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O deputado cassado pelo TSE Deltan Dallagnol (podemos) concedeu entrevista ao Programa Roda Viva na noite de ontem(29) e disse que recorrerá ao STF sobre sua cassação, como também a mesa diretora da Câmera. Foi questionado por diversos assuntos pelos jornalistas.
Confira alguns dos assuntos da entrevista:
Dallagnol não poupou críticas ao Poder Judiciário. Ele atribuiu a decisão do TSE de cassar o seu mandato a interesses pessoais e políticos de ministros. "Quem fez a avaliação de que a decisão foi combinada não fui eu, foi o ministro Marco Aurélio." O ex-procurador também disse que o placar da votação foi fruto de uma "unanimidade artificial".
O deputado afirmou que os ministros teriam interesses em uma eventual indicação ao Supremo e que a decisão no seu caso foi enviesada. Dallagnol tem sustentado esse argumento em manifestações públicas nas quais tem comparecido, o que lhe rendeu um desagravo da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe).
O atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, foi um dos assuntos mais mencionados na entrevista. Dallagnol foi questionado a respeito do episódio do PowerPoint, quando apresentou um organograma e disse que "não tinha provas, mas tinha convicção" sobre a culpa do petista nos casos de corrupção na Petrobras. "Existia um caso de abundância de provas. Agora, o que existe no meu caso é especulação", disse o deputado, rememorando uma a uma as condenações de Lula na Justiça.
"Meu caso não guarda nenhuma correspondência com a Lava Jato. Talvez guarde uma correspondência inversa", disse o ex-procurador.
Confrontado sobre as mensagens trocadas no grupo de procuradores ao qual pertencia, quando chamou Lula de "nine" (como referência ao fato de ele ter perdido um dedo em um acidente de trabalho), Dallagnol reafirmou a isenção da equipe. "Absoluta isenção", disse o ex-procurador.
Quando questionado sobre Jair Bolsonaro (PL), a quem apoiou no segundo turno da eleição passada, Dallagnol evitou tecer críticas. Ele foi questionado sobre as vezes em que Bolsonaro elogiou torturadores, agrediu a jornalistas e a respeito das investigações que tramitam contra ele por supostos episódios de corrupção, como o caso das joias da Arábia Saudita, revelado pelo Estadão.
"Não tenho idolatria com pessoas, tenho com causas. O governo Bolsonaro teve seus erros, teve. Mas eu vejo uma série de políticas muito positivas", disse ele, elogiando a gestão do ex-presidente na reforma da Previdência e no "manejamento da pobreza durante a pandemia". Ele se esquivou de comentar o caso das joias, sobre o qual foi diretamente perguntado. "Não conheço esses casos em detalhes."
A respeito da presença de Eduardo Bolsonaro (PL-RJ) na primeira coletiva concedida após a sua cassação, Dallagnol negou que tenha endosso da família do ex-presidente. "Ele estava ao meu lado por uma causa."
A defesa da Lava Jato foi uma das bandeiras levantadas nas respostas do deputado. Ele citou vários casos nos quais não teria obtido êxito em condenar suspeitos de corrupção na sua trajetória profissional. "Na Lava Jato, pela primeira vez, a gente conseguiu resultados que nunca havíamos alcançados", disse Dallagnol.
O ex-procurador defendeu as conduções coercitivas feitas no âmbito da operação. "Até o final de 2017, não era a Lava Jato, eram todas as operações que faziam. Era com base na lei. O Supremo mudou as regras do jogo", disse Dallagnol. Instantes depois, ele questionou a um dos jornalistas: "Aumentar a pena para corrupção em dois anos. O que tem de autoritário nisso?".
O deputado cassado disse que não ter se arrependido de deixar a carreira no Ministério Público Federal (MPF). Ele afirmou que se sentia "amarrado" e se inspirou na Parábola dos Talentos para ingressar na política.
