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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Ao STF: Nove Estados pedem corte nos salários do servidores públicos



                                       O Estado do Rio é um dos peticionários -foto:Blog Fique Informado

Nove estados pediram, por meio de carta enviada ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, a revisão da medida que prevê redução da jornada de trabalho dos servidores públicos com o corte dos vencimentos em caso de frustração de receitas. O pedido foi feito pelos secretários da Fazenda de Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Goiás, Paraná, Ceará, Pará, Alagoas e Mato Grosso do Sul.

De acordo com informações da Folha de São Paulo, o desejo dos secretários é de que o Executivo volte a poder ajustar os limites financeiros dos outros poderes e do Ministério público, casos esses não façam isso.

Os estados enxergam na medida um meio de reajustar suas contas, que sofrem com os gastos de servidores ativos e inativos. A carta foi entregue na última segunda-feira (4). 

fonte:BN/reprodução

Publicitário Nizan Guanaes articula palestra de Obama em Salvador

foto Obama e Nizan/reprodução
O publicitário baiano Nizan Guanaes acaba de confirmar ao Alô Alô Bahia: está articulando a vinda do político norte-americano Barack Obama para Salvador. A ideia é que o ex-presidente dos Estados Unidos ministre uma palestra para a comunidade negra da capital baiana.
O evento está em fase de finalização dos preparativos e, por conta da segurança que envolve todo o processo, a data e o local só serão divulgados nas próximas semanas. 
Nizan está reunindo todas as suas forças e contatos para dar destaque cada vez mais para a Bahia. 

