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sábado, 23 de fevereiro de 2019

Resolução: CFMV proíbe inscrição de egressos de cursos EAD

Resolução do Conselho de Medicina Veterinária proíbe inscrição de egressos de cursos EAD
Foto: Reprodução / Correio do Estado
Em decisão unânime, o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) aprovou a resolução que proíbe a inscrição de egressos de cursos da área formados por ensino à distância (EAD). A Plenária do Conselho reconhece que a autorização para esses cursos é concedida pelo Ministério da Educação, mas entende que a modalidade impede a realização de aulas práticas consideradas essenciais para formar um bom profissional.

De acordo com a entidade, naquela época, as diretrizes curriculares do MEC admitem que 20% da grade horária da graduação de Medicina Veterinária seja realizada por aulas on-line, desde que restritas aos conteúdos meramente teóricos. Porém, o CFMV defende que os outros 80% das aulas sejam ministrados exclusivamente sob a modalidade presencial, inclusive, com estágio profissional.

O presidente do CFMV, Francisco Cavalcanti de Almeida, destaca que o curso de Medicina Veterinária demanda inúmeras atividades práticas e de campo, como anatomia, fisiologia, clínica, cirurgia, patologia, análises laboratoriais, entre outras operacionais e de manejo técnico, cuja aprendizagem só ocorrem por meio de aulas presenciais, conforme prevê a Resolução nº 595/1992.

“Já é um processo complexo de aprendizagem em aulas presenciais. Imagine como seria aprender isso virtualmente? Como seriam aulas on-line de auscultação do coração ou dos movimentos estomacais? ”, indaga, acrescentando que a educação inadequada prejudica a formação profissionalizante e impacta diretamente nos serviços prestados à sociedade.

Dessa forma, sem a inscrição no conselho, o médico veterinário formado à distância fica impedido de exercer a profissão em todo o país. Além disso, profissionais que ministrarem disciplinas ou estiverem envolvidos na gestão dos cursos a distância estão sujeitos à responsabilização ético-disciplinar. A resolução deve ser publicada no Diário Oficial nos próximos dias.


fonte:BN 23/02/19 -15:25min.

IBGE: Guedes sugere venda de prédio sede para captação de recursos para o Censo

Nova presidente do IBGE, Susana Guerra garante empenho em recompor funcionários
Foto: Reprodução / Google Maps
Empossada nesta sexta-feira (22), a nova presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Susana Cordeiro Guerra, garantiu que haverá empenho em recompor o quadro de funcionários do órgão. A cerimônia aconteceu no Centro de Documentação e Disseminação de Informações (CDDI) do instituto, na Zona Norte do Rio de Janeiro.

“Nos últimos anos, o instituto perdeu mais de 30% do seu quadro de pessoal e corre o risco de perder mais 30% com os aposentáveis, tudo isso a menos de um ano para o maior desafio do IBGE, que é o Censo Demográfico”, argumentou Susana Guerra.

A nova presidente do IBGE disse ainda que durante o tempo em que estiver a frente do órgão dará prioridade a algumas atividades, vai remodelar outras, e haverá busca para alavancar recursos de fora, além de gerar novos recursos para o IBGE.

O ex-presidente do IBGE, Roberto Olinto participou da cerimônia de posse de Susana Guerra. Durante o discurso, Olinto disse que “transições são sempre assustadoras”, mas que neste caso fluiu com naturalidade. “Foram quase dois meses de conversas”, disse.

