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segunda-feira, 11 de outubro de 2021

CPI da Covid: Relatório final deve apontar Carlos Bolsonaro como articulador de rede de fake news

 

Relatório final da CPI deve apontar Carlos Bolsonaro como articulador de rede de fake news
Foto: Sérgio Lima/Poder360

O relatório final da CPI da Covid vai usar informações de 16 depoimentos prestados à Polícia Federal e encaminhados à comissão para indicar Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) como articulador da rede bolsonarista de distribuição de notícias falsas e desinformação.
 

Com base nos relatos, a conclusão da apuração também deve apontar o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) como elo da rede com supostos financiadores, entre eles os empresários Otávio Fakhoury e Luciano Hang.
 

A comissão deve mostrar a partir das informações que Carlos Bolsonaro debate as estratégias de produção de divulgação de fake news com o assessor para assuntos internacionais da Presidência, Filipe Martins. Este, por sua vez, será apontado como responsável por repassar as ordens a integrantes do chamado “gabinete do ódio”.
 

Políticos como as deputadas Carla Zambelli (PSL-SP) e Bia Kicis (PSL-DF) devem entrar no relatório final porque a CPI constatou que, quando a investigação começou, elas apagaram postagens em suas redes com desinformação sobre a vacinação e o uso de máscaras.
 

O conteúdo final do relatório de Renan Calheiros (MDB-AL) ainda é debatido com integrantes da comissão, mas o Painel apurou que a tendência é que mais de 30 pessoas, entre responsáveis por páginas bolsonaristas e políticos, sejam indiciados por descumprimento de ordem sanitária por propagar fake news sobre a Covid-19. 


Fonte:Informações da FOLHAPRESS - 11/10/2021 08h:37min.

Pastor Malafaia afirma que fará “arrasa quarteirão” de 2 ministros de Bolsonaro

O pastor evangélico Silas Malafaia, apoiador do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), afirmou neste domingo (10.out.2021) que irá publicar um vídeo “denunciando” o nome de 2 ministros do governo federal que “perderam a condição moral” de continuarem em seus cargos.

Em seu perfil oficial do Twitter, Malafaia disse: “Gravíssimo! Atenção povo brasileiro. Dois ministros de Bolsonaro perderam a condição moral de continuarem como ministros. Amanhã vou postar um vídeo denunciando esses inescrupulosos. Será um verdadeiro arrasa quarteirão! Aguardem”.

A publicação foi feita minutos depois do ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes, afirmar, em seu perfil no Twitter, que houve uma “falta de consideração” na redução de recursos do orçamento da pasta. O ministro disse que os cortes, feitos a pedido do ministro da Economia, Paulo Guedes, são “equivocados e ilógicos”.

“Ainda mais quando são feitos sem ouvir a Comunidade Científica e Setor Produtivo. Isso precisa ser corrigido urgentemente”, defendeu.

Na semana passada, o Congresso aprovou o PLN (Projeto de Lei do Congresso Nacional) 16, com a divisão de R$ 690 milhões inicialmente previstos para a pasta de Pontes com outros ministérios. A mudança representou corte de cerca de 90% dos recursos que viriam para o MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações) via abertura de crédito suplementar.

Com a alteração, o montante foi destinado, por exemplo, para os ministérios da Educação (R$ 107 milhões), da Saúde (R$ 50 milhões) e do Desenvolvimento Regional (R$ 150 milhões). Na forma em que foi aprovado, deixou R$ 55,2 milhões para o MCTI.

fonte:PODER 360 -11/10/202108h:32min

Bolsa do Brasil cai 12% no ano enquanto pregões de Nova York sobem dois dígitos

                                imagem:reprodução

Com avanços no combate à pandemia estimulando a retomada econômica mundial e injeções de incentivos financeiros governamentais, os mercados de ações globais entregaram ganhos consistentes ao longo de 2021. No Brasil, porém, os negócios andaram para trás devido a uma combinação de sucessivas crises internas com um contexto externo desafiador para economias emergentes.

De janeiro a setembro, o Ibovespa, índice de referência da Bolsa de Valores brasileira, caiu 6,75%. Se considerada a variação do dólar no período, a queda é aprofundada para 11,67%. Nos Estados Unidos, os três principais indicadores acumulam ganhos. Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq subiram 10,58%, 14,68% e 12,11%, respectivamente.