fonte:Rafael Freitas/Correio da Bahia/reprodução

Economia: O perdão bilionário que o presidente Bolsonaro quer dar ao agronegócio

Se passar pelo Congresso, presidente Jair Bolsonaro deve sancionar anistia
foto:© imago/ZUMA Press/O Globo Se passar pelo Congresso, presidente Jair Bolsonaro deve sancionar anistia/reprodução
Desde o resultado das urnas nas eleições de 2018, ruralistas aguardam a promessa do presidente Jair Bolsonaro de perdoar o total das dívidas do setor com o chamado Funrural, a contribuição previdenciária feita por produtores e empreendimentos rurais.
"Estamos juntos nessa briga contra o Funrural", disse o então deputado federal e já pré-candidato à Presidência Jair Bolsonaro em dezembro de 2017.
A dívida retroativa está atualmente em R$ 15,3 bilhões, de acordo com a Receita Federal. Especialistas afirmam que, se colocado em prática, o perdão seria contraditório, principalmente por afetar a já deficitária Previdência Social, que está em discussão para uma reforma que deve ampliar o tempo de contribuição da maior parte dos trabalhadores do país.
Um dos principais argumentos citados por Bolsonaro para aliviar a dívida do campo seria o impacto desse tributo no pequeno produtor rural. No entanto, dados de dezembro de 2018 sobre os endividados que se inscreveram no programa de refinanciamento do Funrural (hoje conhecido pela sigla PRR) mostram que apenas 1% do valor total da dívida é de produtores rurais individuais, sem inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ).
Gigantes do agronegócio, principalmente frigoríficos e empresas de alimentos, são os maiores devedores. Além da falta de pagamento em dia, parte dessas grandes corporações tem mais uma coisa em comum: acusações ou condenações na Justiça por crimes de lavagem de dinheiro e desvio de dinheiro público, alguns em operações bem ruidosas como a Lava Jato.
Especialistas apontam ainda outro fator de preocupação para um possível perdão: o rombo que isso deve provocar no caixa previdenciário do país, historicamente em déficit e por isso tema de uma profunda reforma que está sendo prometida pelo atual governo.
"Quando falamos de uma contribuição social como a previdência do setor rural (antigo Funrural), há vinculação direta entre a arrecadação e a aplicação dos recursos. Ou seja, se houver remissão (perdão) da dívida, o governo federal terá de realocar outras receitas para cobrir o rombo. Em um momento de discussão sobre a reforma da Previdência Social, que deve aumentar o tempo de contribuição dos trabalhadores, esse movimento se torna ainda mais improvável", explica Ralph Melles Sticca, advogado especializado em agronegócio há mais de 15 anos e professor da FGV Agro.
O risco desse perdão ainda poderia causar uma reação em cadeia de outros setores produtivos do país, afirma Mauro Silva, diretor de Assuntos Técnicos da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita (Unafisco), entidade que apresentou em setembro do ano passado uma ação direta de inconstitucionalidade (ADI) no STF contra a lei que criou o PRR, sucessor do Funrural.
Na ação, que tem a ministra Cármen Lúcia como relatora, a Unafisco critica os últimos dois planos nacionais de refinanciamento de dívidas, e ainda alerta que esses programas já teriam causado um rombo de R$ 175 bilhões nas contas públicas. A Unafisco explica que esse seria o prejuízo da soma de cerca de 40 planos de renegociação de dívidas que o governo aprovou entre 2000 e 2018.
"A Constituição brasileira é clara sobre isso, caso haja um perdão sobre a dívida, é preciso ter dinheiro para substituir. Mesmo que tivesse, isso abriria uma brecha ruim, pois todos os setores poderão pedir o mesmo tratamento. Isso seria o perdão total. Acreditamos que haja um excesso desses programas no país e que muitas grandes empresas deixam de pagar a sua dívida já esperando que o governo permita um refinanciamento posterior", diz Silva.
Na linha de frente da disputa por benesses aos grandes produtores rurais estão parlamentares próximos do governo Bolsonaro. A deputada Tereza Cristina (DEM-MS)foi relatora da Medida Provisória 793 que estendeu o prazo para inscrição no PRR até 28 de fevereiro de 2018. Tereza é ministra da Agricultura do governo Bolsonaro, cargo que chegou a ser cogitado para o deputado Jerônimo Goergen (PP-RS), autor de um projeto de lei (PL 9252/17) que tramita com urgência na Câmara e que prevê o perdão total da dívida do Funrural, com a extinção da cobrança.
Goergen chegou a ser investigado na operação Lava Jato após ser citado em delação do doleiro Alberto Yousseff em 2015. A acusação de que o deputado teria participado do esquema de corrupção que envolvia a Petrobras e a bancada do PP foi arquivada pelo então procurador-geral da República Rodrigo Janot em 2017.
De acordo com o jornal Folha de S.Paulo, a ministra Tereza Cristina é citada em documentos entregues por delatores da JBS em agosto de 2017 como complemento de colaboração premiada à Procuradoria-Geral da República (PGR). Em 2013, quando era secretária do agronegócio em Mato Grosso do Sul, Cristina teria permitido incentivos fiscais à JBS na época que a família dela mantinha negócios com a empresa. A ministra informou ao jornal, em novembro do ano passado, que adotou "políticas de governo” para conceder benefícios fiscais à JBS.

Grandes empresas, grandes dívidas

Da dívida total do Funrural de R$ 15,3 bilhões, um levantamento da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), de 20 de dezembro de 2018, expõe que 2.730 produtores com débitos que somam R$ 3,9 bilhões procuraram o órgão fazendário para inscrição no PRR.
Desse grupo, 372 produtores com cadastro especial no INSS (conhecidos como CEI) somam R$ 39 milhões em débito com a União. O maior devedor da lista é o grupo Tinto Holding, que controla frigoríficos e acumula sozinho uma dívida de R$ 334 milhões. Somando a dívida de todos os produtores com CNPJ o valor chega a R$ 3,88 bilhões, ou 99% do valor total de inscritos para refinanciamento.
Na ADI proposta pela Unafisco contra os refinanciamentos os auditores afirmam que as benesses oferecidas pelo governo historicamente são feitas sem regras rígidas. Citando dados da Receita Federal, a ação Unafisco calcula que "70% dos aderentes aos parcelamentos especiais são empresas com faturamento superior a R$ 150 milhões".
O principal argumento dos auditores é que programas que reduzem ou perdoam dívidas são majoritariamente voltados para grandes companhias, não pequenos produtores.
"O grande interesse nesses casos parte das grandes empresas. Na área rural são os grandes frigoríficos. O pequeno produtor nem teria dinheiro para fazer lobby nas federações ou no Congresso. A alíquota de 1,5% da comercialização da produção não significa muito no final do ano para o pequeno, mas os 2,05% do grande produtor podem chegar a milhões de reais. É este tipo de produtor que reclama", afirma Silva.
Em resposta à DW, a PGFN informou que até o final de 2018 já analisou cerca de R$ 927 milhões em dívidas a serem renegociadas, que foram reduzidas a R$ 363 milhões, menos de 40% do valor devido inicialmente.

