• Praça do Feijão, Irecê - BA

quinta-feira, 30 de maio de 2019

Previdência: Dep. baiano apresenta emenda para tirar professores da reforma


Proposta de Bacelar retira professores da reforma da Previdência
foto:reprodução

Para manter direitos dos professores, o deputado federal deputado Bacelar ( Podemos-BA) apresentou, na quarta-feira (29), uma emenda ao texto da reforma da Previdência do governo Bolsonaro. A proposta do parlamentar mantém o atual modelo de aposentadoria dos docentes, que prevê idade mínima de 55 anos e 30 anos de contribuição para os homens e 50 de idade e 25 anos de trabalho para as mulheres.
“Pela proposta de Bolsonaro, professores e professoras das redes pública e privada só poderão se aposentar aos 60 anos de idade. Além disso, todos deverão contribuir por, pelo menos, 30 anos, ou seja, só aumentou o tempo de trabalho e de contribuição. As mulheres serão as mais prejudicadas porque terão dez anos a mais na jornada. Precisamos evitar esse prejuízo para a categoria”, disse o deputado.

A proposta de Bacelar contou com o apoio de 200 parlamentares, em uma demonstração de que parte expressiva da Câmara está preocupada com a valorização dos professores. “ Ter conseguido apresentar esta emenda foi uma vitória. Muitos deputados estão resistentes, principalmente, da base governista, mas conseguimos mostrar que os professores já têm uma rotina de trabalho exaustiva e não podem ser ainda mais prejudicados. Agora é trabalhar para que o texto seja aprovado”, finalizou Bacelar.
fonte:Calila notícias 30/05/19 -21h:29min.

Em SP: Países que investirem em educação e criatividade serão os bem-sucedidos, diz Obama












O que une Brasil e Estados Unidos? Para Barack Obama, 44º presidente norte-americano, é a grande diversidade dentro das fronteiras de ambos os países. “A maior força dos dois países é a diversidade. É incrível a criatividade e inovação que conseguimos ao juntar pessoas de diferentes experiências e vivências”, afirma. O ex-presidente americano falou por cerca de uma hora. Dentre os assuntos, educação, o futuro do trabalho e, claro, diversidade. “Quanto mais pessoas você conseguir incluir, maior o seu pool de talentos. Se negros e mulheres não forem incluídos, você não está aproveitando todo o talento disponível.” Cordial, Obama falou “boa tarde” em português, afirmou que o Brasil é um dos lugares para os quais mais gosta de viajar, e que ouvia Tom Jobim quando namorava Michelle, sua esposa.
Obama ressaltou a importância de equipes diversas. “Sempre precisamos ter mulheres na mesa de decisão. Se sua organização só tem homens que se parecem entre si, está provavelmente perdendo informações”, afirma. “Todo mundo tem seus pontos cegos. Ouvir pessoas diferentes de você te ajuda a tomar melhores decisões, ajuda a ver o mundo com olhos de outras pessoas.”
Apesar dos desafios de seus oito anos na Presidência dos EUA, Obama diz nunca ter se sentido intelectualmente sobrecarregado pelo cargo. “Eu acredito muito que criei uma boa equipe e confiava nela. Você é tão bom quanto a equipe que consegue construir”, diz. “Um bom líder não é quem tem as repostas, eu acho que minha força era ter as perguntas certas. Quando se é presidente, você não pode ser especialista em todos os temas de que tem de tratar, mas precisa fazer as perguntas certas e construir essa equipe.”



Outro aprendizado que a Presidência trouxe, diz Obama, foi a de estar confortável com tomar decisões “com base nas probabilidades”. “Só as questões mais difíceis e que ninguém soube responder chegam ao presidente. Em muitas das minhas decisões, como o ataque ao local onde estava [o terrorista] Osama Bin Laden, ou a tentativa de salvar os bancos da crise [de 2008], eu não podia garantir que dariam certo. Mas eu confiava na minha equipe e no processo que construímos para chegar àquela decisão.”
Citando as similaridades entre os dois países, Obama afirmou que Brasil e Estados Unidos são as duas maiores democracias do continente. Ambas, porém, foram fundadas com base na desigualdade. “A Constituição dos EUA fala que todos são iguais, mas isso não incluía negros, mulheres ou pessoas que não possuíam propriedades. O processo democrático nos permitiu incluir mais pessoas, e quanto mais pessoas incluímos, maior o sucesso que obtivemos”, afirma.
O ex-presidente dos Estados Unidos participou da convenção de varejo Vtex Day, em São Paulo.
Hillary, então secretária de Estado, acompanha missão que matou Osama Bin Laden (Foto: The White House/Divulgação)


