Também presente na ocasião, o ministro da Economia, Paulo Guedes, sugeriu a venda de prédios sede do IBGE para a captação de recursos para o Censo. "O Censo é importante. Nós precisamos tentar avançar, vou pedir o desafio da gestão: façam o auto sacrifício, vendam o seu prédio. Venda e ao invés de ficar com vista para o mar juntem-se ao grupo em algum lugar. Não pode faltar dinheiro para o Censo e sobrar para prédio”, declarou.


fonte:BN 23/02/19 06:35min.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

UNEB convoca aprovados em 3ª chamada no Vestibular 2019


                                 Sede da UNEB -Irecê/foto:Ascom/reprodução
A UNEB convoca para matrícula os candidatos aprovados no Vestibular 2019, em terceira chamada, nos cursos da modalidade presencial nos campi da capital e do interior do estado.
Aqueles que optaram pelo sistema de cotas devem ficar atentos ao processo de validação para o acesso às vagas, que acontece entre os dias 26 e 27 de fevereiro, no departamento onde funciona o curso escolhido. A lista de documentos solicitados também está disponível no site do certame.
Os aprovados devem realizar a matrícula, entre os dias 7 e 8 de março, na coordenação acadêmica do departamento/campus onde funciona o curso de sua opção, das 8h30 às 11h30 e das 13h30 às 17h, munidos de todos os documentos exigidos no edital de convocação.
A universidade informa que a ausência do candidato na data e horário estabelecidos para sua matrícula ou a não apresentação da documentação requerida implicará na perda do direito à vaga.
fonte:Site da isntituição

Salvador: Familiares pedem justiça no enterro do pai de Lucas Terra


Familiares e amigos deram o último adeus a José Carlos - Foto: Divulgação | Felipe Iruatã | Ag. A TARDE
foto:reprodução

O corpo de José Carlos Terra, pai do adolescente Lucas Vargas Terra, estuprado e assassinado em 2001, foi sepultado no cemitério Bosque da Paz, no bairro de Nova Brasília, em Salvador, nesta sexta-feira, 22.
Carlos Terra, de 64 anos, estava internado no Hospital Ernesto Simões, situado no Pau Miúdo, com quadro de insuficiência renal, e morreu na quinta-feira, 21, após 18 anos da morte do filho.
A  esposa de José e mãe de Lucas, Marion terra, disse que o companheiro há 46 anos estava fragilizado depois de tanto tempo clamando por justiça. "Conseguiram calar a voz do Carlos, mas eles se esquecem que eu ainda estou aqui. Minha voz ninguém vai calar", concluiu.
Luta por justiça
Após o assassinato de Lucas, José Carlos iniciou uma luta para prender os responsáveis pelo crime. Conforme denúncia do Ministério Público do Estado (MP-BA), o bispo Fernando Aparecido da Silva e o pastor Joel Miranda, da Igreja Universal do Reino de Deus, além do pastor Sílvio Roberto Santos Galiza, tiveram participação na morte do adolescente. Apenas Galiza (que em 2006 delatou os outros dois acusados) foi julgado e condenado pelo crime
O caso
O adolescente Lucas Terra, de 14 anos, foi estuprado e morto em um templo da Igreja Universal do Reino de Deus, no Rio Vermelho, em março de 2011. A vítima foi queimada viva e o corpo foi localizado em um terreno baldio na avenida Vasco da Gama.
À época, José Carlos Terra alegou que o filho havia flagrado os pastores Joel e Fernando mantendo relações sexuais, o que teria motivado o crime.

fonte:atardonline 22/02/19 -20:33min.

Em Caxias: " Filhos de Bolsonaro vão entender o tamanho da cadeira de cada um"diz Mourão

'Eles vão entender o tamanho da cadeira de cada um', diz Mourão sobre filhos de Bolsonaro
Imagem: Globo News/reprodução
O vice-presidente Antônio Hamilton Mourão (PRTB) disse que os filhos do presidente Jair Bolsonaro (PSL) "vão entender o tamanho da cadeira de cada um" e que "vão se limitar a ela".

A declaração de Mourão foi dada em entrevista por telefone na manhã desta sexta-feira (22) à emissora Tua Rádio São Francisco, de Caxias do Sul. O vice-presidente viajou até a cidade, na serra gaúcha, para fazer a abertura da 32ª Festa da Uva, substituindo Bolsonaro.

