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domingo, 14 de maio de 2023

Rio: Fake atribuído a VP do Flamengo atacava Alexandre de Moraes e Lula


Reprodução/Flamengo

O perfil fake no Twitter atribuído ao vice-presidente Jurídico do Flamengo, Rodrigo Dunshee, atacava o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes e o presidente Lula. As suspeitas de o perfil pertencer a Dunshee começaram nesta sexta-feira (12/5), após o VP jurídico publicar um texto em seu Twitter, apagar e, minutos depois, a conta do falso personagem, que tem um nome com as mesmas iniciais do vice, “Roberto Dondien”, publicar o mesmo texto.

O perfil foi excluído após seguidores levantarem a suspeita. Dunshee segue calado sobre a acusação.

Em dezembro de 2022, o fake respondeu a um tuíte sobre a diplomação de Lula por Moraes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral, chamando Lula de “ladrão” e os ministros de “capas pretas”.

“Um show de horrores. O ladrão e os capas pretas. Uma mentira que repetem mil vezes para transformar em verdade. O fato é apenas um. Querem transformar o ladrão em santo”.

Em novembro do mesmo ano, o perfil fake atribuído a ele respondeu a um tuíte de Moraes com a palavra “mordaça”.

O perfil fake também defendia a proximidade de Rodolfo Landim a Jair Bolsonaro. Um torcedor criticou a foto de a diretoria ter se reunido com o ex-presidente após a vitória na Libertadores, em novembro de 2022. A conta que seria Dunshee respondeu à crítica com uma foto de Lula com o Flamengo, em 2009, e disse: “quando é ladrão e safado pode?”.

A conta também era usada para atacar opositores e torcedores que criticam Dunshee, para defender Landim e até para postar contra aliados deles no clube.

FONTE: COLUNA GUILHERME AMADO/METRÓPOLES 14/05/2023

Eleições 2022: Governo Bolsonaro usou Estado em busca da reeleição, diz CGU

                                              O ex- presidente Bolsonaro - foto: reprodução

Um relatório da Controladoria Geral da União (CGU) aponta que o governo Bolsonaro utilizou a máquina pública do estado para se beneficiar nas eleições de 2022.

A partir da observação de sigilos quebrados e revisões de pedidos emitidos pela Lei de Acesso à Informação, o órgão chegou a um balanço de uso da máquina pública para fins eleitorais. A informação é da Folha de São Paulo.

Revisão dos sigilos

É através dessa revisão de sigilos que os controladores concluíram o aparelhamento do estado em favor do incumbente do executivo na época.

Os dados mostraram, por exemplo, que a liberação de empréstimos consignados do Auxílio Brasil se intensificou em outubro de 2022. Contudo, as informações ficaram em sigilo e só foram divulgadas depois de pedidos do atual governo.

Além disso, as despesas do cartão corporativo em datas de motociatas, ou as ações da PRF no dia do segundo turno em estados com vitória de Lula têm se tornado públicos com abertura de dados a partir da Lei de Acesso à Informação.

A Lei de Acesso à Informação foi uma conquista dos governos do PT e, nesse ano, completará 12 anos. A gestão de Lula se comprometeu a cumprir a legislação, que dá mais transparência aos gastos públicos.

Na próxima semana, o governo deve anunciar novas medidas para regulamentar e tornar mais eficiente o uso da Lei de Acesso à Informação.

Para a CGU, a gestão Bolsonaro utilizou o sigilo de forma inadequada para se blindar durante o processo eleitoral de 2022. O balanço do órgão pode servir para a ação  que tenta tornar o ex-presidente inelegível no TSE.

Fonte: Revista Fórum - 14/05/2023 21:55

TSE: Novos ministros votarão inelegibilidade de Bolsonaro

Fachada do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no dia da posse do ministro Alexandre de MoraesIgo Estrela/Metrópoles

Tribunal Superior Eleitoral (TSE) terá mudanças em breve. Dois ministros deixarão seus cargos nesta semana. As vagas abertas serão preenchidas a partir de lista tríplice, que será encaminhada ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Os dois novos nomes escolhidos votarão no julgamento de inelegibilidade de Jair Bolsonaro (PL).

