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domingo, 17 de outubro de 2021

Missionários americanos são sequestrados por gangues no Haiti, diz governo

 Sequestros cresceram no Haiti ao longo de 2021, com os números aumentando quase 300% desde julho

Sequestros cresceram no Haiti ao longo de 2021, com os números aumentando quase 300% desde julho foto:AP                                      


                                      

                                          

Ao menos 17 missionários cristãos americanos e suas famílias, incluindo crianças, foram sequestrados neste sábado (16) por integrantes de uma gangue em Porto Príncipe, capital do Haiti, informa a mídia dos Estados Unidos.

Segundo o “The New York Times”, o “Washington Post” e a “CNN” internacional, o sequestro aconteceu depois que os missionários deixaram um orfanato situado a 30 km da capital haitiana.

Foram sequestrados 14 adultos – homens e mulheres – e três menores, informou a CNN.

Os missionários, que vieram do estado americano de Ohio, foram sequestrados quando estavam em um ônibus, a caminho do aeroporto. Eles seguiriam viagem para Titanyen e aquela era a primeira viagem do grupo pelo Haiti, segundo informações da RFI.

O sequestro foi realizado, ainda de acordo com a RFI, pela gangue chamada “400 mawozo”, que montou barricadas na estrada, controlada por ela, desviou vários veículos e raptou não somente os missionários, mas também cidadãos haitianos.

A gangue “400 mawozo” sequestrou 10 pessoas em abril, entre elas dois religiosos franceses. Liberado após 20 dias, o padre Michel Briand afirmou à AFP que acreditava que os membros da gangue não tinham previsto o rapto dos franceses e que as vítimas estavam “no lugar errado, na hora errada”.

O Departamento de Estado dos EUA informou que a prioridade é a segurança dos sequestrados: “o bem-estar e a segurança dos cidadãos americanos no exterior é uma das maiores prioridades do Departamento de Estado”.

Gangues
É crescente a ação de gangues no Haiti. A violência aumentou após o assassinato do presidente Jovenel Moise, em julho, e um terremoto, em agosto, que matou mais de 2 mil pessoas. Após esses eventos, sequestros se tornaram ferramenta comum para essas gangues conseguirem dinheiro. Metade da cidade de Porto Príncipe é controlada por esses grupos criminosos.

Fonte: G1 17/10/2021 15h:40min.

Deputados pedem prisão de procurador Dallagnol após denúncia sobre delação de ex- diretor da Petrobras

      

                                               foto:reprodução/ag.Brasil


Após a denúncia de
 Vinicius Segalla, no Diário do Centro do Mundo de que Deltan Dallagnol e Athayde Ribeiro Costa – respectivamente chefe e membro da extinta Operação Lava Jato, teriam negociado os termos da delação premiada do ex-executivo da Petrobras Pedro Barusco, vários deputados pediram a prisão de Dallagnol.

Veja abaixo:

O advogado criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, escreveu nota sobre o assunto. Veja abaixo:

Veja abaixo:ac para abrir caminho ao impeachment de Bolsonaro

Esta matéria é muito grave. É tudo que nós sempre denunciamos. O Ministério Público, do alto da autoridade que a instituição lhe confere, instrumentaliza o grave poder de denunciar, pedir prisão, acusar, para fazer política. É o pior dos bandidos. Só comparável ao juiz que vende e mercadeja com a toga.

Esta semana fui procurado por um “delator” conhecido que quer contar o que ele sofreu para delatar. Nunca acompanhei nenhum delator. O que me procurou vai falar, inclusive, sobre os advogados que faziam parte do esquema. La vie cest pas un long fleuve tranquile.

Prática ilegal

A prática dos procuradores de Curitiba é ilegal. A norma brasileira que regulamenta e deu origem ao instituto da delação premiada no Brasil (Lei Nº 12.850, de 2 de agosto de 2013) veda expressamente que as autoridades constituídas sugiram versões, solicitem inclusões ou firam de qualquer modo a iniciativa do próprio delator sobre o que pretende levar a conhecimento dos órgãos de investigação e controle.