Problemas na Justiça

Líder de endividamento entre as solicitações de inscrição no PRR, com R$ 334 milhões em débitos, a Tinto Holding é controladora do frigorífico Bertin. O empresário Natalino Bertin é o principal acionista da empresa. Em setembro do ano passado, Bertin foi alvo de um mandado de prisão expedido pela vara de execuções penais da Justiça Federal em Curitiba após condenação por lavagem de dinheiro em uma das ações originadas pela operação Lava Jato. A pena a ser cumprida é de quatro anos e dois meses em regime semiaberto.
Em 2009 a Tinto Holding se fundiu com o grupo JBS, um dos maiores alvos da operação Lava Jato e também devedor do Funrural. A fusão é investigada por órgãos de controle. O Tribunal de Contas da União (TCU) apontou em 2018 prejuízo de R$ 1,1 bilhão ao BNDES na operação.
Em recuperação judicial desde 2008, a empresa Frigoestrela tem R$ 279 milhões em dívidas com o Funrural e está na segunda posição. O proprietário do frigorífico é ex-deputado federal Etivaldo Vadão Gomes (PP-SP), condenado em segunda instância, no TRF-3, por desvio de verba pública cometido em 1995.
O Frigorífico Margen solicitou renegociação em dívida de R$ 157 milhões e aparece em segundo na lista no PRR. Os sócios Mauro Suaiden e Geraldo Prearo foram presos em uma investigação da Polícia Federal em 2004 que os acusou de lavagem de dinheiro, sonegação de impostos, corrupção em órgãos públicos, falsidade ideológica, apropriação indébita de contribuição da Previdência Social e formação de quadrilha. Os dois foram absolvidos posteriormente. O Margen é uma das empresas alvo da operação Carne Fraca, de 2017, que investiga a prática de adulteração de carnes em frigoríficos do país. Esse caso segue na Justiça.
Suaiden voltou a ser preso em dezembro de 2018 por porte ilegal de armas em Goiás. A Polícia encontrou as armas após fazer uma vistoria em sua causa por causa de ameaças que ele teria feito a uma juíza por não concordar com decisões dela.
De acordo com a PGFN, a JBS foi a principal devedora do Funrural até o final dos anos 2016 e 2017, com débitos que passavam dos R$ 370 milhões. Um dos principais acionistas do grupo, Joesley Batista foi preso na operação Lava Jato em setembro de 2017 por omitir informações em acordo de delação premiada, e também em novembro do ano passado acusado de pagar propina em organização criminosa que atuava na câmara dos Deputados e no Ministério do Meio Ambiente. Em 2015 a empresa devedora recordista foi a Tinto Holding, com R$ 264 milhões a pagar.

