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segunda-feira, 11 de julho de 2022

Crime de Foz: “Ocorre todo fim de semana” diz Mourão sobre assassinato do líder petista

 


                                        foto:Igo Estrela/reprodução


O vice-presidente Hamilton Mourão (Republicanos) não quis relacionar o assassinato do guarda municipal Marcelo Arruda a um crime de ódio ou de cunho político. O homem estava completando 50 anos e comemorava a data em uma festa com a temática do Partido dos Trabalhadores (PT), quando um homem invadiu o local e o matou.

“Olha, é um evento lamentável que ocorre todo final de semana em todas as cidades do Brasil, de gente que provavelmente bebe e aí extravasa as coisas. Todos [eram] da área policial, ali. Um era guarda municipal e outro era agente penal. Vejo de uma forma lamentável isso aí”, disse Mourão.

Questionado sobre as circunstâncias do crime, que podem envolver convicções políticas, Mourão disse que não faria “exploração” sobre o caso.

“Não é preocupante isso, não! Não queira fazer exploração política disso aí. Vou repetir o que eu estou dizendo e nós vamos fechar esse caixão, tá? Pra mim, é um evento desses lamentáveis que ocorre todo final de semana nas nossas cidades, de gente que briga e termina indo para o caminho de um matar o outro”, ressaltou o general.

Para ele, não dá para fazer uma ligação do fato ao presidente Jair Bolsonaro (PL) ou ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Não vou elencar dessa forma e não tenho elementos para isso”, reforçou.

Entenda

O guarda municipal Marcelo Arruda, candidato a vice-prefeito nas últimas eleições, foi assassinado a tiros durante sua festa de aniversário de 50 anos, ocorrida na noite de sábado (9/7), em Foz do Iguaçu (PR). A festa tinha como tema o PT e fazia várias referências ao ex-presidente e pré-candidato Luiz Inácio Lula da Silva.

Inicialmente, a Polícia Civil informou que o atirador, o policial penal Jorge José da Rocha Guaranho, tinha morrido após Marcelo revidar. Contudo, às 16h40, em coletiva de imprensa, a delegada Iane Cardoso informou que a polícia errou: o agressor estava vivo e foi levado ao hospital. Até a última atualização desta reportagem, ele estava internado.

Fonte: Metrópoles - 11/07/2022

RJ: Médico é preso em flagrante após estuprar paciente durante cesárea


(Reprodução / Redes Sociais)


 O médico anestesista Giovanni Quintella Bezerra, que trabalhava no Hospital da Mulher, em São João de Meriti, no Rio de Janeiro, foi preso e autuado em flagrante na madrugada desta segunda-feira (11), após ser flagrado estuprando de uma paciente que estava dopada durante um parto cesárea. 

A situação só foi descoberta após funcionários da unidade filmarem o profissional colocando o pênis na boca da mulher enquanto ela estava em trabalho de parto. O comportamento de Giovanni estava sendo observado pelos colegas de trabalho há um tempo porque, de acordo com o G1, o anestesista aplicava doses altas de sedativo nas grávidas. 

No domingo (10), a equipe conseguiu esconder o telefone para gravar o estupro após, de última hora, conseguirem trocar de sala para fazer uma última operação. Giovanni já tinha participado de outras duas cirurgias, mas os profissionais não conseguiram filmar direito o ato. 

Cremerj avalia expulsão do profissional

Durante a prisão, o anestesista permaneceu em silêncio. A polícia do Rio investiga se outras possíveis vítimas também foram estupradas pelo médico durante o parto.

Médico anestesista é preso em flagrante após estuprar paciente (Foto: Reprodução / Globo)

O Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Cremerj), abriu um processo para expulsar o anestesista. A unidade hospitalar, ao qual Giovanni praticava os atos, repudiou o comportamento do funcionário. 