Fonte: Revista Fórum - 17/10/2021 16h

Deputado Bolsonarista chama Arcebispo de Aparecida e Papa Francisco de “safados” e “pedófilos”, veja vídeo




O deputado estadual Frederico D’Avila (PSL-SP) xingou o arcebispo de Aparecida, Dom Orlando Brandes, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e o papa Francisco de “safados”, “vagabundos” e “pedófilos”. As ofensas foram ditas em discurso na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) na última quinta-feira (14).

O discurso foi uma reação ao sermão da missa do Dia de Nossa Senhora Aparecida de Dom Orlando Brandes, que criticou a disseminação de notícias falsas e o armamento da população brasileira. O religioso não mencionou o nome do presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido), mas utilizou o slogan do governo federal para afirmar que “para ser pátria amada não pode ser pátria armada”.

D’Avila afirmou: “Seu vagabundo, seu safado da CNBB, dando recadinho para o presidente [Bolsonaro], para a população brasileira, que pátria amada não é pátria armada. Pátria amada é a pátria que não se submete a essa gentalha”, disse.

E disse mais: “Seu vagabundo, safado, que se submete a esse papa vagabundo também. A última coisa que vocês tomam conta é do espírito, do bem-estar e do conforto da alma das pessoas. Você acha que é quem para ficar usando a batina e o altar para ficar fazendo proselitismo político? Seus pedófilos safados, a CNBB é um câncer que precisa ser extirpado do Brasil”, gritou no plenário.

fonte: Revista Fórum - 17/10/2021 16h

VIA Correio da Bahia: Clara Beatriz, a menina de Irecê que distribui livros

( Caio Antunes)

Aos 13 anos, Clara Beatriz mantém projeto de leitura que já distribuiu mais de 11 mil títulos na região de Irecê e no Pará

Acho que o quintal onde a gente brincou é maior do que a cidade, escreveu o poeta Manoel de Barros (1916-2014). Esperta que só, Clara Beatriz Maciel Nunes Dourado faz da cidade de Irecê, a 480 Km de Salvador, o seu próprio quintal. E, como uma criança generosa que espalha brinquedos para outras crianças brincarem com ela, distribui livros pelas praças, com o projeto Casinha de Livros. Em quase três anos, foram instaladas 15 casinhas - duas delas no Pará - e disponibilizados cerca de 11 mil títulos, todos de graça, com o comprometimento da devolução por parte do leitor. O trabalho é fruto da arrecadação de livros em todo o Brasil. Não vale livro didático, apenas literário. A intenção é fazer crianças, jovens, adultos e idosos pegarem gosto pela literatura. 

Clarinha, como é conhecida, ganhou seu primeiro livro, ‘O Cachorrinho e as Formas’, aos quatro anos. Até hoje, se lembra da sensação. As mãozinhas percorriam as páginas com as figuras coloridas e chamativas, numa das muitas descobertas sensoriais típicas da idade. “Fiquei encantada com todas aquelas cores, aquelas formas. Era um livro bem interativo e eu gostava muito de ficar tocando nas imagens”, conta. Durante uma das muitas viagens à capital baiana, já maiorzinha, se deparou com uma casinha de madeira cheia de livros, em um shopping da cidade. Incutiu que também queria uma. Não para ela, mas para todos. Só sossegou quando convenceu o pai a construir o equipamento na praça pertinho de casa. “Ficamos preocupados em encorajá-la  e depois danificarem as casinhas. Não queríamos que ela passasse por essa decepção. Mas, em hipótese nenhuma houve depredação”, relembra Paulo Cefas Dourado. Começava, assim, a saga da menina que distribui livros. 

Protagonista da história, Clarinha tem na família e em muitas pessoas que cruzam seu caminho personagens importantes desse enredo. Além da ajuda do pai, a estudante de 13 anos conta com a mãe como grande influenciadora, responsável por despertar nela o amor pelos livros: “Minha mãe lia pra mim desde que eu era pequenininha. Antes mesmo de eu aprender a ler, já fui criando essa paixão pela leitura”. 

