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domingo, 29 de junho de 2025

Mundo: Tribunal cancela audiências do julgamento de Netanyahu em Israel após pressão de Trump

                              O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu - 21/05/2025 (Foto: REUTERS/Ronen Zvulun/Pool)

247 - O Tribunal Distrital de Jerusalém cancelou as audiências desta semana no julgamento por corrupção do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, aceitando um pedido apresentado pelo líder israelense com base em alegadas razões diplomáticas e de segurança classificadas como sigilosas. As informações são da agência Reuters. 

A agência não confirmou se uma postagem nas redes sociais do presidente dos EUA, Donald Trump, influenciou a decisão da corte. Trump havia sugerido que o julgamento poderia interferir na capacidade de Netanyahu de participar de negociações com o grupo militante palestino Hamas e com o Irã.

Segundo a decisão judicial, os novos argumentos apresentados por Netanyahu justificaram o cancelamento das audiências.

Netanyahu foi indiciado em 2019 por suborno, fraude e abuso de confiança—acusações que ele nega. O primeiro-ministro afirma que o processo é uma “caça às bruxas” organizada pela esquerda com o objetivo de derrubar um líder de "direita".

Fonte: Brasil 247 - 29/06/2025

Congresso: Decisão que aumentou conta de luz equivale a 6 anos de bandeira vermelha


                                            foto:reprodução


"Foram decisões políticas, súbitas e contrárias a todas as expectativas da população", diz a FNCE sobre o Congresso.


 A Frente Nacional dos Consumidores de Energia (FNCE) confirmou o aumento na conta de luz causado pela derrubada dos vetos presidenciais no Marco Regulatório de Energia Offshore por parte do Congresso. Segundo a entidade, a decisão dos deputados e senadores equivale à decretação da bandeira vermelha patamar 1 na conta de luz por seis anos, além de 19 anos subsequentes com bandeira amarela.

A informação foi dada em resposta a manifestação do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), que tentou negar o impacto da da decisão dos congressistas sobre o gasto com energia. Na sessão de quarta-feira (25), Alcolumbre repudiou “com veemência os ataques levianos” dirigidos ao Congresso após a derrubada dos vetos.

“O objetivo, lamentavelmente, parece ser um só: espalhar o pânico e a confusão entre os consumidores brasileiros, atribuindo ao Congresso Nacional a responsabilidade por um falso aumento da tarifa energética”, declarou.

A FNCE argumenta, em texto publicado em seu site, que Alcolumbre “demonstra o tamanho do desconhecimento do Parlamento acerca dos aspectos técnicos e regulatórios do setor elétrico”.

“Ao contrário do que o senador declarou, as decisões tomadas no Congresso acerca da derrubada dos vetos não foram técnicas, nem tampouco transparentes e muito menos voltadas ao interesse público”, critica a nota.

O projeto de lei 576/2021, que estabelecia o marco regulatório, teve acréscimos feitos por parlamentares sem relação com o tema original ao passar pela Câmara dos Deputados. São os chamados “jabutis”, que atendem a lobbies do setor elétrico e oneram a população.

Congresso

FNCE faz duras críticas ao Congresso

No dia 17, os parlamentares derrubaram oito dos 24 vetos feitos pelo presidente Lula no PL das eólicas “offshore”. Os vetos atingiram a contratação obrigatória de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH’s), usinas de hidrogênio no Nordeste e parques eólicos na região Sul mesmo sem demanda, além da extensão de contratos do Proinfra, o Programa de Incentivos às Fontes Alternativas de Energia Elétrica.

A FNCE apontou que a decisão de senadores e deputados custará aos brasileiros R$197 bilhões até 2050, com aumento aproximado de 3,5% na conta de luz, o que também provocará “impacto no preço dos produtos e serviços, e consequente alta na inflação”.

“Não há como negar a realidade. Foram decisões políticas, súbitas e contrárias a todas as expectativas da população. O aumento do custo da energia será inevitável como demonstram os estudos técnicos, posto que consumidores livres e regulados serão afetados. Não podemos mais normalizar a prática dos jabutis, fielmente descritos na doutrina corrente como ‘contrabando legislativo’, nem aceitar declarações de autoridades sem fundamento técnico consistente”, observa a nota.


