A primeira ilha privativa compartilhada do mundo terá como um de seus proprietários o empresário baiano Marcelo Pessoa. Segundo informações obtidas pelo BN Hall, o sócio da Galápagos já era dono da ilha localizada na Baía de Todos-os-Santos e por este motivo garantiu uma cota do negócio inédito.
De acordo com a Exame, a Prime You, empresa especializada no compartilhamento de imóveis e bens de luxo, deu início à venda do local no dia 30 de setembro deste ano. O local possui 5.632 m² compartilhados entre quatro cotistas, com cada um desembolsando 25% do valor total da propriedade e da embarcação. Cada cota tem o valor de R$ 19,69 milhões e garante ao coproprietário o direito de utilizar o imóvel por uma semana a cada mês.
Na ilha, será possível encontrar uma lista de comodidades como uma praia privativa, píer e garagem para a embarcação e heliponto. A residência principal, que será entregue pronta para morar e equipada com aparelhos domésticos, contará com suítes, salas de jantar e de estar, mirante, duas cozinhas e adega climatizada - cada cota terá acesso separado. Piscina, hidromassagem com borda infinita, bar, espaço para fogueira (fire pit), salão de convivência, spa e academia compõem a área de lazer.
Os serviços oferecidos englobam um chef especializado formado na escola Le Cordon Bleu, auxiliares de cozinha, um sommelier, serviços de limpeza e uma tripulação para o barco, composta por um capitão e um assistente. A Prime You também disponibilizará um concierge para atender pedidos especiais, conforme divulgado.
Cada cotista terá que desembolsar R$ 39 mil mensais com custos fixos de manutenção e funcionários. Alimentação e combustível contam como gastos extras a cada visita. A propriedade passará por reforma e estará pronta para uso em junho de 2024.
Profissional atuava no Colégio da Polícia Militar (CPM) da Ribeira. Crédito: Arquivo Correio
Denunciado pela troca de fotos íntimas dos alunos por gabarito de provas, um professor foi demitido do Colégio da Polícia Miliar - JOão Florêncio Gomes, no bairro da Ribeira. As suspeitas são de que o profissional estivesse coagindo os estudantes desde o ano de 2022. Segundo a diretora pedagógica da escola, Ana Carine Morais, o homem atuava como assistente de coordenação e foi desligado da instituição no dia 10 de outubro, por conta das denúncias informais e os boatos que estavam circulando pelos corredores.
Ela informou ainda que a escola está apurando as circunstâncias apresentadas na denúncia e conversando com estudantes para chegar encontrar a verdade por trás da denúncia, não importando qual seja.
Segundo a diretora, um documento para informar o desligamento do profissional será encaminhado para a Secretaria de Educação (SEC).
Ambos os diretores, pedagógico e militar, estão cientes da denúncia e do processo de apuração. “O Corpo de Aluno, que é a sessão que averigua essas questões disciplinares, também já se encarregou de estar junto aos alunos buscando apurar essas questões”, afirma a diretora pedagógica do CPM-Ribeira. “Não existe nenhum tipo de ingerência ou de falta de atenção ou prevaricação com uma situação dessa. Afinal de contas nós nunca estivemos envolvidos numa história. O que tiver que ser comprovado, vai ser”, garantiu.
A SEC foi procurada pela reportagem para se posicionar sobre o assunto, mas até o fechamento desta edição não retornou o contato.
Reprodução: Redes Sociais - Brasileira Karla Stelzer Mendes morta em Israel
O Itamaraty confirmou a morte de Karla Stelzer Mendes, de 42 anos, terceira vítima brasileira dos atentados praticados pelo Hamas no último dia 7 de outubro em Israel.
Karla era uma das brasileiras que estava na rave nas imediações da Faixa de Gaza. O israelense Gabriel Azulay, namorado de Karla, havia sido encontrado morto na última quarta-feira (11/10), em Israel.
Outros brasileiros mortos pelo Hamas
A brasileira, que nasceu no Rio de Janeiro e tinha cidadania israelense, morava no país com o filho de 19 anos, integrante do Exército local.
Além de Karla, outros dois brasileiros que estavam na rave foram encontrados mortos: a carioca Bruna Valeanu, de 24 anos, e o gaúcho Ranani Glazer, de 24 anos.
