Por meio de nota, o governador Romeu Zema (Novo) afirmou, na tarde deste domingo, 2, que “mantém diálogo aberto com todas as categorias, levando em conta as necessidades dos servidores e o importante trabalho prestado por eles ao Estado”.
“Mesmo diante a todas as dificuldades financeiras enfrentadas e aprofundadas pela crise sanitária da pandemia, em 2020, foi concedido reajuste de 13% para as forças de segurança”, afirmou Zema no comunicado.
Ainda de acordo com a nota do governador mineiro, “com a adesão ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF), projeto que aguarda análise da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, o Estado terá condições de aplicar a recomposição da inflação nos salários de todas as categorias do funcionalismo público, e dar continuidade ao pagamento das dívidas herdadas, como os repasses para os municípios e os depósitos judiciais”.
“Atualmente, as despesas obrigatórias do Estado ultrapassam 100% da arrecadação na maior parte dos anos e a perspectiva é que elas permaneçam próximas desse patamar. O governo de Minas Gerais tem se dedicado para conseguir, mesmo nesse cenário, trazer melhorias para os servidores, pois reconhece o trabalho valoroso que eles prestam", diz o comunicado do político do Novo.
Militares rebelados em 1997 foram anistiados há três meses
Há três meses, a Assembleia Legislativa de Minas Gerais promulgou emenda à Constituição Mineira que anistiou 186 policiais militares, expulsos da corporação por participarem do movimento grevista de 1997 da PM mineira, em Belo Horizonte.
A emenda altera a Constituição Estadual para incluir, entre as competências do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, o poder de processar e julgar a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF), um tipo de ação judicial que visa evitar ou reparar lesão resultante de ato ou omissão do poder público.
A iniciativa garantiu expressamente a anistia das punições administrativas e disciplinares a esse policiais, concedendo ainda aos atingidos o direito de retornarem aos quadros da Polícia Militar mineira. Esses policiais militares também terão assegurados a contagem de tempo de serviço, a graduação e os demais direitos relativos.
A greve dos praças da PM teve início em junho de 1997. No seu auge, se alastrou por outras forças de segurança, como a Polícia Civil e agentes penitenciários do Estado.
Os praças denunciavam, à época, o reajuste salarial dado pelo governador Eduardo Azeredo (PSDB) somente a oficiais. Mesmo com o acordo que também garantiu um reajuste ainda maior aos praças, o protesto resultou em cerca de 5 mil militares presos, 1.759 indiciados, 186 expulsos da PM e um morto – o cabo Valério dos Santos Oliveira.
Cabo Valério foi atingido por um tiro na acabeça disparado durante um protesto dos grevistas em frente ao Quartel General da PM mineira, em 24 de junho de 1997, o que precipitou o fechamento do acordo dois dias depois.
Na ocasião, milhares de praças e outros integrantes de forças de segurança se reuniram, após realizarem assembleias e passeatas pela Capital, em frente ao prédio do Copom, nas imediações da Praça da Liberdade. Mas lá foram contidos por militares trazidos do interior do Estado. Na confusão que se seguiu, com a ameaça de invasão do prédio, tiros teriam sido disparados por outro militar, que foi identificado, julgado e condenado.
Fonte:ESTADÃO -
quinta-feira, 11 de novembro de 2021
Covid-19: Médico que denunciou Prevent pede para entrar em programa de proteção à testemunha
![Médico que denunciou Prevent pede para entrar em programa de proteção à testemunha [Médico que denunciou Prevent pede para entrar em programa de proteção à testemunha]](https://imagem.bnews.com.br/fotos/bocao_noticias/QoywMVqID4OEwNl_6uneLw/810x400/329946-IMAGEM_NOTICIA_0.jpg)
O médico Walter Correa de Souza Neto, autor do dossiê que deu origem às investigações sobre a Prevent Senior, tem recebido ameaças e pediu ao Ministério Público Federal, na semana passada, para ser incluído no programa de proteção à testemunha.
O pedido também foi feito ao Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, que encaminhou a demanda ao Instituto Provita, a versão estadual do programa.
Até esta quarta-feira (10), o médico não havia recebido resposta acerca das solicitações, segundo a advogada dele, Bruna Morato. De acordo com Morato, o ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), já havia autorizado o ingresso do médico no programa de proteção por precaução.
Porém, o pedido para inclusão ocorreu de fato apenas neste mês devido a "uma sensação de ameaça constante", segundo ela.O pedido foi relevado inicialmente por Randolfe Rodrigues (Rede-AP), vice-presidente da CPI da Covid no Senado, durante visita da cúpula da comissão ao Ministério Público de São Paulo, na capital paulista, nesta quarta (10).
"Isso demonstra a obscuridade do momento em que vivemos", disse o senador.A cúpula da CPI é formada por Omar Aziz (PSD-AM), que presidiu a CPI, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), vice-presidente da comissão, e Renan Calheiros (MDB-AL), o relator.
O trio e a senadora Simone Tebet (MDB-MS) integram a chamada Frente Parlamentar Observatório da Pandemia
.A frente foi criada para acompanhar os desdobramentos da CPI, concluída há cerca de um mês, e esteve em São Paulo para entregar documentos ao Ministério Público, à Câmara Municipal e ao Ministério Público do Trabalho, que investigam a operadora.Uma força-tarefa de promotores de São Paulo conduz uma investigação criminal para apurar a conduta da Prevent Senior no tratamento de pacientes durante a pandemia.Os promotores receberam um terabyte de informação dos senadores nesta quarta-feira (10).
A partir desses subsídios, [a expectativa] é que as investigações avancem", disse o procurador-geral de Justiça de São Paulo, Mario Luiz Sarrubbo.
"A CPI trouxe aspectos que nós consideramos da alçada de São Paulo", disse o senador Randolfe Rodrigues. "Quatro depoimentos da CPI foram entregues. Mais de um terabyte encaminhado pelos médicos sobre o macabro esquema criado pela Prevent Senior".
A operadora de saúde é acusada de ter administrado o chamado kit Covid, formado por medicamentos sem comprovação científica para tratar a doença, além de ter conduzido um estudo ilegal com cerca de 600 pacientes com Covid que tomaram os medicamentos.
Desde o fim de outubro, hospitais da rede estão proibidos de receitar e administrar o kit Covid, segundo TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) assinado com a Promotoria de Saúde Pública. O acordo prevê multa caso isso ocorra, além de outras sanções, como a obrigatoriedade de publicar em veículos de grande circulação um comunicado sobre a falta de comprovação da efetividade dos remédios.
