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terça-feira, 13 de julho de 2021

Em Salvador: No Dia do Rock, Marcelo Nova faz discurso negacionista em entrevista

 

No Dia do Rock, Marcelo Nova faz discurso negacionista no Jornal da Manhã
Foto: Reprodução / TV Bahia

Convidado para entrar ao vivo no Jornal da Manhã, na TV Bahia/Globo, nesta terça-feira (13), para falar sobre o Dia Mundial do Rock, o baiano Marcelo Nova surpreendeu os apresentadores ao fazer um discurso negacionista, atacando as medidas de segurança contra a Covid-19, como isolamento social e uso de máscaras, além de alegar que a mídia implantou pânico na população.

 

"Para um sujeito como eu, prestes a fazer 70 anos de idade e com 40 anos de carreira, isso não serve pra mim. Eu fiz minhas regras, eu faço meu caminho, eu não deixo que governadores nem prefeitos, nem presidentes, ninguém manda em Marcelão! (risos)", disse o músico, criticando as políticas implementadas para conter a pandemia. 

 

Questionado sobre a produção artística durante a quarentena, ele voltou a disparar. “Isolamento parcial, porque eu não me submeto a esses ditames do 'fica em casa, fica em casa, não saia, não se aproxime'. Eu beijo quem eu quero, eu abraço quem eu quero... E eu vou morrer, se não morrer de Covid, vou morrer de câncer, atropelado, assassinado, de zika, chikungunya, essas coisas…”, disse Nova, minimizando a gravidade da emergência sanitária. “Eu vou acabar morrendo do mesmo jeito. Todos nós deveríamos, penso eu - me corrija se eu estiver errado -, nós deveríamos amar a vida, o fato de estar vivo, porque respirar não é viver. Tem gente aí respirando que tá morto. Viver é ter prazer na vida, é ir em busca do que você gosta, é assumir seus compromissos, é poder honrá-los”, acrescentou o artista, afirmando que “graças a medidas governamentais” está há um ano e meio sem poder trabalhar.

 

 

Apesar da fala contrariando as orientações preconizadas pelos cientistas e autoridades sanitárias, ele não chegou a ser repreendido ou corrigido. No estúdio, os jornalistas Ricardo Ishmael, Thaic Carvalho e Gustavo Castelucci ficaram nitidamente desconcertados, mas atribuíram as falas à “irreverência” do roqueiro.

 

Nas redes sociais, o público ficou dividido entre os que condenaram a fala de Marcelo Nova, assim como a postura da emissora de permitir o discurso negacionista sem qualquer interferência; e, do outro lado, aqueles que compartilham da mesma visão negacionista.


Fonte:BN c/adaptações 13/07/2021.

Rio: Corpo do miliciano Adriano da Nóbrega é exumado e passará por novos exames

 

Corpo de Adriano da Nóbrega é exumado e passará por novos exames
Adriano da Nóbrega | Foto: Divulgação / Polícia Civil

O corpo de Adriano da Nóbrega foi exumado nesta segunda-feira (12) e passará por novos exames de perícia para avaliar as circunstâncias de sua morte, em fevereiro de 2020, na Bahia. A informação é da coluna Painel, da Folha de S.Paulo.

 

Adriano é apontado como chefe de uma milicia no Rio de Janeiro e possuía ligação com a família do presidente Jair Bolsonaro. Nóbrega foi citado na investigação que apura a prática chamada de "rachadinha" no gabinete de Flávio Bolsonaro, filho do presidente.

 

O inquérito da Polícia Civil da Bahia, concluído em agosto de 2020, diz que ele atirou sete vezes contra policiais militares. Ele foi atingido por dois tiros e estava escondido em um sítio na cidade de Esplanada, a 170 km de Salvador.

 

Segundo a Secretaria de Segurança Pública da Bahia, após exames no corpo de Adriano, não havia indicações de execução ou tortura.

