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segunda-feira, 4 de outubro de 2021

Em Retirolândia: PM é assassinado no povoado de Vista Bela

Retirolândia: Policial militar é morto após ser atingido por tiros durante evento
Foto: Reprodução / Arquivo Pessoal

O policial militar Gilson Rodrigues Pereira não resistiu aos ferimentos depois de levar dois tiros quando participava de um evento de motos em Vista Bela comunidade rural de Retirolândia no início da noite deste domingo, 03, e morreu dentro de uma UTI móvel quando estava sendo transferido para outra unidade de saúde em Feira de Santana ou Salvador.


Segundo informações o militar deixou o Hospital de Retirolândia numa ambulância do município e ao chegar em Serrinha distante cerca de 50 km foi transferido para UTI móvel, mas infelizmente não teve tempo de chegar ao hospital.

O Município está em choque diante de tanta ocorrência que teve início justamente quando o PM Gilson levou dois tiros ao ser surpreendido por dois indivíduos armados com pistola, um amigo dele pegou o carro que pertence ao soldado e saiu em velocidade com destino ao Hospital de Retirolândia, no trajeto em uma estrada vicinal acabou atingindo duas motocicletas, o carro e as motos ficaram destruídos, de maneira que o policial foi colocado em outro carro para continuar o socorro, em seguida os ocupantes da motos também deram entrada no mesmo hospital, incluindo uma criança.

16º BPM divulga nota de pesar

O 16° Batalhão de Polícia Militar manifesta o mais profundo pesar pelo falecimento do Sd PM GILSON RODRIGUES PEREIRA, o qual foi alvejado com dois disparos de arma de fogo no Povoado Vista Bela, zona rural de Retirolândia, foi rapidamente socorrido para o hospital local, transferido para Feira de Santana, mas não resistiu aos ferimentos.

O Sd PM Gilson ingressou na Polícia Militar da Bahia em 07 de abril de 2008, contando 13 anos de serviço. Nesse período, ele prestou relevantes à Corporação e à sociedade. O policial deixa dois filhos pequenos, esposa e imensa saudade.

À família enlutada e aos amigos, apresentamos nossos sentimentos de solidariedade e respeito pela imensa dor que estão sentindo.

#Luto

Fonte: Ascom do 16° BPM

Homicídio em Lagoa do Canto

O clima ainda muito tenso no hospital de Retirolândia preparado a transferência das vítimas do acidente, a direção é informada de que um homem havia levado vários tiros no Povoado Lagoa do Canto que fica praticamente na mesma região de Vista Bela, uma ambulância foi mandada para o local, mas nada pôde fazer, a vítima identificada como Marcos Oliveira, 25 anos, não resistiu aos vários tiros que recebeu.

Não tivemos informações sobre autoria, motivação e nem quantas pessoas participaram do crime. Informações dão conta que Marquinhos é natural da localidade Lagoa do Canto porém residia e trabalhava em um lava jato em Salvador.

FONTE: CALILA NOTÍCIAS/REPRODUÇÃO - 04/10/2021



Governo Bolsonaro ignora alerta sobre risco de incêndio e desabamento em centro audiovisual

 SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O governo Jair Bolsonaro foi informado em agosto deste ano sobre o risco de incêndio e desabamento da estrutura e a necessidade de “isolamento imediato” da sede do Centro Técnico Audiovisual (CTAV) —mas, até agora, nada foi feito. Vinculado à Secretaria do Audiovisual, ele reúne mais de seis mil títulos, fotos e documentos do cinema nacional.

Um estudo técnico encomendado pelo próprio CTAV sobre problemas estruturais em seu espaço, no Rio de Janeiro, foi enviado ao Ministério do Turismo, que precisa liberar as verbas.