Uma declaração de Dallagnol de que o PL das Fake News censuraria trechos da Bíblia também entrou no debate. "Não é uma fake news", disse ele, reiterando sua manifestação. "Quando o projeto veio para a Câmara, entra governo, entra o Orlando Silva, do PCdoB, e passa a desenvolver dois problemas ali dentro. Primeiro, ele cria uma série de brechas sobre o que pode e o que não pode ser dito e cria um comitê, uma agência de controle governamental sobre o que se diz."
Ele afirmou que a versão do PL que estava em trâmite quando ele fez as declarações não fazia diferenciação de declarações feitas em contexto religioso, o que poderia cercear a liberdade das pessoas de professarem sua fé.
Como mostrou o Estadão Verifica, o PL não prevê censura a conteúdos religiosos. No entanto, a proposta fez um aceno à bancada religiosa no Congresso ao incluir a possibilidade de remuneração a pastores por conteúdos com direito autoral.
Fonte:Estadão c/Adaptações 30/05/2023

A polêmica envolvendo o padre
Edson Menezes, 65 anos, pároco da Basílica do Senhor do Bonfim, e a Devoção do
Senhor Bom Jesus do Bonfim, entidade que administra o templo, teve mais um
desdobramento nesta segunda-feira (29). Depois que a mantenedora da igreja se
manifestou para negar as acusações de que a nova gestão estaria alimentando um
clima de "perseguição" e declarou que o padre Edson estaria
recolhendo cerca de R$50 mil por mês sem prestar contas, o religioso negou as
alegações e cobrou da entidade o repasse de 20% da Campanha dos Devotos para a
paróquia.
“A Igreja do Bonfim é uma igreja
pública e eles não querem entender isso. Como uma igreja pública, ela funciona
igual a paróquia. Eles não dizem que tem uma Campanha dos Devotos que eles
deviam passar para mim 20% e não passam. Isso está no estatuto deles, que eles
deviam passar 10% para a Arquidiocese e não passam. Isso eles não falam”,
criticou padre Edson Menezes.
A reportagem procurou a Irmandade
logo após o pronunciamento do religioso, mas a entidade disse que não iria se
pronunciar a respeito do ocorrido. O espaço segue aberto.
A declaração do Pe. Edson ocorreu
após a Devoção do Senhor Bom Jesus do Bonfim enviar uma nota ao CORREIO,
afirmando que as mudanças administrativas sugeridas recentemente, que incluem a
decisão pela assinatura da Carteira de Trabalho do padre e limitação deste
quanto ao recebimento das arrecadações financeiras das missas de sextas-feiras
e das caixas laterais da igreja, são adequações para a garantia do
"cumprimento das disposições estatutárias e do Regimento Interno da
Irmandade".
"Desta maneira, para não
permanecer espancando os Estatutos, é que o padre, na condição de empregado da
Devoção, não poderá continuar a receber as coletas de todas as sextas-feiras, e
metade da arrecadação dos dois cofres laterais da Igreja, já que esse fato
vinha sendo praticado indevidamente, com a permissão das administrações
anteriores em manifesto desrespeito ao Estatuto, chegando a auferir aproximados
R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais) mensais, sem a devida prestação de contas."
Pe. Edson Menezes rebateu a nota
da Irmandade e garantiu que o dinheiro recolhido mensalmente, fruto das coletas
de sexta-feira, é de conhecimento de todos da paróquia. “Aqui na igreja todo
mundo sabe. Eu tenho um conselho econômico que administra essa parte
financeira. Aqui é tudo legal. Eu tenho tudo para mostrar”.
Destino e função do dinheiro
De acordo com o pároco, a quantia
tem como destino o pagamento de despesas relacionadas à pastoral, diáconos e
padres que trabalham na basílica. Ele enfatiza que todos esses pagamentos podem
ser provados com relatórios mensais e contracheques da sua côngrua, valor de 3
a 4 salários-mínimos que recebe da arquidiocese.
