O clima na família real britânica está para lá de tenso! Segundo informações divulgadas pelo The Mirror, a Duquesa de Cornualha, Camilla Parker Bowles - atual esposa do Príncipe Charles, teria afirmado:
- Nunca vou perdoar Meghan Markle por machucar Charles durante Megxit.
O termo Megxit foi criado para se referir a retirada doDuque de Sussex e de sua esposa das obrigações reais. Na prática, quer dizer que o casal escolheu deixar de representar oficialmente a rainha Elizabeth II e de receber dinheiro público para cumprir deveres da realeza.
A relação entre a Duquesa de Cornualha e Meghan Markle sempre foi amigável, mas após esses acontecimentos teria ficado estremecida. O ex- marido de Lady Di ficou muito abalado com a separação do casal e teve total apoio de Camilla para enfrentar a situação. Informações do Estrelando em 22/08/2021
Uma psicóloga de 37 anos foi encontrada morta, na manhã deste domingo (22/8), dentro do porta-malas do próprio carro, em Pouso Alegre, no Sul de Minas. Quem encontrou o corpo e chamou a polícia foi o marido da vítima, um médico veterinário, de 62 anos.
A Polícia Militar e a perícia da Polícia Civil foram para o local analisar o caso e dar início às investigações. O corpo de Marilda Matias Ferreira dos Santos estava em um Toyota Corolla, estacionado dentro da garagem da casa da própria vítima. O imóvel não tinha sinais de arrombamento. Por isso, até o momento, o caso é tratado como um mistério.
Para a PM, o marido contou que tinha recebido uma mensagem da esposa ontem avisando que ela iria pedalar. Ele disse que estava no local de trabalho, uma fazenda que fica no município de Careaçu, vizinho a Pouso Alegre. Mais tarde, ao chegar em casa, ele não encontrou a esposa e achou que ela ainda estaria no passeio de bicicleta.
Diante do sumiço da psicóloga, o médico veterinário teria procurado por ela no hospital, delegacia e certificado se o Samu não havia atendido pessoa nas características dela. Na manhã deste domingo, quando resolveu procurar dentro do carro, encontrou a esposa no porta-malas e chamou a polícia.
Vítima estava amarrada
Segundo a PM, a psicóloga estava como os pés e as mãos amarradas. Ela estava com roupa de andar de bicicleta e com capacete. Não havia sinais externos, hematomas, de ter sofrido violência. Na primeira análise do perito no local, a informação é que ela tenha morrido a mais de 12 horas do momento em que o corpo foi encontrado.
Sem sinais de arrombamento
O imóvel, que fica no bairro Fátima 2, área nobre da cidade, não havia sinais de arrombamento. De acordo com a tenente da PM no local, dentro da casa também não havia nenhum tipo de que algo foi revirado, nem material ou dinheiro sumido. Imagens de câmeras de segurança da rua estão sendo procuradas.
A Polícia Civil abriu inquérito para investigar o caso e começar a ouvir pessoas que possam ajudar na elucidação da morte da psicóloga. O médico veterinário foi ouvido e liberado e está à disposição da polícia. O celular dele e da esposa ficaram com a polícia para serem analisados.
Temer, Sarney, Collor,FHC e LUla e seus interlocutores ouviram de militares que eleições vão ocorrer e o vencedor tomará posse; há preocupação com as PMs
Os ataques do presidenteJair Bolsonaroà democracia e a ameaça de não aceitar aseleições de 2022sem a adoção do voto impresso levaram cinco ex-presidentes da República a procurar contatos com militares para saber a disposição dos quartéis. Emissários ouviram de generais da reserva e da ativa a garantia de que as eleições vão acontecer e de que o vencedor – seja quem for – tomará posse.
Os generais foram indagados sobre as constantes aparições de Bolsonaro em solenidades militares das Forças Armadas e em formaturas de cadetes e sargentos. Eles explicaram aos seus interlocutores que não podem impedir a presença do presidente nesses eventos, mas que ela não será suficiente para romper a hierarquia. Ou seja, afastaram a hipótese de Bolsonaro contar com insubordinação nas Forças. Informações do Estadão de 22/08/2021
A Prefeitura de Belo Horizonte desaprovou os dois eventos-teste na cidade na última semana e vai voltar a proibir a realização de jogos e outros eventos esportivos com público presente. A decisão será oficializada nesta segunda-feira (23/8), com publicação no Diário Oficial do Município (DOM).