Antes de se reunir com o procurador-geral na sede do Ministério Público de São Paulo, a frente parlamentar esteve no escritório dos advogados Miguel Reale Júnior, ex-ministro da Justiça, e Sylvia Steiner para entregar o relatório da CPI do Senado. Os advogados "deram importante contribuição técnica na elaboração do documento", segundo os congressistas.
Está prevista também a visita dos congressistas à Câmara Municipal de São Paulo, onde está instalada a CPI da Prevent Senior, e ao Ministério Público do Trabalho, que também conduz uma investigação sobre a operadora. O último compromisso do grupo em São Paulo será no Instituto Butantan.
Em nota, a Prevent Senior criticou o relatório da CPI do Senado. "É fruto de um linchamento público que não abriu espaço ao direito à ampla defesa e ao contraditório". A operadora também afirmou que a presidência da CPI negou acesso aos autos por duas vezes e que as acusações não foram investigadas pelos senadores.
CRÍTICAS A BOLSONARO
O senador Randolfe Rodrigues disse que o relatório da CPI do Senado será usado para embasar pedido de impeachment do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).
"O presidente Jair Bolsonaro é responsável pelas 600 mil mortes no Brasil. Ele é criminoso e terá que pagar", afirmou Aziz. "O presidente está no lugar errado. Aquela cadeira é muito grande para ele, que não respeita a liturgia do cargo", acrescentou, ao comentar a demora do procurador-geral da República, Augusto Aras, em se posicionar sobre o parecer da CPI.
Se Aras chegar a ser convocado e não comparecer ao Senado, segundo os senadores, pode abrir pretexto para um pedido de impeachment do procurador-geral da República.
"Não aceitaremos a protelação do caso", disse Rodrigues. Na esteira das críticas ao presidente, Rodrigues disse que pediu ao procurador-geral de São Paulo a instauração de uma ação civil de reparação de danos à saúde pública para investigar as motociatas de Bolsonaro em São Paulo.
fonte:Folhapress - 11/11/2021
segunda-feira, 11 de outubro de 2021
Covid-19: Presidente brasileiro volta a questionar vacina em adolescentes
foto:reprodução
SANTOS, SP (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a criticar nesta segunda-feira (11) a aplicação da vacina contra Covid em adolescentes sem comorbidades. Ele criticou a medida durante conversa com apoiadores e jornalistas na praia da Enseada, em Guarujá, no litoral paulista.
O presidente está hospedado desde sexta (8) no hotel de trânsito do Forte dos Andradas, localizado no município, para "Os caras tentam desqualificar você por qualquer coisa. Agora, por que não divulgam o número de mortes de pessoas vacinadas? Não divulgam. Muita gente que tomou a segunda dose está morrendo", disse o presidente.
A Folha já mostrou que declarações como essa do presidente são equivocadas. Com o aumento da cobertura vacinal, é natural que aumente a quantidade de pessoas imunizadas entre as internadas ou mesmo entre as que venham a morrer, já que nenhuma vacina tem proteção de 100%.
Mas, dado que os imunizantes são eficazes, a probabilidade de complicação entre os vacinados vai ser menor do que entre os sem proteção.
"Por que muitos governadores e prefeitos vacinaram jovens entre 12 a 17 anos? Baseados em quê? Recomendação da Anvisa? Da Saúde? De quem? Estamos mexendo com vidas. A molecada abaixo de 20 anos, a chance de não ter nada, uma vez contaminada, é de 99,99%. Compensa o custo benefício da vacina?", disse Bolsonaro, pouco após se irritar ao ser questionado sobre a marca de 600 mil óbitos pela doença no país, atingida no último dia 8.
"Qual país não morreu gente? Responda. Não vem me aborrecer aqui, por favor", retrucou sobre o assunto.
A Anvisa autorizou a vacinação das pessoas de 12 a 17 anos no Brasil, e países como os Estados Unidos já analisam liberar a imunização de crianças com menos de 12 anos.
A declaração de Bolsonaro, de crítica à vacinação de adolescentes, contraria a orientação do próprio Ministério da Saúde, que, após idas e vindas, decidiu que os benefícios da imunização desse grupo são maiores que os riscos de efeitos adversos.
No último dia 22 de setembro, o Ministério da Saúde voltou a sinalizar positivamente para a vacinação de adolescentes sem comorbidades. A pasta preparou nota técnica e informe aos gestores do SUS com orientações para recolocar o grupo de 12 a 17 anos na campanha de imunização.
Seis dias antes, o governo chegou a mudar as regras e passou a recomendar que o grupo não fosse vacinado. O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, atribuiu a medida ao fato de supostamente haver dúvidas sobre a segurança da imunização e criticou estados que já aplicavam doses em menores de 18 anos.
Segundo ele, na ocasião, mais de 3,5 milhões de adolescentes foram vacinados de forma intempestiva. Ele também disse que um percentual inferior a 1% apresentava efeitos adversos. "Não é um número grande, mas temos que ficar atentos", disse à época.
"Não me chame de negacionista porque só em dezembro, via medida provisória, foi um checão de R$ 20 bilhões para comprar vacina. Então, não reclamem. Nenhum prefeito reclame de mim", completou Bolsonaro nesta segunda.
A fala faz referência a uma medida provisória, assinada em 17 de dezembro, que destinou R$ 20 bilhões do governo federal para a campanha de vacinação em massa contra a Covid. Mesmo quando liberou o recurso para a imunização, Bolsonaro continuou com discurso em que põe dúvidas sobre a segurança das vacinas.
Bolsonaro saiu acompanhado da comitiva para um passeio de moto em Guarujá. Assim como fez em Peruíbe, no sábado (9), ficou sem máscara de proteção, cumprimentou pessoas e segurou crianças no colo. Chegou a passar por um restaurante, mas foi embora minutos depois.
Ele disse que irá para Aparecida nesta terça-feira (12) e, posteriormente, na quarta (13) seguirá para Miracatu, onde fará a entrega de títulos de regularização de terras para produtores rurais do Vale do Ribeira.
Fonte:FOLHA - 11/10/2021 18h:45min.
terça-feira, 31 de agosto de 2021
Rio: Veja a primeira foto da ex- deputada Flordelis e sua rotina dentro da prisão
Rio de Janeiro – Flordelis aparece de camiseta branca e cabelos soltos na foto produzida para seu ingresso no sistema prisional do Rio de Janeiro. O Metrópoles teve acesso à imagem que faz parte do sistema de identificação dos detentos das penitenciárias do estado.
Flordelis foi cassada pela Câmara dos Deputados e segue como ré, com mais nove suspeitos, respondendo pelo assassinato do ex-marido. A pastora é uma das detentas no Instituto Penal Talavera Bruce, no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu. Ela foi presa no último dia 13 de agosto.