A história do Funrural

Criado na década de 1970 sob a Ditadura Militar, o Funrural surgiu como uma cobrança de 2% sobre a comercialização do produtor rural para financiar a previdência do trabalhador do campo. Com a Constituição de 1988, o Funrural foi extinto, mas a cobrança permaneceu, e o valor passou a ser depositado no Regime Geral de Previdência Social, que estabelecia regras diferentes para trabalhadores rurais e urbanos. Nos anos seguintes, as mudanças foram regulamentadas por lei, a nº. 8.212/91 (Lei Orgânica da Seguridade Social) para o agricultor familiar e a nº. 8.540/92 para o empregador rural. Em 2001, a lei nº. 10.256/01 estendeu a incidência para as agroindústrias.
O imbróglio jurídico começou em 2010, quando o STF julgou e deu ganho de causa a um frigorífico que pedia a inconstitucionalidade da lei de 1992. Diversos produtores rurais e empresas agropecuárias acionaram a Justiça para suspender o pagamento do tributo, mas com decisões ainda conflitantes ao redor do país, muitos optaram por depositar os valores em juízo. Outros produtores decidiram por simplesmente deixar de recolher o tributo. Posteriormente, a questão foi decidida favoravelmente aos produtores rurais pessoas físicas que empregam no meio rural, sendo suspensa a execução do dispositivo da lei de 1992 declarado inconstitucional pelo Senado Federal em 2017.
Em março de 2017, porém, o STF julgou novamente a questão, agora sob a égide da lei de 2001, e decidiu que a cobrança é constitucional a partir de então. A maior parte da dívida de R$ 15,3 bilhões foi formada pelos produtores que deixaram de recolher o tributo entre as duas decisões do Supremo.
"O Funrural foi extinto em 1991 com a incorporação do trabalhador rural ao regime geral de Previdência Social, mas os produtores rurais pessoas físicas e jurídicas seguiram recolhendo a contribuição previdenciária sobre a receita bruta da comercialização. A partir de 2001, em decorrência de uma emenda à Constituição Federal de 1988, o tributo deixou de incidir sobre as receitas de exportação, reduzindo substancialmente a contribuição do setor, notadamente exportador. A decisão favorável do STF em 2010 levou muitos produtores à justiça, mas o alcance das novas ações se limitou à cobrança já sob a lei nº. 10.256/01. Por isso a surpresa com a mudança de entendimento do STF em 2017 e o expressivo passivo deixado por aqueles que optaram por não depositar judicialmente os valores", explica o professor Sticca.
Em janeiro de 2018 o presidente Temer sancionou a lei nº. 13.606/18, que além de ratificar as regras para adesão ao PRR, instituído em julho de 2017, reduziu as alíquotas da Contribuição Previdenciária dos produtores rurais pessoas físicas e jurídicas. Tramita na Câmara em regime de urgência o projeto de lei 9252/2017, que pretende perdoar toda a dívida do antigo Funrural, atualmente em R$ 15,3 bilhões.
fonte: Hyury Potter (de Florianópolis)/reprdução 07/02/2019 -16:52min.

Rio: Trecho da Ciclovia Tim Maia desaba pela terceira vez

Ciclovia Tim Maia
foto:Trecho da Ciclovia Tim Maia que desabou no Rio de Janeiro - 07/02/2018 (Salvemos São Conrado/Divulgação)
Um trecho da Ciclovia Tim Maia desabou durante as fortes chuvas que atingiram a capital fluminense na noite de quarta-feira 6. É a terceira vez que isso acontece com a estrutura, inaugurada em 2016 como um dos projetos da Prefeitura do Rio de Janeiro para os Jogos Olímpicos daquele ano. O trecho que caiu fica na avenida Niemeyer, na Zona Sul, que foi fechada nesta quinta-feira, 7, após os impactos do temporal.
A Ciclovia Tim Maia é uma obra de 3,9 quilômetros, com 2,5 metros de largura e realizada pelo consórcio Contemat-Concrejato. Os custos da obra, realizada durante a gestão do ex-prefeito Eduardo Paes (DEM), são estimados em 45 milhões de reais.
O primeiro rompimento da pista aconteceu apenas três meses após a inauguração, em abril de 2016, não resistindo à pressão da ressaca do mar de São Conrado e matando duas pessoas. Na ocasião, o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro concluiu que a ciclovia desabou porque a pista estava apenas encaixada nos pilares – e não presa a eles. Este é trecho é na mesma região do atingido na noite de ontem.
O segundo caso foi a menos de um ano, em fevereiro de 2018, em outra parte da obra, na ligação entre São Conrado e a Barra da Tijuca. Nesse caso, o rompimento também ocorreu após fortes chuvas atingirem a cidade, assim como nesta quarta. Nas duas situações mais recentes não houve mortes.
fonte:Veja online/reprodução

Em Salvador: Ciro é hostilizado por apoiadores de Lula e rebate: ‘Estou solto’


foto:Ciro Gomes discursa na Bienal da UNE em Salvador (Rodrigo Daniel/Bahia Notícias/.)