 

De acordo com a Folha de S. Paulo, a exumação foi necessária para que exames de imagens sejam usados para detalhar os traumatismos ósseos causados pelos disparos. A ordem foi dada pela Justiça da Bahia.

 

O novo exame deverá analisar lesões causadas pelos disparos para que se descubra a distância do atirador e o caminho dos tiros que atingiram Nóbrega para comparação com relatos dos policias.



Fonte: BN - 13/07/2021 13h

Caso Yan e Bruno: MP denunciou funcionários do Atakarejo em posição hierárquica superior

 

Caso Yan e Bruno: MP denunciou funcionários em posição hierárquica superior
Foto: Gabriel Lopes/Bahia Notícias/reprodução

Apesar da Polícia Civil ter indiciado seis funcionários do supermercado Atakarejo, o Ministério Público apresentou denúncia contra apenas três no caso da morte de Bruno Barros e Yan Barros, tio e sobrinho, entregues a traficantes do Nordeste de Amaralina após uma tentativa de furto de carne.

 

A denúncia apresentada nesta segunda-feira (12) incluiu o gerente-geral da loja Agnaldo Santos de Assis; Cláudio Reis Novais, encarregado do setor de prevenção de perdas; e Cristiano Rebouças Simões.

 

O MP não concordou com o entendimento da autoridade policial de que houve omissão de socorro por parte das outras três pessoas que trabalhavam no local. A promotora de Justiça Ana Rita Cerqueira Nascimento, responsável por oferecer a denúncia, vê no argumento uma linha tênue. Segundo ela, todos os outros funcionários do mercado poderiam ser enquadrados dessa forma, assim como todas as pessoas que estavam na rua no momento em que Yan e Bruno foram levados e que não prestaram ajuda.

 

A promotora explicou ainda que Agnaldo, Claudio e Cristiano entregaram deliberadamente Yan e Bruno aos traficantes, uma vez que eles permitiram que essas pessoas entrassem no local e levassem tio e sobrinho e por isso os três foram indiciados.

 

De acordo com ela, os três tinham posição hierárquica superior e os demais funcionários estavam submetidos a ela. Na visão de Ana Rita Cerqueira, Agnaldo, o gerente geral, tinha o dever de denunciar ao 190 e que em casos como esse “não existe outra possibilidade”.

 

Ela explicou ainda que Agnaldo tinha poder de decisão e que “cabia a ele fazer a coisa certa e chamar a polícia”. Assim como do encarregado Claudio, responsável pelo setor de prevenção de perdas, e que tinha, segundo a promotora, poder decisório de agir e acionar a polícia.

 

Em relação a Cristiano, a promotora explicou que ficou claro nas imagens obtidas que ele foi quem tomou o celular de Bruno Barros e conduziu os dois jovens para uma sala da loja.


Fonte: BN -13/07/2021 12h:53min.

CPI da Covid: Aziz levanta sigilo telefônico em celular de Dominghetti

 O presidente da CPI da Covid, Omar Aziz (PSD-AM) autorizou a queda do sigilo das transcrições do celular do policial militar Luiz Paulo Dominghetti, que na semana passada relatou à comissão ter recebido uma proposta de propina do Ministério da Saúde ao oferecer ao governo doses da vacina AstraZeneca. Aziz atendeu requerimento do senador Rogério Marinho (PT-RN), que verificou que o o conteúdo apurado pela Polícia Legislativa no celular de Dominghetti estavam rotulado como sigiloso, o que o contrariou. Informações do Estadão.

sexta-feira, 9 de julho de 2021

CPI da Covid-19: Pressão por compra da Covaxin veio do Planalto, diz revista

Braga Netto e Jair BolsonaroIgo Estrela/Metrópoles

A convocação dos dois ministros foi cogitada em uma reunião informal entre integrantes da cúpula da CPI, mas a iniciativa foi rechaçada. As informações são da revista Veja.

Na quarta-feira (7/7), o presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM), fez críticas a um grupo de militares acusados de envolvimento em corrupção nas negociações de vacinas.