Uma reunião organizada pela Prefeitura de BH entre representantes do governo municipal, clubes de futebol - América, Atlético e Cruzeiro - e Minas Arena (concessionária responsável pela gestão do Mineirão) estava prevista para as 9h desta segunda. Contudo, o encontro foi desmarcado e a decisão já foi tomada neste domingo (22/8).
A Prefeitura de BH, por meio do Comitê de Enfrentamento à covid-19, já fez a análise dos eventos-teste e não titubeou em informar a decisão. Segundo o Executivo, descumprimentos das regras e dos protocolos estabelecidos para a realização das partidas sustentaram a medida.
O Mineirão foi o palco dos dois eventos-teste. O primeiro teste ocorreu na última quarta-feira (18), na partida entre Atlético e River Plate, da Argentina, pela volta das quartas de final da Copa Libertadores. Mesmo com uma série de restrições e regras pré-estabelecidas, a partida registrou aglomeração e desobediência às normas.
Diante do observado na quarta, a Prefeitura de BH se reuniu com os representantes para breves correções visando à partida entre Cruzeiro e Confiança, na última sexta (20), pela 20ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. As cenas, contudo, foram semelhantes às do jogo entre Atlético e River, mas em menor escala.
O Mineirão, que geralmente divulga o público pagante e presente ainda com o jogo em andamento, ainda não divulgou esse dado. O Cruzeiro, mandante do jogo, também ficou de informar neste sábado o número de torcedores, mas ainda não se manifestou.
A Prefeitura de BH divulgou uma nota a respeito da decisão. Leia, abaixo, a íntegra do comunicado:
"A Prefeitura de Belo Horizonte informa que a reunião desta segunda-feira, com representantes do Mineirão e dos clubes de futebol, foi cancelada.
Será publicada na próxima edição do Diário Oficial do Município portaria que proíbe torcida nos estádios da capital.
Após análise dos dois eventos teste realizados na última semana, a decisão foi tomada pelo Comitê de Enfrentamento à covid-19 diante do descumprimento das regras e dos protocolos estabelecidos para a realização das partidas."
Foto: O pastor presbiteriano Milton Ribeiro é o ministro da Educação/Rede Brasil Atual
O ministro da Educação,Milton Ribeiro, afirmou neste sábado (21) durante discurso em Nova Odessa (SP) que não adianta ter diploma universitário, poisnão tem emprego.
“Que adianta você ter um diploma na parede, o menino faz inclusive o financiamento do FIES que é um instrumento útil, mas depois ele sai, termina o curso, mas fica endividado e não consegue pagar porque não tem emprego”, disse.
Logo a seguir, Milton Ribeiro falou no incentivo às escolas técnicas: “No entanto, o Brasil precisa de mão de obra técnica, profissional. E aí depois o moço ou a moça, elas fazem esse curso, arrumam um emprego, e depois falam: ‘O que eu gostaria mesmo é ser um doutor. Eu fiz um curso técnico em veterinário, já tenho um emprego, mas eu quero ser um médico veterinário'”.
Protesto
Durante o evento, um grupo de estudantes fez um protesto contra o titular da pasta e por mais acesso à educação, e foi retirado à força pela Polícia Militar do portão do local.Moreira: “Inútil há mais de 30 anos”
“Nós gostaríamos muito que ele estivesse nos recebendo no prédio do Ministério da Educação para uma reunião. Somos estudantes, não somos lixo, não somos ameaça. Mas ele nega a nos receber, então nós estamos aqui pra ver se ele passa a escutar os estudantes”, afirmou Rozana Barroso, presidente da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes).
Milton Ribeiro citou a manifestação dos estudantes, que classificou como “bagunça”. “Eu tenho certeza que nenhum desses meninos barulhentos pertencem às cidades de vocês. Estão estudando. Gente que estuda não tem tempo de fazer bagunça”, disse.
