foto:Tomáz Silva/ag. Brasil
247 – Em um dos pronunciamentos mais contundentes e articulados do atual ciclo político e econômico, o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, fez uma enfática defesa do projeto de desenvolvimento nacional e da consolidação institucional da chapa liderada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo vice-presidente Geraldo Alckmin.
O discurso histórico ocorreu na noite desta sexta-feira (25), durante jantar que reuniu mais de 500 das maiores lideranças empresariais, financeiras e produtivas do país em São Paulo. O encontro foi promovido de forma conjunta pelos grupos Prerrogativas, Esfera Brasil e Parlatório, consolidando-se como um marco de diálogo e concertação entre o setor produtivo e o governo federal.
“Não há país no mundo que tenha feito transição ecológica ou inovação de fronteira sem a partilha de risco do Estado. O que nós fizemos no BNDES foi provar que é possível ter crédito indutor, verde e inclusivo, com 68% dos recursos operando a taxas de mercado e com inadimplência em níveis historicamente baixos.”
— Aloizio Mercadante
Solidez pública e transição ecológica
Ao longo de sua exposição, Mercadante desmontou dogmas fiscais e preconceitos contra os bancos públicos. O presidente do BNDES detalhou a transformação da instituição em uma alavanca para a neoindustrialização, ressaltando que o banco atingiu níveis recordes de eficiência e solvência, com quase 70% de sua carteira balizada por custos competitivos de mercado, contrariando as narrativas de subsídios desmedidos.
Mercadante frisou que o retorno da agenda produtiva é indissociável da sustentabilidade e da transição energética:
- Descarbonização e restauração florestal: Apontou o compromisso do banco com projetos de reflorestamento em larga escala e apoio à transição ecológica.
- Energia limpa e petróleo: Sustentou que os recursos estratégicos de combustíveis e a robustez da Petrobras devem financiar a infraestrutura do futuro e a transição verde.
- Segurança e compartilhamento de riscos: Lembrou que a fronteira tecnológica contemporânea exige cooperação público-privada, nos moldes das maiores economias do mundo.
“Nós não seremos meros exportadores de matéria-prima no século 21. Os minerais críticos e as terras raras têm que gerar valor aqui dentro, desenvolver a indústria nacional e servir à soberania do Brasil.” Aloizio Mercadante
Lula como líder global da paz e a defesa da democracia
Ao concluir, Mercadante elevou o debate para a dimensão histórica, situando o presidente Lula no panteão dos grandes estadistas e pacificadores mundiais. Ele defendeu que a união entre Lula e Geraldo Alckmin foi o alicerce fundamental para a recuperação da normalidade democrática brasileira e para a pacificação das instituições.
Mercadante convocou o empresariado e os agentes econômicos a fecharem fileiras em defesa da democracia, alertando contra os riscos do extremismo, da violência política e das tentativas de desestabilização da ordem republicana, reafirmando que o crescimento econômico sustentável só floresce onde a Constituição e o Estado Democrático de Direito são respeitados. Confira o discurso: Informações do BRASIL 247 em 26/09/2026.
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