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terça-feira, 13 de julho de 2021

Irecê: ProUni 2021.2 tem oferta de 21 cursos; inscrições até 16/07; Confira

                                      imagem:reprodução

O Programa Universidade Para Todos de 2021.2 abriu  inscrições para Bolsa Integrais e Parciais a partir de hoje(13) até o dia 16/07( Sexta-Feira). As ofertas das bolsas são para cotistas e de ampla concorrência.

 Link para inscrição abaixo: 



http://prouniportal.mec.gov.br/


Para Irecê, serão ofertadas 459 vagas  distribuídas  em 21 cursos de faculdades  privadas que atuam na cidade.


  Veja abaixo os cursos:


ADMINISTRAÇÃO: 

CIÊNCIAS CONTÁBEIS:

DIREITO: 

EDUC. FÍSICA:

ENFERMAGEM:

ENG. AGRONÔMICA: 

ENG. CIVIL: 

FARMÁCIA: 

FISIOTERAPIA: 

GEOGRAFIA

GESTÃO AMBIENTAL

GESTÃO PÚBLICA

GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS

HISTÓRIA: 

LETRAS C/ ESPANHOL

LETRAS C/ INGLÊS

MATEMATICA

MEDICINA VETERINÁRIA

NUTRIÇÃO: 

PEDAGOGIA: 

PSICOLOGIA: 



Para saber o quantitativo de vagas de bolsa integral e parcial em cada curso, acesse o link abaixo.



https://prounialuno.mec.gov.br/consulta/publica/opcao/1/tipo/1



Segundo o MEC, o resultado dos candidatos selecionados será divulgado no dia 20/07(terça-feira)

Bolsonaro participou diretamente e pressionou negociação com a Davati, diz site

                         foto:reprodução

Mensagens do cabo da Polícia Militar (PM) Luiz Paulo Dominguetti, que teve seu celular apreendido pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19, citam que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) teria participado pessoalmente da negociação para a compra da vacina AstraZeneca, que seria superfaturada e alvo de pedido de propina. A informação foi divulgada pelo site O Antagonista.

Nas mensagens acessadas, Dominguetti dialoga com o nome identificado como “Rafael Compra Deskartpak”, que seria outro representante da Davati, que intermediaria a negociação. No dia 8 de março, às 10h05, o PM recebe o texto: “Manda o SGS (certificado de garantia do imunizante). Urgente. O Bolsonaro está pedindo”.

A mensagem teria sido enviada pelo reverendo Amilton Gomes de Paula, que entregou atestado médico para não depor na CPI nesta quarta-feira (14) – o presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM) espera a validação do atestado antes de reagendar o testemunho. Paula é suspeito de ser o intermediário na transação comercial entre a empresa e o governo federal.

Depois de receber a resposta, Dominguetti insiste em “alinhar (o pedido de vacinas) com o reverendo”. “O reverendo está em uma situação difícil neste momento. Ofereceu vacina no ministério. Presidente chamou ele lá. O presidente tá apertando o reverendo”.

Michele Bolsonaro

Outras mensagens do celular de Dominguetti, desta vez obtidas por Veja nesta segunda-feira (12), indicam a participação da primeira dama, Michele Bolsonaro, na compra das vacinas da AstraZeneca. O PM conversa com o mesmo interlocutor quando cita que “Michele (sic) está no circuito agora. Junto ao reverendo. Misericórdia”.

fonte:Istoé - 13/07/2021 

Médicos denunciam irregularidades e vazamento nas provas do Revalida, diz revista Fórum

Médicos chegam ao local do Revalida em Brasília (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Médicos brasileiros formados no exterior e estrangeiros denunciaram uma série de irregularidades e vazamentos na segunda etapa do exame Revalida, que certifica os profissionais a atuarem no Brasil, realizada no sábado (10) e domingo (11) passados.

As denúncias foram encaminhadas ao ex-ministro da Saúde e atual deputado federal Alexandre Padilha (PT-SP) que, nesta terça-feira (13), enviou um ofício ao presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Danilo Dupas, pedindo esclarecimentos.

“Solicito a devida apuração quanto as denúncias aqui relatadas, com a urgência que se faz necessária, inclusive que seja determinada abertura de procedimento interno para investigação dos fatos aqui narrados e se analise a pertinência de nova aplicação da prova”, diz o deputado no documento.

Entre as denúncias, está o vazamento de fotos dos scripts de atores contratados para simular sintomas de pacientes para diagnóstico dos médicos que realizaram a prova.

Pelas redes sociais, um jovem que diz ter trabalhado como ator e paciente simulado diz que “se para a gente foi difícil enteder aqueles roteiros imagino mesmo para quem tava (SIC) sendo avaliado”, em relação à falta de organização na realização do exame.

Padilha ainda afirma que foi procurado por médicos que fizeram a prova e ficaram presos em salas das 12:00 às 19:00 sem que fosse oferecido qualquer tipo de refeição. “Alguns se sentiram mal por estar tanto tempo sem comer”.