Na terça-feira (16/5), o ministro efetivo Sérgio Banhos participará do último julgamento na Corte Eleitoral. O mandato dele termina em 17 de maio. Na quinta-feira (18/5), será a vez de Carlos Horbach ter sua sessão de despedida.

Como ambos são da classe de juristas, terão de ser substituídos por magistrados da categoria. Por tradição, o primeiro nome a compor a lista tríplice deve ser o da ministra substituta do TSE Maria Claudia Bucchianeri.

Outros dois nomes do quinto constitucional estarão “concorrendo” com ela. O nome do professor de direito e ex-diretor da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) Floriano de Azevedo Marques é cotado para a lista, que será elaborada pelo presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes.

Com a lista pronta, os escolhidos pelo TSE passarão por crivo do Supremo Tribunal Federal (STF) antes de serem enviados ao presidente Lula.

Há dúvidas se o presidente seguirá a ordem dos nomes entregues por Moraes e aprovada pelo Supremo. Em relação à Procuradoria-Geral da República, por exemplo, Lula tem afirmado que não deve indicar o primeiro colocado da lista tríplice. A escolha de Bucchianeri seguiria a tradição, mas aliados do governo defendem que o petista coloque um nome mais alinhado à sua gestão.

Sem recondução

O ministro Carlos Horbach tinha a opção de ser reconduzido ao cargo por mais dois anos, mas abriu mão dessa possibilidade. Ele enviou carta para a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Rosa Weber, alegando ter o sentimento de dever cumprido.

“Considerando cumprida minha missão no TSE, solicito a Vossa Excelência e aos demais ministros do Supremo Tribunal Federal que não considerem meu nome para eventual recondução ao cargo, permitindo que volte a me dedicar integralmente à advocacia e à carreira docente no Largo de São Francisco”, afirmou.

Com essa decisão, ficaram firmadas então a abertura de duas vagas. Após a recomposição delas, é esse novo plenário que julgará a inelegibilidade de Jair Bolsonaro (PL) em Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) que acusa o ex-presidente de abuso de poder político.

No início de abril, o ministro Ricardo Lewandowski se aposentou e, no lugar dele, entrou Kássio Nunes Marques. Agora, em 17 e 18 de maio, com o término dos mandatos dos ministros efetivos Sérgio Banhos e Carlos Horbach, a formação do plenário fica a seguinte: Alexandre de Moraes, Nunes Marques, Cármen Lúcia, Benedito Gonçalves (relator do caso), Raul Araújo e o novo escolhido pelo presidente Lula, além do substituto de Horbach.

Votação contra Bolsonaro

A expectativa atualmente na Corte é que a Aije contra Bolsonaro seja analisada ainda no mês de maio. Então, o novo ministro já estaria nessa composição de análise. A troca na composição será decisiva na condenação ou na absolvição do ex-presidente.

Como é a composição do TSE

Tribunal Superior Eleitoral é formado por sete magistrados, escolhidos da seguinte maneira:

  • três ministros são eleitos entre os membros do Supremo Tribunal Federal (STF);
  • dois ministros são eleitos entre os membros do Superior Tribunal de Justiça (STJ); e
  • dois ministros são nomeados pelo presidente da República, escolhidos entre seis advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral, indicados pelo STF.

O TSE elege o presidente e o vice-presidente entre os ministros do STF, e o corregedor eleitoral, entre os ministros do STJ. Para cada ministro efetivo, um substituto é eleito, mediante o mesmo processo.

Cada ministro é eleito para um biênio; a recondução após dois biênios consecutivos, porém, é proibida. A rotatividade dos juízes no âmbito da Justiça Eleitoral visa manter o caráter apolítico dos tribunais eleitorais, de modo a garantir a isonomia nos processos eleitorais.

Ceará: Quatro policiais são mortos dentro da delegacia em Camocim por colega

Crime ocorreu na madrugada deste domingo, 14

Crime ocorreu na madrugada deste domingo, 14 Crédito: Reprodução/Google Street View

Quatro policiais civis foram mortos a tiros na madrugada deste domingo, 14, dentro da Delegacia Regional de Camocim. De acordo com a Polícia Civil do Estado do Ceará (PC-CE), o suspeito também é um policial civil e foi preso. A delegacia está isolada. A Perícia está no local.