O desempenho brasileiro também destoa do crescimento de outras Bolsas relevantes no continente americano. Ao norte, os índices S&P/TSX, do Canadá, e S&P BMV IPC, do México, avançaram 15,86% e 12,93%, enquanto ao sul, o índice Merval, da Argentina, entregou lucro de 28,70%.

No mesmo período, o índice Euro Stoxx 50, que reúne 50 ações de empresas com maior volume de negociação da Europa, avançou 7,85%. Também cresceram os índices de referência das Bolsas de Londres (8,16%), de Paris (11,16%) e de Frankfurt (4,74%).

Entre as Bolsas de economias desenvolvidas que estão fora da América do Norte e da Europa, o índice S&P/ASX 200, da Austrália, subiu 4,35%, enquanto o Nikkei, do Japão, recuou 0,57%. Todas as comparações consideram as cotações em dólar americano, com base em dados da Bloomberg.

Parte importante desses ganhos pode ser atribuída a políticas monetárias expansionistas de países desenvolvidos, que empenharam capital nos mercados por meio da compra de ativos e reduziram taxas de juros, medidas adotadas para amenizar os prejuízos causados pela restrições impostas pelo combate à pandemia.

O pacote de estímulos mais significativo é o adotado pelo Fed (Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos), que ainda mantém compras mensais de ativos de US$ 120 bilhões (cerca de R$ 660 bilhões) enquanto segura uma taxa de juros básicos perto de zero. Com o dinheiro entrando nas Bolsas e a renda fixa pagando pouco, investidores formam tomados por um sentimento positivo em relação aos mercados de risco, mesmo em um mundo ainda em crise.

Os efeitos dessas políticas expansionistas sobre as economias em desenvolvimento, porém, não foram homogêneos. Entre os cinco grandes mercados emergentes quem formam o bloco denominado Brics, do qual o Brasil é parte, as Bolsas da Índia e da Rússia se valorizaram em 23,98% e 11,68%, respectivamente, enquanto a da África do Sul caiu 9,82%. A Bolsa de Xangai, a principal da China, recuou 5,42%, assim como houve retração de 10,12% no índice Hang Seng, referência para o mercado de Hong Kong, também na China.

A desaceleração da China é parte da explicação para que o Brasil não tenha conseguido aproveitar a janela mundial de crescimento. Destino da maior parte das commodities produzidas por algumas das principais empresas que compõem o Ibovespa, o gigante vermelho encontrou na pandemia obstáculos para continuar a sua planejada mudança para matrizes energéticas eólica e solar, reduzindo assim a sua dependência do carvão mineral na tentativa de reduzir suas emissões de aproximadamente 10 gigatoneladas de CO2 (dióxido de carbono) por ano.

Entre os efeitos das restrições geradas pela Covid, porém, a desorganização das cadeias de abastecimento afetou a produção de componentes para equipamentos necessários à expansão de turbinas eólicas e placas de células fotovoltaicas em um momento em que a China já havia fechado parte das suas minas de carvão.

Sem os recursos suficientes à sua demanda de energia, o país realiza racionamentos, afetando sua produção industrial e agravando ainda mais a escassez de produtos manufaturados no mundo, ao mesmo tempo em que também pressiona os preços de insumos para a produção energética, como o petróleo.

"A China é o maior player de manufatura do planeta, a fábrica do mundo, e essas questões estão gerando um choque de oferta: o planeta precisa produzir mas não tem capacidade porque faltam insumos", diz Roberto Dumas, professor de economia chinesa do Insper.

Com isso, o Brasil não só é prejudicado pela redução da demanda chinesa por commodities, como o minério de ferro produzido pela Vale, mas também se torna menos atraente diante da expectativa da elevação dos juros básicos nos Estados Unidos e na Europa, cenário dado como certo devido à escalada da inflação global.

O descolamento da Bolsa brasileira em relação às demais em um período de expansão, porém, não pode ser inteiramente atribuído à virada no contexto internacional, segundo Dumas. "As economias globais estão crescendo menos, mas não estão paradas. China e Estados Unidos vão acabar crescendo, diferente do que está acontecendo no Brasil, que não consegue avançar devido às suas peculiaridades e características estruturais", diz.