“Os bons das Forças Armadas devem estar muito envergonhados com algumas pessoas que hoje estão na mídia. Fazia muitos anos que o Brasil não via membros do lado podre das Forças Armadas envolvidos com falcatrua dentro do governo”, disse Aziz.

Em rápida reação, Braga Netto, em conjunto com os comandantes do Exército, da Marinha e da Aeronáutica, divulgou uma nota atacando o presidente da CPI. Na manifestação, eles dizem que “não aceitarão qualquer ataque leviano às instituições que defendem a democracia e a liberdade do povo brasileiro”.

Envolvimento de militares

De acordo com a revista, os dois informantes abasteceram a CPI com dados sobre as transações do empresário Francisco Emerson Maximiano, dono da Precisa Medicamentos, e encaminharam detalhes da reunião sobre a cláusula do seguro que permitiria a venda de vacinas pela Pfizer e pela Janssen. Eles também apontaram que personagens do Palácio do Planalto teriam atuado diretamente no caso.

Um dos informantes da comissão contou que, na gestão do general Eduardo Pazuello na Saúde, questões estratégicas sobre vacinas eram debatidas diretamente entre Braga Netto e o grupo do então secretário-executivo da pasta, Elcio Franco. Segundo ele, as ordens eram repassadas como na hierarquia militar, do general para o coronel da reserva sem questionamentos. O processo teria continuado sem percalços quando Ramos substituiu Braga Netto na Casa Civil.


Apesar de não falar expressamente que tenha havido corrupção dos militares no caso da Covaxin, o informante insinua que apadrinhados de políticos tinham carta branca na pasta. Um deles seria Roberto Ferreira Dias, ex-diretor de Logística do Ministério da Saúde, que prestou depoimento na quarta-feira (7/7) à CPI e recebeu ordem de prisão do presidente da comissão por supostamente mentir ao contar sua versão sobre a acusação de que cobrou propina de um atravessador que dizia negociar em nome da AstraZeneca.

Ferreira Dias atribuiu a Elcio Franco a coordenação de todo o processo de compra de vacinas, inclusive da Covaxin.

No total, os cinco informantes já forneceram documentos, cópias de contratos sigilosos e fotografias de personagens implicados em compras suspeitas de vacinas para a Covid. Três deles, funcionários terceirizados do Ministério da Saúde, temem ter a identidade exposta e sofrer represálias.

Um quarto informante, funcionário de carreira, ainda não concordou em prestar informações publicamente, como fez Luis Ricardo Miranda, o servidor responsável pelo setor de importações do Ministério da Saúde que disse ter sido alvo de pressões indevidas para favorecer a compra da Covaxin.

fonte:Metrópoles - 09/07/2021 11h:45min

Ex-governador do Rio vai entregar dossiê que preocupa governo Bolsonaro

 

                                                      foto:reprodução

Afastado do cargo por suspeitas de corrupção na saúde, o ex-governador do Rio Wilson Witzel promete entregar à CPI da Pandemia em audiência fechada um dossiê que preocupa o governo Bolsonaro. VEJA teve acesso a 74 contratos que relacionam 27 empresas. Destes, 21 foram fechados sem concorrência pública nos últimos dois anos, inclusive com companhias investigadas por outras irregularidades, e envolvem um total de 60,2 milhões de reais. Nos demais, o que chama atenção é a quantidade de aditivos agregados aos contratos originais no decorrer do atual governo: 82. Segundo a defesa de Witzel, os fatos a serem revelados "são gravíssimos e envolvem muitas pessoas e autoridades". Informações de Veja.com
 

TSE afasta presidente do Patriotas e filiação de Bolsonaro fica mais distante


                                  foto:reprodução

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) validou a convenção nacional do Patriota que decidiu pelo afastamento de Adilson Barroso da presidência do partido.

A corte tornou oficial a substituição na direção nacional da legenda pelo vice-presidente, Ovasco Resende, que presidirá a sigla de forma interina, por 90 dias.

