
CONFIRA A REPORTAGEM DO JORNALISTA CARLOS MADEIRO DO SITE UOL DE HOJE(4):

CONFIRA A REPORTAGEM DO JORNALISTA CARLOS MADEIRO DO SITE UOL DE HOJE(4):

foto:Matheus Veloso/Metrópoles
A Polícia Federal (PF) abriu apuração sobre uma inclusão falsa de vacina da Covid no sistema do Ministério da Saúde por um golpista. No mês passado, a coluna mostrou que o golpista levou apenas sete minutos para adicionar um imunizante com data retroativa no aplicativo ConecteSUS.
A apuração foi aberta na última semana e tramita na superintendência do Distrito Federal da PF. Além de um boletim de ocorrência registrado pela coluna antes da publicação da reportagem, os investigadores se baseiam em documentos enviados pelo Ministério da Saúde para descobrir a identidade do golpista, que usava um perfil anônimo no Telegram e cobrava R$ 300 por dose de vacina.
imagem: reprodução
“Você escolhe a quantidade de doses, escolhe o veneno entre Pfizer ou Coronavac ou AstraZeneca. Assim que eu lançar no sistema do SUS, falo para você checar. Lanço com data retroativa e respeitando o espaçamento entre as doses. O pagamento só é feito após você conferir no seu ConecteSUS as doses e o certificado de vacinação! Não precisa enviar nenhum documento, somente seu CPF ou CNS [Cartão Nacional de Saúde]! Vamos descartar vacinas reais, é como se você realmente tivesse tomado veneno!”, dizia o golpista.
Essa pessoa cobrava R$ 300 para incluir uma vacina da Covid falsa no sistema do Ministério da Saúde. O valor não foi pago pela coluna. Depois de ser informado pela reportagem, o Itaú Unibanco fechou a conta bancária usada pelo golpista.
foto:reprodução
A modelo baiana Emmily Rodrigues, 26 anos, morta na
Argentina, tinha lesões por todo o corpo, segundo o advogado da família da
vítima, Ignacio Trimarco. Os parentes da modelo acreditam que ela foi vítima de
um feminicídio.
"A polícia está realizando autópsia do corpo e colhendo
informações contidas no celular do suspeito, além de gravações de câmeras de
segurança da redondeza para reconstruir as cenas do que aconteceu naquela
noite. Já foi constatado que a vítima tinha lesões por todo o corpo, no dorso,
nas mãos, e a polícia tenta saber se são marcas de luta", relatou o
advogado, em entrevista ao jornal O Globo.
O principal suspeito da morte é o empresário Francisco Saenz
Valiente, proprietário do imóvel onde a modelo foi encontrada. Ele está preso.
Em depoimento, ele disse que a jovem teve um surto e se jogou na janela. A
família dela não acredita nesta versão.
O corpo da jovem foi encontrado sem roupa, na área térrea do
edifício. Em entrevista, Joicy Claudia e Manoelle Assunção Ravagani, amigas da
vítima, disseram que a jovem não usava drogas e nunca teve sinais de depressão,
cuidava muito da saúde e era feliz com um namorado argentino com quem se
relacionava há cerca de dois anos.
Para as amigas, o mais provável é que tenha ocorrido uma
tentativa de abuso e Emmily reagiu. Emmily foi trabalhar em uma agência de
turismo para brasileiros em La Boca, quando chegou a Buenos Aires.
Na noite anterior ao crime, ela teria ido ao restaurante
Gardiner e depois encontrado, por acaso, com médica Juliana Mourão e Francisco
no Isabel, outro estabelecimento, especializado em comida peruana, em Palermo.
Depois, teria sido convidada para ir à casa do empresário.
Em depoimento, a médica contou que houve uma briga entre
Emmily e Francisco, e que a modelo agrediu o suspeito. O motivo da discussão
não foi revelado pela polícia.
Fonte: Correio da Bahia - 04/04/2023
Foto: Reprodução / Instituto Butantan
Voltam a integrar o grupo representantes das sociedade científica, sociedade civil, gestores do SUS, sindicatos, além de empresários.