"Primordialmente temos fatores domésticos afetando a Bolsa por aqui, como a PEC [Proposta de Emenda à Constituição] dos precatórios, o auxílio emergencial e a crise hídrica, tudo isso em um cenário em que as eleições de 2022 estão se aproximando", diz Jennie Li, estrategista de ações da XP.

A PEC dos precatórios e o auxílio emergencial resumem o quadro de ameaças fiscais do país para o próximo ano: enquanto a equipe econômica do governo não consegue avançar nas suas tentativas em fechar acordos no Congresso e no Judiciário para adiar parte do pagamento de R$ 89 bilhões de dívidas judiciais reconhecidas previstas para 2022, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) pressiona por recursos para ampliar a distribuição de renda no ano eleitoral.

O risco leva mais investidores a buscar proteção no dólar e aumenta a pressão sobre o câmbio, enquanto a falta de chuvas amplia o custo de geração de energia, uma combinação que acelera ainda mais a inflação que já seria alta em um contexto de escassez global.

A resposta do Banco Central é a elevação dos juros básicos para frear a alta nos preços por meio da contração do crédito. O efeito colateral é a desaceleração da economia e um mercado ainda menos atraente aos investidores. Solução, entretanto, que pode não ser suficiente enquanto houver ameaça de desequilíbrio das contas públicas, segundo Daniel Miraglia, economista-chefe da Integral Group.

Miraglia ainda destaca que, apesar do efeito da China sobre o Brasil, há poucos motivos comuns entre os recuos das Bolsas nos dois países.

No país asiático até mesmo a crise do setor imobiliário provocada pela quebra da incorporadora Evergrande está relacionada a decisões planejadas pelo Partido Comunista da China, que busca equilibrar sua economia majoritariamente voltada à produção de bens para dar mais espaço ao consumo interno, segundo o analista.

"São situações muito diferentes, uma vez que na China o planejamento é para os próximos cem anos, enquanto no Brasil a disputa eleitoral influencia decisões a cada quatro anos", diz.

Investidor deve evitar pulverização de ações Apesar da visão turva do horizonte, o investidor deve evitar a pulverização de ações neste momento de baixa e, caso tenha estômago para suportar o balanço do mercado, pode até mesmo aumentar a exposição a ativos sólidos eventualmente baratos.

A ideia, nesse caso, é reforçar uma carteira de investimentos para o longo prazo desvinculados de objetivos pontuais, como a compra de um imóvel em um determinado prazo ou a aposentadoria, orienta Ivens Gasparotto, head de consultoria da Suno.

"Você deve investir na Bolsa porque quer participar do lucro das empresas, da economia, receber dividendos, mas não deve fazer isso se espera lucrar o suficiente para comprar uma casa em cinco anos", afirma.

"A aplicação deve ser pensada para dez ou vinte anos, no mínimo, porque é improvável que nesse intervalo o investimento resulte em prejuízo", diz Gasparotto.

Para quem aplicou enquanto a Bolsa ascendia aos 130 mil pontos na virada do primeiro para o segundo semestre deste ano e somente agora se descobriu avesso ao risco, Paloma Brum, analista de investimentos na Toro, indica a manutenção de ao menos parte dos ativos.

"Ao longo dos anos, a Bolsa converge para o lucro", diz. "Se tomarmos como exemplo as ações da Vale, a empresa está em uma condição melhor do que os pares dela no mercado internacional, o que é uma boa medida para sabermos que as ações estão baratas."

fonte:FOLHA S. PAULO - 10/10/2021

domingo, 10 de outubro de 2021

Alemanha: Promotor está convencido que sequestrador estuprou e matou a menina Madeleine

 

Promotor do caso Madeleine está convencido que sequestrador estuprou e matou garota
Foto: Reprodução / Instagram

O promotor alemão Hans Christian Wolters declarou que a investigação sobre o caso Madeleine McCann está convencida de que a menina desaparecida desde 2007 foi assassinada pelo suspeito 

 

Brückner está preso em uma penitenciária de alta segurança no norte da Alemanha. Ele foi sido condenado por estuprar uma idosa norte-americana, em 2019. O caso aconteceu em 2005 e a vítima tinha 72 anos na época.