Fonte: ICL NOTÍCIAS - 29/06/2025 12h:30

sábado, 28 de junho de 2025

Decisão do STF sobre big techs deixa cenário eleitoral em aberto e corrobora poder do TSE

                                   foto:Reprodução
        


Por Renata Galf

(Folhapress) – Ao estabelecer uma série de novas obrigações para redes sociais e hipóteses em que elas podem ser responsabilizadas pelo conteúdo de terceiros, o STF (Supremo Tribunal Federal) fez uma ressalva em relação às regras eleitorais.

Com isso, segundo especialistas consultados pela reportagem, o resultado do julgamento sobre o Marco Civil da Internet ainda deixa em aberto o cenário de regras que valerão nas próximas eleições, em 2026.

Tal definição envolverá o desenrolar de diferentes fatores. Entre eles: o Congresso aprovar ou não um novo Código Eleitoral -e que trate do assunto-, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) atualizar suas regras sobre propaganda eleitoral e, por fim, a possibilidade de a corte eleitoral definir novos entendimentos a partir de processos que cheguem a ela.

Além disso, a maioria deles entende que a tese aprovada pelo STF corrobora o entendimento de que o TSE tem poder para criar obrigações e ampliar as hipóteses de responsabilização das plataformas.

TSE regula se não houver nova lei

Na tese divulgada nesta quinta-feira (26), o STF afirma que, enquanto não houver nova lei a respeito, o artigo 19 do Marco Civil da Internet deve ser interpretado de forma que os provedores de aplicação –como é o caso das redes sociais– estão “sujeitos à responsabilização civil, ressalvada a aplicação das disposições específicas da legislação eleitoral e os atos normativos expedidos pelo TSE”.

Principal ponto em discussão no julgamento, esse artigo previa que as redes só estavam sujeitas a pagar indenização por um conteúdo postado por terceiro se, após uma decisão judicial ordenando a retirada, mantivessem o conteúdo no ar.

Na tese aprovada, a corte ampliou as hipóteses de exceção a essa regra –que até então incluíam apenas nudez não consentida e violação de direitos autorais. Também criou a obrigação de moderação pró-ativa pelas redes para um rol de temas, prevendo punição em caso de falha sistêmica.

Em 2024, o TSE já tinha aprovado uma resolução mais dura contra as plataformas, prevendo, por exemplo, que as redes podem ser responsabilizadas caso não removam “imediatamente” certas categorias de conteúdo, como discurso de ódio, que configurem crimes antidemocráticos e desinformação contra o processo eleitoral.

Sem um gatilho explícito para essa possível responsabilização, não havia clareza no entanto quanto a como essa regra seria aplicada –ou seja, se a lacuna seria completada com o que prevê o artigo 19 do Marco Civil ou não. Passada a eleição, a dúvida seguiu em aberto, já que não chegou a ser alvo de decisão.

Para Fernando Neisser, advogado e professor de direito eleitoral da FGV-SP, a decisão do Supremo foi no sentido de afirmar que a tese aprovada nesta semana se aplica para situações fora do contexto eleitoral e que, nele, valerão as regras eleitorais.

Ele interpreta que, apesar de a tese não afirmar isso explicitamente, ao flexibilizar o artigo 19 em diversas situações e dizer que o TSE edita normas, o STF estaria dando a possibilidade de também a corte eleitoral flexibilizar essas regras.

“A sensação é essa, de que se aponta um caminho de validação da flexibilização do artigo 19 também no campo eleitoral”, diz ele. “Mas, na prática, a gente só vai saber isso um pouco mais adiante”, diz Neisser, listando como variáveis eventual alteração legislativa, atualização de norma pelo TSE ou avanço de jurisprudência da corte sobre o assunto.

Na avaliação de Francisco Brito Cruz, professor do IDP e especialista em direito digital e eleitoral, o STF traçou uma linha de separação com a temática eleitoral. “O que o Supremo está falando é assim: ‘Olha, se o artigo 19 não existe mais, o que vale para o eleitoral é o que tem no eleitoral’. Acho que foi isso que ele quis
dizer”, diz ele.

“[Mas] não quer dizer que a gente saiba qual é o caminho de interpretação. Tem algumas coisas que vão precisar ser conciliadas, na minha opinião, no próximo processo de resolução do TSE”, diz Brito Cruz.