Bruna Valeanu se mudou para Israel em 2015 e, atualmente, fazia Comunicação e Sociologia/Antropologia na Universidade de Tel Aviv. Ela também foi instrutora de tiro das Forças de Defesa de Israel, entre 2018 e 2020.
Ranani também participava do festival com amigos; todos tentaram se esconder em um abrigo, mas Ranani se perdeu. Horas depois, o corpo dele foi encontrado.
E no sexto dia, Deus criou o homem e a mulher, reservando o sétimo dia para descansarmos e louvá-lo, diz a Bíblia. O sétimo dia é o que os judeus chamam de Sabbath, Dia do Senhor. Israel foi atacado por 3 mil militantes do grupo Hamas no último sábado, apoiados por outros 1.500. Neste, está pronto para invadir a Faixa de Gaza onde vivem 2,3 milhões de palestinos.O ajuste de contas de Israel deveria ser feito com o Hamas. Como o Hamas se esconde em meio aos palestinos de Gaza, o acerto será feito com os palestinos. É uma punição coletiva. O homem desumanizou-se desde sua criação. Só em 2022 foram registrados 55 conflitos em 38 países, sendo que 8 deles são considerados guerras, em que há mais de mil mortes por ano. Por esse critério, o Estado de Israel já declarou guerra a um estado inexistente, o da Palestina. Dito de outra forma: declarou guerra a um povo sem estado, como foram os judeus até ganharem o seu.A idade média dos habitantes de Gaza é 17 anos. Algo como 45% dos moradores de Gaza tem 14 anos ou menos. Metade das mortes em Gaza até agora são de crianças e mulheres palestinas.
O mundo chora os bebês assassinados pelo Hamas em Israel, mas não chora os bebês de Gaza que já morreram sob o efeito de bombas. Israel lançou 6 mil bombas sobre Gaza desde sábado.
A retaliação de Israel matou 1.500 palestinos, um terço deles crianças, e feriu cerca de 6.600, de acordo com levantamento feito ontem pelo Ministério da Saúde do território de Gaza.
Mais de 1.300 pessoas, incluindo 222 soldados, foram mortas em Israel. A maioria das mortes ocorreu em 7 de outubro. Os militantes do Hamas encontrados em Israel foram todos mortos.
Os bombardeios israelenses em Gaza destruíram 11 mesquitas, 90 escolas e 2.835 unidades habitacionais. Outras 1.800 unidades foram danificadas e tornaram-se inabitáveis, afirma a ONU.
A ONU revela ter sido informada por militares de Israel que cerca de 1,1 milhão de palestinos no norte de Gaza deveriam se mudar para o sul do enclave nas próximas 24 horas.
A ordem de evacuação provocou pânico entre civis e trabalhadores humanitários que já lutavam contra os ataques aéreos israelenses e o bloqueio. “É para sua própria segurança”, disseram os militares.
Um porta-voz de ONU respondeu à ordem de imediato:
“As Nações Unidas apelam para que qualquer ordem deste tipo, se confirmada, seja suspensa, evitando o que poderia transformar o que já é uma tragédia numa situação calamitosa”.
A ordem foi confirmada pelo governo de Israel. Na quinta-feira, o número de deslocados em Gaza aumentou em 84.444 pessoas, chegando a 423.378, informou a agência humanitária da ONU.
O embaixador de Israel na ONU, Gilad Erdan, disse à agência de notícias Reuters:
“A resposta da ONU ao alerta precoce de Israel aos residentes de Gaza é vergonhosa. A ONU deveria se concentrar em condenar o Hamas e apoiar o direito de Israel à autodefesa.”
A única central elétrica de Gaza deixou de funcionar na quarta-feira por falta de combustível, desligando tudo, desde luzes a frigoríficos. Grande parte da região carece de água corrente.
O necrotério do maior hospital de Gaza entrou em colapso pois os corpos estão chegando ali mais rápido do que os parentes à sua procura, relata a Associated Press, agência de notícias.
“Não é possível continuar este trabalho” declarou Mohammad Abu Selim, diretor-geral do Hospital Shifa. “Os feridos estão nas ruas. Não conseguimos encontrar uma única cama para eles.”