O candidato do PDT à Presidência em 2018 Ciro Gomes foi hostilizado em Salvador nesta quinta-feira, 7, durante evento da União Nacional dos Estudantes. Enquanto dizia que o jovem não devia ser obrigado a defender corrupção, foi chamado de “corrupto” por um militante da plateia. “Não sou, não. Eu estou solto. Eu sou limpo. O Lula está preso, babaca”, retrucou, repetindo as palavras de seu irmão, Cid Gomes, que, ainda no segundo turno, ofendeu um militante petista em evento no Ceará.
Nesse momento, as vaias do público reunido na Universidade Federal da Bahia abafaram as palmas vindas dos apoiadores do ex-governador cearense. Parte do público pedia “Lula livre”. Ciro também disse que a esquerda foi “humilhantemente derrotada” nas eleições.
“Desculpa, não sou eu que condenei o Lula. Não está na minha mão liberar Lula. Eu avisei que se a direita ganhasse as eleições, o Lula ia ficar encarcerado por muito mais tempo. Todo mundo pode vomitar paixão que quiser, mas enquanto a gente ficar assim, acreditando em minorias ínfimas, esmagadoramente derrotados que fomos… companheiros, nós fomos humilhantemente derrotados pro essa estratégia. Insistir nela afunda o Brasil”, disse, antes de encerrar seu discurso.

Campanha

Os atritos entre petistas e Ciro Gomes vêm desde a última campanha eleitoral, quando o partido do ex-presidente Lula articulou politicamente para impedir alianças do ex-ministro com outros partidos de esquerda, como o PSB e o PCdoB. No caso dos socialistas, o PT chegou a vetar a candidatura da deputada Marília Arraes a governadora de Pernambuco apenas para que o PSB ficasse neutro na disputa presidencial, sem apoiar nem Ciro nem Fernando Haddad (PT).
Após a prisão de Lula em abril de 2018, líderes políticos da esquerda defenderam a união das legendas em torno de um único nome. Como o PDT não abria mão da candidatura de Ciro Gomes nem o PT de defender a postulação de Lula, posteriormente barrada pela Justiça Eleitoral, essa união não aconteceu.
Os petistas chegaram a convidar Ciro para concorrer a vice-presidente na chapa de Haddad, mas ele não aceitou e a posição acabou com Manuela D’Ávila (PCdoB). No segundo turno, ressentido politicamente com a disputa da primeira etapa, o ex-ministro não fez campanha para o petista contra Jair Bolsonaro (PSL). Em um ato de campanha, quando pedia autocrítica à militância do PT, o senador Cid Gomes (PDT-CE) se desentendeu com os apoiadores de Haddad, usando a frase agora repetida pelo irmão.
Fonte:VEJA/ 07/02/19 -14:21MIN.

Integrantes da Bamor são presos após agredirem torcedor do Vitória

Presidente e integrantes da Bamor são presos após agredirem torcedor do Vitória
Foto: Divulgação PC/reprodução

O presidente da torcida organizada Bamor, Luciano Venâncio, e mais quatro integrantes da entidade, identificados como Sérgio Soares Brandão, Tiago Tiburcio dos Santos, Matheus Pires Castro e George da Silva Mata 35,  foram presos na noite da última quarta-feira (6), em São Sebastião do Passé, acusados de agredirem Abimael Ammon Nascimento, de 21 anos. De acordo com informações da Polícia Militar, os membros da organizada seguiam para acompanhar a partida do Bahia contra o Atlético-BA, em Alagoinhas. Ao avistarem a vítima, que estava caminhando pela BR 110, e vestia uma camisa do Vitória, o grupo desceu de um veículo Hyundai IX-35, de placa NYH 7040, e agrediram o rapaz com murros e pontapés e em seguida deixaram o local. 

Após sofrer a agressão, a vítima registrou um boletim de ocorrência na delegacia de São Sebastião de Passé. Os membros da Bamor foram localizados pelo Pelotão de Emprego Tático Operacional da da 95ª Companhia Independente da Polícia Militar e foram conduzidos para a unidade policial do munícipio. 

“Recebemos informações pelo Centro Integrado de Comunicações (Cicom) sobre uma ocorrência de espancamento de um jovem praticado por cinco torcedores que estavam no veículo Hyundai IX 35, prata, placa policial NYH 7040, uniformizados com as vestimentas da torcida organizada do Bahia”, disse o tenente Hélio Nery da 95ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM/Catu) que comandou a ocorrência.