Foram mortos os escrivães Antonio Claudio dos Santos, Antonio Jose Rodrigues Miranda e Francisco dos Santos Pereira e o inspetor Gabriel de Souza Ferreira.

"Neste momento de dor e tristeza, a Polícia Civil do Ceará reforça que todo o aparato da instituição encontra-se disponível para os familiares e amigos das quatro vítimas, que são homens honrados que tanto contribuíram no combate à criminalidade no Ceará", diz a Polícia Civil, em nota. A ocorrência segue em andamento.

O local está isolado e passa por perícia. Não há informações sobre a motivação do crime, que está sendo investigado. O Sindicato dos Policiais Civis de Carreira do Estado do Ceará (Sinpol) e o governador Elmano de Freitas (PT) lamentaram as mortes.

Fonte: O povo - 14/05/2023

sábado, 13 de maio de 2023

RJ: Enfermeira diz a PF ter emprestado senhas para chefe apagar cartão de vacina de Bolsonaro



                                        foto: reprodução

A enfermeira  Cláudia Helena Acosta Rodrigues da Silva depôs à Polícia Federal sobre o caso da falsificação do cartão de vacina do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações.

Em seu depoimento, a servidora da saúde de Duque de Caxias (RJ), afirma que passou a senha para acesso ao sistema para o então secretário de governo do município, João Carlos de Sousa Brecha.

Ela cedeu a senha, segundo a PF, após sua supervisora a pressioná-la a fazê-lo. Ela também afirma não conhecer Brecha. Segundo o documento, foi com o acesso de Cláudia que ele conseguiu inserir, em 22 de dezembro do ano passado, os registros de vacina de Bolsonaro do sistema. Cinco dias depois, eles foram excluídos do registro, sob alegação de erro.

As informações fazem parte da  Operação Venire, que investiga a invasão aos sistemas de saúde para alteração de dados vacinais de Jair Bolsonaro, sua filha Laura, Mauro Cid e alguns outros familiares de palacianos durante o último governo.

Brecha teria afirmado que o Secretário não teria informado nada sobre o uso das senhas, para não "envolvê-la em problemas, uma vez que se tratavam de pessoas relevantes e conhecidas".

A operação Venire prendeu diversas pessoas próximas ao presidente Jair Bolsonaro por conta da falsificação, incluindo Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente, Luis Marcos dos Reis, suspeito de operar rachadinhas para a primeira dama, e Ailton Barros, ex-major do exército e golpista amigo pessoal de Bolsonaro.

Caso comprovado, os envolvidos no esquema podem ser ser condenados por falsificar cartão de vacina, que pode dar prisão até 6 anos. Eles também são investigados por os crimes de infração de medida sanitária preventiva, associação criminosa, inserção de dados falsos em sistemas de informação e corrupção de menores.

Fonte: Revista Fórum - 13/05/2023

Após reportagem do UOL: Sub-Procurador Geral no TCU quer força-tarefa para investigar gastos de Michelle

Michelle Bolsonaro

Michelle Bolsonaro (Foto: Reprodução)


247 - O subprocurador-geral do Ministério Público junto ao TCU (Tribunal de Contas da União), Lucas Rocha Furtado, vai pedir à Corte a criação de uma força-tarefa com a Polícia Federal e a CGU (Controladoria-Geral da União) para investigar as despesas da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro pagas em dinheiro vivo.

Reportagem do UOL revelou a existência de diálogos entre o então ajudante de ordens do Palácio do Planalto, o tenente-coronel Mauro Cid, e assessoras da gestão de Jair Bolsonaro com a orientação para os pagamentos em dinheiro vivo.

A preocupação de Cid era que a prática fosse caracterizada como um esquema de rachadinha, porque não havia a comprovação da origem dos recursos. As conversas foram realizadas por meio de áudios enviados por um aplicativo de diálogos.