O grupo interministerial vai atuar na construção e no acompanhamento das ações para fortalecimento do complexo. Estão previstas ações de fomento à pesquisa e inovação, realização de parcerias para o desenvolvimento produtivo e inovações, ações voltadas ao uso abrangente do poder de compra do Estado e ao fortalecimento da produção nacional.
Já na área de equipamentos médicos, a produção nacional atende 50%. Em medicamentos prontos, o percentual é de cerca de 60% e, em vacinas, um pouco acima. A meta é atingir média de 70% do que o SUS utiliza, considerando todos os itens, com produção local no setor.
Fonte: RAQUEL LOPES/FOLHAPRESS - 04/04/2023
O procurador da República José Soares, responsável pelas investigações do suposto plano para sequestrar o senador Sergio Moro (União Brasil-PR), optou por deixar o caso após ter negado seu pedido para transferi-lo para a Justiça estadual de São Paulo.

José Soares, que atua no Ministério Público Federal em Curitiba, argumentou que os acusados da suposta tentativa de atacar Moro não cometeram nenhum crime federal. Ele também sustentou que os crimes investigados seriam de competência da Justiça estadual paulista, uma vez que todos os acusados residem em São Paulo e teriam executado o plano no estado.
A juíza Gabriela Hardt, que atua como substituta na 9ª Vara Federal de Curitiba, rejeitou em 28 de março pedido de Soares para enviar a investigação contra Moro para a Justiça estadual de São Paulo. Na última sexta-feira (31/3), a 2ª Câmara de Coordenação e Revisão Criminal do MPF proferiu decisão semelhante, mantendo o caso na Procuradoria da República da capital paranaense.
O órgão facultou que José Soares pedisse, com fundamento em sua independência funcional, a designação de outro membro do MPF para conduzir as investigações. A assessoria de imprensa do MPF confirmou à pela revista eletrônica Consultor Jurídico que Soares optou por deixar o processo.
Conforme o procurador, o único crime federal investigado no caso é o de extorsão mediante sequestro para que o Primeiro Comando da Capital (PCC) obtivesse uma vantagem que "não se sabe ainda exatamente qual é". Segundo Soares, no entanto, só é possível falar em extorsão mediante sequestro quando há ao menos a tentativa de cometer o crime, o que não aconteceu.
"No caso, é notório, de conhecimento público, que o senador Sergio Moro (ou alguém de sua família) felizmente não chegou a sofrer atentado à sua liberdade, à sua vida ou à sua integridade física. Ou seja, o crime de extorsão mediante sequestro, inicialmente planejado e preparado, aparentemente pela organização criminosa PCC, não chegou a ser tentado", disse Soares.
Os demais crimes investigados (organização criminosa e crime de porte/posse ilegal de arma de fogo) são de competência estadual, afirmou o procurador. Ele elencou os motivos pelos quais o caso deveria ir a São Paulo, em vez de ficar em Curitiba. São eles:
Especialistas ouvidos pela ConJur concordam com todos os argumentos do procurador ao apontar que a Justiça Federal do Paraná não é competente para conduzir a investigação. Como os delitos em averiguação não seriam praticados devido ao fato de ele ser parlamentar, nem em detrimento de bens, serviços ou interesse da União, o processo cabe à Justiça estadual.
E sequer cabe à Justiça paranaense, mas à paulista. Afinal, foi ela que iniciou a apuração. E os primeiros atos preparatórios para colocar o eventual projeto em prática foram praticados por integrantes do PCC em cidades de São Paulo.
O dispositivo estabelece que compete à Justiça Federal processar e julgar os crimes políticos e as infrações penais praticadas em detrimento de bens, serviços ou interesse da União ou de suas entidades autárquicas ou empresas públicas, excluídas as contravenções e ressalvada a competência da Justiça Militar e da Justiça Eleitoral.
