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quarta-feira, 20 de abril de 2022

GO: “Acabou com nossa família”, diz viúva de engenheiro morto por coronel da PM

                                         foto:reprodução

Goiânia – Após 16 anos de casamento, a autônoma Kelly Brito da Silva, de 38 anos, perdeu o esposo, o engenheiro Erceli Miguel Pinto, de 49, de uma forma brutal. Ele foi assassinado na porta da casa em que o casal morava com os dois filhos adolescentes, na Vila Brasília, em Aparecida de Goiânia, na manhã do último sábado (16/4).

“Ele desceu para comprar pão. Logo que desceu, escutei um barulho igual a bomba. Quando cheguei, ele estava lá caído”, contou a autônoma ao Metrópoles.

Os filhos gêmeos do casal também desceram e viram o pai agonizando no chão ensanguentado.

coronel oficial pm matou engenheiro aparecida goiania goias (1)

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Miguel, como era conhecido o engenheiro, morreu com um tiro no pescoço que acertou a jugular da esquerda para a direita. Ele morreu rapidamente, ainda no local. O crime foi na rua, em plena luz do dia.

Confissão

O autor do disparo que deixou uma viúva e dois órfãos foi o coronel da reserva da Polícia Militar de Goiás (PMGO) Clovis de Sousa e Silva, de 62 anos. Ele assumiu o crime na noite de sábado e deu depoimento na delegacia dois dias depois, mas não foi preso.

“Ele tem que estar preso. Ele já sabia que ia matar e que não seria preso em flagrante. (…). Nós não estamos dormindo, nem comendo. Ele acabou com nossa família. Tememos pelas nossas vidas também. Estamos mortos”, disse Kelly Brito.

 Segundo testemunhas, o coronel estava de roupa e boné preto no momento do assassinato, o que foi confirmado por câmeras de monitoramento. O coronel alega que encontrou a vítima por acaso.

Apesar de confessar o crime, a arma usada no homicídio não foi entregue para o Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) de Aparecida de Goiânia. O coronel não foi preso porque a polícia entendeu que não havia flagrante. No entanto, ele ainda pode ser preso de forma preventiva, caso a Polícia Civil faça um pedido e o Judiciário acate.

Ameaças

O coronel Clovis e o engenheiro Miguel já se conheciam anteriormente. O engenheiro foi contratado em 2020 para construir uma casa popular para o oficial da PM na Vila Redenção, segundo processo no Judiciário. A residência seria para o filho do coronel.

Depois da residência entregue, Clovis entrou na Justiça contra Miguel, alegando que a casa não teria ficado com a qualidade prevista no contrato. Kelly defende que a casa foi sim entregue da forma correta e que, durante a briga judicial, Miguel chegou a ser ameaçado por uma pessoa ligada ao coronel.

“Ele não se conformou com a casa e começou a ameaçar a gente. Falou que ia pegar ele (Miguel) na hora que fosse comprar pão. E foi na hora mesmo que matou ele. A gente já tinha esquecido, passou mais de ano dessas ameaças”, relatou a autônoma.

Em outra ocasião, Miguel teria recebido uma foto da esposa em um local público, acompanhada da mensagem: “Já sei até quem é a sua esposa”. “O filho dele (do coronel) falou na minha frente: ‘Toma cuidado com meu pai. Meu pai não é bicho de se cheirar não’. Isso foi uma forma de ameaça”, contou Kelly.

terça-feira, 19 de abril de 2022

Governo Bolsonaro incentiva uso da Lei Rouanet para eventos pró-arma

 

Governo Bolsonaro incentiva uso da Lei Rouanet para eventos pró-arma
Foto: Reprodução / Twitter

André Porciuncula, o então chefe da Lei Rouanet, incentivou o uso do mecanismo destinado ao fomento cultural para eventos e produtos audiovisuais pró-armas, em uma reunião realizada no final do mês passado, quando ainda estava no governo.
 