Todos os filhos do presidente têm mandatos eletivos, mas nenhum ocupa cargo no governo federal. Ainda assim, eles têm causado crises no Executivo, como a que envolveu a demissão do ministro Gustavo Bebianno. O ex-ministro chegou a declarar que foi demitido por Carlos Bolsonaro, que é vereador no Rio de Janeiro pelo PSC.

"Quando se quebra a confiança numa relação, ela não se renova mais. Isso não tem mais jeito. Obviamente houve uma falha de segurança do próprio presidente e também um ato que não foi leal por parte do ex-ministro Bebianno ao divulgar parcelas dos áudios e conversas privadas entre os dois", disse Mourão sobre o vazamento das conversas na imprensa.

Os áudios confrontam a versão do presidente, que afirmava que não tinha conversado com Bebianno após a revelação, feita pela Folha, das "candidaturas laranjas do PSL".

Além de Carlos, também seguem a carreira política Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), senador que protagonizou o escândalo do assessor que movimentou R$ 1,2 milhão em um ano e recebia depósitos de outros funcionários do gabinete, e Eduardo Bolsonaro (PSL-RJ), deputado federal que costura relações do governo com figuras como Olavo de Carvalho, que dá cursos online divulgando teorias da conspiração. Informações do BN.

Caso Lucas Terra: 'Ele foi vencido pela impunidade', diz viúva de Carlos Terra


foto:reprodução
Desde que soube da morte do filho, em março de 2001, Carlos Terra, 65 anos, não fez outra coisa: passou quase 18 anos correndo atrás de justiça. Não queria que a morte de Lucas, encontrado carbonizado aos 14 anos, em um terreno baldio na Avenida Vasco da Gama, em março de 2001, virasse só mais uma estatística. Queria os três acusados - um pastor e dois bispos, da Igreja Universal do Reino de Deus -, presos. Enquanto não conseguisse isso, não sossegaria. Mas, segundo a mulher, Marion Terra, Carlos acabou "vencido pela impunidade".
Ele morreu, após uma parada respiratória, provocada com o agravamento de um quadro de cirrose hepática, no Hospital Geral Ernesto Simões, no bairro Pau Miúdo, em Salvador, quinta-feira (21). O corpo será enterrado nesta sexta (22), 14h30, na sala 3 do Cemitério Bosque da Paz.
"Ele já estava doente, mas o que fez ele ficar pior foi a última decisão da justiça. A impunidade matou ele. Carlos foi vencido pela impunidade", diz, entre lágrimas, a viúva Marion Terra. A família estava na Itália quando o ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), anulou a decisão que indicou o envolvimento dos ex-bispos Fernando Aparecido da Silva e Joel Miranda Macedo de Souza na morte do jovem Lucas Terra.
"Ele já tinha passado dez dias internado na Itália e depois dessa decisão decidimos voltar. Ele voltou abatido, tomado por um desânimo, com um desespero por não ver a justiça sendo feita. Em 19 dias, ele perdeu 16 quilos, ficou em estado de subnutrição. Passou mais dez dias internado aqui, mas desde dezembro ele tinha conseguido uma melhora e piorou na última terça-feira", conta a viúva.
Ainda segundo Marion, durante o período que esteve bem de saúde, Carlos não desistiu do seu propósito de garantir que os responsáveis pela morte do filho fossem todos presos. "Ele enviou cartas para todos os minitros do STF, incluindo Lewandowski. Também mandou carta para a procuradora-geral Raquel Dodge", conta.
Além da dor da perda, o que mais pesa para Marion nesse momento é ver o marido partir sem ter vencido a batalha que ele travou diariamente nos últimos 18 anos. Na ocasião do crime, os exames comprovaram que o jovem foi abusado sexualmente e queimado vivo. "Minha dor é saber que ele morreu sem ver a justiça ser feita. Mas eu vou estar aqui e não vou permitir que a luta dele tenha sido em vão. Eu vou lutar até o meu último dia por justiça", diz Marion, ressaltando que, na busca por justiça Carlos abriu mão de cuidar dele e da saúde.
 Apenas o ex-pastor Silvio Roberto Galiza foi condenado a 18 anos em regime fechado por ter estuprado e assassinado o garoto. O motivo do crime, segundo contou em depoimento, foi porque Lucas flagrou os ex-bispos Fernando Aparecido da Silva e Joel Miranda Macedo de Souza fazendo sexo dentro da igreja. A versão é contestada por Joel e Fernando.
Lucas foi abusado sexualmente e queimado vivo, em 2001 (Foto: Reprodução/TV Bahia)
Silvio teve a pena reduzida para 15 anos e, passou a cumprir a pena em regime aberto em 2012. Em novembro de 2013, a juíza Gelzi Almeida havia inocentado os ex-bispos. A família de Lucas recorreu e, em setembro de 2015, o Recurso de Apelação foi julgado pelo Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA). Os desembargadores decidiram, por unanimidade, que os dois religiosos fossem à juri popular. Foi então a vez da defesa dos ex-bispos recorrerem.
Luta por justiça