O laudo aponta como aspectos preocupantes o “desaprumo de telhas na fachada frontal” da sede “podendo cair a qualquer momento”, e a precariedade das instalações elétricas. O documento cita ainda o risco de incêndio por causa de possível curto-circuito e por materiais inflamáveis depositados no espaço. E ressalta que a unidade “não conta com sistema de incêndio”.

Servidores temem que aconteça com a sede do CTAV o mesmo que ocorreu com outros órgãos federais da Cultura. Eles citam a interdição por tempo indeterminado do prédio que abrigava o Centro de Documentação e Pesquisa da Funarte, no Rio, devido às suas condições físicas, e o incêndio que atingiu depósito da Cinemateca Brasileira, em São Paulo.

Criado em 1985, o CTAV promove o desenvolvimento do setor no Brasil. Faz também empréstimos de cópias de filmes, equipamentos e estúdios. O Ministério do Turismo e a Secretaria da Cultura não responderam se há previsão para as reformas.

Fonte:Mônica Bérgamo/Folha S. Paulo 04/10/2021

Política: Ação no TSE que pode cassar chapa Bolsonaro-Mourão avança

 A ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que pede a cassação da chapa Bolsonaro-Mourão por disparo ilegais em massa de mensagens na eleição de 2018 avançou. Na última semana, o tribunal enviou às partes envolvidas no processo as provas técnicas do inquérito para que a defesa apresente suas alegações finais.

Segundo Lauro Jardim, colunista do jornal O Globo, um interlocutor que teve acesso a essas provas afirmou que o TSE deve comprovar que esses disparos de mensagens foram “coisa de profissional”, e não “um esquema romântico organizado por Carlos Bolsonaro”.

As alegações da defesa da campanha de Bolsonaro deve apresentar suas alegações finais nas próximas semanas e, então, o TSE deve realizar o julgamento da ação, que pode resultar na cassação da chapa do atual presidente e seu vice.

Entenda

A chapa Bolsonaro-Mourão é investigada por ter feito, na campanha eleitoral de 2018, milhões de disparos em redes sociais e aplicativos de mensagens com teor falso, o que configuraria crimes de abuso econômico, já que nunca ficou claro quem pagou pelo serviço caríssimo, de uso indevido da internet. Esses disparos teriam sido feitos, inclusive, com uso fraudulento de CPF de idosos para registrar chips de celular.esse processo termina com Lula vivo?, indaga presidente do Clube Militar

No último mês, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), atendeu a pedido do TSE e compartilhou com a Corte eleitoral dados do inquérito das fake news e atos antidemocráticos.

O ministro Luís Felipe Salomão, do TSE, havia pedido esses dados em agosto. A ideia é utilizá-los na investigação aberta ainda em 2018 que acusa a campanha de Bolsonaro do esquema ilegal de contratação de empresas para disparos em massa de mensagens no WhatsApp com fake news a ataques a adversários.

Outras ações que tratam da mesma suposta irregularidade cometida pela chapa de Bolsonaro estão protocoladas no TSE, uma delas feita pela coligação de Fernando Haddad (PT).

Ao todo, a Justiça Eleitoral conta com 8 ações que pedem a cassação da chapa Bolsonaro-Mourão.

Fonte:Revista Fórum - 04/10/2021

Pandora Papers: Luciano Hang escondeu offshore em paraíso fiscal por 17 anos


Luciano Hang, o véio da Havan (Foto: Leopoldo Silva/Agência Senado)


Posando de paladino da moralidade e do patriotismo entre os bajuladores de Jair Bolsonaro (Sem partido), Luciano Hang, o véio da Havan, ocultou por 17 anos uma offshore nas Ilhas Virgens Britânicas, um paraíso fiscal no Caribe.

As informações foram divulgadas pelo site Poder 360, um dos veículos de mídia brasileiros que participam do projeto Pandora Papers, fruto de 11 meses de investigação do Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ, na sigla em inglês).

Segundo a reportagem, a offshore do empresário bolsonarista, chamada Abigail Worldwide, foi criada em 1999 e só foi regularizada no Brasil em 2016 graças a uma lei sancionada pela então presidenta Dilma Rousseff (PT).