Na mesma ocasião, uma reunião com representantes da organização Proarmas, Mario Frias, então secretário especial da Cultura, defendeu o direito do cidadão de se armar. Frias e Porciúncula se desligariam do governo poucos dias depois para concorrerem nas eleições de outubro.
 

As falas foram resgatadas pela agência Pública nesta segunda (18), e podem ser vistas em uma live do evento disponível no YouTube. Procurada pela Folha no fim da manhã desta terça (19), a Secretaria Especial de Cultura ainda não se manifestou.
 

Na ocasião, Porciuncula, ex-policial militar que chefiou a Rouanet pelos últimos dois anos, anunciou que a secretaria estava lançando dois grandes eventos em que a "princesa é a arma de fogo". Tais eventos teriam a presença do presidente Jair Bolsonaro.
 

"Pela primeira vez vamos colocar dinheiro da Rouanet em um evento de arma de fogo, vai ser superbacana isso", afirmou.
 

Neste momento de sua fala, Porciuncula sugeriu que a população se arme contra o Estado, que chamou de criminoso, dando como exemplo do que seriam um crime as restrições adotadas por governadores durante a pandemia.
 

Porciúncula cita dois eventos alusivos ao bicentenário da independência do Brasil, a ser comemorado no próximo Sete de Setembro e uma das principais bandeiras da Secretaria Especial da Cultura e também da Fundação Biblioteca Nacional. Um será na Bahia e o outro, em São Paulo.
 

Segundo Porciuncula, a ideia é evidenciar a importância das armas no processo da Independência. "Então, trazer um evento em que a arma de fogo seja a nossa miss na passarela, que a gente mostre para a população um outro olhar sobre a arma de fogo."
 

Não fica claro, contudo, se estes são os eventos que fariam uso da Rouanet e que teriam a presença de Bolsonaro, conforme ele menciona anteriormente em sua fala.
 

O então chefe da Rouanet também anunciou que uma verba de R$ 1,2 bilhão disponibilizada pela secretaria poderia ser usada para produtos audiovisuais como documentários, filmes, webséries e podcasts que versem sobre a importância do armamento para a civilização e "para garantir a liberdade humana".
 

A reportagem não conseguiu confirmar este valor. Para efeito de comparação, a Rouanet captou ao todo, no ano passado, R$ 1,9 bilhão.
 

Por fim, Porciuncula se pôs e pôs também a Secretaria Especial da Cultura à disposição para esclarecer dúvidas sobre como usar o mecanismo de incentivo fiscal para este fim. Disse ainda que, uma vez que saísse do governo, teria uma equipe treinada na pasta para responder aos questionamentos.
 

No mesmo evento, Frias defendeu a cultura como parte do imaginário da população e a importância da criação de obras audiovisuais. "O ser humano não pensa em palavras, a semântica é basicamente imagens. Se a gente acredita em armas, a gente precisa criar os heróis", disse.
 

Ele acrescentou que as narrativas, principalmente para a população mais jovem, não são feitas com estatísticas ou números, mas sim com a cultura, depois de fazer uma ligação entre o filme "Tropa de Elite" e a eleição de Bolsonaro, dizendo que a população brasileira elegeu um capitão.
 

Frias afirmou ainda que "a Rouanet era um caso de polícia" e que por este motivo foi conveniente ter um ex-PM ao seu lado, durante seu mandato no governo. Porciuncula é ex-capitão da Polícia Militar da Bahia.
 

O então secretário contou que perdeu um pai assassinado, no final dos anos 1980, e disse que quem defende bandido não sentiu a dor de perder alguém "para a bandidagem".
 

Poucas semanas antes do evento da Proarmas, Frias visitou clubes de tiro no interior de São Paulo com dinheiro público, mas omitiu as visitas de sua agenda oficial.
 

Tanto ele quanto Porciuncula defendem a pauta armamentista em suas redes sociais. Frias inclusive usa o logo da Proarmas numa imagem de divulgação de sua candidatura a deputado federal por São Paulo.
 

