Confira o que disse a esposa do bombeiro morto por um suposto atentado ao ex- presidente e candidato a presidência do EUA, Donald Trump no último sábado (13) nos EUA. Confira no link abaixo:
terça-feira, 16 de julho de 2024
EUA: Esposa de morto em comício diz que Trump não entrou em contato; Biden, sim
Câmera: Dep. Mário Frias gasta dinheiro público para bancar documentário sobre ex-presidente Bolsonaro
foto:Vinicius Schmidt/Metrópoels
O deputado federal Mario Frias (PL-SP) vem repassando dinheiro público para o diretor de um filme documentário sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A verba, da Cota Parlamentar da Câmara, vai direto para o cineasta que dirige a obra, Doriel Francisco. Nas notas fiscais, no entanto, Mario Frias descreve o repasse como “vídeos para divulgação da atividade parlamentar” e impressão de folders.
O dinheiro é pago para o diretor do documentário por meio de uma cota voltada para despesas “típicas do exercício do mandato”. Ao todo, foram cinco pagamentos em dois meses, somando o valor total de R$ 13.938 destinado para a empresa de Doriel.
Em 20 de junho, por exemplo, Mario Frias pagou com dinheiro público R$ 7.500 ao cineasta. Veja as notas:
As outras quatro notas fiscais chegam a informar como motivo do pagamento à produtora de filmes um serviço distinto, de gráfica. O deputado descreve ter impresso 36.100 folders com o cineasta em um período de 74 dias.
A reportagem tentou contato com o deputado e com o cineasta, mas não obteve retorno. O espaço segue aberto para manifestações.
Fonte: Alan Rios/Metrópoles - 16/07/2024
Eleições 2024: Bruno Reis amplia vantagem para reeleição em Salvador, diz Paraná Pesquisas
Após oscilações positivas, dentro da margem de erro do levantamento do Instituto Paraná Pesquisas, o prefeito de Salvador, Bruno Reis (União), rompeu essa marca e atingiu 67,6% das intenções de voto entre os eleitores da capital baiana. No último levantamento, realizado há pouco mais de um mês, Bruno tinha 64% das intenções de voto.
O principal adversário do prefeito, o vice-governador Geraldo Jr. (MDB) oscilou positivamente dentro da margem de erro de 3,5%. O emedebista agora marca 12,5%, frente aos 11% registrados no mês de junho.

O levantamento, contratado por um consórcio formado entre o Bahia Notícias, a TV Aratu e a rádio Salvador FM, ainda mostra uma oscilação negativa de outros dois candidatos: Kleber Rosa (PSOL), que tinha 3,8% e agora marca 3%, e Victor Marinho (PSTU), que tinha 3,3% e agora tem 2,8%.
O número de eleitores que dizem não saber ou que optaram por não responder também oscilou para baixo: eram 6,4% em junho e agora somam 5,8%. O mesmo foi registrado com brancos, nulos ou que não votariam em nenhum dos nomes: 11,6% em junho e 8,4% em julho.
Fonte:Fernando Duarte/BN - 16/07/2024
PF define próximo alvo na investigação da “Abin paralela”
Investigadores da Polícia Federal já definiram o próximo alvo das operações relacionadas ao inquérito da “Abin paralela”, que apura um suposto esquema de espionagem ilegal de adversários durante o governo Jair Bolsonaro.
Após focar as últimas ações em integrantes da Abin durante a gestão Bolsonaro, a PF pretende agora concentrar as investigações na cúpula da Agência Brasileira de Inteligência escolhida pelo governo Lula.
O foco da PF, segundo apurou a coluna, é apurar um possível “conluio” de diretores da Abin escolhidos por Lula com integrantes da agência durante o governo Bolsonaro para atrapalhar as investigações.
Investigadores querem entender, sobretudo, a atuação de diretores da Abin de Lula para tentar interferir nas investigações sobre o “FirstMile”, software usado pela agência para espionar adversários na gestão Bolsonaro.
A desconfiança com a atual gestão da Abin foi compartilhada pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no STF, e pela PGR em documentos que embasaram a última operação sobre a “Abin paralela”, na semana passada.
Na mesma decisão em que autorizou prisões e buscas e apreensões, Moraes negou o compartilhamento da investigação da PF com a atual corregedoria da Abin para eventual abertura de sindicâncias internas.
Em seu parecer, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, escreveu que compartilhar as informações “não parece recomendável neste momento processual”, diante da “aparente resistência identificada no interior” da Abin.
Fonte: Igor Gadelha/reprodução/Metrópoles 16/07/2024
segunda-feira, 15 de julho de 2024
Salvador: ACM Neto diz que apoio do PDT foi crucial para candidatura de Elmar a presidência da Câmera
fonte:Mauricio Leiro/BN
O apoio do PDT à candidatura de Elmar Nascimento para presidência da Câmara dos Deputados foi classificado pelo vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto, como “muito importante” por ser do campo da centro-esquerda e quem vem “do coração do governo”.
Em conversa com a imprensa na noite desta segunda-feira (15), durante o lançamento do curso "Melhores do Brasil", promovido pela Fundação Índigo e direcionado a agentes públicos, o ex-prefeito de Salvador também comemorou o apoio do PSB ao projeto e destacou que Elmar Nascimento segue dialogando com parlamentares de outras legendas, a exemplo do PCdoB, PV e do próprio PT.