Quando questionado, ontem, sobre os ataques a civis em Gaza, o presidente de Israel, Isaac Herzog, respondeu agitado:
“Com todo o respeito, se você tem um míssil na sua maldita cozinha e quer atirar em mim, eu devo recebê-lo para só depois me defender? Essa é a situação!”
Um jornalista perguntou a Herzog por que acreditar que o emprego esmagador da força militar de Israel produziria desta vez resultados diferentes das anteriores. Resposta irritada:
Influencer bolsonarista Karol Eller afirmou recentemente que havia renunciado à “prática homossexual”. Morte aconteceu em SP
A influencer Karol Eller, apoiadora do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), morreu nesta quinta-feira (12/10), em São Paulo. Ela publicou, nas redes sociais, mensagem com afirmações como “perdi a guerra” e “lutei pela pátria”. Ela teria tirado a própria vida.
Em setembro, a influenciadora afirmou, em publicação nas redes sociais, ter “renunciado à prática homossexual”, além de “vícios e desejos da carne”, após voltar de retiro religioso. Apoiadora da família Bolsonaro, ela se filiou ao Partido Liberal (PL) em agosto.
Busque ajuda
O Metrópoles tem a política de publicar informações sobre casos de suicídio ou tentativas que ocorrem em locais públicos ou causam mobilização social. Isso porque é um tema debatido com muito cuidado pelas pessoas em geral. O silêncio, porém, camufla outro problema: a falta de conhecimento sobre o que, de fato, leva essas pessoas a se matarem.
Depressão, esquizofrenia e uso de drogas ilícitas são os principais males identificados pelos médicos em um potencial suicida. Há problemas que poderiam ser tratados e evitados em 90% dos casos, segundo a Associação Brasileira de Psiquiatria.
Está passando por um período difícil? O Centro de Valorização da Vida (CVV) pode te ajudar. A organização atua no apoio emocional e na prevenção do suicídio, atendendo, voluntária e gratuitamente, todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo, por telefone, e-mail, chat e Skype, 24 horas, todos os dias.
O Núcleo de Saúde Mental (Nusam) do Samu também é responsável por atender demandas relacionadas a transtornos psicológicos. O Núcleo atua tanto de forma presencial, em ambulância, como a distância, por telefone, na Central de Regulação Médica 192.
Breno Altman e o conflito Israel-Palestina (Foto: Felipe L. Gonçalves/Brasil247 | REUTERS/Mohammed Salem)
247 – A Comissão de Liberdade de Imprensa e Direitos Humanos da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) divulgou uma nota em que defendeu a liberdade de expressão durante a guerra, cobrou apuração rigorosa dos fatos pelos jornalistas que cobrem o tema e se solidarizou ao jornalista Breno Altman, editor do Opera Mundi, quevem sendo alvo da tentativa de censura, em razão de suas posições editoriais. Leia a íntegra:
A Associação Brasileira de Imprensa (ABI), que tem como seus pilares a defesa do Estado Democrático de Direito e o amplo e pleno direito à Liberdade de Expressão e de Opinião, diante do atual conflito entre Israel e o povo palestino, por meio de sua Comissão de Defesa da Liberdade de Imprensa e Direitos Humanos (CDLIDH), vem:
1- Manifestar solidariedade às famílias de todos os jornalistas assassinados no cumprimento de sua tarefa profissional, independentemente de nacionalidade, bem como a seus colegas de redação;
2 - Alertar todos os colegas de profissão para a necessidade de não se permitir que a Liberdade de Expressão seja mais uma vítima desse terrível conflito. Mais do que nunca, é imperioso que cada profissional se empenhe ao máximo para checar as informações que divulga, de modo a evitar notícias falsas, as chamadas fake news, que propagam desinformação travestida de notícia, conteúdo alarmante que aterroriza ainda mais o público em geral, além de ajudar a construir falsos heróis e destruir reputações. É inaceitável que jornalistas sejam feitos de joguetes nessa guerra de informações e contra-informações.