Educação
Durante sua fala, Barack Obama ressaltou a importância da educação e inclusão para que qualquer país tenha sucesso na economia. O ex-presidente afirmou que é preciso criar um sistema educacional que prepare crianças e jovens para o pensamento crítico. “As pessoas querem que os fatos se encaixem nas opiniões que elas já têm”, diz. “Acho que o mais valioso da educação é aprender a habilidade de analisar a realidade, mesmo quando isso é desconfortável e prova que aquilo que eu achava ser verdade está errado.” A escola, diz o ex-presidente dos Estados Unidos, precisa preparar os estudantes não só para absorver informações, mas para analisar criticamente a informação que recebem.

Com a evolução da inteligência artificial, investir em novos modelos de educação se torna ainda mais importante. “As máquinas vão fazer os trabalhos manuais com muito mais eficiência do que os humanos, mas só as pessoas podem ser criativas. Os países que ensinarem suas crianças a serem criativas e a pensar criticamente serão os mais bem sucedidos economicamente”, diz. “Sem investir nas pessoas, é improvável para um país ter sucesso no longo prazo.”
Fazer isso, diz Obama, envolve tomar decisões e passa por investir em educação. “Na Finlândia, os professores ganham tanto quanto médicos, e é muito difícil se tornar professor. Como resultado, é um dos países com a melhor educação do mundo”, afirma. “Se os professores ganham 1/100 do que os banqueiros, isso mostra que você não valoriza educação”.
Desigualdade

Após sair da presidência, Obama tem focado seu trabalho em preparar novos líderes em todo o mundo. “Avaliei que meu maior impacto seria o de inspirar outras pessoas a se envolverem, acho que meu maior impacto é encorajar as pessoas para que se engajem a fazer a diferença”, diz.

Barack Obama contou que, em sua primeira visita ao Brasil, quando ainda era presidente, jogou futebol com crianças em uma favela no Rio de Janeiro. “Lembro de pensar que aquelas crianças se pareciam comigo quando eu era criança. Eu nasci em país que me permitiu crescer, apesar das dificuldades. Acho que é importante trabalhar para dar oportunidades a todos. Isso melhora sua economia, qualifica sua força de trabalho, suas empresas terão mais sucesso.”
Segundo Obama, não é possível alcançar uma “igualdade perfeita”. “Há pessoas que são naturalmente mais talentosas. Acho que ninguém acha ruim que Bill Gates tenha tido sucesso, ele criou coisas incríveis e permitiu toda a computação que temos acesso hoje”, diz. O importante, segundo ele, é criar oportunidades para todos. 
“Temos uma mentalidade que dificulta criar sociedades mais igualitárias, fomos ensinados que o dinheiro é a medida do nosso valor e sucesso, mas precisamos de uma revolução dos valores”, diz. “Eu acredito nos mercados, no capitalismo e na eficiência em criar riqueza, não quero destruir inovação, criatividade e liberdade do sistema de mercado, mas temos que desenhar esse sistema de uma forma que não destrua nossos valores”. Isso, segundo ele, envolve não apenas a desigualdade, mas também questões como sustentabilidade. “Não adianta muito termos ótimos aplicativos e realidade virtual se o mundo real está ficando cada vez mais quentes, o nível dos oceanos continua a subir e não conseguimos respirar.”
Fracasso
“O que me permitiu ser corajoso? Eu falhei antes e sobrevivi. As cicatrizes dos erros são as lições que te dão confiança adiante na vida.” O maior desafio para muitas pessoas, segundo Obama, é o medo do fracasso.

“Quando decidi concorrer à presidência, muita gente me dizia que não era possível ter um presidente afro-americano. E as pessoas tentam te proteger do fracasso. Eu tinha que dizer, até mesmo para a Michelle, que eu ficaria tudo bem se não desse certo.”
fonte:O GLOBO/30/05/19 -20h:44min.

Unime é condenada pelo TJ-BA a indenizar estudante que tinha Fies e era impedida de fazer provas

Unime é condenada a indenizar estudante que tinha fies e era impedida de fazer provas
Foto: Google Street View/reprodução
A Unime foi condenada pelo Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) a indenizar em R$ 15 mil uma estudante que se beneficiava do Fundo de Financiamento Estudantil (FIES) e era impedida de fazer provas. A decisão foi da Quinta Câmara Cível do Tribunal.

