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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022

Em Bom Jesus da Lapa: Nível do São Francisco volta a subir e volume segue acima de 8 m

 

Lapa: Nível do São Francisco volta a subir e volume segue acima de 8 m
Foto: José Hélio / Notícias da Lapa

O nível do Rio São Francisco voltou a subir no trecho de Bom Jesus da Lapa, na região do Velho Chico, no Oeste baiano. Na manhã deste domingo (13), o volume do curso de água havia chegado a 8,83 m, segundo a estação fluviométrica do Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM), instalada na ponte Gercino Coelho.

 

Conforme o Notícias da Lapa, houve um aumento de três centímetros no nível do rio nos últimos dois dias. A cheia do Rio São Francisco registrada em Bom Jesus da Lapa já dura mais de um mês. Devido ao volume recebido, várias comunidades ribeirinhas e ilhas situadas no município continuam cobertas pela água.

 

Na sede, seguem submersos três restaurantes e dois quiosques construídos às margens do rio, no bairro da Barrinha. A cheia também afeta plantações e pastagens,  além de dificultar o acesso a diversas  comunidades.

 

Foto: José Hélio / Notícias da Lapa

 

Ainda segundo o site, há previsão de mais chuvas em toda a bacia do São Francisco, sobretudo nas partes mais altas do rio, localizadas em Minas Gerais e na Bahia.


Fonte: BN -14/02/2022

Medidas para conter o preço da gasolina podem ter o efeito contrário, dizem economistas

 A pouco mais de sete meses das eleições, a escalada do preço do petróleo se tornou problema central para o presidente Jair Bolsonaro. A ameaça de que a commodity faça a inflação disparar, após um 2021 em que os consumidores já viram seu poder de compra diminuir, fez o governo e o Congresso colocarem propostas na mesa consideradas, por grande parte dos analistas, populistas e contraproducentes.

Apesar de contrários às medidas, economistas concordam que o preço do petróleo ameaça a inflação e a atividade em um ano em que a economia enfrenta desafios. Do lado da inflação, a desvalorização do dólar (que começou o ano valendo R$ 5,57 e fechou a semana em R$ 5,24) ameniza a alta do petróleo. Mas a expectativa é de que, com a proximidade das eleições, esse efeito seja anulado - e a inflação suba ainda mais.

“Vemos um cenário de incertezas à frente. O câmbio pode ficar entre R$ 5,50 e R$ 5,60 quando o mercado precificar que o próximo governo vai ter dificuldade fiscal. Aí, com o petróleo tateando os US$ 100, haverá mais um elemento de pressão. Com isso, provavelmente, vamos ver a Petrobras subindo o preço do combustível”, diz Sergio Vale, economista-chefe da MB Associados.

A economista-chefe do Banco Inter, Rafaela Vitória, destaca que, apesar da alta do petróleo, a inflação não deve repetir em 2022 uma trajetória como a do ano passado, quando alcançou 10%. “Mesmo que o petróleo se aproxime de US$ 100, o impacto será menor se comparado ao da alta do barril de US$ 40 para US$ 80”, diz. A economista, porém, reconhece que, para o consumidor, cujo poder de compra já se deteriorou em 2021, o efeito é considerável.

Fonte:ESTADÃO -14/02/2022

domingo, 13 de fevereiro de 2022

SP: Da etnia mais perseguida pelo Talibã reencontra os filhos no Brasil

 

Casal da etnia mais perseguida pelo Talibã reencontra os filhos no Brasil
Foto: Reprodução / YouTube da Folha de S. Paulo

Com o dedo passando pelo pescoço, como se fizesse um corte, Najiba Ibrahimi, 36, mostra o que teria acontecido a ela se não tivesse conseguido fugir de seu país. Sentada no trem que liga o aeroporto internacional de Guarulhos ao centro de São Paulo, a afegã de lenço amarelo reúne várias características que a tornam um alvo preferencial para o Talibã: é mulher, independente, trabalhava como treinadora de futebol e ciclismo em uma escola de meninas e pertence à etnia hazara, a mais perseguida pelo grupo fundamentalista islâmico.

 

Najiba é filha de Sorab Kokhan, 65, e Raihana Ibrahimi, 48, um casal de refugiados que possui um pequeno restaurante de comida típica no bairro da Liberdade, região central de São Paulo. Na última quinta-feira (10), ela chegou ao Brasil com a filha adolescente, um irmão e uma prima, após uma perigosa fuga até o Paquistão e meses de espera e incerteza.
 