Luiza Frischeisen também disse que a competência é da Justiça Federal porque há a suspeita de que o plano para sequestrar Moro visaria tentar articular o possível resgate de Marco Willians Herbas Camacho, o "Marcola", apontado como chefe do PCC e que está preso na Penitenciária Federal de Brasília.
"Tais as circunstâncias, tudo leva a crer que as ordens partiram de dentro de um presídio federal, a mando do chefe da facção, o que reforça o interesse federal no caso concreto", declarou a relatora.
Ela alegou que, "como amplamente divulgado pela mídia", outros agentes federais, como agentes penitenciários, foram e ainda são alvos do PCC, com intuito de libertação de seus líderes.
A procuradora mencionou que há indícios de que houve acesso indevido de dados pessoais de Moro e sua família, o que pode configurar também a prática do crime de invasão de dispositivo informático (artigo 154-A do Código Penal), cuja atribuição é do MPF, uma vez que o alvo é senador, e sua mulher, Rosângela Moro, deputada federal (União Brasil-SP).
Outro argumento usado pela relatora foi o da isonomia processual, já que, em casos semelhantes, a denúncia foi oferecida pelo MPF. Ela menciona a operação "anjos da guarda", promovida em agosto do ano passado. Tal como o caso de março de 2023, o de 2022 apurou um suposto plano para resgatar líderes do PCC. A diferença foi o acréscimo de Sergio Moro entre os alvos dessa vez.
Luiza Frischeisen ainda disse que a investigação deve correr na Justiça Federal do Paraná porque os acusados permaneceram em Curitiba por mais de seis meses e alugaram casa próxima à de Moro.
A Polícia Federal investiga uma viagem do então ministro da Justiça, Anderson Torres, à Bahia às vésperas do segundo turno das eleições. Na justificativa oficial, ele alegou que foi até o estado discutir reforços nas equipes policiais para combater crimes eleitorais. Mas as suspeitas, de acordo com fontes ouvidas pelo Correio, são de que Torres tentou persuadir a superintendência da corporação na Bahia para atuar junto à Polícia Rodoviária Federal (PRF) no sentido de impedir a chegada de eleitores às urnas em 30 de outubro.
De acordo com as investigações, o então titular da Justiça solicitou a ampliação de operações visando a fiscalização do transporte coletivo de eleitores. Na PF, o pedido dele teria sido ignorado, algo que não ocorreu na PRF. Denúncias de eleitores, publicadas nas redes sociais em 30 de outubro, revelam dezenas de operações que causaram bloqueios e lentidão no trânsito nos estados do Nordeste.
Algumas publicações dizem que os ônibus que levavam pessoas vestidas com roupas vermelhas, cor do PT, eram os alvos principais de abordagens. As ações também teria sido executadas pela Polícia Militar em algumas regiões e combinada em grupos na internet, recomendando que eleitores bolsonaristas fossem votar até o meio-dia, pois as operações se intensificariam no período da tarde, com a intenção de atrasar cidadãos e impedir que votassem. O objetivo seria beneficiar o então presidente Jair Bolsonaro, que buscava a reeleição na disputa com o petista Luiz Inácio Lula da Silva.
No dia da votação, as barreiras causaram alvoroço, e o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, teve de determinar que as operações contra veículos do transporte coletivo ou que bloqueassem estradas fossem interrompidas. O então diretor-geral da PRF, Silvinei Vasques, foi chamado à Corte eleitoral, no mesmo dia, para se explicar. Após o resultado das urnas — em que Luiz Inácio Lula da Silva venceu com dois milhões de votos a mais —, Moraes afirmou que nenhum eleitor foi impedido de votar e que as operações foram interrompidas antes do fechamento dos portões dos colégios eleitorais. O magistrado também destacou que não foi identificado maior número de abstenções, frente aos resultados do primeiro turno.
A Bahia é um estado decisivo para o resultado das eleições, assim como São Paulo e Minas Gerais. Na região, Lula teve um elevado percentual de votos na última eleição. O petista foi escolhido por 72,12% dos eleitores locais no segundo turno, resultado que confirmou a tendência apontada pelas pesquisas eleitorais divulgadas semanas antes do dia do pleito.