Nesse período, o conselho de ética do Patriota avaliará as medidas que Barroso tomou como preparação para viabilizar a entrada do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e seu grupo político.

O senador Flávio Bolsonaro (RJ), filho mais velho do mandatário brasileiro, assinou a ficha de filiação no final de maio deste ano.

A decisão tomada pelo ministro Edson Fachin e assinada pelo ministro Luís Roberto Barroso, pode dificultar os planos de filiação de Bolsonaro e sua família à agremiação. 

Os membros do Patriota alegam na ação que Adilson Barroso realizou mudanças irregularmente no partido para atender Bolsonaro. O grupo liderado pelo vice-presidente é contrário a ceder espaço a aliados do presidente e entregar os comandos de diretórios estaduais, como São Paulo e Rio de Janeiro, à família Bolsonaro.

fonte:atardeonline - 09/07/2021

Corregedor do Ministério Público orientou procuradora sobre apuração contra promotor que a investigava na Faroeste

RIO DE JANEIRO, RJ, E  SP (FOLHAPRESS) - O corregedor nacional do Ministério Público, Rinaldo Reis Lima, orientou a ex-procuradora-geral da Bahia Ediene Lousado, investigada na Operação Faroeste, sobre a possibilidade de o órgão abrir uma apuração contra um promotor que atuava no caso.

As informações constam em denúncia apresentada pela PGR (Procuradoria-Geral da República) ao STJ (Superior Tribunal de Justiça), que acusa Ediene de ter praticado os crimes de advocacia administrativa e violação de sigilo funcional e também de ter integrado organização criminosa.

Sua defesa sempre negou que ela tivesse cometido irregularidades.

Segundo a denúncia, assinada pela subprocuradora-geral da República Lindôra Araújo, Ediene atuou para favorecer pessoas investigadas em apurações relacionados ao suposto esquema, inclusive repassando dados sobre interceptações telefônicas.

Principal operação sobre venda de decisões judiciais do país, a Faroeste se ramificou em investigações que envolvem outros Poderes além do Judiciário e ajudou a desmontar um suposto esquema que envolvia empresários, advogados e agentes públicos que operavam para interessados.

Ediene foi alvo de busca e apreensão no ano passado, no âmbito da Faroeste, já depois de deixar o cargo de procuradora-geral da Bahia. Ela também foi afastada do Ministério Público. A denúncia é recheada de conversas que ela teve em aplicativos de mensagens.

Segundo a Procuradoria, a partir dessas conversas "percebe-se que Ediene Lousado possuía duas preocupações centrais: o avanço da Operação Faroeste e o monitoramento da atividade funcional do Promotor de Justiça João Paulo Schoucair, cedido para atuar como membro auxiliar do procurador-geral da República nos casos envolvendo ações penais originárias no Superior Tribunal de Justiça".

Em uma conversa com outro procurador, Ediene disse que estava acompanhando de perto o trabalho de Schoucair e que queria saber o que ele "está colocando nessa investigação contra mim".

"Quero ir ao STJ. Quero me blindar", disse também ao colega, em conversa interpretada pelo Ministério Público Federal como tentativa de interferência na investigação.

Em outra ocasião, a procuradora de Justiça afastada faz relatos sobre uma representação apresentada junto ao CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público) contra Schoucair, assinada por uma pessoa fictícia. A procuradora queria que o promotor fosse investigado com base nesse documento. A denúncia da PGR não informa qual o teor dessa representação.

Mas, como a representação era assinada por uma pessoa que não tinha identidade e endereços válidos, ela seria arquivada pela Corregedoria do CNMP. Ediene procura, então, o corregedor Rinaldo Reis, para achar meios de uma apuração ser aberta.

Ela questiona ao corregedor, segundo as capturas de tela apresentadas na denúncia, se a Corregedoria Nacional apuraria o fato se ele saísse na imprensa. Informa que estaria sendo ameaçada.

Rinaldo responde: "Sim. Melhora bastante [se sair na imprensa]. Mas não apareça nisso de jeito nenhum!!!".