De acordo com a autora do processo, que possuía contrato com o FIES em dia com o pagamento, a Unime lhe cobrou mensalidades do curso, enviando cobranças à sua residência. Com o não pagamento, a instituição negativou o nome da estudante na Serasa, e teria negado a realização de provas e outras atividades na faculdade.

Além disso, a autora alegou que cursava uma quantidade reduzida de matérias. A Unime negou as acusações, e interpôs um recurso de apelação, afirmando que a ausência da aluna nas matérias não a exime do pagamento das mensalidades, tendo em vista a disponibilização do serviço, e que jamais a impediu de realizar qualquer atividade.

No entanto, de acordo com uma testemunha colega da vítima, por diversas vezes a aluna se viu obrigada a ter que pedir autorização à diretoria para poder realizar as provas. Outra testemunha relatou que essas dificuldades atrasaram o curso da autora. Ambas as testemunhas concluíram o curso há três anos. A vítima ainda não.

O desembargador Raimundo Sérgio Sales Cafezeiro, relator do caso, declarou a inexigibilidade dos valores cobrados pela instituição, negando o recurso da mesma. Solicitou ainda a retirada do nome da vítima do Serasa, e enquadrou o caso como dano moral indenizável. 

fonte:Bahia notícias - 30/05/19 -20h:29min.

Em Nota: MEC diz que instituições de ensino não podem estimular protestos no horário escolar


A imagem pode conter: 13 pessoas, pessoas sorrindo, multidão e atividades ao ar livre
Protesto hoje em Irecê na praça da prefeitura - foto:Dina Paula reprodução/facebook
O MEC- Ministério da Educação  do governo Bolsoanro divulgou hoje(30) no início da tarde uma NoTa Oficial onde diz que "nenhuma instituição de ensino público tem prerrogativa legal para incentivar movimentos políticos -partidários e promover a participação de alunos em manifestações." Na nota ainda diz que caso a população identifique a promoção de eventos desse cunho que denuncie no sistema de ouvidoria do Ministério.  
Hoje(30) em várias cidades pelo país, os alunos e professores foram as ruas contra os cortes na educação básica e superior feita pelo governo do presidente Bolsonaro. 
Vamos acompanhar e ver os desdobramentos dessa atitude do MEC.
Confira abaixo a  nota divulgada pelo ministério.
NOTA OFICIAL
O Ministério da Educação (MEC) esclarece que nenhuma instituição de ensino pública tem prerrogativa legal para incentivar movimentos político-partidários e promover a participação de alunos em manifestações.
Com isso, professores, servidores, funcionários, alunos, pais e responsáveis não são autorizados a divulgar e estimular protestos durante o horário escolar. Caso a população identifique a promoção de eventos desse cunho, basta fazer a denúncia pela ouvidoria do MEC por meio do sistema e-Ouv.
Vale ressaltar que os servidores públicos têm a obrigatoriedade de cumprir a carga horária de trabalho, conforme os regimes jurídicos federais e estaduais e podem ter o ponto cortado em caso de falta injustificada. Ou seja, os servidores não podem deixar de desempenhar suas atividades nas instituições de ensino para participarem desses movimentos.
Cabe destacar também que a saída de estudantes, menores de idade, no período letivo precisa de permissão prévia de pais e/ou responsáveis e que estes devem estar de acordo com a atividade a ser realizada fora do ambiente escolar.
fonte: Assessoria de Comunicação Social/MEC