Ele também disse que a manifestação foi de alunos que não querem estudar. “Se eu estivesse falando que as escolas tinham que estar fechadas, talvez muita gente não viria reclamar de mim, mas eu quero as escolas abertas.”
O advogado Ruy Rodrigues, de 48 anos, se surpreendeu com os sintomas neurológicos que apresentou logo depois de se livrar da Covid-19. Ruy foi infectado pelo coronavírus em março deste ano e ficou cerca de um mês em tratamento no Hospital Brasília, sendo que durante parte do período precisou de cuidados em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
Ainda no hospital, mas já no quarto após ter passado pela UTI, ele questionou uma das enfermeiras: “Estou há dois dias aqui. Não é hora de receber alta?” A moça respondeu: “Doutor Ruy, o senhor está aqui há 26 dias aqui”. Ele havia perdido completamente a noção de tempo.
Ao retornar para casa, vinte quilos mais magro e sentindo fraqueza muscular, ele começou a apresentar outros episódios de perda de memória. “Esquecia contas que já tinha pago ou o nome de alguém muito próximo. Algumas vezes, confundi os nomes dos meus próprios filhos”, relata o advogado que é pai de seis e tem dois netos.
O médico intensivista Rodrigo Biondi que acompanha o caso de Ruy desde a internação explica que ele desenvolveu uma sequela relativamente comum da Covid-19, conhecida como cérebro de Covid. “Não é uma regra, mas alguns pacientes apresentam episódios de confusão mental, lapsos de memória. Até aqui, sabemos que isso se deve à inflamação que o coronavírus provoca no sistema nervoso”, explica.
Isac Nobrega / Correio Braziliense - Bolsonaro poderia ter se vacinado em abril
Após descredibilizar a vacina, e depois dizer que seria o "último a se vacinar no Brasil" para não pegar o lugar ninguém, o presidente Jair Bolsonaro finalmente vai se vacinar, informa a revista Veja. Ele poderia ter tomado a primeira dose ainda no início de abril, de acordo com o calendário de imunização de Brasília.
O motivo seriam viagens internacionais que o mandatário quer fazer até o fim do mandato, a informação seria de um ministro próximo ao presidente.
Desde o início da pandemia, em março do ano passado, Bolsonaro só saiu do Brasil uma vez, em maio deste ano, para a posse do presidente do Equador.
O coronel reformado Ricardo Marques, nomeado Gerente Executivo de Inteligência e Segurança Corporativa da Petrobras, tem salário-base de R$ 70 mil mensais. Somados os benefícios variáveis, a renda mensal dele chega a R$ 130 mil. As informações são do colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo.
Ricardo Marques é pai do auditor do Tribunal de Contas da União (TCU) Alexandre Marques e foi colega do presidente Jair Bolsonarona Academia Militar das Agulhas Negras (Aman). Foi o coronel reformado que mandou para o presidente, por WhatsApp, um documento feito pelo filho com estimativas não oficiais sobre mortes por Covid.
O documento foi usado por Bolsonaro no início de junho para questionar o número de óbitos pelo novo coronavírus no País e foi desmentido em seguida pelo próprio tribunal.
“Em nenhum momento passou pela minha cabeça que ele [Ricardo Marques] compartilharia o arquivo com quem quer que fosse”, disse o auditor na CPI, que negou ter recebido qualquer vantagem para produzir o documento.
De acordo com Marques, ele realizou uma pesquisa na internet e verificou que as declarações de óbito poderiam gerar inconsistências nas notificações, informação negada pelo próprio ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, na comissão do Senado. O auditor afirmou que compartilhou um documento para discussão interna com auditores do tribunal no dia 31 de maio, mas não protocolou nenhuma informação no sistema oficial de processos do TCU.
“Não afirmei que houve subnotificação, apenas compilei informações para promover um debate junto à equipe da auditoria”, afirmou o auditor. “Não era um relatório, era simplesmente um arquivo do Word sem nenhuma oficialidade.” Ainda de acordo com ele, a equipe técnica do TCU deu assunto como encerrado e concluiu que seria impossível um “conluio” para subnotificação das mortes por covid-19.
Fonte: ISTOÉ/ Com informações da Agência Estado - 22/08/2021 13h