Ele aponta não haver uma previsão de qual seria a punição para as redes em caso de descumprimento das obrigações, por exemplo, e que, independentemente da decisão do Supremo, haveria um outro conflito sobre necessidade de notificação judicial –no caso com a Lei das Eleições– que não estaria superado.

Para André Boselli, coordenador de ecossistemas de informação da ONG Artigo 19, organização que atua na temática de liberdade de expressão, a tese aprovada pelo STF sinaliza um entendimento de que o TSE pode criar novas exceções para responsabilização das redes sociais. E, ainda, que a tese vai num caminho de validação de uma interpretação mais abrangente das regras já aprovadas em 2024.

“Se a interpretação que eu fiz estiver correta, ou seja, o STF reconhecendo que as exceções que a Justiça Eleitoral criou são válidas, são constitucionais, então nada impede que o TSE tenha essa competência, segundo o entendimento do STF, para criar novas exceções”, diz.

Flávia Lefèvre, especialista em direito digital e do consumidor, por sua vez, entende que tanto as regras eleitorais como de defesa do consumidor e de proteção a crianças já criavam um dever de ação das plataformas, que deveriam remover conteúdo preventivamente. Por isso, para ela, o julgamento do STF nem sequer seria necessário para possibilitar que as redes fossem responsabilizadas independentemente de descumprimento de ordem judicial.

Ela considera, assim, que a tese do Supremo só vem “reafirmar o alcance, a eficácia, a legalidade das disposições que o TSE estabeleceu”.

“[A tese] corrobora, confirma, a posição do TSE e o poder que o TSE entende ter na regulação desses temas na época de contexto eleitoral”, diz ela.           


Fonte: ICL NOTÍCIAS - 28/06/2025  


4ª fase da Overclean: Prefeitos de Boquira e Ibipitanga são soltos após pagamento de fiança

 

                                                      Foto: Reprodução / Redes Sociais


Os prefeitos de Boquira, Alan França (PSB), e de Ibipitanga, Humberto Rodrigues (PT), foram soltos no final da tarde desta sexta-feira (27) após pagamento de fiança. Eles haviam sido presos em flagrante durante a Operação Overclean, deflagrada pela Polícia Federal, logo após serem afastados em ação da Controladoria-Geral da União (CGU) e Receita Federal.

 

Embora os prefeitos fossem alvos de mandados de busca e apreensão, eles foram presos por porte ilegal de arma, o que resultou em suas prisões. Os valores pagos pela fiança não foram divulgados, segundo informações do Achei Sudoeste, parceiro do Bahia Notícias no sudoeste baiano.

 

A operação cumpriu 16 mandados de busca e apreensão em Salvador, CamaçariBoquiraIbipitanga Paratinga. As ordens judiciais foram expedidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Além das prisões, o sigilo telefônico do deputado federal Félix Mendonça (PDT) foi quebrado.

 

As investigações apontam que o grupo cobrava propina para liberar emendas parlamentares do deputado.


Em seguida, eles manipulavam licitações para desviar os recursos. O assessor de Félix Mendonça, Marcelo Gomes, é apontado como o operador do esquema e também foi alvo de buscas.



Fonte: Bahia Notícias - 28/06/2025

Futebol: Pesquisa aponta queda do Bahia e avanço do Vitória entre torcidas; diz AtlasIntel


                                              foto:reprodução


Que as torcidas de Bahia e Vitória estão entre as maiores do Nordeste, e também do Brasil, todo mundo sabe. No entanto, um novo levantamento realizado pelo instituto AtlasIntel apontou uma variação frente à última pesquisa — feita em agosto de 2024. O levantamento foi realizado entre os dias 20 e 25 deste mês, em 619 municípios de todo o Brasil. A margem de erro é de 2%.


Na pesquisa divulgada nesta sexta-feira, 28, o instituto AtlasIntel registrou uma queda de 0,4% na torcida azul, vermelha e branca, o que significou a queda de uma posição no ranking de maiores torcidas do Brasil, caindo da 12ª posição para o 13º lugar, com 2,4% das respostas.

Já do lado vermelho e preto, o levantamento foi motivo de comemoração. Se na pesquisa do ano passado o Leão da Barra aparecia na 17ª colocação no ranking de maiores torcidas, o levantamento atual apontou o crescimento de 0,1%, que foi o suficiente para a equipe subir até a 15ª posição, somando 1,7% das respostas — ultrapassando Fortaleza e Ceará, que obtiveram variações de negativas de 0,7% e 0,5%, respectivamente.