Deputada federal Flordelis dos Santos de Souza (PSD-RJ)redes sociais/ reprodução

Imagem da ex-deputada ao ser fichadaReprodução

Deputada Flordelis no Conselho de Ética da Câmara Igo Estrela/Metrópoles

O momento da prisão de FlordelisReprodução

Ela é acusada de mandar matar o ex-maridoFacebook/Reprodução

Flordelis e AllanReprodução Internet

Deputada federal Flordelis dos Santos de SouzaArquivo/Câmara dos Deputados

Pastor Anderson e Flordelisredes sociais/ reprodução

Deputada federal Flordelis dos Santos de Souza (PSD-RJ)redes sociais/ reprodução

Imagem da ex-deputada ao ser fichadaReprodução
Por ordem da Justiça, ela vai a júri popular com os outros acusados. O Metrópoles revelou detalhes da rotina de presidiária de Flordelis, que tem no dia-a-dia o hábito de ir à biblioteca da unidade prisional, onde procura por livros religiosos. Ela também faz uso de medicamentes controlados, receitados por médico para conseguir dormir.Flordelis pode deixar a cela onde dorme todos os dias e passa as horas lendo a Bíblia que carrega.
A ex-deputada é alvo de denúncia do Ministério Público. Ela responde pelos crimes de homicídio triplamente qualificado, tentativa de homicídio duplamente qualificado, falsidade ideológica, uso de documento falso e organização criminosa. Ela nega os crimes.
Fonte: Metrópoles - 31/08/2021 23h:45min.