A disposição da filha ainda chama atenção de Maria José Maciel: “Ela quer desenvolver muitas ações, muitos projetos. A gente fica dando uma segurada aqui e ali, porque tem coisa que não é viável, né?”, questiona, sem, no entanto, deixar de incentivar as ideias da menina. Quando não está no Núcleo Especial de Atendimento à Mulher (NEAM) de Irecê, a delegada ajuda com a arrecadação dos livros, inscrevendo o projeto da Casinha em editais e dando suporte nas diversas campanhas que Clara promove nas redes sociais (@projetocasinhadelivros). A última, voltada à pobreza menstrual, conseguiu levantar 15 mil absorventes para distribuição entre pessoas em situação de vulnerabilidade social na região. 

Também nas redes sociais, ela realiza lives de incentivo à leitura, já tendo conversado com o ator Lázaro Ramos, a apresentadora Astrid Fontenelle, que é madrinha do projeto, e com o jornalistaRodrigo Carvalho. A propósito, ela conduziu (lindamente) o bate-papo com ocorrespondente da Globo em Londres. “A leitura faz você falar e ler melhor, ter um vocabuláriomais amplo, conhecer lugares sem sair de casa. A leitura pode te beneficiar de muitasformas diferentes”, sugestiona Clara, que garante já ter lido “uns duzentos livros, incluindo osinfantis, mais curtos”.  Mesmo muito fã de Ruth Rocha, Clarice Lispector (1920-1977) e J.K.Rowling, as obras  preferidas de Clara são aquelas que têm a Segunda Guerra como pano defundo. Entre elas, ‘O Diário de Anne Frank’, ‘Os Meninos que Enganavam os Nazistas’, deJosephJoffo, e ‘O Menino do Pijama Listrado’, de John Boyne. “Me fazem refletir”, conta“Tambémgosto muito de ‘Malala, A Menina que Queria ir pra Escola’”. Atualmente, está lendo‘Emma’, romance da inglesa Jane Austen (1775-1817) publicado pela primeira vez em 1815.

Jogos e condecorações E não pense você que Clarinha é do tipo avessa à tecnologia. “Eu aaaaamo jogos de celular, também sou humana”, enfatiza. Para ela, leitura e games são bastante compatíveis: “Muita gente coloca livro como inimigo do celular, mas assim como tem livros sobre aparelhos eletrônicos, existem ferramentas relacionadas à leitura, como o Kindle e Árvore de Leitura, com várias obras pra você ler”. Seus jogos preferidos são Roblox, que adora jogar com a irmã Júlia, de 9 anos, e Bit Life. Mas garante que jogar só aos fins de semana. Adolescente como quase qualquer outra, Clara Beatriz gosta de passear com seu cãozinho Theo e encontrar as melhores amigas, Duda, Ceci e Luiza. Estudante do 8º ano, suas disciplinas preferidas são ética, inglês e, claro, produção de texto. As aulas de teatro - que pararam por conta da pandemia - fazem os grandes olhos castanhos da menina brilharem. A vontade de se tornar atriz famosa (“ou jornalista”) pode estar logo ali: em novembro, ela começa agravar ‘Sonho de Cinema’, primeiro filme do diretor Sólon Barreto.Até lá, se divide entre a rotina em casa e na escola e as atividades com a Ashoka, organização internacional com foco em empreendedorismo social, fundada na Índia. Este ano, ela recebeu o título Jovens Transformadores Ashoka Brasil, sendo uma das 15 selecionadas pela instituição por conta do seu engajamento no incentivo à leitura. Em breve, Clarinha recebe a comenda Dois de Julho, a mais alta honraria concedida pela Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) e se torna uma das pessoas mais jovens a obterem a condecoração. 