Por outro lado, a irmandade alega
que a responsabilidade com os serviços de manutenção da igreja é exclusivamente
sua, classificando como “inverdade” as afirmações do padre quanto a função do
dinheiro das coletas e sua prestação de contas. Para reforçar o seu direito
administrativo sobre o templo, peças e iniciativas ligadas à Basílica do Bonfim,
a entidade resgatou uma manifestação feita por Pe. Edson para fins judiciais,
em outubro de 2019:
"... a Devoção do Senhor Bom Jesus do
Bomfim é a proprietária do imóvel onde está edificada a Igreja do Bonfim, e de
todas as obras, imagens sacro sagradas além de todo o seu acervo de obras
religiosas que guarnece a Igreja. Portanto, é a sua instituição mantenedora
legal, sendo responsável por sua manutenção em geral”.
Sem deixar de identificar o
documento em questão, Pe. Edson diz que reconhece que a Irmandade é
mantenedora, mas nega seu poder sobre o controle de todas as finanças. “Eu
tenho uma ata do dia 10 de junho de 2003, da mesa de ministra da Devoção, que
determina que as referidas coletas de sexta-feira são destinadas para ajudar
nas despesas da igreja, compra de hóstias, livros sacros, ajuda aos pobres,
coletas diocesanas. Então, essa coleta já era destinada [à paróquia]”.
Disputa pelo Projeto Bom Samaritano
Nesta segunda-feira (29), a
Irmandade da Devoção do Senhor Bom Jesus do Bonfim negou que tenha sido Pe.
Edson Menezes o idealizador do Projeto Bom Samaritano, ação comandada pelo
religioso e que promove atividades sociais de formação e doações. Segundo a
entidade, “o verdadeiro idealizador desse projeto foi o falecido ex-Reitor,
Monsenhor Walter Pinto de Andrade, de saudosa memória, o que demonstra de forma
insofismável, uma dentre tantas inverdades proferidas pelo referido Padre
Edson”.
Ainda conforme documento enviado
ao CORREIO, a irmandade ressaltou que tem por objetivo “administrar e ampliar o
Projeto Bom Samaritano, cujos esforços são voltados para o atendimento da
população carente”. Anteriormente, em edital de convocação para reunião marcada
para 19h30 do dia 1º de junho, Jorge Contreiras, empresário que lidera a
irmandade, relacionou 11 pautas para o encontro. Dentre elas, uma determinava o
fechamento da loja do Projeto Bom Samaritano, comandada pelo Pe. Edson Menezes.
Para o pároco da basílica do
Bonfim, a negação da sua autoria no projeto foi motivo de graça. Aos risos, o
padre rebateu a Irmandade. “Essa é uma grande mentira. O Projeto Bom Samaritano
foi criado por mim, tenho ata da criação. Então, é uma perseguição mesmo. Eles
querem é destruir meu trabalho, competir comigo. Eu já disse que não estou aqui
para competir com ninguém, estou aqui para trabalhar e desenvolver as minhas
atribuições de padre, que são diferentes das deles”, frisou.
Ainda de acordo com Pe. Edson
Menezes, toda a polêmica é motivada por ciúmes. “O que eles querem é tirar
todos os meus poderes, porque eles têm ciúmes do trabalho que eu faço, da
credibilidade que eu tenho na cidade. Quem vem no Bonfim, me conhece. Como eles
não vêm ao Bonfim, eles não me conhecem. O povo de Salvador sabe da minha
idoneidade, conhece o conteúdo do meu discurso. Eu defendo as minorias, eu
tenho grande respeito pelo pessoal do candomblé, eu sou negro. Tudo isso
incomoda”, apontou.
Repercussão
Diante dos desdobramentos do caso
envolvendo o Pe. Edson Menezes e a irmandade, a Arquidiocese de Salvador emitiu
nota, sem citar nomes, em que comunica que “continua a envidar os esforços para
o esclarecimento e a superação das dificuldades que têm sido levantadas”,
“promovendo o diálogo respeitoso e fraterno”.