3 – Repudiar de forma veemente qualquer espécie de censura e restrição ao amplo direito de opinião de todos os cidadãos, notadamente dos profissionais de comunicação, independentemente de posicionamento ideológico e/ou religioso.
4 - Declarar seu apoio ao experiente profissional Breno Altman, editor do site Opera Mundi, vítima de tentativa de censura por parte da plataforma Youtube, e lamentavelmente, até mesmo por outro jornalista, por suas posições em defesa do povo palestino. A CDLIDH da ABI reitera seu apoio a todos os profissionais de comunicação que foram ou vierem a ser submetidos a assédio econômico, censura pelas plataformas digitais e perseguições ideológicas nas redes sociais em conseqüência de suas análises em torno desse conflito
A liberdade de expressão e de imprensa no Brasil, como já definiu o Supremo Tribunal Federal, deve ser ampla e irrestrita não admitindo apenas ataques ao Estado Democrático de Direito no qual há procedimentos legais que poderão ser manejados por aqueles que se sentirem atingidos pela opinião alheia. Jamais por meio da censura.
O avião da Força Aérea Brasileira (FAB) que decolou na tarde desta quinta-feira (12/10) fará uma parada em Roma, na Itália, onde vai aguardar a autorização para ir ao Egito resgatar um grupo de brasileiros presos na Faixa de Gaza. Essa é a primeira aeronave brasileira – cedida pela Presidência da República – que partiu rumo ao Cairo, e não a Tel Aviv, em Israel, desde o início do conflito com o Hamas.
A informação sinaliza um avanço nas negociações entre o governo brasileiro e o egípcio, que estão em diálogo na tentativa de retirar os brasileiros presos no epicentro da zona de conflito, a região controlada pelo Hamas. A sexta aeronave foi acionada em caráter de emergência nesta tarde, e decolou às 16h30 da Base Aérea de Brasília.
O avião é um modelo VC-2 (Embraer 190), usado pela Presidência da República, e tem capacidade para 40 pessoas. A aeronave tem chegada prevista em Roma às 6h desta sexta-feira (13/10), após parada técnica para abastecimento em Cabo Verde, na África.
O governo federal trabalha para reunir toda a documentação necessária para a operação, garantir a segurança do deslocamento até a fronteira e informar autoridades egípcias, palestinas e israelenses o dia e o horário em que o ônibus faria esse trajeto.
Ao todo, 494 brasileiros já foram deslocados desde o início da operação, levando em conta os dois voos que já aterrissaram no Brasil e o que está em deslocamento.
Crise na Faixa de Gaza
Em meio à escassez de suprimentos vitais na Faixa de Gaza, a crise humanitária tem escalado no enclave palestino à medida que se intensificam os bombardeios israelenses na região, em retaliação ao ataque do Hamas no fim de semana.
Segundo o Itamaraty, cerca de 20 cidadãos de origem brasileira, em sua maioria, mulheres e crianças, esperam para serem retirados de Gaza. A passagem será feita pela cidade de Rafah, no Egito, após autorização formal do governo do país africano, que ainda não foi confirmada.
A maior parte dos brasileiros presos em Gaza está concentrada em uma escola, onde eles receberam suprimentos básicos. A situação, no entanto, tende a se agravar no local – em função do bloqueio israelense que interrompeu o fornecimento de energia elétrica, água, alimentos e medicamentos, até que os reféns do Hamas sejam libertados.
As tratativas estão conduzidas pelo Escritório de Representação do Brasil em Ramala, na Cisjordânia. Segundo o Itamaraty, o governo já contratou veículos para o transporte de brasileiros até a fronteira egípcia, e aguarda a confirmação de que é possível transitar pela passagem de Rafah. Uma vez no Egito, os brasileiros serão transportados para o Cairo.
O Itamaraty tenta nesta quinta-feira (12) viabilizar a vinda ao Brasil de brasileiros que estão na Faixa de Gaza. Um grupo de 28 pessoas, incluindo 15 crianças, está reunido em uma escola.
Segundo os diplomatas, eles têm comida para mais quatro dias.
Há outras famílias fora da escola, como a da estudante Shahed al-Banna, 18, que relata falta de água, de eletricidade e de comida. (Com Diogo Bercito) Confira no vídeo acima em 12/10/2023