Procurado pela reportagem, Rinaldo confirmou que foi procurado por Ediene para saber informações sobre uma representação protocolada na Corregedoria. Ele afirmou que informou à colega as falhas na documentação.

"Ela veio me dizer algo que estava ocorrendo na Bahia que ninguém apurava. Disse a ela que se alguém representasse, eu apurava. Depois, ela me perguntou sobre a representação. Disse que havia um problema de documentação", disse o corregedor.

Ele disse que o caso -sobre o qual declarou não se lembrar detalhes- foi arquivado em razão das falhas. "Em nenhum momento o procedimento-padrão do CNMP deixou de ser observado", afirmou Rinaldo.

O corregedor afirmou não considerar errado caso a procuradora afastada tenha usado o nome de outra pessoa para fazer a representação.

"Qualquer pessoa que saiba de qualquer infração disciplinar pode ligar para a Corregedoria, falar com o corregedor. Às vezes ela não quer aparecer, pergunta como fazer uma denúncia anônima. Eu instauro diversas investigações em notícias que saem em jornais, blogs, televisão", disse ele.

Ele também discordou da interpretação dada pela PGR de que a atuação da Corregedoria poderia "perturbar e impedir a produção de provas". "Pelo que me lembre, o assunto não era nada que geraria uma punição grave, apenas uma advertência", declarou.

Rinaldo afirmou ainda que orientou Ediene a não se vincular à denúncia, caso o assunto fosse levado à imprensa, para não prejudicá-la na tentativa de obter uma cadeira no CNMP. À época, o nome dela estava em discussão no Senado.

"Ediene estava num momento em que seria sabatinada no Senado. Disse a ela que não seria bom ela aparecer como alguém que estava denunciando um colega. Como uma candidata que precisa do apoio da classe, apareça como alguém que faz representação disciplinar contra um colega", disse.

O corregedor afirmou que não sabia que a procuradora era alvo de investigação no momento em que eles trocaram mensagens.

Também procurado, o advogado de Ediene Lousado, Milton Jordão, afirma que a defesa ainda não tomou conhecimento do teor da denúncia, que está sob sigilo, e não se manifestará.

A denúncia da PGR também afirma que a ex-procuradora-geral de Justiça atuou para blindar investigados da Operação Faroeste, como o ex-secretário de Segurança Pública da Bahia Maurício Barbosa, a desembargadora afastada Maria do Socorro Barreto Santiago e o empresário Adailton Maturino, conhecido como "falso cônsul".

Eles também foram denunciados pela PGR, sob outras acusações. A defesa de todos sempre negou que tenham cometido qualquer irregularidade.

Ano passado, Ediene ficou conhecida pela relação com Carlos Rodeiro, o "joalheiro das celebridades", também investigado na Faroeste.

Rodeiro foi alvo de busca e apreensão sob suspeita de que suas joias eram um meio de lavar dinheiro do suposto esquema de venda de sentenças e também de que subornava autoridades.

Em seu celular, os investigadores encontraram diversas conversas com Ediene Lousado. Ela entregou, em uma viagem para Brasília, um colar de Rodeiro de presente para a então procuradora-geral da República, Raquel Dodge.

Para a investigação, uma "sistemática que aparenta possível tentativa de cooptação da máxima autoridade do Ministério Público brasileiro, responsável, em última instância, pelo desfecho da Operação Faroeste".

"Raquel amou o presente! Depois te mando as fotos", disse Lousado antes de enviar uma imagem com Dodge usando o colar. Depois, Lousado pede a Rodeiro que lhe faça uma transferência bancária porque estava "precisando muito".

Rodeiro sempre negou irregularidades. Disse no começo do ano à reportagem que Ediene é "uma amiga muito querida". Ele também confirmou que presenteia artistas, celebridades e personalidades com suas joias, mas destaca que não se tratam de joias de valor e servem para divulgar seu trabalho.

FONTE: FOLHAPRESS - 09/07/2021 08H:31min.