Lucas Vargas Terra tinha 14 anos quando foi abusado sexualmente e queimado ainda vivo por ex-bispos da Igreja Universal do Reino de Deus, no Rio Vermelho, na noite de 21 de março de 2001. O garoto havia saído de casa para um culto religioso realizado pelo bispo Silvio Roberto Galiza quando desapareceu.

Os restos de Lucas foram encontrados dentro de um caixote na Avenida Vasco da Gama e ficaram 43 dias no Instituto Médico Legal Nina Rodrigues enquanto aguardavam a realização de exames de DNA. Para a família, porém, não restava dúvidas. O corpo havia sido reconhecido por um pedaço da calça usado pelo jovem ao sair de casa e por uma pequena mecha de cabelo que resistiu intacta à brutalidade.
O dia do sepultamento, quase dois meses após o crime, foi a primeira vez que a imagem do adolescente foi publicada no CORREIO. Os inúmeros cartazes e faixas espalhadas por Salvador com a foto de Lucas seriam a marca da luta de Carlos Terra, pai do garoto, pela condenação dos ex-bispos.
fonte:Correio da Bahia/ 22/02/19 - 13:16min.

Venezuela: Maduro decide fechar fronteira com o Brasil

Nicolás Maduro decide fechar fronteira da Venezuela com o Brasil
foto:Ag. Lusa/reprodução
A Agência Brasil informou que o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou hoje (21) o fechamento da fronteira com o Brasil e a realização de um “grande show” de música na área que faz divisa com a Colômbia. Ele avalia também o fechamento da fronteira colombiana, na qual está a cidade Cúcuta, que centraliza os repasses de doações para os venezuelanos.
"A partir das 20h de hoje (19h, no horário de Caracas) a fronteira terrestre com o Brasil será fechada", anunciou Maduro durante reunião com o Estado Maior das Forças Armadas Nacionais Bolivarianas (FANB) por videoconferência do Comando Estratégico Operacional de Caracas.
"Decidi que [o espaço] está totalmente fechado, até novo aviso sobre a fronteira terrestre com o Brasil, melhor prevenir do que remediar", acrescentou Maduro. "Quero que seja uma fronteira dinâmica e aberta com a Colômbia, mas sem provocações."
Responsabilidades

Maduro disse que responsabilizará o presidente da Colômbia, Iván Duque, sobre qualquer problema que houver na região fronteiriça com a Venezuela. "A Venezuela está passando por uma grande provocação, por isso estamos atualizando o conceito para reagir. O governo que presido está na vanguarda da proteção das pessoas", disse.