Com o crescimento, o Vitória entrou no Top-15 de maiores torcidas do país e diminuiu a distância para o rival Bahia, que em 2024 era de 1,2%, e agora é de “apenas” 0,7% de variação.

Fonte:atardeonline - 28/06/2025

Mundo: Novos ataques de Israel matam pelo menos 60 em Gaza, dizem médicos;Qatar vê chance de trégua

 

                                              foto:Omar Al -Qatta/AFP


Autoridades da monarquia árabe trabalham por cessar-fogo e dizem não querer ver 'outra oportunidade desperdiçada'.


CONFIRA a reportagem completa no link abaixo do site Folha de São Paulo de hoje (28):

4ª fase da Overclean: Cidades baianas ligadas a deputado receberam R$ 50 mi em emendas


                                             Reprodução/Câmara dos Deputados


Três cidades baianas ligadas ao deputado federal Félix Mendonça Júnior (PDT-BA) que foram alvo da Operação Overclean, da Polícia Federal (PF), nessa sexta-feira (27/06), receberam R$ 50 milhões em emendas parlamentares entre 2021 e 2024. Cerca de 20% desse montante, R$ 10,4 milhões, foi indicado pelo deputado do PDT por meio de emendas individuais.

Uma outra parte se refere a emendas do chamado orçamento secreto (R$ 7,4 milhões), emendas de bancada (R$ 992 mil) e de comissão (6,5 milhões), onde não é possível saber o verdadeiro autor das rubricas. Os demais R$ 24,8 milhões restantes foram indicados por outros parlamentares baianos via emenda individual.

Félix Mendonça Júnior não foi alvo de busca e apreensão no âmbito da quarta fase da Operação Overclean, que investiga o desvio de emendas e fraude em licitação. O deputado federal do PDT da Bahia, no entanto, é investigado pela PF por sua relação com os prefeitos afastados, conforme mostrou a colunista do Metrópoles Mirelle Pinheiro. O político nega qualquer irregularidade.

Ao todo, a PF cumpriu, nesta quarta fase da Overclean, 16 mandados de busca e apreensão em Salvador, Camaçari, Boquira, Ibipitanga e Paratinga.

Os prefeitos de Boquira, Alan França (PSB), e de Ibipitanga, Humberto Raimundo Rodrigues de Oliveira, conhecido como Beto (PT), foram afastados do cargo nessa sexta-feira. Além disso, o ex-prefeito de Paratinga Marcel José Carneiro de Carvalho (PT) foi alvo de buscas.

Um assessor do deputado Félix Mendonça Júnior é apontado pela PF como operador do esquema de desvio de emendas e também foi alvo da Overclean. Marcelo Chaves Gomes foi afastado do cargo por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Kassio Nunes Marques.

O núcleo investigado é suspeito de atuar na liberação de emendas parlamentares destinadas aos três municípios baianos, no período de 2021 a 2024, mediante pagamento de vantagem indevida, além de atuar na manipulação de procedimentos licitatórios.

Minha parte é só botar emenda, diz deputado investigado na Overclean


Em conversa com a coluna, Félix Mendonça Júnior afirmou que recebeu com surpresa a informação de que o assessor dele foi alvo de buscas da PF. Num primeiro momento, disse, pensou se tratar “de uma brincadeira de mau-gosto”. Segundo os registros da Câmara dos Deputados, Marcelo Gomes ocupa o cargo comissionado de secretário parlamentar e tem remuneração mensal de R$ 18 mil.

O parlamentar explicou que Marcelo Gomes faz parte da sua equipe política e atua na coordenação de emendas, que, segundo o próprio deputado, são destinadas com base nas cidades em que ele teve mais votos. “Distribuímos as emendas com base nas votações”, declarou, em referência a sua base eleitoral.

Nesse sentido, explicou que conhecia os dois prefeitos afastados na Operação Overclean e acrescentou que eles são da sua base política. “Votam comigo há mais tempo.”

Em relação às emendas, afirmou que nunca soube de qualquer irregularidade e que, desde o início da Operação Overclean, sempre dormiu tranquilo. “A minha parte é só botar emenda. O resto não é comigo”, endossou.