Bolsonaro foi o preferido dos baianos em apenas duas cidades: Luís Eduardo Magalhães e Buerarema. O desempenho de Lula no estado ficou atrás apenas do rendimento que ele teve no Piauí, onde conquistou 76% dos votos. Segundo dados da Justiça Eleitoral, a Bahia registrou 8,4 milhões de votos válidos.
Durante a investigação, a Polícia Federal também descobriu a existência de um documento de inteligência, produzido pela equipe de Torres, com mapa dos locais onde Lula venceu o primeiro turno das eleições.
Em nota, a defesa do ex-ministro disse que assumiu o caso há pouco tempo e ainda não tem informações para se manifestar a respeito do assunto.
Por ordem de Moraes, Torres está preso preventivamente desde 14 de janeiro no 4º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal. É acusado de envolvimento com os atentados de 8 de janeiro em Brasília, quando as sedes dos Três Poderes foram invadidas e depredadas por extremistas bolsonaristas. Na ocasião, o ex-ministro estava em viagem aos Estados Unidos. Além disso, em diligência na casa dele, agentes da PF encontraram uma minuta de decreto para instaurar estado de defesa no TSE. A intenção do documento era reverter o resultado da eleição que definiu Luiz Inácio Lula da Silva como presidente da República. Torres nega as acusações e sustenta que não articulou uma tentativa de golpe.
Fonte: Correio Braziliense - 04/04/2023

O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, irá se apresentar à Justiça na cidade de Nova York nesta terça-feira (4) como parte de um processo criminal no qual ele é acusado de manipular registros contáveis para e sconder um pagamento de US$ 130 mil dólares para uma atriz pornô .
O dinheiro seria para a compra do silêncio da mulher.
Na última quinta-feira (30), a Justiça de NY denunciou Trump por suborno. Ele é o primeiro ex-mandatário do país a ser acusado na esfera criminal.
Ao chegar na corte, Trump será fotografado e fará o recolhimento das digitais. Logo depois ele será levado a um juiz que vai ler as acusações feitas pela promotoria. A leitura será feita às 14h15 de Nova York (15h15 horário de Brasília).
O ex-mandatário então irá se declarar inocente ou culpado após a leitura. A expectativa é de que o juiz o libera para aguardar as próximas fases do processo em liberdade.
Trump deve deixar o tribunal e retornar para a Flórida , onde mora, para discursar sobre o ocorrido. Ele irá realizar uma coletiva de imprensa nesta noite.
A Justiça ainda pode fazer algumas pequenas mudanças de protocolo, visto que o acusado é um ex-presidente dos EUA . Normalmente, o acusado é algemado ao se apresentar a corte, mas por ser ex-mandatário e ele não representar um perigo físico aos presentes no tribunal, pode ser que ele haja a concessão dele ficar com as mãos livres.
A atriz Stormy Daniels prometia divulgar um caso extraconjugal do ex-presidente em 2006. Trump ficou incomodado com a ameaça e teria subornado a atriz por intermédio de um aliado.
Segundo as leis americanas, o pagamento não é indício de crime, mas as suspeitas de que o dinheiro seria da campanha presidencial de Trump de 2016. Na época, o dinheiro teria sido creditado como honorários advocatícios ao advogado Michael Cohen.
Pelas redes sociais, Trump disse ser alvo de perseguição e culpou seus adversários pelo indiciamento. O empresário é pré-candidato à Casa Branca em 2024.
“Isto é perseguição política e interferência eleitoral no mais alto nível da história. Desde o momento em que desci a escada rolante dourada da Trump Tower, mesmo antes de ser empossado como presidente dos EUA, os democratas da esquerda radical se envolveram em uma caça às bruxas para destruir o movimento Make America Great”, disse.
Fonte: PORTAL IG- 04/04/2023
Foto: Montagem com fotos Agência Senado e Assessoria de Imprensa STF O candidato a presidente Fláv...