Sorab já tentava trazer os parentes para perto dele havia dois anos, sem sucesso. Em meados de 2021, ao perceber que o Talibã ganhava terreno rapidamente às vésperas da retirada militar americana, ele conta que foi até o Afeganistão tentar resgatar os filhos. No dia 15 de agosto, o grupo invadiu a capital, Cabul, e tomou o poder. Dali em diante, foram sete meses de agonia até que eles finalmente conseguissem vir para o Brasil.
 

"Eles passaram por montanhas, vales, sempre escondidos porque os talibãs estão por toda parte", conta Sorab, sobre a fuga até o Paquistão. "Em cada trecho, não sabíamos se eles os iriam deixar passar ou não. Tiveram que cruzar a fronteira clandestinamente, as meninas usavam burca e entraram, mas meu filho acabou sendo preso logo depois de atravessar."
 

Abdullah, 17, passou dez dias detido. "Quando nos pegaram, eles me bateram muito", relata o garoto, que até a queda de Cabul era estudante universitário em uma cidade da província de Ghazni, no leste do país, onde a família morava. "Eu não sabia o que seria da minha vida, achei que nunca mais voltaria para casa. Não pude me comunicar com ninguém. Minha mãe e meu pai acharam que eu tinha sido morto pela polícia."
 

Ele acabou sendo deportado para o Afeganistão e teve que enfrentar novamente o mesmo caminho até a fronteira e depois para Islamabad, capital paquistanesa, onde passaria pelos trâmites para obter o visto. Sorab voltou ao Brasil enquanto os parentes esperavam pelo processo burocrático.
 

Além de Abdullah, de Najiba e de sua filha, a prima deles, Setara, 24, acompanhava o grupo. A jovem, que era militar no governo anterior, teve o pai assassinado pelos talibãs e corria especial risco se ficasse no país.
 

O governo brasileiro aprovou um visto humanitário para afegãos no dia 3 de setembro. Como o Brasil não tem embaixada em Cabul, o documento tem que ser obtido em outros países da região, como o Paquistão e o Irã. O trajeto para chegar a esses lugares é arriscado, especialmente para aqueles grupos que são mais suscetíveis à violência dos talibãs.
 

É o caso do povo hazara, ao qual pertencem Sorab, Raihana e sua família. De origem mongol, a etnia já foi predominante no Afeganistão, mas após ser vítima de muitos massacres hoje corresponde a cerca de 20% dos 40 milhões de habitantes do país.
 

Os hazaras foram brutalmente oprimidos no outro período em que o Talibã comandou o país, de 1996 a 2001, e são considerados a etnia mais discriminada pelo grupo fundamentalista. Enquanto mais de 80% dos afegãos são muçulmanos sunitas, os hazaras são majoritariamente xiitas, o que os torna alvo frequente também de ataques dos terroristas do Estado Islâmico.
 

"Sempre fomos perseguidos por todos os lados. E agora começou a barbaridade de novo. Os fascistas do Talibã querem exterminar o povo hazara", afirma Sorab, que na década de 1980 lutou contra os russos na Guerra Afegã-Soviética e chegou a passar dois anos preso.
 

Ele migrou para o Brasil em 2011 e Raihana chegou seis anos depois. "Eu queria algum lugar para ir em frente. Aqui é uma terra livre, um país bom, com democracia. Queremos estudar, ser cidadãos honestos."
 

No Brasil, Sorab deu aula de idiomas — ele fala inglês, espanhol, francês, alemão, turco, persa e dari — e depois montou o restaurante no bairro da Liberdade. Inicialmente, vendia pastel e outros pratos brasileiros, mas recentemente o casal decidiu servir comida afegã, indiana e tailandesa.
 

O estabelecimento foi batizado de Ko i Baba, cadeia montanhosa de sua região de origem, e o menu tem pratos como a costela afegã com arroz basmati e o camarão indiano com leite de coco — que podem ser consumidos lá ou entregues por aplicativos de delivery.
 

Pouco depois da invasão talibã a Cabul, uma cliente brasileira, Daniele Soares, foi ao restaurante e encontrou Raihana chorando, preocupada com a família. "Eu não conseguia mais dormir, comer, não sabia o que era dia e o que era noite. Fiquei com muito medo", lembra a afegã.
 

Daniele então acionou amigos e, com o auxílio de um advogado e de outros voluntários, os quatro refugiados finalmente conseguiram embarcar. A brasileira foi ao aeroporto acompanhar o reencontro, junto com Swany Zenobini, ativista que participou do esforço para ajudar a família a chegar ao Brasil. "Foi um longo e árduo processo até esse desfecho. Não tem como não se emocionar", disse ela.
 