Em carta ao deputado, um dos profissionais avaliados relatou que estações foram formuladas para induzir os médicos ao erro. “Há relatos de uma estação que trazia um caso clínico de um paciente cujo diagnóstico deveria ser feito apenas através de um resumo da história clínica (impresso no papel) e uma lâmina de histopatologia (esfregaço periférico) SEM LAUDO”, diz o médico.

“A pergunta que faço ao INEP é a seguinte: vocês pretendem avaliar o conhecimento de cada médico ou constrangê-los? Não seria o médico patologista, o especialista adequado para interpretar estes estudos?”, emenda, em uma das perguntas enviadas por Padilha ao Inep.

Nos dois dias de provas, os participantes percorreram dez estações – cinco em cada dia. Em cada estação, tiveram dez minutos para realizar tarefas específicas em áreas determinadas, como investigação de história clínica, interpretação de exames, formulação de diagnósticos, demonstração de procedimentos médicos e aconselhamento a pacientes ou parentes deles, entre outras atividades.

“A notícia trouxe verdadeiro choque, ainda mais no tempo em que o país enfrenta há quase dois anos uma crise sanitária sem precedentes em que os profissionais de saúde, no caso aqui deste ofício os médicos e médicas, são imprescindíveis para o atendimento da população em todos os seus níveis de atenção à saúde”, afirma o deputado.

Fonte: Revista Fórum -13/07/2021 14h:10min.

Secretário Frias ameaça processar jornalista que o chamou de 'otário' após censurar apoio a festival de Jazz do Capão

 

Frias ameaça processar jornalista que o chamou de 'otário' após censurar apoio a festival baiano
Foto: Roberto Castro/ Mtur

Titular da Secretaria Especial da Cultura (Secult), Mario Frias se irritou com as críticas de uma jornalista ao governo federal, após a Fundação Nacional de Artes (Funarte) vetar a captação de verba via lei de incentivo para o Festival de Jazz do Capão, na Bahia. A justificativa apresentada pelo órgão se baseou em um post de 2020, no qual o evento se declarava “antifascista e pela democracia” (saiba mais aqui e aqui).

 

Colunista do The Intercept Brasil, Fabiana Moraes denunciou o caso nas redes sociais, criticando o “teor religioso” e afirmando que o parecer apresentado pela Funarte para negar o apoio “fere tanto a liberdade de expressão quanto o princípio da laicidade do Estado brasileiro, garantidos constitucionalmente”. 

 

Em sua conta, Frias retuitou uma publicação do baiano André Porciúncula, titular da Secretaria Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura (Sefic), que acusava o Festival de Jazz do Capão de "fazer evento político/ideológico" e declarou: “Enquanto eu for Secretário Especial da Cultura ela será resgatada desse sequestro político/ideológico!”.

 

A jornalista, então, compartilhou a mensagem do secretário, criticando a postura autoritária. “Um pouco de poder a um otário e: ”, escreveu Fabiana, em referência à mensagem anterior de Frias. Irritado, ameaçou a colunista: “Nos veremos na Justiça, com um processo de injúria”.

 

Fonte: BN c/adaptações 13/07/2021 

Em Salvador: No Dia do Rock, Marcelo Nova faz discurso negacionista em entrevista

 

No Dia do Rock, Marcelo Nova faz discurso negacionista no Jornal da Manhã
Foto: Reprodução / TV Bahia

Convidado para entrar ao vivo no Jornal da Manhã, na TV Bahia/Globo, nesta terça-feira (13), para falar sobre o Dia Mundial do Rock, o baiano Marcelo Nova surpreendeu os apresentadores ao fazer um discurso negacionista, atacando as medidas de segurança contra a Covid-19, como isolamento social e uso de máscaras, além de alegar que a mídia implantou pânico na população.

 

"Para um sujeito como eu, prestes a fazer 70 anos de idade e com 40 anos de carreira, isso não serve pra mim. Eu fiz minhas regras, eu faço meu caminho, eu não deixo que governadores nem prefeitos, nem presidentes, ninguém manda em Marcelão! (risos)", disse o músico, criticando as políticas implementadas para conter a pandemia. 

 

Questionado sobre a produção artística durante a quarentena, ele voltou a disparar. “Isolamento parcial, porque eu não me submeto a esses ditames do 'fica em casa, fica em casa, não saia, não se aproxime'. Eu beijo quem eu quero, eu abraço quem eu quero... E eu vou morrer, se não morrer de Covid, vou morrer de câncer, atropelado, assassinado, de zika, chikungunya, essas coisas…”, disse Nova, minimizando a gravidade da emergência sanitária. “Eu vou acabar morrendo do mesmo jeito. Todos nós deveríamos, penso eu - me corrija se eu estiver errado -, nós deveríamos amar a vida, o fato de estar vivo, porque respirar não é viver. Tem gente aí respirando que tá morto. Viver é ter prazer na vida, é ir em busca do que você gosta, é assumir seus compromissos, é poder honrá-los”, acrescentou o artista, afirmando que “graças a medidas governamentais” está há um ano e meio sem poder trabalhar.

 

 

Apesar da fala contrariando as orientações preconizadas pelos cientistas e autoridades sanitárias, ele não chegou a ser repreendido ou corrigido. No estúdio, os jornalistas Ricardo Ishmael, Thaic Carvalho e Gustavo Castelucci ficaram nitidamente desconcertados, mas atribuíram as falas à “irreverência” do roqueiro.

