Foi realizada na manhã desta quinta-feira (11), uma coletiva de imprensa promovida pela Prefeitura Municipal de Feira de Santana, junto com integrantes da Secretaria de Saúde, para transmitir as devidas orientações com relação à varíola dos macacos,já que ontem (10), o primeiro caso foi confirmado na cidade.
Em entrevista ao Programa Acorda Cidade, o prefeito Colbert Martins, informou que uma portaria será baixada ainda nesta sexta-feira (12), obrigando que a população volte a fazer o uso da máscara, desta vez, para evitar a transmissão da varíola dos macacos.
“Aqui em Feira de Santana, nós iremos colocar a imposição do uso da máscara em todos os ambientes públicos, em todos os ambientes fechados, em transporte coletivo, supermercados, porque o objetivo é impedir a transmissão e claro, ajudar na proteção individual porque ainda não temos vacinas. Ainda na manhã de hoje, terei uma nova reunião com a equipe de epidemiologia da Secretaria de Saúde, e devemos ter este decreto ainda editado e publicado a partir de amanhã”, explicou.
De acordo com o prefeito, o município de Feira de Santana, ainda possui três casos suspeitos aguardando o resultado final.
“Do que nós já temos de informação, é que um caso foi dado como positivo, três casos suspeitos e dois foram descartados. É absolutamente fundamental que haja o isolamento, porque existe um prazo para esta transmissão, cerca de 6 até 16 dias, mas o isolamento é importante para evitar a transmissão da doença”, concluiu.
O caso de varíola dos macacos que já foi confirmado na cidade é de um jovem de 29 anos. De acordo com o prefeito ele foi até uma unidade de saúde para fazer um outro exame e houve a suspeita. Desta forma, ele foi encaminhado para realização do teste.
A Universidade Federal da Bahia (UFBA) foi uma das instituições que participaram da leitura da "Carta às brasileiras e aos brasileiros em defesa do Estado Democrático de Direito", na manhã desta quinta-feira (11). Lançada em São Paulo pouco antes, às 10h, a carta contou com a adesão de mais de 959,2 mil pessoas e a assinatura de 414 entidades.
Ao executar o ato, o reitor João Carlos Salles, o vice-reitor Paulo Miguez e os professores Eduardo Mota e Olival Freire Jr relembraram a missiva que inspirou a iniciativa tocada agora pela Faculdade de Direito da Universidade do Estado de São Paulo (USP).
Na primeira experiência, tocada pelo professor Goffredo da Silva Telles Junior, em 1977, o país atravessava uma Ditadura. A carta denunciava a ilegitimidade do então governo militar e o estado de exceção.
A carta de agora alerta ao povo sobre a necessidade da manutenção do estado democrático de direito e acerca das ameaças golpistas que cercam o processo eleitoral.
O texto da carta ressalta, dentre outros pontos, a segurança das urnas eletrônica, das carências e desigualdades nacionais, bem como os pleitos em prol da atenção à diversidade.
"Ao invés de uma festa cívica, estamos passando por momento de imenso perigo para a normalidade democrática, risco às instituições da República e insinuações de desacato ao resultado das eleições", indica um trecho, que refuta retrocessos autoritários.
Em uníssono, os representantes bradaram: "Estado Democrático de Direito Sempre".
Uma vaca em uma farmácia. A situação curiosa foi flagrada em Cristópolis, na Bacia do rio Grande, Oeste baiano. Segundo o Noticias da Lapa, o fato foi notado pelas câmeras de segurança do local. A vaca entra e logo se deita no meio das prateleiras com produtos.
O animal só é retirado momento depois de um homem entrar no local, laçar o bicho e retirá-lo da farmácia. Uma outra pessoa ajudou na retirada do veículo.
A carta já foi assinada por 942.070 pessoas e remete a ato semelhante realizado em agosto de 1977, quando houve uma forma de protesto contra a ditadura militar que afligia o país no período.
O documento começou a receber apoio em 26 de julho. Entre os signatários estão políticos, entidades sindicais, empresários, professores, artistas e demais cidadãos.