Em tom de piada, Porciuncula também afirmou que toda matéria da Folha usa uma foto dele, de Frias e de Eduardo Bolsonaro armados, que foi postada no Twitter por eles. Segundo o ex-PM, a ideia é vincular a imagem, que ilustra esta reportagem, à criminalidade.


Fonte: FOLHAPRESS - 19/04/20223 20H:15

Bahia: Prefeituras já podem inscrever projetos de festas juninas em editais do Estado

 

Prefeituras já podem inscrever projetos de festas juninas em editais do Estado
Foto: Divulgação

O governador Rui Costa anunciou, na noite desta terça-feira (19), a abertura do período de inscrições para o edital de apoio aos municípios baianos na realização de festejos juninos. O gestor usou as redes sociais para fazer o anúncio. "Depois de 2 anos sem festas juninas, estamos disponibilizando recursos para a realização de eventos em todo o estado. Vamos movimentar a economia e a geração de renda nos municípios, além de acabar com a saudade dessa tradição", escreveu Rui em suas redes sociais.

 

De acordo com o que foi divulgado pelo governo estadual, o edital de seleção pública para a Celebração de Convênios de Cooperação Técnica e Financeira para a Viabilização do São João da Bahia e demais Festas Juninas foi lançado por meio da Superintendência de Fomento ao Turismo do Estado da Bahia (Bahiatursa). 

 

Os gestores municipais interessados têm até 3 de maio para levar a documentação, presencialmente, na sede da Bahiatursa, de segunda a sexta, das 8h30 às 12h e das 13h30 às 18h, no Protocolo Central, na 3ª Avenida, nº 390, Plataforma IV, térreo, Centro Administrativo da Bahia (CAB).


O texto com os detalhes sobre o assunto será publicado no Diário Oficial do Estado, na edição desta quarta-feira (20). O edital engloba eventos a serem realizados de 1º de junho a 2 de julho de 2022.

 

Ainda de acordo com o governo,  a comissão de avaliação, composta de servidores especialmente designados, selecionará até 145 projetos que poderão ser contemplados com o aporte de recursos financeiros. Serão adotados para a seleção critérios como justificativa turística, presença de manifestações culturais tradicionais das festas juninas e estrutura receptiva do município.

 

Entre os outros pontos observados para a seleção das cidades estão: inovação da oferta de atrativos e serviços turísticos no município ou território; geração de fluxo turístico; integração da economia local ou territorial com a atividade turística e preservação da identidade cultural e natural local como atrativo turístico.

 

Na capital, os festejos juninos acontecem de 23 de junho a 2 de julho, em Paripe, no Pelourinho e no Parque de Exposições, este último é a novidade de 2022. Estakazero, Targino Gondim, Adelmario Coelho, Juliette, Flavio José, Elba Ramalho, Geraldo Azevedo, João Gomes, Safadão e Solange Almeida já estão confirmados na festa promovida pelo Governo do Estado. 

 

Os festejos começam com o tradicional campeonato de quadrilhas em Periperi, de 16 a 19 de junho. No dia 23, a programação musical será aberta nos três locais: Paripe, Pelourinho e Parque de Exposições. No palco do subúrbio, a festa acontece em dois dias, finalizando no dia 24; já no Centro Histórico e no Parque de Exposições, a animação segue até o dia 26 de junho. 


Fonte: BN -19/04/2022 20h10


MT: Bolsonaro se depara com faixa contra a fome em Cuiabá; "Capital do ossinho"

                                   foto:reprodução

O presidente Jair Bolsonaro (PL), em mais um ato com tom de campanha antecipada, decidiu desfilar de carro aberto em Cuiabá (MT) nesta terça-feira (19). Protegido por inúmeros seguranças e seguido por motociclistas apoiadores, o chefe do Executivo, em dado momento de seu percurso, se deparou com uma faixa: "Cuiabá: capital do ossinho. Fora Bolsonaro!". 