Já os fiéis que frequentam a basílica do Bonfim têm uma
manifestação em apoio ao padre marcada para 9h40 desta quarta-feira (31), na
praça do Bonfim.
Relembre outras polêmicas envolvendo o catolicismo baiano
Ex-pároco da Igreja da Lapinha,
José de Souza, mais conhecido como Padre Pinto, foi pivô de inúmeras polêmicas
envolvendo o catolicismo baiano. Falecido em 2019, era artista plástico e
bailarino por formação e dividiu opiniões ao rezar uma missa vestido com trajes
culturais dos povos indígenas e com roupas características dos devotos do
candomblé, em 2006.
Numa das missas da Festa de Reis,
se vestiu de Oxum, orixá das águas doces, o que gerou sua remoção da paróquia
da Lapinha após mais de duas décadas, depois que um grupo de fiéis pediu a sua
saída. “Eu não quero sair daqui. Eu quero morrer aqui, no altar”, disse,
respondendo a uma carta dos fiéis incomodados.
O caso também envolveu o então
arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, Dom Geraldo Majella Agnelo, que
reprovou a atitude de Padre Pinto. O pároco chegou a dizer que tinha
autorização dos superiores para as performances envolvendo a religião de matriz
africana, mas foi desmentido.
Em outras ocasiões, o Padre Pinto
deu selinho em Caetano Veloso, posou para ensaios, foi a uma boate gay em
Salvador, bebeu tudo o que tinha direito e bombardeou, em diversas entrevistas,
a instituição da qual foi representante por mais de 35 anos, inclusive se
posicionando contra o celibato.
Outro mobilizador da opiniões
polêmicas foi o cardeal Dom Avelar Brandão Vilela, arcebispo da Arquidiocese de
Salvador em 1971, que tomou posse no momento em que o país vivia sob a Ditadura
Militar. Dom Avelar foi criticado e criou celeuma ao manter diálogo com os
militares, participar de conferências e celebrar missas nas comemorações das
Forças Armadas, atitudes evitadas pelos bispos em geral, que buscavam se
distanciar do regime militar.
A ação de Dom Avelar, que colocava o diálogo acima das
ideologias, também não era bem-vista pelos apoiadores do regime. Isso porque
ele também auxiliou famílias de presos políticos, tentou intermediar a
liberação de pessoas capturadas pelos militares e auxiliou parte da Igreja
Católica que fez oposição à ditadura, levando-o a obter a alcunha de
'moderado'.
Fonte: Larissa Almeida*Com a orientação da subchefe de
reportagem Monique Lôbo –Correio da Bahia – 30/05/2023

O empresário Alexandre Santini, ex-sócio do senador Flávio Bolsonaro na franquia da Kopenhagen que foi investigada no caso das rachadinhas, publicou uma mensagem no Instagram sugerindo que um integrante da família Bolsonaro cometeu crimes e poderá ser preso no futuro.
Santini não cita o nome de nenhum Bolsonaro em específico, mas diz não se referir ao ex-presidente. O empresário menciona um pedido de cidadania italiana e a “força política” no Rio de Janeiro. Ele e Flávio estão rompidos.
“Conexão RJ – BSB… A questão é ser ‘HONESTO’, e não ‘Direita ou Esquerda’… Não estou falando de ‘J.B’… Vieram te buscar, mas conseguiu correr… Não adianta tentar escapar, tudo é questão de tempo, pois provas não faltam para seus inúmeros ‘crimes na política’ que vão te levar para a PRISÃO”, diz um trecho da postagem, ilustrada com a foto de um agente da Polícia Federal dentro de um avião.
“Acredite e aceite, no RJ e MP sua ‘força política’ já não é a mesma… Cidadanias italianas ainda não concedidas… Aonde será [sic] suas próximas longas férias, a sua sonhada cidadania não será necessária, tão pouco [sic] seu ‘foro privilegiado’, e terá tempo para refletir sobre seus inúmeros erros. Um conselho: ‘Brasília não é para Amadores’, finaliza Santini.