Na quarta-feira (10/8), artistas divulgaram um vídeo recitando a carta. Entre as personalidades, estão Fernanda Montenegro, Marisa Monte, Anitta, Juliette, Seu Jorge, Caetano Velloso, Wagner Moura e Gal Costa.
Fernando Haddad Fábio Vieira/Metrópoles
Carta pela democracia é lida em ato na USPFábio Vieira/Metrópoles
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Carta pela democracia é lida em ato na USPFábio Vieira/Metrópoles
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Leia a íntegra do texto:
Em agosto de 1977, em meio às comemorações do sesquicentenário de fundação dos Cursos Jurídicos no País, o professor Goffredo da Silva Telles Junior, mestre de todos nós, no território livre do Largo de São Francisco, leu a Carta aos Brasileiros, na qual denunciava a ilegitimidade do então governo militar e o estado de exceção em que vivíamos. Conclamava também o restabelecimento do estado de direito e a convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte.
A semente plantada rendeu frutos. O Brasil superou a ditadura militar. A Assembleia Nacional Constituinte resgatou a legitimidade de nossas instituições, restabelecendo o estado democrático de direito com a prevalência do respeito aos direitos fundamentais.
Temos os poderes da República, o Executivo, o Legislativo e o Judiciário, todos independentes, autônomos e com o compromisso de respeitar e zelar pela observância do pacto maior, a Constituição Federal.
Sob o manto da Constituição Federal de 1988, prestes a completar seu 34º aniversário, passamos por eleições livres e periódicas, nas quais o debate político sobre os projetos para país sempre foi democrático, cabendo a decisão final à soberania popular.
A lição de Goffredo está estampada em nossa Constituição “Todo poder emana do povo, que o exerce por meio de seus representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição”.
Nossas eleições com o processo eletrônico de apuração têm servido de exemplo no mundo. Tivemos várias alternâncias de poder com respeito aos resultados das urnas e transição republicana de governo. As urnas eletrônicas revelaram-se seguras e confiáveis, assim como a Justiça Eleitoral.
Nossa democracia cresceu e amadureceu, mas muito ainda há de ser feito. Vivemos em país de profundas desigualdades sociais, com carências em serviços públicos essenciais, como saúde, educação, habitação e segurança pública. Temos muito a caminhar no desenvolvimento das nossas potencialidades econômicas de forma sustentável. O Estado apresenta-se ineficiente diante dos seus inúmeros desafios. Pleitos por maior respeito e igualdade de condições em matéria de raça, gênero e orientação sexual ainda estão longe de ser atendidos com a devida plenitude.
Nos próximos dias, em meio a estes desafios, teremos o início da campanha eleitoral para a renovação dos mandatos dos legislativos e executivos estaduais e federais. Neste momento, deveríamos ter o ápice da democracia com a disputa entre os vários projetos políticos visando convencer o eleitorado da melhor proposta para os rumos do país nos próximos anos.
Ao invés de uma festa cívica, estamos passando por momento de imenso perigo para a normalidade democrática, risco às instituições da República e insinuações de desacato ao resultado das eleições.
Ataques infundados e desacompanhados de provas questionam a lisura do processo eleitoral e o estado democrático de direito tão duramente conquistado pela sociedade brasileira. São intoleráveis as ameaças aos demais poderes e setores da sociedade civil e a incitação à violência e à ruptura da ordem constitucional.
Assistimos recentemente a desvarios autoritários que puseram em risco a secular democracia norte-americana. Lá as tentativas de desestabilizar a democracia e a confiança do povo na lisura das eleições não tiveram êxito, aqui também não terão.
Nossa consciência cívica é muito maior do que imaginam os adversários da democracia. Sabemos deixar ao lado divergências menores em prol de algo muito maior, a defesa da ordem democrática.
Imbuídos do espírito cívico que lastreou a Carta aos Brasileiros de 1977 e reunidos no mesmo território livre do Largo de São Francisco, independentemente da preferência eleitoral ou partidária de cada um, clamamos as brasileiras e brasileiros a ficarem alertas na defesa da democracia e do respeito ao resultado das eleições.