Em 2018, a empresa nas Ilhas Virgens tinha em conta 112,6 milhões de dólares – R$ 604 milhões pela cotação atual da moeda. O valor foi descoberto em documento do banco suíço EFG de 16 de outubro de 2018.

Sonegadores de impostos

Reportagem de Lucas Marchesini e Guilherme Amado no portal Metróles, que também faz parte do Projeto Pandora, informa ainda que 66 dos maiores devedores brasileiros de impostos, cujas dívidas somam R$ 16,6 bilhões, mantêm offshores com milhões depositados em paraísos fiscais.

Na lista de sonegadores estão Eike Batista e o ex-deputado José Janene, um dos pivôs do chamado “mensalão”, que segue filiado ao PP, um dos principais partidos da base bolsonarista no Congresso.

    Fonte:Revista Fórum - 04/10/2021

domingo, 3 de outubro de 2021

Empresário Otávio Fakhoury se diz abandonado em CPI por família Bolsonaro

 

Empresário bolsonarista se diz abandonado em CPI por família Bolsonaro
Foto: Leopoldo Silva/Agência Senado

O empresário bolsonarista Otávio Fakhoury se queixou da falta de apoio de Jair Bolsonaro e de seus filhos na sua participação na CPI da Covid-19. Ele depôs na comissão na última quinta-feira (30).

 

Segundo publicação do Metrópoles, a mágoa estaria especialmente direcionada a Eduardo Bolsonaro, em cuja Conferência de Ação Política Conservadora (Cpac) Fahoury investiu.

 

Fakhoury também percebeu que Flávio Bolsonaro foi pessoalmente acompanhar o depoimento do empresário Luciano Hang, mas com ele, o filho de Bolsonaro não participou. Informações do BN em 03/10/2021.

Brasil: Já como ministro da Economia Guedes pode ter lucrado R$ 14 milhões com dólares de offshore

EDU ANDRADE/Ascom/ME - 25/08/2021

foto:reprodução

O ministro da Economia Paulo Guedes pode ter lucrado R$ 14 milhões com a valorização do dólar apenas durante o seu mandato a frente da pasta. Isso porque a offshore que Paulo Guedes mantém nas Ilhas Virgens Britânicas, a Dreadnought International, revelada neste domingo (3/10) pelo especial Pandora Papers, do qual o Metrópoles faz parte, tinha US$ 9,55 milhões em 24 de setembro de 2014.

Esse montante correspondia a quase R$ 37 milhões quando ele foi nomeado para comandar a economia brasileira pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido). A cotação na época era de R$ 3,85 para cada unidade da moeda americana. Hoje, a cotação é de R$ 5,37 por unidade do dólar. Assim, o montante detido pela Dreagnought vale R$ 51,3 milhões.

Comandando um super ministério que engloba as antigas pastas da Fazenda, do Planejamento e do Comércio Exterior, entre outras, as ações de Guedes têm um impacto direto na cotação do dólar em reais.

Sabendo disso, ele afirmou em março de 2020, quando a pandemia de Covid-19 ainda estava no começo, que se fizesse muita besteira, a cotação da moeda poderia chegar a R$ 5.

A revelação da offshore já levou o líder da Oposição na Câmara, o deputado Alessandro Molon (PSB-RJ) a pedir uma ação de improbidade no Ministério Público contra o ministro da Economia e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, que também possui uma offshore.

O Pandora Papers é uma investigação global coordenada pelo Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ, na sigla em inglês). Clique aqui para ler todas as reportagens e assistir aos vídeos do especial multimídia.

Fonte: PODER 360 - 03/10/2021 22h19min.

Brasil: Offshores do ministro Guedes e presidente do BC deixam mercado em alerta

                                             foto:reprodução
 

O mercado ficará atento aos desdobramentos da notícia de que o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente do BC (Banco Central), Roberto Campos Neto, mantiveram empresas em paraísos fiscais depois de terem entrado para o governo de Jair Bolsonaro.