Na noite anterior à chegada dos filhos, da sobrinha e da neta, o casal mal dormiu. Pela manhã, os dois foram para o aeroporto usando blusas bordadas à mão por Raihana. O abraço no portão de desembarque foi acompanhado por lágrimas e descrito por Sorab, posteriormente, com estas palavras: "O sol iluminou o mundo".
 

Na bagagem, além de roupas, eles trouxeram uma panela especial para cozinhar o manto, bolinho de carne bovina feito no vapor, semelhante a um guioza.
 

Os seis membros da família agora dividem o imóvel de dois cômodos que antes abrigava apenas o casal, em cima do restaurante. O espaço é apertado, mas no dia da chegada ninguém parecia se importar. "Eu mal podia acreditar quando vi meus pais de novo. Estou tão feliz de estar aqui", disse o jovem Abdullah.
 

No trajeto de trem até a casa, Najiba chorou pensando na filha mais nova, que teve que ficar. A outra filha dela, Azadeh, 16, a acompanhou na viagem. "Quero que ela aprenda o idioma, vá à escola e pratique esportes", diz a mãe.
 

Sorab também disse o que deseja para a família na nova vida no Brasil. "Quero que eles tenham uma vida estável, em paz. E que pouco a pouco esqueçam essa angústia que viveram."


Fonte: BN - 13/02/2022

Ex-Secom Wajngarten diz que NFL na TV brasileira é mérito de Bolsonaro; “Lei do Mandante”

                                     foto montagem:reprodução


Fabio Wajngarten, ex-chefe da Secretaria Especial de Comunicação Social do Governo Federal (Secom), na ânsia de enaltecer e bajular o presidente Jair Bolsonaro, cometeu uma gafe inacreditável nas redes sociais no início da noite deste domingo (13).

O bolsonarista agradeceu o líder extremista de direita pela possibilidade de assistir à final do Super Bowl, a liga de futebol americano organizado pela NFL, na TV aberta, na RedeTV, segundo ele possível somente por causa da Lei do Mandante, uma norma legal que permite ao clube esportivo mandante vender os direitos de transmissão de seus jogos para a emissora ou canal de internet que quiser.

Wajngarten só não percebeu que a NFL é uma entidade dos EUA e que os dois clubes finalistas, Bengals e Rams, são respectivamente de Cincinnati Los Angeles. Até onde se sabe, a legislação brasileira não vale em território estrangeiro.

Os internautas não perdoaram e zoaram a sandice dita pelo radical admirador de Jair Bolsonaro.

“Duas coisas: burrice por misturar o futebol americano com o futebol "normal" e mau-caratismo por tentar associar o Super Bowl na RedeTV ao presidente”, escreveu um usuário do Twitter.

“Quero beber até achar que a Lei do Mandante se aplica à NFL”, debochou outro.

“Tá sabendo legal, hein, Fabião! A sede da NFL é em Americana-SP, por isso chamam de Futebol Americano, é isso?”, ironizou mais um.

Fonte: Revista Fórum - 13/02/2022

Confira as vagas pelo SiSu 2022 em Irecê; Inscrições de 15 a 18/02

                                                  Sede do Campus XVI -Irecê da UNEB -foto:reprodução


 UNEB -CAMPUS XVI-IRECÊ

 Letras/Língua Portuguesa e Literaturas (Licenciatura):  Vespertino 30  -  18 por Ampla Concorrência e 18 por cotas.

Pedagogia  (Licenciatura) Vespertino 40  vagas  -  24 por ampla Concorrência e 16 por Cotas.


IFBA -  CAMPUS  - IRECÊ

                                          

Análise e Desenvolvimento de Sistemas - Vespertino  - 30 vagas - também com vagas pelas  ações afirmativas.

Manutenção Industrial -  - 30 vagas - Vespertino  também com vagas  pelas ações afirmativas.


Site para inscrições a partir do dia 15/02/2022 até 18/02/2022

https://sisu.mec.gov.br


Para mais informações com relação as ofertas de cursos na UNEB pelo SiSU 2022.1 acesse o  link abaixo  e veja quadro de vagas para os cursos de outros  28 departamentos da  Universidade,  em outras regiões do Estado, bem como a capital Salvador.

http://www.sisu.uneb.br

Mario Frias e assessores foram barrados na viagem à Rússia

 O secretário Especial da Cultura Mario Frias.

O secretário Especial da Cultura Mario Frias.
Foto: Marcello Casal Jr./ Agência Brasil / Estadão


De malas prontas para a Rússia com mais quatro assessores, o secretário especial da Cultura, Mario Frias, foi obrigado a cancelar a viagem. A ordem partiu da Presidência da República, que decidiu por uma comitiva mais enxuta, e repassou a orientação a todos os ministérios que contavam com representantes na agenda.