“A candidatura de Elmar não é do União Brasil, ela é uma candidatura ampla, plural, e da Casa [legislativa]. E, consequentemente, ele tem que construir essas pontes, que vão da direita à esquerda, de preferência para que a Câmara tenha um presidente que ajude a tocar essa agenda do país. E para Bahia, em especial, vai ser muito importante ter um baiano na presidência da Câmara dos Deputados e, por isso, o nosso integral apoio”, frisou.
Fonte:BN -15/07/2024
Áudio de Ramagem mostra que Bolsonaro usava Estado para servir sua família, diz colunista
A colunista do UOL Raquel Landim fala sobre áudio do ex-presidente Jair Bolsonaro e Alexandre Ramagem. Veja no vídeo acima no UOL/Youtube de hoje (15).
Judiciário: Juiz pode juntar, de ofício, laudo de outro processo em ação penal, diz STJ

Documento foi inserido de ofício pela magistrada e retirado de outro processo
O juiz que, no curso do processo penal, junta por iniciativa própria um laudo produzido em ação diversa não afronta o sistema acusatório. A prova é lícita e pode ser utilizada na sentença.
Com esse entendimento, a 5ª Turma do Superior Tribunal de Justiça rejeitou ordem em Habeas Corpus ajuizada por um homem acusado de crime de violência doméstica.
A juíza da Vara do Foro Central de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de São Paulo juntou, sem requerimento das partes, um documento produzido na Vara da Família e Sucessões do Foro Central da Capital (SC).
Trata-se de um laudo psicológico realizado nos autos da ação para fixação de guarda dos filhos comuns das partes. A defesa impugnou e o Tribunal de Justiça de São Paulo concedeu a ordem parcialmente, apenas para anular o interrogatório do réu.
Ao STJ, a defesa apontou que o documento deve ser desentranhado dos autos. Por 3 votos a 2, o pedido foi negado.
Pode manter
Prevaleceu a posição do relator, ministro Ribeiro Dantas, seguido por Reynaldo Soares da Fonseca e Joel Ilan Paciornik.
Para eles, a atuação da juíza de solicitar o documento de ofício e incluí-lo na ação é respaldada pelo artigo 156, inciso II do Código de Processo Penal.
A norma autoriza o juiz a determinar, no curso da instrução, ou antes de proferir sentença, a realização de diligências para dirimir dúvida sobre ponto relevante.
“Não há se falar em prova ilícita, porquanto inexistente ofensa à garantia ou princípio constitucional ou mesmo processual. Sendo assim, não cabe se cogitar sobre o desentranhamento da referida prova”, disse o relator.
Prova ilícita
Abriu a divergência e ficou vencido o ministro Messod Azulay, acompanhado da ministra Daniela Teixeira. Para eles, o documento não pode mesmo constar nos autos da ação penal.
Em voto-vista, Azulay destacou que o ordenamento jurídico brasileiro admite o poder probatório do magistrado, desde que preservado o caráter subsidiário e destituído de protagonismo, sob pena de violação ao sistema acusatório.
“Friso que o documento encartado aos autos – estudo psicológico realizado nos autos de ação de para fixação de guarda dos filhos comuns – não se trata de documento ilícito, sendo nulo o procedimento da magistrada que atuou em violação ao artigo 3º-A do Código de Processo Penal”, esclareceu.
HC 868.429
- Fonte: CONJUR/Danilo Vital -15/07/2024
é correspondente da revista Consultor Jurídico em Brasília.
EUA: Trump anuncia senador como candidato a vice que o já chamou de 'perigoso' e 'inapto'
Foto:reprodução
O ex-presidente Donald Trump oficializou a candidatura à Presidência dos Estados Unidos e escolheu o senador James David Vance, de Ohio, como candidato a vice-presidente na chapa que vai disputar as eleições de novembro. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (15) em uma rede social.
“Após longa deliberação e reflexão, e considerando os tremendos talentos de muitos outros, decidi que a pessoa mais adequada para assumir o cargo de vice-presidente dos Estados Unidos é o senador J.D. Vance do grande estado de Ohio”, escreveu Trump na sua própria rede social, a Truth Social.
Segundo as agências de notícias Reuters e Associated Press, o senador J.D. Vance venceu a disputa após Trump descartar outros dois nomes. O do atual governador de Dakota do Norte, Doug Burgum, e do senador Marco Rubio, da Flórida.
Aos 39 anos, o senador J.D. Vance foi eleito para o Congresso em 2022. Na campanha, o parlamentar contou com o apoio de Donald Trump.
O senador, no entanto, foi um crítico do ex-presidente. Em 2016, J.D. Vance chamou Trump de “perigoso” e “inapto” para comandar a Casa Branca. Ele também criticou a retórica racista do republicano e chegou a dizer que “ele poderia ser um Hitler”.
Após conhecer Trump, em 2021, J.D. Vance mudou de ideia e passou a ser um ferrenho defensor do ex-presidente. Eleito em 2022, o senador começou a destacar as conquistas de Trump como presidente.
Autobiografia de sucesso
J.D. Vance nasceu em Middletown, Ohio. Ele entrou para os Marines e serviu no Iraque. Formado pela Ohio State University e pela Yale Law School, o senador também trabalhou no Vale do Silício.
O parlamentar ficou conhecido após publicar a autobiografia “Hillbilly Elegy”, em 2016. A obra ajudava a explicar o apelo de Donald Trump entre o eleitorado americano.
O livro, por sinal, foi bastante elogiado por Donald Trump Jr. J.D. Vance e o filho do ex-presidente são amigos até hoje. Informações do site ICL em 15/07/2024