“Informamos que será aberta uma sindicância interna para tomar as medidas administrativas, além de notificação ao Cremerj. A equipe do Hospital da Mulher está prestando todo apoio à vítima e à sua família”, comunicou 
 

Fonte: Correio da Bahia - 11/07/2022

Crime de Foz: SSP-PR afasta delegada que propagou ódio contra Lula do caso

 

                                                     Iane Cardoso(esquerda) será substituída por Camila Ceconello foto:reprodução/facebookIane Cardoso será substituída por Camila Cecconello.Créditos: Facebook

A Secretaria de Segurança Pública do Paraná confirmou na manhã desta segunda-feira (11) que afastou a delegada Iane Cardoso da investigação sobre o assassinato do guarda municipal petista Marcelo Arruda, que foi morto a tiros pelo policial penal bolsonarista Jorge José Guaracho. Camila Cecconello, delegada divisional de homicídios, assumira o caso, segundo informações da CNN Brasil.

Reportagem da Fórum mostra que Iane Cardoso propagou discursos de ódio contra Lula (PT) e o PT nas redes sociais ao menos até maio de 2017, um ano antes da eleição de Jair Bolsonaro (PL).

A incitação ao ódio propagada nos meios bolsonaristas é parte da principal linha de investigação do crime. Em entrevista coletiva, a própria delegada afirmou que Guaracho foi até à festa sem ser convidado e começou a gritar "Aqui é Bolsonaro", antes de sair e voltar para efetuar os disparos.

Segundo a SSP, a troca aconteceu porque  “a divisional de homicídios tem mais recursos e experiência para essa situação”.

A nova delegada do caso e o delegado geral do estado, Silvio Jacob Rockembach, já se dirigiram a Foz do Iguaçu para assumir o caso.

Nesta manhã, o procurador-geral de Justiça designou o promotor Tiago Lisboa Mendonça para acompanhar o caso. Informações da Revista Fórum em 11/07/2022.
 

“Ameaça de golpe envergonha”, diz coronel do Exército na reserva


Bolsonaro convera com Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, general e comandante do Exército brasileiro em cerimônia de promoção de oficiais-generais. Ambos riem - MetrópolesIgo Estrela/Metrópoles

Marcelo Pimentel afirmou que golpe militar é alimentado por poucos oficiais formados na década de 1970 e não tem adesão das Forças Armadas.


Coronel do Exército que entrou para a reserva em 2018, Marcelo Pimentel criticou a ameaça de golpe que, por vezes, parece ser alimentada pelo Planalto. Pimentel se formou em 1987 na Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), a mesma de Jair Bolsonaro.

“A ameaça de golpe envergonha. Na verdade, é uma cortina de fumaça para desviar de outros problemas. Os que parecem entusiastas de golpe [em caso de derrota de Jair Bolsonaro] pertencem à turma de oficiais que se formou na Aman na década de 1970, durante a ditadura. Quem comanda as tropas de fato, hoje, são os militares que se formaram na década de 1980, já no final do regime autoritário, que não são golpistas. Não há adesão das Forças Armadas para um golpe”, afirmou Pimentel.

Na sexta-feira (8/7), em uma solenidade militar em Pirassununga (SP), Bolsonaro citou “agressões internas” e cobrou preparação dos fardados. “Não podemos admitir que a traição venha de gente de dentro do país”, disse Bolsonaro, sem citar nomes. O presidente já ameaçou as eleições de outubro publicamente mais de uma vez.

Segundo o coronel Marcelo Pimentel, o discurso do suposto golpe é alimentado por “quatro ou cinco” generais que, com Bolsonaro, parecem apoiar uma eventual tentativa de ruptura institucional. Entre eles, na visão de Pimentel, os generais Paulo Sérgio Nogueira, ministro da Defesa; Walter Braga Netto, ex-ministro e provável vice na chapa de Bolsonaro; Augusto Heleno, ministro do GSI; e Luiz Eduardo Ramos, ex-ministro e auxiliar de Bolsonaro na campanha.