Em Israel: Quem é o político linha dura que derrubou a coalizão de Netanyahu

Avigdor Lieberman, quando era ministro da Defesa, em visita a posições do Exército nas colinas de Golan, território sírio ocupado por Israel – 07/08/2018 (Amir Cohen/Reuters)
O Parlamento de Israel aprovou na primeira hora desta quinta-feira, 30, a convocação de novas eleições para setembro, após o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu ter fracassado em suas negociações para formar uma coalizão. O grande nome por trás do impasse foi o do judeu de origem russa Avigdor Lieberman, da direita radical.
Ex-ministro da Defesa e fundador da legenda Israel Nosso Lar (Yisrael Beiteinu), o político linha dura se recusou a participar do governo depois que o partido do premiê, o Likud, prometeu apoiar um projeto de lei que regulamenta a isenção dos estudantes seminaristas judeus ultraortodoxos de servirem nas Forças Armadas.
Seu partido era essencial para que Bibi, como o premiê é conhecido, conquistasse maioria no Parlamento e pudesse resistir às investigações de corrupção e se manter no cargo.
Diante da impossibilidade de formar uma coalizão, Netanyahu decidiu usar a ameaça de convocar novas eleições parlamentares para pressionar Lieberman. A estratégia, contudo, não funcionou, e Israel enfrentará em setembro o segundo pleito em menos de um ano.
Lieberman resistiu a diversas tentativas de convencimento e à pressão de Netanyahu e seus aliados. Para muitos, contudo, a disputa entre os dois políticos é mais motivada pela sede de poder de ambos do que por qualquer questão relacionada a religião. Lieberman também luta por um governo mais secular e por maior apoio à comunidade judaica russa.
O chefe do Israel Nosso Lar parece ter baseado sua política de oposição em um plano de exposição do fracasso do atual premiê. Após o anúncio das novas eleições, acusou Netanyahu de ter traído sua confiança ao tentar convencer os parlamentares de sua legenda a se aliarem ao Likud.
Bibi também saiu ao ataque ao afirmar que seu novo adversário é “agora parte da esquerda”. A acusação é um tanto quanto irônica, já que Lieberman é apontado por muitos como um dos grandes líderes da extrema direita de Israel. Em sua reação, o ex-ministro da Defesa disse que, quem é de esquerda é o próprio Netanyahu – igualmente distante dos ideários socialistas.

Gulag e riqueza

 Avigdor Lieberman, quando era ministro da Defesa, em visita a posições do Exército nas colinas de Golan, território sírio ocupado por Israel – 07/08/2018
Avigdor Lieberman, quando era ministro da Defesa, em visita a posições do Exército nas colinas de Golan, território sírio ocupado por Israel – 07/08/2018 (Amir Cohen/Reuters)
Nascido Evet Lvovich Liberman em junho de 1958 na região da Moldávia (então União Soviética), o político emigrou para Israel em 1978 e mudou seu nome para Avigdor. Seus pai, Lev e Esther, se conheceram em um campo de trabalho forçado (gulag) na Sibéria. O casal foi preso durante o “Grande Expurgo” do regime de Joseph Stalin.
Devido ao histórico de sua família, Liberman foi educado sob forte identidade judaica secular. O político atribui sua personalidade forte e franca à sua juventude na grande comunidade judaica dos anos 1970 na Moldávia.
“Éramos mais ricos, mais instruídos e mostrávamos isso. Os judeus da Moldávia têm essa tendência prática”, disse sobre seu passado.
Lieberman formou-se em Relações Internacionais e Ciências Políticas pela Universidade Hebraica de Jerusalém e ajudou a fundar o Fórum Sionista para Judeus Soviéticos.
Em 1988, começou a trabalhar com Benjamin Netanyahu e, cinco anos depois, tornou-se diretor-geral do partido Likud. Fundou, em 1999, o nacionalista Yisrael Beiteinu, que em hebraico significa “Israel é Nosso Lar”.

Agressividade e corrupção

Sua carreira política, contudo, foi abalada por uma série de polêmicas. Liberman já acusou membros dos partidos árabes do Parlamento de serem “colaboradores do terrorismo” e propôs reduzir o número de árabes que possuem cidadania israelense.
O parlamentar já atacou em diversas ocasiões o governo do Egito, ameaçando o acordo de paz entre Israel e esse país, e incitou o uso ainda maior de violência contra a Palestina.
“Sempre fui controverso porque ofereço novas ideias. Para mim, ser polêmico é algo positivo”, afirmou em 2006.
Em 2001, foi condenado por agredir um menino de 12 anos no assentamento de Nokdim, na Cisjordânia. O russo confessou ter estapeado e ameaçado o garoto porque ele havia batido em seu filho.
Em 2011, Liberman foi acusado criminalmente por fraude, lavagem de dinheiro, quebra de sigilo e coação de testemunhas em um caso envolvendo pagamento de propina a empresários locais, mas foi absolvido em 2013. O político afirma que o julgamento foi parte de uma conspiração contra ele.