A faixa em questão se trata de um protesto contra a fome e faz referência à cena chocante registrada em 2021, que mostrava pessoas na capital mato-grossense fazendo filas para receber doações de ossos de boi em um açougue

A cena do protesto durante o passeio em Cuiabá foi postada pelo próprio Bolsonaro em seu Facebook, provavelmente contando com que a faixa não tivesse sido registrada em sua transmissão ao vivo. 

são ao vivo. Informações da Revista Fórum em 19/04/2022 c/adaptações

No PA: ‘Anaconda’ de 5 metros é morta a tiros após atacar cachorro que brincava com criança

 Moradores da cidade de Tracuateua, no interior do Pará, assassinaram uma cobra a tiros após a serpente atacar um cachorro e uma criança que brincavam na rua.

A víbora é conhecida como ‘Anaconda’ ou ‘Sucuri Verde‘. O animal, que não é peçonhento, tinha mais de 5 metros de comprimento e assustou profundamente os moradores da cidade.

© Yuri Ferreira

Imagem mostra ferimentos de sucuri que foi morta por populares após atacar um cachorro no interior do Pará

A cidade de Tracuateua fica a 180 quilômetros do município de Belém do Pará, e é rodeada por rios, mangues e água do mar.

De acordo com moradores, as cobras são relativamente comuns na região, mas raramente apresentam o tamanho ostentado pela víbora que atacou o cachorro.

“A gente sempre vê no rio [algumas] cobrinhas, mas deste tamanho, nunca pensei que tinha. Parece coisa de filme mesmo”, disse uma vítima a uma emissora local, a RBA TV, afiliada da Rede Bandeirantes na região.

– Esta espécie de cobra solta pum ao invés de veneno para se defender

A sucuri invadiu uma comunidade local e atacou um cachorro que brincava com uma criança. Os moradores começaram a atacar a cobra com facões e, posteriormente, atiraram na cabeça do animal. Eles chamaram os bombeiros e os serviços de saúde, que demoraram a chegar.

A criança envolvida na história não foi atingida, mas o cachorro não resistiu aos ferimentos causados pelo ataque. Ele acabou morrendo no local.

Investigação criminal

A Polícia Civil do Pará afirmou que instaurou um inquérito para apurar as circunstâncias da morte do animal selvagem para entender se algum crime ambiental foi cometido.

As sucuris Eunectus murinus – como a encontrada em Tracuateua – podem chegar a medir 6 metros de comprimento e costumam fazer seus ataques nas proximidades igarapés, rios, lagos e outras formações aquáticas, pois se locomovem com muita facilidade nesse tipo de ambiente.

Não se sabe se o animal está em extinção, mas estudos apontam para uma diminuição populacional nos últimos anos devido à perda de habitat para empreendimentos movidos por seres humanos, em especial na mineração e no agronegócio.

Em 2017, um homem de 70 anos foi preso por matar uma sucuri verde. De acordo com a legislação brasileira, é crime passível de prisão e multa “matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécies da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória, sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente”.

fonte:19/04/2022


Bolsonaro desafia ministro Moraes a prendê-lo e cassá-lo por desconfiar de sistema de votação

BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro desafiou o ministro do Supremo Tribunal Federal e atual vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Alexandre de Moraes, a prendê-lo ou cassá-lo por desconfiar do sistema de votação, além de criticar o TSE chamando-o de um grupo fechado, o "TSE futebol clube".

Presidente Jair Bolsonaro
© Reuters/ADRIANO MACHADO Presidente Jair Bolsonaro

"O grande problema que a gente tem é o Tribunal Superior Eleitoral. Virou lá um grupo fechado, TSE futebol clube. O que se fala é lei", disse.

"Há poucas semanas o Alexandre de Moraes falou que quem desconfiar do processo eleitoral vai ser cassado e preso. Ô, Alexandre, eu estou desconfiado. Vai me prender? Vai cassar meu registro? Que democracia é essa? Nós podemos desconfiar de tudo, quando desconfia a gente aperfeiçoa", acrescentou.