 

Investigações apontaram que o acusado morava em uma van estacionada perto da Praia da Luz, em Portugal, quando Madeleine desapareceu. Ele é tido como suspeito pelas polícias britânica e alemã desde 2017, mas isso só veio a público em junho.

 

Ao jornal Mirror, o promotor Hans Christian alegou que a investigação tem provas para acusar Brückner, mas admitiu que não há informações sobre como a menina tenha morrido. As apurações devem ser finalizadas em 2022.

 

Uma das provas que ligam o acusado ao desaparecimento de Madeleine McCann é a confissão que Brückner teria feito a um amigo e uma análise de um telefone indicando que ele estava no resort onde a criança foi vista pela última vez.


FONTE:BN - 10/10/2021

Atleta Carol Solberg critica Bolsonaro ao vivo na TV e vídeo viraliza


Carol SolbergReprodução/Instagram

Depois de vencer a dupla Vitória e Andressa por 2 sets a 0 e conseguir a classificação para a final da segunda etapa do Circuito Brasileiro de vôlei de praia, Carol Solberg, parceira de Bárbara Teixeira, voltou a fazer críticas à gestão do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), na tarde deste sábado (9/10).

Em entrevista após a partida, a jogadora lamentou as mais de 600 mil mortes por Covid-19 no Brasil, número alcançado na sexta-feira (8/10), e criticou a decisão do presidente de vetar o projeto de lei que permitia a distribuição gratuita de absorventes para jovens de baixa renda e mulheres em situação de rua.

“A gente completou, ontem, 600 mil mortes pelo Covid. Os torneios não podem acontecer sem a gente falar sobre isso. Temos um presidente que ainda está defendendo o tratamento precoce nesta altura do campeonato. Isso é muito sério”, afirmou Carol.

Veja:

A atleta estendeu as críticas ao presidente Jair Bolsonaro para além da crise sanitária do coronavírus: “A gente viu, nessa semana, o presidente vetando a distribuição gratuita de absorventes para meninas em situação de vulnerabilidade. Eu tenho orgulho de tantas coisas do Brasil, mas me dói muito ver esse momento”.


Não é a primeira vez, no entanto, que o presidente é alvo de críticas de Carol. Em setembro de 2020, Solberg gritou “fora Bolsonaro!” depois de uma partida válida pela primeira etapa do Circuito Brasileiro.

Na ocasião, por conta da atitude, Solberg chegou a ser denunciada pelo subprocurador do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) do vôlei, Wagner Dantas. A atleta foi punida com uma advertência em primeira instância, mas recorreu. Assim, por 5 votos a 4, o pleno do tribunal optou por rever a decisão anterior e a absolveu.

Em março deste ano, pouco antes do Brasil atingir 300 mil mortes por Covid-19, Solberg deu outra declaração alertando sobre a então situação do país: “Tem sido muito duro manter a cabeça boa A gente vivendo uma pandemia, completando 290 mil mortes. Eu acho que a gente precisa ter consciência disso como atleta. É absurdo o que está acontecendo no Brasil, tristeza, incapacidade de governar”, declarou a jogadora na época.

Neste sábado, nas areias da Urca, onde acontece a segunda etapa do Circuito Brasileiro, no Rio de Janeiro, Carol voltou a manifestar a importância de atletas, como ela se posicionarem sobre a atual situação do país: “Adoro estar aqui jogando. Mas eu entro dentro de quadra e não estou alheia a tudo o que está acontecendo. Estou aqui como cidadã, como atleta. Então, tem sido um momento muito duro”. Ela finalizou a entrevista desejando solidariedade às famílias que perderam “amores e parceiros” para a Covid-19.

Fonte: Metrópoles - 10/10/2021 15h:50min.

Região de Irecê: Estudante de 22 anos é assassinado em Canarana

foto:reprodução

O jovem estudante Caique Martins de 22 anos, foi assassinado na noite de sábado(09), no município de Canarana, distante 45 km de Irecê.

As informações iniciais são de que o jovem estaria em uma festa acompanhado de uma amiga, quando foi atacado com um golpe de canivete na região do peito por um homem que lhe pedia drogas.
Estudante de Medicina, Caique era filho de um oficial de justiça e sobrinho do vereador Paulo Dourado do município de Ibititá.