Como consequência desse movimento, prosseguiu Pimentel, parte da sociedade parece estar perdendo a confiança nas Forças Armadas. Para justificar a tese, citou uma pesquisa de junho do Ipespe que apontou que o índice de confiança da população nos militares era de 70% em 2018, antes de Bolsonaro assumir. Agora, caiu para 58%.

Fonte:Guilherme Amado/Metropoles - 11/07/2022


Meio Ambiente: Garimpeiro fraudou licença e promoveu devastação ambiental no Norte do país, diz PF

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Com uma licença que permitia apenas fazer pesquisa, empresários teriam extraído ouro ilegalmente e devastado extensa área de floresta no Norte do país, segundo a Polícia Federal.

"Embora se trate de uma simples autorização de pesquisa, verifica-se que os investigados vêm, de fato, explorando ilegalmente o local", afirmaram os policiais no inquérito que respaldou a Operação Ganância, uma das três ações deflagradas contra o grupo na quinta-feira (7). Conforme mostrou reportagem da Folha, um dos suspeitos, o empresário Márcio Macedo Sobrinho, sócio da Gana Gold, atual M.M Gold, esbanjava uma vida de luxo.

Informações colhidas pela PF revelaram movimentações milionárias em suas contas e gastos com helicópteros, lanchas, caminhonete importada e uma festa de casamento embalada ao som de duplas sertanejas famosas.

A polícia estima que as empresas ligadas a Sobrinho tenham movimentado cerca de R$ 16 bilhões entre 2019 e 2021.

A apuração aponta que o grupo não contava com autorização de lavra para realizar a atividade em uma área vinculada ao município de Itaituba (PA). A lavra é o tipo de licença expedido pelo poder público que permite a extração de minério.

Detinha apenas uma GU (guia de utilização), expedida em março de 2020, "de caráter excepcional, não podendo ser confundida com a autorização final", afirmou a polícia. Os investigadores disseram que o caráter de excepcionalidade não foi observado pelos suspeitos.

"Existe intensa atividade no local que claramente supera a de mera pesquisa, havendo inclusive movimentação expressiva de caminhões."

Para ilustrar a suspeitas levantadas contra o grupo empresarial, a PF anexou aos autos fotos aéreas de uma área de aproximadamente 192 hectares.

Imagens mostram trechos de mata devastada. Na área foram construídos barracos, galpões e outras estruturas utilizadas para exploração do local.

Em março de 2020, segundo informou a PF, a ANM (Agência Nacional Mineral) emitiu uma guia de utilização em nome da Gana.  O perito responsável pela análise do identificou valores incompatíveis de comercialização do ouro que superam em até 33 vezes o teor estimado de aproveitamento do produto na pesquisa mineral.

Até agosto de 2021, em apenas um ano e cinco meses, a Gana "registrou o comércio de um total correspondente de 3.998.223 g (três milhões, novecentos e noventa e oito mil, duzentos e vinte três gramas) de ouro ou, aproximadamente, 4 t (quatro toneladas)".

Isso representa, segundo a PF, um aumento de cerca de 2.380% em relação à produção anual informada na guia de utilização, que previa cerca 96.519,16 gramas de ouro a cada 12 meses.

"Assim, nesse período, a produção deveria ter sido 160.865,72 g (cento e sessenta mil, oitocentos e sessenta e cinco gramas e setenta de dois centésimos) de ouro e não quase quatro toneladas", afirmou a polícia.

A empresa Gana Gold, de acordo com a investigação, "esquentava" o ouro extraído ilegalmente em garimpos da região Norte do país. Para isso, ela se valia de licenças ambientais inválidas, extrapolando os limites de pesquisa que possuía.

A empresa não foi encontrada pela reportagem para comentar as acusações.

Ao se debruçar sobre os dados financeiros do grupo empresarial liderado pela Gana Gold, a PF diz ter descoberto que dezenas de investigados "movimentaram quantias milionárias e demonstraram possuir elevado patrimônio".

Eles também ocultavam os valores provenientes do crime, e alguns deles solicitaram e receberam o auxílio emergencial do governo federal durante a pandemia.

