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quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

Avião ucraniano cai no Irã e deixa 176 pessoas mortos


Avião ucraniano cai no Irã e deixa ao menos 170 mortos
foto:modelo do avião que caiu no Irã/reprodução



Um Boeing 737 da companhia Ukraine International Airlines caiu devido a problemas técnicos após decolar do aeroporto internacional Imam Khomeini, em Teerã, na madrugada desta quarta-feira (8). Pouco depois, a TV estatal iraniana veiculou que todos os passageiros a bordo da aeronave foram mortos.

Segundo informações iniciais, o avião levava 180 pessoas, entre passageiros e tripulantes. Logo depois, o porta-voz da Organização de Aviação Civil do Irã, Reza Jafarzadeh, atualizou esse número para 176 vítimas, entre 167 passageiros e 9 tripulantes.

Equipes de resgate foram enviadas para uma área próxima ao aeroporto, adicionou Jafarzadeh à emissora. Não há confirmação sobre identidade das possíveis vítimas até o momento.

"O avião está pegando fogo, mas nós enviamos equipes... e podemos salvar alguns passageiros", disse a princípio o chefe dos serviços de emergência do Irã, Pirhossein Koulivand.

Mais tarde, acrescentou: "O fogo é tão forte que não podemos fazer nenhum resgate… Temos 22 ambulâncias, quatro ônibus-ambulâncias e um helicóptero no local".

O serviço de rastreamento aéreo FlightRadar24, apontou que o avião que caiu operava o voo PS 752.

Consultada, a Boeing disse que a empresa está ciente dos relatos da mídia sobre um acidente de avião no Irã e coleta mais informações.

Após abalo com o pai, Carlos Bolsonaro tenta retomar influência no governo

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foto:reprodução/google


O filho 02 do presidente Jair Bolsonaro, Carlos Bolsonaro tenta retomar a sua influência junto ao pai e consequentemente ao seu governo. Segundo a folha após 45 dias de relações estremecidas, Carlos ensaia uma aproximação, visto que é o filho mais próximo de Jair e era responsável pelas contas nas redes sociais da campanha do pai em 2018 e continuou atuando fortemente após a assunção ao planalto do pai. Confira a reportagem completa no link abaixo do site do UOL(8)



https://www1.folha.uol.com.br/poder/2020/01/apos-abalo-com-o-pai-carlos-bolsonaro-tenta-retomar-influencia-no-governo.shtml

terça-feira, 7 de janeiro de 2020

Fluminense de Feira desiste de contratar o goleiro Bruno após repercussão negativa


Ricardo Benichio/Folhapress
foto:Ricardo Benichio/folhapress/reprodução


A repercussão negativa na cidade de Feira de Santana, principalmente nas redes sociais e o depoimento da jornalista Jessica Senra, ancora da TV Bahia no jornal de meio dia da emissora e afiliada a TV Globo, fez com que o Fluminense de Feira de Santana desistisse de contratar o goleiro Bruno. Confira a  reportagem completa no link abaixo do site do UOLDE HOJE(7).



https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2020/01/07/repercussao-apos-fala-de-apresentadora-faz-time-desistir-do-goleiro-bruno.htm

Itamaraty orienta diplomatas brasileiros a não prestar condolências a general iraniano

Itamaraty orienta diplomatas brasileiros a não prestar condolências a general iraniano


Foto: Marcos Corrêa/PR/ Ag. Brasil

O Itamaraty instruiu oficialmente diplomatas brasileiros a não comparecerem a nenhuma cerimônia em homenagem ao general iraniano Qassim Suleimani, morto pelas forças americanas no Iraque.

Em circular telegráfica obtida pela reportagem, o ministério diz: "Rogo a vossa excelência não comparecer a nenhuma cerimônia em memória do general Qassim Suleimani, ex-comandante da Força Quds iraniana, e de Abu Mahdi al-Muhandas, ex-chefe da milícia Hizbullah, nem assinar livro de condolências em suas homenagens".

Suleimani era considerado a segunda autoridade mais importante do Irã e comandava a Guarda Revolucionária, responsável pelo serviço de inteligência e por conduzir operações militares secretas no exterior.

O iraquiano al-Muhandas era comandante de um grupo de milícias xiitas que atuavam no Iraque, com apoio de Teerã. Ele estava junto com Suleimani quando o comboio em que viajavam foi atingido por um ataque com um drone americano, próximo ao aeroporto de Bagdá.

Procurada, a embaixada do Irã no Brasil informou que, até o momento, nenhum representante do Itamaraty prestou condolências ou assinou o livro na representação do país em Brasília. A representação iraniana enviou o convite para isso aos diplomatas brasileiros por meio de uma comunicação oficial. 

Até a publicação desta reportagem, o Itamaraty não havia retornado aos pedidos de informação feitos pela reportagem. 

O alinhamento do Brasil com os EUA já vinha provocando tensões diplomáticas. O governo iraniano convocou a encarregada de negócios da embaixada do Brasil no país, Maria Cristina Lopes, para reclamar da nota oficial divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores sobre o ataque que matou o general Suleimani.

Na nota, publicada na sexta (3), o Brasil manifestou "apoio à luta contra o flagelo do terrorismo". Lopes foi chamada por ocupar temporariamente o lugar do embaixador, Rodrigo Santos, que está em férias. Segundo o Itamaraty, a conversa foi cordial. Na prática diplomática, uma convocação desse tipo equivale a um ato de reprimenda. 