Com os integrantes da Bamor, foram localizadas duas facas tipo peixeira. A vítima foi encaminhada para o Hospital Municipal de São Sebastião do Passé e sofreu escoriações nas pernas, braços, nádegas e cabeça.  “Abimael contou na delegacia, após identificar os autores, que eles tentaram o atropelar e, em seguida, passaram a agredi-lo exigindo que entregasse a camisa do Vitória, também de torcida organizada (Os Imbatíveis), que ele vestia no momento da ação”, relatou o tenente.

Os integrantes da Bamor foram autuados por lesão corporal, formação de quadrilha e seguem à disposição da Justiça.
'Queriam matar', diz parente de torcedor agredido por grupo da Bamor

Vítima ficou com ferimentos em várias partes do corpo | Foto: Arquivo pessoal/reprodução

"A gente não consegue entender o porquê desta crise", diz presidente do Sindimed sobre o Planserv


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foto:reprodução BNews
Nesta quarta-feira (6), o Sindicato dos Médicos da Bahia (Sindimed-BA) anunciou a paralisação de todos os profissionais nos atendimentos relacionados ao Planserv, o plano de saúde dos servidores públicos estaduais. A paralisação não atinge os casos de urgência e emergência.
A categoria reivindica do estado o reajuste da tabela de honorários médicos pelo Planserv, o fim da política de cotas financeiras e o pagamento dos honorários diretamente aos médicos, sem a intermediação dos hospitais. Em nota, o sindicato diz que as discussões com o Planserv não avançaram, embora as negociações se arrastem desde dezembro do ano passado.
Em entrevista ao apresentador José Eduardo, na manhã desta quinta-feira (7), na Rádio Metrópole, Ana Rita de Luna Freire Peixoto, presidente do Sindimed-BA, afirmou não entender as dificuldades do plano para não atender aos pleitos da categoria. "A gente não consegue entender o porquê desta crise, visto que o próprio usuário financia plano com 80% do custo e o Estado financia 20%.
Mesmo assim, a gente tem notícia de uma regressão do percentual do seu aporte. Como é que o plano é superavitário e eles se recusam a fazer ao menos o reajuste da tabela? A não atualização das tabelas do Planserv faz com que os avanços tecnológicos da medicina não sejam atualizados em seus procedimentos. Por exemplo, colegas meus da urologia que disseram que não faz parte do rol alguns procedimentos mais avançados no caso do câncer urológico. Isso também é uma desassistência", critica a dirigente.
Em nota divulgada nesta quarta (6), o Planserv informou que mantém relação contratual apenas com as entidades de saúde como clínicas, hospitais e laboratórios, não possuindo nenhum vínculo com profissionais de saúde registrados como pessoa física. "O Planserv informa que adotará todas as medidas cabíveis para que sejam cumpridos os contratos com as entidades de saúde, garantindo o atendimento aos beneficiários, sem nenhum custo extra”, diz o órgão estadual.
fonte:BNews

Bahia: divulgado resultado do teste de aptidão física do concurso da PC

[PC-BA: divulgado resultado do teste de aptidão física do concurso]
imagem:reprodução

O resultado provisório do teste de aptidão física do concurso da Polícia Civil da Bahia foi publicado nesta quarta-feira (6), no Diário Oficial do Estado. O resultado também está disponível no Portal do Servidor e no site da organizadora, a Fundação Vunesp. 
Interessados em fazer interposição de recurso devem realizar o procedimento diretamente no site da Vunesp, https://www.vunesp.com.br/

no prazo de dois dias úteis, a contar desta quarta. O teste faz parte da quarta etapa do certame. 
Também está disponível o resultado do julgamento dos candidatos que fizeram interposição ao resultado provisório da terceira etapa, exames biomédicos nos dias 14 e 15 de janeiro, em atendimento à recomendação do Ministério Público da Bahia (MP-BA). O resultado pode ser encontrado no site da Vunesp e no Portal do Servidor.

fonte:BNews c/adaptações