A polícia civil irá investigar e até a manhã deste domingo(10) o criminoso não foi localizado.

Ao STF: Bolsonaro e líderes religiosos vivem crise após Centrão pressionar por novo nome

Bolsonaro e evangélicos vivem crise após Centrão pressionar por novo nome no STF
Reprodução: iG Minas Gerais/Bolsonaro e evangélicos vivem crise após Centrão pressionar por novo nome no STF


 presidente Jair Bolsonaro (sem partido) busca resolver um impasse com o setor evangélico após o Centrão passar a pressioná-lo pela indicação de um novo nome para a vaga em aberto do Supremo Tribunal Federal (STF). As informações são do jornal Folha de S.Paulo.

O ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira (PP-PI); da Secretaria de Governo, Flávia Arruda (PL-DF); e de Comunicações, Fábio Faria (PSD-RN), articulam para que o nome de Alexandre Cordeiro de Macedo, presidente do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

André Mendonça, advogado-geral da União, foi o nome apresentado por Jair Bolsonaro após a aposentadoria do ministro Marco Aurélio Mello, em julho. Tido como 'terrivelmente evangélico', sua indicação passou a incomodar o Centrão.

Silas Malafaia, tido como um dos conselheiros de Bolsonaro, afirmou que qualquer nomeação ao STF deverá passar pelo crivo evangélico. "Estão pensando que vão chegar para o presidente com um nome qualquer, mas o presidente vai perguntar para gente, e vamos dizer ‘não, não reconhecemos esse cara'. A única coisa é que o presidente vai perguntar se o camarada é terrivelmente evangélico ou não porque ele não tem ideia. Não adianta esses caras armarem alguma coisa, dizendo que João ou Manoel ou sei lá quem é terrivelmente evangélico que nós vamos dizer ao presidente sim ou não".

Já Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ), deputado federal, segue na linha do líder religioso e diz que, "se reprovarem o André, quem vai dizer outro nome é a lideranca evangélica. Não vamos aceitar quem não seja evangélico indicar ninguém ao presidente".

Fonte:PORTAL IG em 10/10/2021 14h:39min.

Bahia: Falha na aterrissagem causou acidente aéreo que deixou cinco mortos em Maraú, diz laudo

                                             foto:reprodução

Uma falha na aterrisagem pode ter provocado o acidente com o jatinho que matou cinco pessoas na cidade de Maraú, no sul do estado, em 2019. A conclusão é do laudo do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).O avião que caiu e pegou fogo levava 10 pessoas e cinco delas morreram: o ex-piloto de Stock Car Tuka Rocha, Maysa Marques Mussi, Marcela Brandão Elias, Eduardo Elias e o copiloto da aeronave, Fernando Oliveira.Os sobreviventes são Eduardo Mussi, que perdeu esposa e filho no acidente, Marie Cavelan, Marcelo Constantino e Aires Napoleão, piloto do avião.

Marcela, Maysa e Tuka morreram (Foto: Reprodução)
O laudo, divulgado pela TV Bahia, ficou pronto em agosto e constatou que o tempo estavalimpo, não havia área de instabilidade, nem nada que recomendasse que o avião não voassenaquele dia. Também não existiu nenhuma falha de comunicação com os órgãos decontrole.O documento concluiu que o avião sofreu um impacto com um barranco, o que provocouuma ruptura dos trens de pouso, das portas e cilindros atuadores. O relatório apontaainda,sendo a TV Bahia, "uma inadequada avaliação por parte do comandante, da posiçãoda aeronave em relação à rampa de aproximação final e à pista de pouso", que teriaprovocado um toque do avião no solo antes da cabeceira da pista.
Acidente
O acidente aéreo ocorreu no dia 14 de novembro de 2019. A aeronave que transportava 10 pessoas saiu de Jundiaí, São Paulo, com destino à cidade baiana de Maraú. Os passageiros do jatinho estavam indo para um resort.O avião caiu durante o pouso na pista do resort Kiaroa Eco-uxuryResort, na praia de Barra Grande. Informações do Correio da Bahia em 10/10/2021.