O presidente Jair Bolsonaro parte nesta segunda-feira, dia 14, para visitas de Estado a Moscou e a Budapeste, em meio a uma escalada da tensão geopolítica na região, envolvendo a Ucrânia. Com a iminência de um conflito militar, o presidente foi aconselhado a adiar a visita, mas optou por mantê-la.

Além das capitais russa e húngara, a previsão era a de que Frias e seus assessores também estendessem a viagem a Varsóvia, na Polônia. Este destino também foi suspenso, ao menos por enquanto, informou a Secretaria Especial da Cultura, vinculada ao Ministério do Turismo.

"Devido à orientação da Presidência, que solicitou a redução da comitiva de todos os ministérios que iriam para as agendas na Rússia e Hungria, não havia mais sentido manter a viagem para agenda apenas na Polônia, sendo cancelada a viagem para remarcar em outra data", informou a Secretaria.

Viajariam com Frias o secretário-adjunto, Hélio Ferraz de Oliveira, o chefe de gabinete. Raphael Azevedo, o secretário de Fomento, André Porciúncula, e o secretário de audiovisual, Felipe Cruz Pedri.

Ontem, o secretário fez uma live nas redes sociais, mas para comentar de outra polêmica relacionada a viagens - a que fez para Nova York em dezembro do ano passado. Na apresentação, ele não mencionou o cancelamento para Rússia, Hungria e Polônia.

O deslocamento para a cidade norte-americana, que durou cinco dias com quatro compromissos oficiais na agenda, foi alvo de um pedido ao Tribunal de Contas da União (TCU) pelo Ministério Público (MP) vinculado ao órgão na sexta-feira (11) para que investigue os gastos da viagem.

Fonte:Portal Terra c/adaptações 13/02/2022

Simões Filho: Mulher morre ao ser atingida por caminhão enquanto andava de moto com o namorado; ex é suspeito


(Acervo pessoal)

A polícia investiga a morte de uma mulher de 31 anos em um acidente que ocorreu na noite de sábado (12). Leidiane Nascimento Paraguassu estava em uma moto com o namorado quando foi atingida por um caminhão.

O caso aconteceu em na cidade de Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador. De acordo com a Polícia Civil, testemunhas afirmam que Leidiane não morreu em um acidente, e sim foi atingida de forma proposital por seu ex-companheiro.

A moça estava na garupa da moto do atual namorado quando os dois foram atingidos pelo caminhão. Leidiane morreu no local, enquanto seu namorado, que teve seu nome preservado, foi socorrido para um hospital da cidade. Logo após o choque, o suspeito fugiu do local a pé.

Foram expedidas as guias periciais e os veículos encaminhados para o pátio da 22ª delegacia, que investiga o caso. Até o momento ninguém foi preso. Informações do Correio da Bahia em 13/02/2022

Bahia: Ponte sobre Rio Subaúma tem acumulado água após duplicação da BR-101 em Entre Rios; Veja vídeo de acidente


                                      


                                                  foto:reprodução

Um cidadão registrou na tarde deste sábado, 12, uma situação preocupante de uma ponte na BR 101 na região de Entre Rios no sentido Aracaju, onde o trecho recebe uma grande quantidade de água da chuva que escorre da ladeira e forma um verdadeiro piscinão por não ter por onde escoar.

A situação chamou a atenção do vereador Carlos Washington Conceição de Athayde (PDT) que disse ao Calila Notícias que isto passou acontecer após a duplicação do trecho, na região onde ficam os povoados Capiaga e Sítio do Meio, no município de Entre Rios.

Um fato curioso é que exatamente no momento que um cidadão desse do carro da outra ponte paralela, sobre o Rio Subaúma, para mostrar o risco que o trecho está oferecendo naquele momento, um motociclista reduz a velocidade da moto quando sente o perigo, e uma carreta que estava logo atrás não conseguiu frear antes de atingir a motocicleta mesmo que levemente, mas o suficiente para derrubar o veículo e o condutor cair na água. Ele levantou em seguida sem ferimento.

O vereador enviou o vídeo para o Calila Notícias para que a situação chegue ao conhecimento das autoridades. de modo especial o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes).

Carlos Washington disse que à água armazenada chega a uma altura aproximada de 40 a 70 centímetros. Nas imagens aparece alguns canos na lateral da ponte derramando água, mas o escoamento é lento diante do grande volume. É possível ver outros carros parados, supostamente depois de apresentarem problemas mecânicos.  Informações do Calila Notícias em 13/02/2022

Veja o vídeo

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