A avaliação de analistas ouvidos pelo Poder360 é de que a notícia pode causar mais turbulência no mercado caso tenha desdobramentos negativos, como um aumento do desgaste político do czar da Economia ou uma investigação por parte dos reguladores. Isso tudo em um momento em que o dólar já passa dos R$ 5,35.

As offshores de Paulo Guedes e Roberto Campos Neto foram reveladas pelo Poder360 neste domingo (3.out.2021). As informações sobre essas empresas são parte do acervo de mais de 11,9 milhões e documentos obtidos pelo ICIJ (Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos, na sigla em inglês), uma entidade sem fins lucrativos com base em Washington D.C., nos Estados Unidos.

Poder360 integra essa investigação internacional, chamada Pandora Papers, da qual participaram 615 jornalistas de 149 veículos em 117 países, entre os quais o jornal The Washington Post, a rede britânica BBC, a Radio France, o jornal alemão Die Zeit e a TV japonesa NHK.

Para advogados tributários, o caso pode configurar conflito de interesses. É que Paulo Guedes e Roberto Campos Neto alteraram, por meio de duas resoluções do CMN (Conselho Monetário Nacional), as regras aplicadas ao patrimônio mantido em offshores de brasileiros. A decisão foi publicada em julho de 2020, quando as empresas dos dois estavam ativas.

O presidente do BC dissolveu sua offshore dias depois da decisão do CMN. O ministro da Economia mantém a empresa até hoje e não deixou claro se parou de movimentar a offshore depois de ter entrado no governo. Ambos disseram que as empresas estão declaradas à Receita Federal.

A incerteza sobre os possíveis desdobramentos desta notícia estará no radar dos mercados a partir desta 2ª feira (5.out.2021). Analistas ouvidos pelo Poder360 dizem que não há problema em ter uma conta no exterior, desde que os recursos sejam declarados à Receita Federal. Porém, afirmam que é preciso observar os desdobramentos legais e políticos do caso, para saber se houve alguma movimentação ilegal e se isso terá uma repercussão negativa para Guedes e Campos Neto. Havendo um desgaste dos principais nomes da política econômica brasileira, é possível que o caso se transforme em um ruído a mais para o mercado.

Teremos uma semana muito difícil com essas denúncias, com o dólar nas alturas, podendo ultrapassar os R$ 5,50. Isso pode colocar a economia em maus lençóis, puxando a inflação para acima dos dois dígitos. As investigações devem ser feitas, para apurar o envolvimento dos citados“, disse Mauriciano Cavalcante, diretor de câmbio da Ourominas

“O fato de ter uma offshore não é um problema, o que poderia ser um problema é se a empresa fez alguma operação aproveitando-se de uma informação privilegiada que só se sabia porque era o ministro da Economia ou o presidente do BC. É algo que pode ser investigado. Vamos ver se terá uma investigação”, disse o ex-secretário de comércio exterior e estrategista do banco Ourinvest, Welber Barral.

“Do ponto de vista do mercado, ter uma conta no exterior não é algo negativo e é difícil dizer que houve uma gestão estranha de política econômica por causa disso. No entanto, pode haver uma exploração política do tema e gerar ruído político. Neste caso, será um ruído a mais em um ambiente que já tem sido muito ruidoso. É preciso monitorar os desdobramentos”, falou o economista-chefe do banco BV, Roberto Padovani.

“Se as empresas estiverem dentro da legalidade, não há problema. Mas sempre haverá alguém para fazer críticas. Por isso, é preciso avaliar as movimentações da empresa e a opinião legal sobre o assunto para avaliar melhor qual será a repercussão disso”, afirmou o economista-chefe da Austin Rating, Alex Agostini.

Fonte: PODER 360 - 03/10/2021 22h