 

Nas redes sociais, o público ficou dividido entre os que condenaram a fala de Marcelo Nova, assim como a postura da emissora de permitir o discurso negacionista sem qualquer interferência; e, do outro lado, aqueles que compartilham da mesma visão negacionista.


Fonte:BN c/adaptações 13/07/2021.

Rio: Corpo do miliciano Adriano da Nóbrega é exumado e passará por novos exames

 

Corpo de Adriano da Nóbrega é exumado e passará por novos exames
Adriano da Nóbrega | Foto: Divulgação / Polícia Civil

O corpo de Adriano da Nóbrega foi exumado nesta segunda-feira (12) e passará por novos exames de perícia para avaliar as circunstâncias de sua morte, em fevereiro de 2020, na Bahia. A informação é da coluna Painel, da Folha de S.Paulo.

 

Adriano é apontado como chefe de uma milicia no Rio de Janeiro e possuía ligação com a família do presidente Jair Bolsonaro. Nóbrega foi citado na investigação que apura a prática chamada de "rachadinha" no gabinete de Flávio Bolsonaro, filho do presidente.

 

O inquérito da Polícia Civil da Bahia, concluído em agosto de 2020, diz que ele atirou sete vezes contra policiais militares. Ele foi atingido por dois tiros e estava escondido em um sítio na cidade de Esplanada, a 170 km de Salvador.

 

Segundo a Secretaria de Segurança Pública da Bahia, após exames no corpo de Adriano, não havia indicações de execução ou tortura.

 

De acordo com a Folha de S. Paulo, a exumação foi necessária para que exames de imagens sejam usados para detalhar os traumatismos ósseos causados pelos disparos. A ordem foi dada pela Justiça da Bahia.

 

O novo exame deverá analisar lesões causadas pelos disparos para que se descubra a distância do atirador e o caminho dos tiros que atingiram Nóbrega para comparação com relatos dos policias.



Fonte: BN - 13/07/2021 13h

Caso Yan e Bruno: MP denunciou funcionários do Atakarejo em posição hierárquica superior

 

Caso Yan e Bruno: MP denunciou funcionários em posição hierárquica superior
Foto: Gabriel Lopes/Bahia Notícias/reprodução

Apesar da Polícia Civil ter indiciado seis funcionários do supermercado Atakarejo, o Ministério Público apresentou denúncia contra apenas três no caso da morte de Bruno Barros e Yan Barros, tio e sobrinho, entregues a traficantes do Nordeste de Amaralina após uma tentativa de furto de carne.

 

A denúncia apresentada nesta segunda-feira (12) incluiu o gerente-geral da loja Agnaldo Santos de Assis; Cláudio Reis Novais, encarregado do setor de prevenção de perdas; e Cristiano Rebouças Simões.

 

O MP não concordou com o entendimento da autoridade policial de que houve omissão de socorro por parte das outras três pessoas que trabalhavam no local. A promotora de Justiça Ana Rita Cerqueira Nascimento, responsável por oferecer a denúncia, vê no argumento uma linha tênue. Segundo ela, todos os outros funcionários do mercado poderiam ser enquadrados dessa forma, assim como todas as pessoas que estavam na rua no momento em que Yan e Bruno foram levados e que não prestaram ajuda.

 

A promotora explicou ainda que Agnaldo, Claudio e Cristiano entregaram deliberadamente Yan e Bruno aos traficantes, uma vez que eles permitiram que essas pessoas entrassem no local e levassem tio e sobrinho e por isso os três foram indiciados.

 

De acordo com ela, os três tinham posição hierárquica superior e os demais funcionários estavam submetidos a ela. Na visão de Ana Rita Cerqueira, Agnaldo, o gerente geral, tinha o dever de denunciar ao 190 e que em casos como esse “não existe outra possibilidade”.

 

Ela explicou ainda que Agnaldo tinha poder de decisão e que “cabia a ele fazer a coisa certa e chamar a polícia”. Assim como do encarregado Claudio, responsável pelo setor de prevenção de perdas, e que tinha, segundo a promotora, poder decisório de agir e acionar a polícia.

 

Em relação a Cristiano, a promotora explicou que ficou claro nas imagens obtidas que ele foi quem tomou o celular de Bruno Barros e conduziu os dois jovens para uma sala da loja.


Fonte: BN -13/07/2021 12h:53min.

CPI da Covid: Aziz levanta sigilo telefônico em celular de Dominghetti

 O presidente da CPI da Covid, Omar Aziz (PSD-AM) autorizou a queda do sigilo das transcrições do celular do policial militar Luiz Paulo Dominghetti, que na semana passada relatou à comissão ter recebido uma proposta de propina do Ministério da Saúde ao oferecer ao governo doses da vacina AstraZeneca. Aziz atendeu requerimento do senador Rogério Marinho (PT-RN), que verificou que o o conteúdo apurado pela Polícia Legislativa no celular de Dominghetti estavam rotulado como sigiloso, o que o contrariou. Informações do Estadão.