A publicação foi postada no perfil de Santini no Instagram. A página é restrita para amigos.
Santini foi apontado como o “sócio laranja” de Flávio Bolsonaro na franquia da Kopenhagen que o senador mantinha em um shopping na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. O Ministério Público afirmava que a loja era usada por Flávio para lavar dinheiro no esquema da rachadinha.
A denúncia contra Flávio foi rejeitada pela Justiça do Rio de Janeiro, em maio do ano passado. O Ministério Público apresentou um recurso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), em fevereiro, para tentar retomar as investigações contra o senador.
O empresário não foi localizado para comentar a postagem. As investigações contra Santini também foram encerradas a mando da Justiça.

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino (PSB), realizou o lançamento do Programa Nacional de Segurança Pública e Cidadania 2 (Pronasci II) durante evento realizado no Centro Histórico de Salvador nesta segunda-feira (29). Em discurso, Dino afirmou que, além de reforço aos policiais, o programa também prevê investimentos em outros setores e indicou que a Bahia será “prioridade do governo”.
“O Pronasci traz viaturas, armamentos e políticas preventivas, políticas sociais. A segurança pública não é apenas repressão, a segurança pública envolve desde uma creche até uma atividade cultural e o Pronasci é essa integração. Então nós estamos hoje aqui com viaturas, também com policiais com armamentos para os policiais. Estamos enfatizando que o governador tem disponíveis recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública com uma novidade, a novidade do governador que o senhor pode gastar porque tem mais porque a Bahia é prioridade para o governo federal”, afirmou Flávio Dino.
O ministro reforçou o apoio a atividades culturais, com a abertura de editais específicos, utilizando recursos do Ministério da Justiça, e anunciou que a Bahia irá receber mais uma Casa da Mulher Brasileira, um centro especializado no atendimento às mulheres em situação de violência doméstica.
“A secretária Tamires virá aqui para lançar editais específicos para apoio ao projeto culturais, inclusive no Pelourinho. Finalmente, essa visita é para anunciar que a Bahia vai receber mais uma Casa da Mulher Brasileira, ou seja, mais um instrumento de combate ao feminicídio. A ministra Cida Gonçalves vai, junto com a Secretaria Estadual da Mulher, destinar isso junto com o governo do estado”, disse Dino.
FOCO DO PRONASCI
O ministro explicou que o foco dos investimentos serão nos 163 municípios mais violentos do Brasil, que, segundo ele, representam metade dos casos de homicídio registrados no país. Além disso, Dino afirmou que o Pronasci consiste em cinco eixos: Combate ao racismo, combate ao feminicídio, assistência ao trabalho e educação dos presos, apoio às vítimas de violência e trabalho de capacitação e formação, chamado de Bolsa Formação.
“Nós temos nesse momento uma estratégia baseada em 163 municípios do país que corresponde a metade dos crimes violentos de todos os território nacional. Então esse é o primeiro aprendizado da experiência, focar as ações nesses municípios, muitos dos quais são da Bahia. A segunda missão que marca o Pronasci 2 é o foco em cinco eixos: combate ao feminicídio; combate ao racismo; assistência ao trabalho da educação dos presos e dos egressos para evitar reincidência; o apoio às vítimas de violência; e nós temos o trabalho com capacitação formação que é o chamado bolsa formação”, explicou Dino.
“Então nós temos para este ano no Pronasci, fora os recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública, nós temos mais ou menos R$ 700 milhões neste ano, com Fundo Nacional, nós vamos chegar a mais ou menos R$ 3 bilhões. A Bahia tem hoje já disponível aproximadamente R$ 100 milhões e nós queremos que, após essa visita, o governador apresente projetos para que este valor se amplie rapidamente”, completou.