"Foi revelada uma movimentação de quantias bilionárias pelo grupo criminoso, com depósitos e saques milionários em espécie, empresas de fachada e transferências bancárias entre envolvidos", afirmou a polícia.

Em um documento anexado ao pedido de buscas e prisões, a PF detalha por meio de fotos como o empresário gastava parte do dinheiro oriundo do garimpo ilegal.

O casamento de Macedo, por exemplo, teve duas duplas sertanejas famosas como atração. Bruno e Marrone, dos clássicos "Dormi na Praça" e "Choram as Rosas", e Jads e Jadson cantaram no evento.

"De acordo com sites abertos, o cachê da primeira dupla é de aproximadamente R$ 220 mil e o da segunda chega a R$ 80 mil, valores elevados gastos apenas com as bandas do casamento", diz a PF.

Os investigadores também elencam no documento fotos de bens de luxo de Macedo, todos com um adesivo com sua logomarca particular: a MM, iniciais do seu nome.

Entre as fotos juntadas no relatório pelos investigadores estão uma lancha com o nome "Garimpeiro", caminhonete importada, helicóptero e aviões.

Outro bem que a PF aponta para a vida de luxo de Macedo é a mansão em Novo Progresso (PA).

FONTE:FOLHA S. PAULO  - 111/07/2022

Seita Moon confirma que mãe de assassino de Abe é integrante do movimento

 Tetsuya Yamagami, de 41 anos, "estava irritado com uma certa organização" e decidiu matar Abe porque pensava que o ex-premiê tinha um vínculo com ela, afirmou a polícia japonesa na sexta-feira.

A Igreja da Unificação é conhecida por organizar grandes cerimônias de casamento coletivo, como este celebrado na Coreia do Sul em 2020
© Jung Yeon-jeA Igreja da Unificação é conhecida por organizar grandes cerimônias de casamento coletivo, como este celebrado na Coreia do Sul em 2020

Tetsuya Yamagami, de 41 anos, "estava irritado com uma certa organização" e decidiu matar Abe porque pensava que o ex-premiê tinha um vínculo com ela, afirmou a polícia japonesa na sexta-feira.

A imprensa japonesa mencionou uma organização religiosa sem revelar o nome e afirmou que Yamagami estava irritado porque esta recebeu importantes doações de sua mãe, o que deixou a família em grande dificuldade financeira.

"A mãe do suspeito Tetsuya Yamagami é membro de nossa organização e tem participado de nossos eventos uma vez por mês", declarou Tomihiro Tanaka, presidente da Igreja da Unificação no Japão, em uma breve entrevista coletiva em Tóquio.

Tanaka não revelou detalhes das doações da mãe do acusado, alegando que uma investigação policial está em curso e com a qual organização deseja "cooperar".

Tanaka afirmou que a igreja está horrorizada com o assassinato "selvagem" e que Abe "nunca" foi um de seus membros ou conselheiro.

Abe morreu depois de ser baleado na sexta-feira no momento em que discursava em um comício em Nara (oeste do Japão) para as eleições do Senado japonês de domingo.

A Igreja da Unificação foi fundada em 1954 na Coreia do Sul por Sun Myung Moon (1920-2012). Está presente principalmente neste país, nos Estados Unidos e no Japão.

Oficialmente chamada Associação das Famílias para a  Unificação e a Paz Mundial, os ensinamentos da seita são baseados na Bíblia, mas com novas interpretações.

Fonte:AFP-11/07/2022 nf-tmo-etb/mac/thm/mar/zm/fp

domingo, 10 de julho de 2022

Em SP: Bandeira do Brasil encalha e frustra ambulantes na Marcha para Jesus


                     
                                      foto:Ticket gospel/reprodução
              

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Marcha para Jesus foi uma oportunidade encontrada por ambulantes de São Paulo para faturar um dinheiro extra neste início de mês. A bandeira brasileira, porém, frustrou parte dos vendedores. A reportagem conversou com ao menos 30 deles, que relataram baixa saída do produto.