No Brasil atual não há mais espaço para retrocessos autoritários. Ditadura e tortura pertencem ao passado. A solução dos imensos desafios da sociedade brasileira passa necessariamente pelo respeito ao resultado das eleições.
Em vigília cívica contra as tentativas de rupturas, bradamos de forma uníssona:
Faltando 51 dias para a
realização das eleições gerais de 2022, somos impulsionados a destacar que além
do exercício do voto, a importância da ida às urnas no dia 02 de outubro
assinala um compromisso com a democracia e com o futuro que queremos para as
próximas gerações.
Nesta quinta-feira (11), a
leitura da “Carta às brasileiras e aos brasileiros em defesa do Estado
democrático de Direito” na Faculdade de Direito da USP em São Paulo, que contou
com mais de 910 mil assinaturas, subscrita de banqueiros a desempregados,
inclusive por policiais e militares, é um marco na história da política
brasileira após a redemocratização.
O atual ocupante do Palácio
do Planalto, nestes 44 meses de um pífio governo, não fez outra coisa a não ser
a ficção da reeleição e atacar a constituição, as instituições, e o mais sério,
promover com suas atitudes um ambiente de incitação à violência política e
desobediência civil, contando com um Congresso omisso e um “orçamento
secreto”.
O ataque que o presidente faz ao sistema eleitoral brasileiro é tão contraditório e pequeno,
que dos 9 pleitos que disputou e foi eleito, 6 foram com as urnas eletrônicas,
e ao questioná-las, coloca em cheque sua própria
legitimidade ao longo de décadas, bem como a de seus filhos que estão no
legislativo.
O desejo é que após esses 4 anos de governo
Bolsonaro, possamos sair mais fortes em defesa principalmente daqueles que vivem
à margem da sociedade, e como bem disse o sindicalista Miguel Torres: “A
democracia é um patrimônio da nação brasileira.”
Jorge Luiz *
Pedagogo pela UNEB/Criador
e editor do Blog Fique Informado
A cidade fica há 474 km da capital baiana -foto:Blog Fique Informado
Acusado de integrar uma facção criminosa de São Sebastião, um foragido da Justiça foi preso em uma operação deflagrada pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). Rodrigo Freire é apontado como o autor de de uma tentativa de homicídio cometida na região, em 2013, e foi capturado na cidade de Irecê (BA).
Conhecido pelo nome de “Tiele”, Rodrigo era procurado desde 2015, após a 30ª Delegacia de Polícia (São Sebastião) desencadear a operação Guerra de Gangues. O homem tem mandados de prisão em aberto pelos crimes de associação criminosa e tentativa de homicídio e foi capturado nessa segunda-feira (8/8).
Após a polícia identificar a identidade do fugitivo, a PCDF montou a operação Tríplice Aliança, que contou com o apoio de policiais civis do Estado da Bahia e de policiais rodoviários federais. As investigações constataram que Rodrigo trabalhava em um cargo na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) da Prefeitura Municipal de Irecê.
Agora, o preso está no Sistema Penitenciário do Estado da Bahia, onde aguarda para ser trazido ao DF.
Famosos costumam ter exigências peculiares na hora de fazer um show. O assessor e empresário Gui Artístico revelou que a sertaneja é uma dessas, a ponto de a transformar em uma "artista chata no mercado".
Em entrevista a um podcast, Gui disse que a cantora tinha o costume de pedir cama de casal no camarim. Na visão dele, essa solicitação é prejudicial principalmente a cidades pequenas, cujas estruturas para shows são geralmente precárias.
Por conta desses pedidos, revela Gui, Paula tem sido preterida para diversos shows no Brasil.
O assessor contou que ela fazia, em média, 30 shows por mês e agora faz 10. E a queda de shows tem, como consequência, a queda de cachê, que saiu do patamar de R$ 4 milhões por mês para R$ 100 mil. Informações do Correio da Bahia em 11/08/2022