Questionado por jornalistas nesta terça (7) se o Brasil poderia adotar postura semelhante e convocar os diplomatas que estão no Irã, o presidente Jair Bolsonaro não respondeu. Ele disse que terá uma conversa  sobre o tema com o ministro Ernesto Araújo (Relações Exteriores).

fonte:Folhapress/ 07/01/2020

Irã convoca representante da embaixada brasileira após nota do Itamaraty

Cerimônia em SP em homenagem ao general morto -foto:Folhapress/reprodução

A Coluna de Mônica Bergamo de hoje(7) no site UOL traz  a informação que o Irã convocou o representante da embaixada brasileira após a nota que o Itamaraty divulgou sobre o episódio da morte do general Iraniano. Confira no link abaixo:

segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

Após declaração que “jornalistas deveriam ser vinculados ao Ibama”, ABI faz nota de repúdio a Bolsonaro

  foto:reprodução[Após declaração que “jornalistas deveriam ser vinculados ao Ibama”, ABI faz nota de repúdio a Bolsonaro]
foto:reprodução
A Associação Brasileira de Imprensa (ABI) repudiou a declaração do presidente Jair Bolsonaro, que afirmou, nesta segunda-feira (6), que “jornalistas são uma raça em extinção” e deveriam ser “vinculados ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama)”.
“O país e o mundo têm sido surpreendidos, a cada momento, por declarações estapafúrdias do presidente da República e de seus auxiliares mais próximos. Até a manhã desta segunda-feira (6), a mais recente dessas declarações tinha sido a de que os jornalistas são ‘uma espécie em extinção’, que, como tal, deveriam ficar sob os cuidados do Ibama. O presidente não deve confundir o que talvez seja um desejo oculto seu com a realidade”, diz o início da nota, assinada pelo presidente da associação, Paulo Jerônimo de Sousa.
“Enquanto a informação for uma necessidade vital nas sociedades modernas, e ela será sempre, o jornalismo vai continuar a existir. E, com certeza, sobreviverá por mais tempo do que políticos inimigos da democracia, que, estes sim, tendem a ser engolidos pela história”, continuou. Informações da agência Brasil.
 

Em novo ataque à imprensa, Bolsonaro diz que jornalistas são 'raça em extinção'


Em novo ataque à imprensa, Bolsonaro diz que jornalistas são 'raça em extinção'
foto:Isaac Nobrega/PR/reprodução

Em mais um ataque à imprensa, o presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira (6) que os jornalistas brasileiros são uma "raça em extinção" e acusou o jornal Folha de S.Paulo de escrever mentira.

Na entrada do Palácio do Alvorada, onde cumprimentou um grupo de eleitores, ele disse que cada vez menos pessoas confiam na imprensa e que a leitura diária de jornais envenena e desinforma. 

"Quem não lê jornal não está informado. E quem lê está desinformado. Tem de mudar isso. Vocês são uma espécie em extinção. Eu acho que vou botar os jornalistas do Brasil vinculados ao Ibama [Instituto Brasileiro do Meio Ambiente]. Vocês são uma raça em extinção", afirmou.

O ataque do presidente foi feito ao criticar uma reportagem do UOL, que tem participação acionária minoritária e indireta da Folha de S.Paulo.

A reportagem lembra que, apesar de estimular os eleitores a não votarem em candidatos que utilizarem o fundo eleitoral, Bolsonaro usou recursos públicos em sua campanha a deputado federal em 2014. 

O presidente disse que o texto o acusa de ter utilizado o fundo eleitoral. A reportagem refere-se ao repasse de verba pública ao PP, partido ao qual ele era filiado. 

"O UOL falou: Bolsonaro falou para não votar em candidatos que usem o fundão, mas ele usou em 2014. O fundão é de 2017. É de uma imbecilidade. Não vou dizer todo mundo aqui, para não ser processado pela ANJ [Associação Nacional de Jornais] e não sei o quê, mas é de uma imbecilidade. Não sabe nem mentir mais", disse.

Na sequência, o presidente criticou campanha publicitária da Folha de S.Paulo em defesa da imprensa. Segundo ele, apesar de o jornal saber a diferença entre a verdade e a mentira, ele desinforma. Bolsonaro, no entanto, não apresentou nenhum exemplo ou prova de sua acusação.

"Porque envenena a gente ler jornal. Chega envenenado. Hoje, a Folha fez um comunicado, apelando ali para assinar, que a Folha sabe exatamente do corte entre a mentira e a verdade. Verdade, sabe exatamente o corte, só que usa a mentira. Essa é a imprensa brasileira, que eu não quero isso para a imprensa", disse.

O presidente ressaltou que, para este ano, cancelou as assinaturas impressas de jornais e revistas no Palácio do Planalto. Ele, no entanto, manteve as digitais e, após ser criticado, recuou da exclusão da Folha de S.Paulo de concorrência pública.

"É importante a informação, não a desinformação ou o fake news. Por exemplo, eu cancelei todos os jornais do Palácio do Planalto. Todos, todos, não recebo mais papel de jornal ou revista. Quem quiser que vai comprar", disse.

Ao todo, eram assinados em formato impresso sete jornais e oito revistas. Por dia, eram entregues, em média, 25 exemplares. O custo anual das assinaturas impressas era de cerca de R$ 580 mil. Com a Folha de S.Paulo, entre janeiro e outubro, o Palácio do Planalto desembolsou R$ 27.659.

fonte:Folha´press

Irã: Multidão homenageia general Suleimani em Teerã

Multidão de iranianos homenageia o falecido general Qassem Soleimani, em Teerã, 6 de janeiro de 2019
foto:AFP/reprodução

Uma multidão tomaram as ruas da capital do Irã para o enterro do general Suleimani, comandante do exército Iraniano que foi assassinado num ataque feito por drone pelos EUA no Iraque. Confira a reportagem completa no link do site UOL(6) de hoje abaixo.

https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2020/01/06/multidao-homenageia-general-soleimani-em-tera-sucessor-reforca-vinganca.htm