Inspiração 

Ah! Sabe a casinha de madeira cheia de livros que Clarinha viu no shopping quando tinha 8 anos e que a instigou a querer suas próprias casinhas? Era da Livres Livros(@livreslivros). Idealizado por Raíssa Martins, o projeto também incentiva a leitura, através da doação de livros e da ‘adoção’ de pequenos leitores. Para a escritora soteropolitana, tão importante quanto fazer é inspirar outros a se moverem: “Nunca devemos parar. Certamente,Clarinha inspira outras pessoas também, ainda mais sendo criança. Ela é um ótimo exemplo!”. 

FONTE: CORREIO DA BAHIA -17/10/2021 - 15h:40min.

Salvador: Advogado é preso acusado de matar namorada a tiros; defesa diz que tiro foi acidental

 

Jovem é morta a tiros e advogado que a namorava é preso em flagrante
Foto: Reprodução / Redes Sociais
Foto: Reprodução/Redes SociaisDefesa diz que tiro de advogado que matou namorada no Rio Vermelho foi acidental

Uma jovem, de 21 anos, morreu após ser atingida por tiros na madrugada deste domingo (17) em um apartamento no bairro do Rio Vermelho, em Salvador. Um advogado, acusado pelo crime, foi preso em flagrante. Segundo a Polícia Civil, a jovem, identificada como  Kesia Stefany da Silva Ribeiro, chegou a ter o corpo levado pelo namorado ao Hospital Geral do Estado (HGE).

 

Depois, o advogado – identificado como Luiz Meira e com atuação na área criminal – fugiu da unidade de saúde. Ainda segundo a polícia, os dois se relacionavam havia dois anos. O crime ocorreu por volta das 2h40 deste domingo em um apartamento na Rua Barro Vermelho.

 

O advogado foi preso por uma guarnição da Polícia Militar, na casa de familiares. Ele foi autuado em flagrante pelo crime de feminicídio no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). A motivação do crime ainda não foi informada. 


DEFESA


"Ele alega que foi fruto de uma discussão, uma desavença, e infelizmente aconteceu o disparo acidental. Todos os indicíos apontam para isso. Ele está lesionado. Tem histórico de violência recíproca, infelizmente culminou nisso", disse. Segundo Arjones, o cliente tem posse de arma.

A vítima chegou a ser socorrida pelo advogado para o Hospital Geral do Estado (HGE), mas chegou sem vida à unidade de saúde. O suspeito fugiu em seguida, mas foi localizado cerca de uma hora após o homicídio.

De acordo com o Centro Integrado de Comunicação (CICOM), Meira estava em um apartamento, no Edifício da Vince Resindeciale, no bairro da Pituba. O veículo usado na evasão, um modelo Ônix, cor vermelha, de placa RCP-9F17, foi encontrado por policiais militares.

FONTE: BN E BOCÃO NEWS - 17/10/2021 


Meio ambiente: Ministério confirma audiência com Cacique Cobra Coral, mas nega que tenha pedido

Solicitação da reunião teria partido do assessor Osmar Santos
Reprodução/TV Tem - Solicitação da reunião teria partido do assessor Osmar Santos


 O Ministério de Minas e Energia (MME) emitiu uma nota neste domingo (17) para retificar a matéria veiculada pela Revista Veja sobre uma reunião com o Cacique Cobra Coral para "fazer chover" . Segundo a pasta, a audiência aconteceu nesta quinta-feira (14), mas a solicitação partiu do assessor Osmar Santos, o porta-voz de Adelaide Scritori, que incorpora o espírito da entidade. 

Em nota, o ministério disse que a requisição de audiência foi solicitada pela empresa Tunikitio Seguros com o assunto: "Blackout no Centro Sul a partir de 16/10/21 se medidas urgentes não forem adotadas. 

O MME reiterou que por ser um ente público, dialoga com associações de diversos setores "com base nos princípios da transparência e do diálogo franco".

O Brasil enfrenta a pior crise hídrica em 91 anos de monitoramento das bacias hidrográficas do país. De acordo com o Operador Nacional do Sistema Elétrico, os reservatórios do sistema Sudeste/Centro-Oeste, que geram 70% da energia do país, operam com 19,59% da capacidade.

Fonte: PORTAL IG - 17/10/2021 15h:25min.