Histórico político

Desde as eleições de março de 2015, Lieberman e Netanyahu vêm construindo uma relação política cada vez mais instável e conflitante. Durante as negociações para a formação de governo, após o pleito, o russo anunciou que não faria parte da coalizão do Likud, surpreendendo o premiê e deixando-o com apenas uma cadeira de vantagem sobre a oposição.
O político linha dura afirmou ter tomado a decisão em prol de seus princípios e acusou a administração de Bibi de ser “oportunista”, e não “nacionalista”. Antes disso, já havia chefiado os ministérios de Relações Exteriores, Infraestrutura, Relações Estratégicas e Transportes.
Em 2016, ele aceitou retornar ao governo do primeiro-ministro em troca de sua nomeação como ministro da Defesa. Em novembro do ano passado, porém, Lieberman renunciou ao seu posto após um desentendimento sobre a questão palestina.
O impasse começou quando o gabinete do primeiro-ministro assinou um plano de cessar-fogo com o Hamas na Faixa de Gaza, depois de conflitos na fronteira que resultaram em oito mortes. Lieberman afirmou que a medida significava “render-se ao terrorismo” e retirou o Israel Nosso Lar da coalizão mais uma vez.
Desde então, o discurso do judeu russo se tornou cada vez mais agressivo e recriminador. Ele baseou sua campanha eleitoral de abril em políticas nacionalistas e antipalestinas, acusando Netanyahu de não tratar a questão de forma enérgica o suficiente.
fonte:Veja.com 30/05/19 -15h:43min.

Bahia: Prefeitura de Ibotirama abre seleção com 197 vagas para nível fundamental, médio/técnico e superior

Resultado de imagem para cidade de ibotirama
foto:chapada News/reprodução
A prefeitura de Ibotirama (distante a 663 Km de Salvador) divulgou o edital para o processo seletivo destinado a contratação de 197 candidatos de níveis fundamental, médio, técnico e superior, com remunerações de R$ 998 a R$ 6 mil.
As inscrições poderão ser feitas até o dia 28 de junho, por meio do site da empresa Caetanno, organizadora pelo certame. A prova está prevista para ser aplicada no dia 28 de julho, às 14h.
Os profissionais vão atuar em jornadas de 20h a 40h por semana e em regime de plantão, de acordo com o cargo pretendido. 

Salvador: Notificações por excesso de velocidade têm redução de 38%

Avenidas Oceânica e Paralela são as que mais registraram ocorrências - Foto: Felipe Iruatã | Ag. A TARDE
Avenida Oceânica no trecho do Clube Espanhol/Farol da Barra foto:reprodução

O número de notificações por excesso de velocidade em Salvador teve uma redução de cerca de 38%, quando comparado os quatro primeiros meses de 2019 e 2018. A pesquisa realizada pela Superintendência de Trânsito de Salvador (Transalvador) registrou 97.019 notificações por esse tipo de infração, enquanto que em 2018, esse número chegou a 157.428.
A infrações são fiscalizadas por 183 equipamentos eletrônicos distribuídos em diversas vias da cidade. As penalidades variam de acordo com o nível de excesso da velocidade e as multas vão de R$ 130,16 a R$ 880,41.
A avenida Oceânica, no trecho do Clube Espanhol, sentido Farol da Barra, e a marginal da Avenida Luiz Viana Filho (Paralela), no sentido rodoviária, após a terceira saída do Centro Administrativo da Bahia (CAB), são as vias com maiores registros de excesso de velocidade.
Os trechos com menos registros de infrações desse tipo, estão situados na Avenida Afrânio Peixoto (Suburbana), na altura estação ferroviária de Periperi, no sentido Calçada, e na Avenida Vasco da Gama, na via exclusiva de ônibus, no sentido Lucaia. Informações do site de atardeonline.

Em Irecê: Estudantes e professores voltam as ruas contra cortes na Educação

Praça da prefeitura - Irecê
Av. Aurelio José Marques -centro -Irecê
                                               


O ato contra os cortes no orçamento das universidades e institutos federais pelo Ministério da Educação reuniu centenas de pessoas  em Irecê, na manhã desta quinta-feira (30). A  concentração foi em frente a praça do BB. Os  manifestação saíram por volta das 9h, percorrendo as principais ruas do centro, encerrando por volta das 11h:30min na Praça da prefeitura.

No ato, participaram estudantes da rede pública estadual, como o colégio Modelo, CETEP, IFBA, UNEB, e alunos do 3º ano de algumas escolas da rede privada, bem como professores das instituições, APLB, e sindicatos.

Manifestantes levaram cartazes e gritaram palavras de ordem contra os cortes realizados pelo  governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL), bem como críticas ao posicionamento do governo Rui Costa(PT) quanto a greve dos professores universitários em não negociar e promover cortes dos salários dos docentes, quando os estudantes  gritavam " Rui vigia, para não virar o Bolsonaro da Bahia."