Procurada, a assessoria de imprensa do Supremo informou que não deve comentar as declarações do presidente, dadas em entrevista a um repórter da CNN Brasil no último sábado. A assessoria do TSE não respondeu de imediato a pedido de comentário.

Em outubro passado, ao barrar uma ação que queria cassar a chapa Bolsonaro e o vice Hamilton Mourão, Alexandre de Moraes --que vai presidir o TSE durante as eleições-- disse que não iria tolerar a repetição da prática de disseminação de notícias falsas no pleito de 2022 e alertou que a conduta, se ocorrer, poderá levar à prisão dos envolvidos e à cassação do registro da candidatura dos envolvidos.

Na ocasião, Moraes não citou Bolsonaro.

O presidente --em segundo lugar nas principais pesquisas de intenção de voto ao Palácio do Planalto-- voltou recentemente a fazer críticas contra ministros do Supremo e do TSE e ao sistema de votação brasileiro.

Fonte: Reuters -(Reportagem de Lisandra Paraguassu) -19/04/2022

Em Aracaju: Gêmeas euclidenses lançarão segundo livro premiado na UFS

 


                                        
                                           

Na próxima quarta-feira, 20 de abril, as escritoras euclidenses, Larissa Telles e Laís Telles, que são irmãs gêmeas, lançarão em Sergipe o livro “O amor é uma utopia: dos sabores aos dissabores”, publicação que reúne poesias e textos sobre o amor.

A obra foi selecionada e premiada pela Funcap – Fundação de Cultura e Arte Aperipê, por meio da Lei Aldir Blanc. A ideia principal do livro, segundo as autoras, é desconstruir a visão que as pessoas têm do amor utópico, aquele sentimento maravilhoso, perfeito, os romances de Skakespeare.

“Estamos ansiosas pelo evento, vai ser uma programação muito especial. É uma felicidade que não cabe em palavras. Esse reconhecimento é muito importante para nós e estamos muito felizes com isso. Esperamos que seja mais um marco importante na nossa trajetória”, afirma Larissa.

O lançamento acontecerá das 09h às 12h na reitoria da Universidade Federal de Sergipe (UFS), durante o Encontro LiterLAB-FUNCAP/UFS, evento em comemoração ao Dia do Livro. A programação oficial inclui, ainda, palestras sobre temas relacionados à literatura regional, mostra literária e lançamento de outras obras premiadas.

Reprodução Retratos e Fatos


A maior parte das histórias contidas no livro é fundamentada em experiências próprias, mas elas também trouxeram enredos amorosos de outras pessoas, principalmente dissabores.

A ideia do livro é passear dos sabores aos dissabores, para que o leitor seja levado a refletir nessa desconstrução sobre o que ele entende que seja o amor.

Elas também já lançaram outro livro, “A vida é um café amargo: deliciosamente amargo”, de Larissa Telles e ilustrações de Laís Telles. A publicação trata sobre temas diversos. Larissa e Laís são de Euclides da Cunha/BA e possuem apenas 23 anos de idade.

CN / Fonte: Retratos e Fatos - 19/04/2022 09h:30

Em Paris: Procurador Geral é cobrado: "Vamos investigar o bolsolão do MEC ai?"


                                           foto:reprodução

Curtindo férias em Paris, o Procurador-Geral da República, Augusto Aras, foi cobrado por brasileiros a abrir uma investigação sobre o esquema de corrupção montado por Jair Bolsonaro (PL) junto com pastores no Ministério da Educação, que ficou conhecido como "Bolsolão do MEC".

“Dar rolezinho em Paris é legal, mas e abrir processo? Vamos investigar o bolsolão do MEC, procurador?”, cobrou um brasileiro, que filmou a cena pelas ruas da capital francesa.

 "Vamos investigar lá os pastores no MEC, o Bolsonaro gastando milhões em Viagra para o Exército...", listou o brasileiro.

Segundo Guilherme Amado, do site Metrópoles, a PGR não informou o período de férias e nem o destino de Aras por "questões de segurança".



Fonte:Revista Fórum - 19/04/2022 08h:30