"Está muito devagar. A crise está feia para todo o mundo ", disse Alexandre Campos, 39 anos, 20 deles como ambulante. "Perguntam o preço, querem tirar foto com a bandeira, mas não levam."

Em sábado de sol forte, os bonés, R$ 20, em média, tiveram mais saída. A bandeira brasileira, com preços entre R$ 25 e R$ 40, empacou.

Muitos fiéis também reclamavam do preço alto cobrado por alguns vendedores de rua.

Uma ambulante com ar de cansada e de pouca conversa tentava faturar algum dinheiro extra conquistando a multidão de fiéis pelo estômago. "Custa R$ 15, moço. Macarrão com frango", respondeu à reportagem, saindo apressada com um carrinho onde levava cerca de 40 marmitas acopladas em suportes de isopor.

À frente da aglomeração, perto do palco, um verdadeiro camelódromo de ambulantes se formou nas pistas interditadas da avenida Santos Dumont, na tarde deste sábado (9).

No varal esticado em via pública, um ambulante fazia propaganda de uma bandeira metade verde e amarela e metade branca e azul, misturando as cores de Brasil e de Israel, com um leão no meio.

Perguntado, o vendedor anunciou que o preço da bandeira dupla baixara de R$ 55 para R$ 45.

Bem mais barato cobrava Jefferson Antônio, 23. Andando os quase 1 km da avenida desde as 11h, ele pedia R$ 30 pela bandeira. Mas isso até o interessado dizer "muito obrigado".

"Por R$ 20 dá para fazer", afirmou. Segundo ele, a bandeira de Israel vendeu mais que a do Brasil.

A enfermeira Cássia Regina Santos, 38, tinha as duas bandeiras amarradas no pescoço -a do Brasil à esquerda, em suas costas, e a de Israel, à direita.

Santos estava sentada em uma grama longe da muvuca. Ela estava com um grupo da zona oeste formado por fiéis da Igreja Universal. No chão, uma toalha e bolsas térmicas com lanches e refrigerantes. "A gente sempre vem", afirmou.

"Sentíamos falta", disse, sobre a mudança da Marcha durante a pandemia.

Perto dali, a desempregada Mônica Santos, 19, oferecia duas garrafinhas de água por R$ 5. "O calor está ajudando, apesar da concorrência. Tem muito ambulante aqui, não tá fácil pra ninguém", afirmou ela, que cantava a letra da música evangélica que vinha das caixas de som.

Fonte:FOLHA S. PAULO - 10/07/2022

Crime em Foz: Após seu apoiador matar líder petista, Bolsonaro diz que esquerda que é violenta

                                       foto:reprodução

                                            imagem:Youtube

Após o assassinato de um guarda civil petista por um bolsonarista em Foz do Iguaçu (PR), o presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou, em suas redes sociais, dispensar “qualquer tipo de apoio de quem pratica violência contra opositores”. A mensagem foi publicada às 19h15 deste domingo (10/7). O crime ocorreu na noite de sábado (9/7).


“A esse tipo de gente, peço que por coerência mude de lado e apoie a esquerda, que acumula um histórico inegável de episódios violentos”, disse o presidente.

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Em uma sequência de tuítes, Bolsonaro lembrou o episódio em que foi alvo de ataque a faca em setembro de 2018, semanas antes do primeiro turno eleitoral.

“É o lado de lá que dá facada, que cospe, que destrói patrimônio, que solta rojão em cinegrafista, que protege terroristas internacionais, que desumaniza pessoas com rótulos e pede fogo nelas, que invade fazendas e mata animais, que empurra um senhor num caminhão em movimento”, disse.

O presidente ainda cobrou investigação sobre o caso.

“Que as autoridades apurem seriamente o ocorrido e tomem todas as providências cabíveis, assim como contra caluniadores que agem como urubus para tentar nos prejudicar 24 horas por dia”, finalizou.

fonte:Metropoles c/adaptações - 10/07/2022