Fonte: BN -29/05/2023
foto:Ag. Brasil/reprodução
A Polícia Federal (PF) realizou neste sábado (27) uma operação que resultou na prisão em flagrante de um indivíduo por tráfico interestadual de drogas. O suspeito foi detido no aeroporto de Belém, quando tentava transportar 290 quilos de skunk, uma forma concentrada de maconha.
Essa apreensão poderia ser apenas mais uma entre as realizadas diariamente pela PF, porém, o avião em questão pertence à Igreja Quadrangular-PA que, por meio de um comunicado, admitiu ser a proprietária da aeronave apreendida.
Em comunicado, a igreja afirmou ter acionado a Polícia Federal assim que tomou conhecimento do conteúdo ilícito que seria transportado pelo suspeito.
De acordo com informações da PF, a aeronave estava sendo utilizada pelo ex-deputado e pastor Josué Bengtson e por seu filho, Paulo Bengtson, que também é ex-deputado federal e atualmente integra o governo do estado do Pará.
Josué Bengtson é líder espiritual na Igreja Quadrangular no Pará e também é tio e padrinho político de Damares Alves (Republicanos-DF), ex-ministra da Família no governo Bolsonaro (2019-2022) e atualmente senadora pelo Distrito Federal.
A carreira política de Damares Alves foi impulsionada pelas mãos de seu tio: primeiro nos anos 1980, quando Damares foi ordenada pastora da Quadrangular, e após formar-se em Direito e obter a OAB, começou a atuar em outra esfera política e religiosa.
Nos anos 1990, Damares Alves foi trabalhar no gabinete de Josué Bengtson (PTB-PA) - o nepotismo estava começando a ser extirpado da política -, posteriormente, Damares trabalharia em uma série de gabinetes da esfera religiosa, até se tornar ministra da Família e hoje, senadora.
Josué Bengtson, tio de Damares, é o secretário executivo da Igreja Quadrangular do Pará. Sobre a droga encontrada na aeronave, ele e seu filho declararam não ter conhecimento de que o skunk seria carregado na aeronave. d
FONTE: REVISTA FÓRUM/REPRODUÇÃO - 29/05/2023 14h:45
O governo Bolsonaro criou em 2022, por medida provisória, uma linha de microcrédito para pessoas com nome sujo e outra de empréstimos consignados ao Auxílio Brasil. Até a eleição, o banco estatal liberou 10,6 bilhões de reais para 6,8 milhões de pessoas. A aventura eleitoral também custou a queima de reservas da Caixa.
No último trimestre do ano passado, o índice de liquidez de curto prazo, um indicador de risco, chegou ao menor nível já registrado pelo banco, conta reportagem de Amanda Rossi, do UOL. Confira no vídeo acima do Uol/Youtube.
A Polícia Federal (PF) efetuou no último sábado (27), a prisão em flagrante de um indivíduo por tráfico interestadual de drogas. O suspeito foi detido no aeroporto de Belém, quando tentava transportar 290 quilos de skunk, uma forma concentrada de maconha, a bordo de um avião.
Agentes da PF foram informados sobre um carregamento de entorpecentes que tinha como destino a cidade de Petrolina, e agiram prontamente. O responsável pela droga foi abordado antes da decolagem, chegando a tentar fugir, mas foi capturado em seguida.
A carga, que consistia em 290 quilos de skunk, ocupava todo o espaço disponível na aeronave, deixando apenas assentos para o piloto e um passageiro. O forte odor que emanava do avião indicava que a carga já estava presente há horas, aguardando a partida.
Surpreendentemente, o Conselho Estadual da Igreja Quadrangular veio a público assumir a propriedade da aeronave apreendida. Em comunicado oficial, a igreja afirmou ter acionado a Polícia Federal assim que tomou conhecimento do conteúdo ilícito que seria transportado pelo suspeito.
Veja um vídeo de 0:22 no twitter abaixo:
https://twitter.com/i/status/1662517936597225475
Fonte:Revista Fórum - 29/05/2023
foto:reprodução/Ricardo Stuckert Porto Alegre e Brasília — A primeira-dama Rosângela Lula da ...