Questionado se recordava de ter indicado emendas de relator (orçamento secreto), emenda de comissão e de bancada para os três municípios alvos da operação da PF, Félix Mendonça Júnior respondeu que não se lembrava. “Devo ter um mix de emendas, um pouco de cada uma. São de 2021 para cá”, declarou.

A assessoria do parlamentar completou, por meio de nota, que o deputado e seu assessor não cometeram qualquer irregularidade. “O deputado ressalta que as emendas para custeio ou investimentos nos municípios são solicitadas por prefeitos ou lideranças, sendo esperado que os recursos sejam aplicados de forma lícita, com a obtenção de ganho exclusivamente político”, informou a assessoria sobre a Overclean.

Orçamento Secreto

Félix Mendonça Júnior chegou a indicar pelo menos R$ 1,5 milhão das emendas de relator, mais conhecida como orçamento secreto, no ano de 2022, para a cidade de Ibipitanga. Essa informação foi consultada pela coluna no sistema Sindorc, da Câmara dos Deputados.

Esse tipo de rubrica ganhou este apelido em razão da baixa transparência sobre critérios e, principalmente, autoria das emendas. Essa prática passou a ser proibida pelo Supremo Tribunal Federal (STF), no fim de 2022.

O orçamento secreto é cercado de escândalos de corrupção, com desvio de emendas e mau uso do dinheiro público. O tema têm implicado parlamentares, assessores deles, prefeitos, secretários e empregados públicos municipais, além de empresários.

Atualmente, o Supremo Tribunal Federal (STF) trava uma batalha com a Câmara dos Deputados e o Senado Federal sobre mais transparência a respeito das emendas parlamentares. O assunto, no entanto, não têm agradado os parlamentares.

Desde o início dessa queda de braço, o Ministério Público Federal (MPF) têm atuado de forma mais ativa, ao realizar uma espécie de blitz para acompanhar o andamento e a execução dos recursos indicados por deputados e senadores.

Investigação em curso


A Operação Overclean apura um esquema de fraude em licitações e desvio de recursos públicos, especialmente de emendas parlamentares. A PF e a Controladoria-Geral da União (CGU) já identificaram mais de R$ 1,4 bilhão em contratos suspeitos, muitos deles ligados ao Departamento Nacional de Obras contra as Secas (Dnocs).

O envolvimento de parlamentares levou o caso ao STF em janeiro deste ano. Com a nova fase da Overclean, a investigação se aproxima do núcleo político do esquema.

Todos os citados na investigação negam participação em irregularidades. A Polícia Federal, por sua vez, mantém sob sigilo a lista completa dos nomes investigados e segue com a análise dos documentos e das movimentações financeiras identificadas pelo Coaf.


FONTE:TÁCIO LORRAN/METROPOLES - 28/06/2025

Mundo: Agência contratada para fazer trilha de Juliana estava banida de parque


                                             Foto: Reprodução / Redes Sociais


A agência responsável pela organização da trilha realizada pela publicitária brasileira Juliana Marins, 26 anos, encontrada morta no Monte Rinjani, um vulcão na Indonésia, estava proibida de operar no parque nacional.

 

Uma lista disponível no aplicativo oficial do parque indicava que a agência Bas Rinjani estava incluída em uma espécie de "lista bloqueados" e não tinha autorização para atuar no local. Um organizador de turismo do parque, que preferiu não se identificar, confirmou que a empresa está impedida de operar.

 

Foto: Reprodução / UOL

 

"Como é possível que uma agência banida ainda consiga levar pessoas ao local? Se nada for feito, um incidente como esse pode se repetir. E, na próxima vez, as vítimas podem ser nossos amigos ou familiares", criticou.

 

Juliana adquiriu o pacote de trekking por meio de uma empresa intermediária, a Ryant Tour. A empresa afirmou que apenas comercializa os pacotes de escalada, enquanto a operação logística, incluindo fornecimento de equipamentos, contratação de guias certificados e obtenção de licenças, é de responsabilidade de agências locais, como a Bas Rinjani.

 

O organizador de turismo entrevistado destacou que a Bas Rinjani deveria ser a responsável por toda a estrutura da expedição. "Não entendemos como essa agência continua operando, já que sua licença supostamente estava suspensa. É uma situação confusa, e esperamos que as autoridades expliquem com transparência", concluiu.

 

Fonte: BN c/as  informações são do UOL.