A PF investiga as transações financeiras de Mauro Cid e auxiliares do Palácio do Planalto e chegou a indícios da existência de um esquema de desvios de recursos públicos com o objetivo de bancar despesas da primeira-dama Michelle.

Segundo a Polícia Federal, a Cedro do Líbano Comércio de Madeiras e Materiais para Construção, empresa sediada em Goiânia com contratos com o governo federal, é a fonte de depósitos de pelo menos R$ 25.360 na conta do sargento Dos Reis. Dos Reis trabalhava sob as ordens de Mauro Cid, então ajudante de campo de Bolsonaro, no Palácio do Planalto.

O principal contrato da Cedro do Líbano é com a Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba), estatal que já foi alvo de operações da Polícia Federal que investigavam corrupção em contratos no Nordeste no ano passado.

O subprocurador-geral avaliou que os fatos revelados pelo UOL mostram uma "armação para driblar o controle". Lucas Furtado afirmou ainda que, para se concretizar, o pedido de força-tarefa deve ser aprovado pelo plenário do TCU.

"Fica evidente que há uma tentativa de fugir à fiscalização. Pagamentos em espécie são usados por parte de quem quer fraudar. Todavia, antes de qualquer sanção, deve ser assegurado o contraditório", disse Lucas Furtado.

A investigação da PF detectou que a primeira-dama Michelle Bolsonaro usava um cartão de crédito vinculado à conta de uma amiga sua, Rosimary Cardoso Cordeiro, que era assessora parlamentar no Senado.

Ao realizar quebras de sigilo bancário de Mauro Cid e outros funcionários do Planalto, a PF detectou depósitos em dinheiro vivo para Rosimary com o objetivo de custear as despesas com o cartão de crédito, tentando ocultar a origem dos recursos. 

O ex-secretário de Comunicação de Jair Bolsonaro e advogado Fábio Wajngarten afirmou que "não há nada de ilegal nas transações efetuadas".

Fonte:Brasil 247 - 13/05/2023

Emílio Odebrecht diz em livro que delações da Lava Jato foram feitas sob coação

                                            foto:reprodução/Correio Braziliense


O empresário Emílio Odebrecht afirma em livro lançado neste mês que as delações premiadas dele e de outros executivos de empreiteiras foram obtidas sob coação na Operação Lava Jato.

Na obra, Emílio sustenta que os repasses a políticos feitos pela empresa que levava o nome de sua família (agora chama-se Novonor) eram recursos de caixa dois eleitoral, entre outras teses de defesa jurídica apresentadas.
 

O livro intitulado "Uma Guerra contra o Brasil: Como a Lava Jato Agrediu a Soberania Nacional, Enfraqueceu a Indústria Pesada Brasileira e Tentou Destruir o Grupo Odebrecht", escrito em primeira pessoa, também traz as posições dele sobre temas econômicos.
 

Boa parte da obra é dedicada a relatos sobre a história da família do autor e de suas companhias, nos quais faz uma louvação aos feitos obtidos pelo grupo empresarial.
 

O autor abre a obra descrevendo o dia em junho de 2015 em que a Odebrecht e outras empreiteiras foram alvo da 14ª fase da Lava Jato, e seu filho Marcelo, que presidia a companhia, foi preso.


Emílio relata então a batalha jurídica que enfrentou e diz que uma "fábrica de delações" foi montada pelo então juiz Sergio Moro (eleito senador em 2022) e pela força-tarefa de procuradores do Ministério Público Federal em Curitiba, à época comandada por Deltan Dallagnol (atual deputado federal).
 

Nas discussões para o fechamento dos acordos de delação, aqueles que não tivessem suas declarações consideradas importantes poderiam acabar sendo alvo de prisões e processos, segundo o empresário.
 

Ele firmou o acordo de colaboração em 2016. Chegou a ser condenado em sentença anulada posteriormente, mas não foi preso em decorrência da operação nem antes nem após a delação.
 

"O que mais atemorizava cada um de nós era ficar fora do acordo final, porque nossa vida se transformaria em um inferno. Era o que os promotores prometiam", escreve.