Maduro fez o anúncio durante visita ao maior quartel do exército em Fuerte Tiuna. Também participou de uma videoconferência transmitida por emissoras de televisão e postada no seu perfil no Twitter. “Vamos ao combate pela pátria”, apelou. “Nosso destino é a vitória sempre. Chávez vive”, disse.
Desestabilização
Para Maduro, há uma campanha para desestabilizar seu governo. Ele usou várias expressões críticas aos que lideram o esquema para angariar ajuda humanitária. Segundo ele, há um “espetáculo mundial”, utilizando as necessidades da Venezuela para chamar a atenção.
Maduro afirmou que espera que “triunfe” a paz e a vitória sobre o que chamou de “guerra psicológica”. De acordo com ele, a cada provocação, haverá uma resposta por parte da Venezuela.
No discurso, o venezuelano agradeceu “a lealdade sempre” dos militares que estão ao seu e citou o solgan “Leais sempre, traidores nunca”. Segundo ele, como humanista ama o povo e o país “acima de qualquer coisa”.
Há informações não confirmadas oficialmente que foram enviados militares para cidade de Santa Helena de Uairén, na fronteira com o Brasil.
EUA
O vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, viaja para a Colômbia na próxima segunda-feira (25) para negociar com o presidente colombiano a ajuda humanitária para a Venezuela. O vice-presidente pretende defender a saída imedidata de Maduro do poder. Ele também se encontrará com famílias de refugiados venezuelanos.
“A luta na Venezuela é entre ditadura e democracia e liberdade”, disse a secretária de imprensa da Vice-Presidência, Alyssa Farah. “Juan Guaidó é o único líder legítimo da Venezuela. É o momento de Nicolás Maduro sair.”
Farah reiterou que os Estados Unidos além de apoiar a gestão Guaidó, atuam no fornecimento de ajuda humanitária e no apoio à sociedade venezuelana. “[Os Estados Unidos trabalham] ao lado do povo da Venezuela até que a democracia e a liberdade sejam totalmente restauradas. ”
Data
A Casa Branca informou, por meio de comunicado, que Pence reforçará o apoio ao governo interino de Juan Guaidó, que se autoproclamou “presidente encarregado” no último dia 23. De acordo com a Casa Branca, Pence ressaltará a necessidade de restabelecer a democracia e combater a ditadura na Venezuela.
No encontro, o vice-presidente vai abodar a crise humanitária e de segurança na Venezuela e os esforços para ajudar a população. Segundo a Casa Branca, o objetivo é definir medidas concretas que apoiem a população e a transição para a democracia.
Éa quinta viagem de Pece para a América Latina como vice-presidente. Em suas viagens anteriores, ele também se reuniu com venezuelanos que fugiram de seu país.
fonte: Ag. Brasil c/informações da VTV, emissora pública de televisão da Venezuela.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Previdência: 'Mudança na aposentadoria rural não passa', diz o Líder do DEM na Câmera

'Mudança na aposentadoria rural não passa', diz Elmar sobre nova Previdência na Câmara
Foto: Reprodução / EBC
Uma das mudanças apresentadas pela equipe econômica do governo de Jair Bolsonaro (PSL) nesta quarta-feira (20) com relação à Reforma da Previdência é o aumento da idade mínima para aposentadoria rural. Pela nova regra, que passará ainda pelo crivo dos parlamentares, homens e mulheres terão que trabalhar no mínimo até os 60 anos e acumular 20 anos de contribuição.

“Não dá para mexer, só quem é técnico ou burocrata não sabe o que significa uma mulher que trabalha mais que o homem no campo, acorda 4 da manhã com uma lata d’água na cabeça para cozinhar para os seus filhos e depois pegar na enxada para trabalhar. Esse pessoal precisa de um tratamento diferenciado”, defendeu o líder do Democratas, na Câmara, o deputado federal Elmar Nascimento. 

Pela regra atual a aposentadoria rural pode ser concedida aos 55 anos para mulheres e 60 para homens, além de serem necessários 15 anos de contribuição – 5 a menos que os termos apresentados.

A proposta de reforma estabelece ainda que esses trabalhadores precisarão contribuir com pelo menos R$ 600 anuais por grupo familiar. “É consenso que medidas duras precisam ser tomadas em início de governo. Nós, do DEM, defendemos as reformas, o ajuste. Entendemos que não é a hora de gerar crise, mas depende do governo se organizar”, disse.

fonte:BN/reprodução