"Nesse ambiente, ameaçados, pressionados, submetidos a quase insuportável sofrimento físico e mental, poucos conseguiram resistir a determinações como essa: 'Você está aqui voluntariamente e quero que fale de fulano e sicrano'. Os procuradores apontavam o dedo e não tinham limites."
 

De acordo com o autor, essa conduta dos procuradores levou parte dos delatores a admitir a prática de crimes de corrupção em relação a atos que, na verdade, configuraram doações a políticos ou partidos.
 

"Como jamais fizemos doações para partidos ou candidatos barganhando contrapartidas, eles próprios [procuradores] encontraram a solução: 'Você, colaborador, assume que a contrapartida é que, no futuro, o candidato pode se tornar um político importante, com poder, e você terá influência sobre ele'. E foi desse modo que em centenas de relatos este texto se repetiu", afirma.


A obra traz a explicação de Emílio sobre a estrutura montada pela empreiteira para fazer repasses a políticos, que foi chamada de "departamento da propina" pelos procuradores.
 

"O que existiu foi um sistema de geração de recursos não contabilizados, o popular 'caixa dois'", afirma.

 

O empresário admite que a prática é ilegal, mas diz que ela é habitual no mundo empresarial.
 

"Não sejamos hipócritas: desde a invenção do capitalismo, é comum empresa média ou grande manter pelo menos 1% de seu faturamento ali alocado. Não é certo, mas assim é, e serve para atender contingências inesperadas."
 

O autor aponta então as finalidades que a estrutura teve na Odebrecht: pagamentos em espécie a fornecedores, especialmente em zonas de conflito; repasses incomuns, como resgates de funcionários em casos de sequestros (diz que nos últimos 30 anos ocorreram 11 situações como essa, em "países de alto risco político e social"); remuneração de executivos por desempenho ou atuação em circunstâncias especiais e contribuições para campanhas políticas.
 

Emílio, 78, também aborda o fato de a Odebrecht ter bancado a reforma no sítio em Atibaia (SP) que era frequentado pelo presidente Lula (PT), mas não revela o motivo pelo qual autorizou as obras.
 

O empresário repete depoimentos dados às autoridades ao afirmar que o pedido para que a empreiteira fizesse a reforma no sítio partiu da então primeira-dama, Marisa Letícia, e nega que tenha praticado crime no episódio.
 

"Lula deixaria a Presidência no final daquele ano [2010] e meu gesto não estava vinculado a qualquer agradecimento ou expectativa de retribuição futura. Dali a alguns dias o governo seria outro", escreve.


Na parte final do livro, o autor defende as teses de que "a Lava Jato quebrou a economia brasileira" e que tal situação contou com a orientação de autoridades dos Estados Unidos, com a finalidade de prejudicar empresas brasileiras que ofereciam concorrência a companhias americanas à época.
 

Sergio Moro e os procuradores da Lava Jato sempre negaram ter conduzido de forma ilícita as delações, processos e investigações da Lava Jato, mesmo após o STF (Supremo Tribunal Federal) ter anulado parte das ações ao julgar que o ex-juiz atuou com parcialidade nas causas.

FONTE: FOLHA DE SÃO PAULO - 13/05/2023
 

Em Salvador: Senador Wagner aponta para "ruído de comunicação" sobre presença do MST em evento com Lula

                                     Wagner é líder do governo Lula no Senado -foto:reprodução/facebookoficial

O senador Jaques Wagner(PT) líder do governo Lula no Senado  ponderou que a dificuldade do MST estar presente no evento em Salvador, com o presidente Lula na última quinta-feira(11) foi um "ruído de comunicação". "Nenhum desentendimento. Respeitando profundamente. Foi um ruído de comunicação, se bota esse ou outro. Não tem contraposição. Lula respeita o movimento, a gente do governo tem que se relacionar com todos, não só o MST, assim como o agronegócio. Foi só ruído de comunicação, falei com Valmir  ontem, sem problema"  explicou ao Bahia Notícias. 

Wagner participou da filiação de Ronaldo Carletto ao Avante e sua assunção a presidência do partido no Estado. Carletto era do PP que na eleição de 2022, compôs a chapa de ACM Neto (UB)com a candidatura derrotada de Cacá Leão ao Senado. 


Fonte:BN c/adaptações