O presidente do Senado Federal,Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), recém eleito para o cargo, reforçou nesta segunda-feira (3/2) ao lado do presidenteLuiz Inácio Lula da Silva (PT)o compromisso com a agenda do governo. Alcolumbre participa com o presidente da Câmara,Hugo Motta (Republicanos-PB), de um encontro com Lula no Palácio do Planalto nesta manhã.
Ao lado de Lula, o presidente do Senado disse que o poder Legislativo “não pode se furtar” de ajudar o Executivo a melhorar a vida dos brasileiros.
“Vossa excelência é presidente do nosso país, tem compromisso com os brasileiros, e o Poder Legislativo não pode se furtar em ajudar o governo do Brasil a melhorar a vida dos brasileiros. E eu tenho certeza que esse é o espírito colaborativo”, declarou Alcolumbre.
O senador do Amapá reforçou que o Legislativo vai “discutir” e “aprimorar” todas as propostas que forem enviadas pelo Planalto e também aquelas que forem propostas por parlamentares.
Alcolumbre disse que o encontro dele, Motta e Lula nesta segunda é um gesto de união para trabalhar para melhorar a vida da população.
“Isso é um gesto para o Brasil. Um gesto de aproximação, de maturidade institucional, onde cada um dentro de suas atribuições e cumprir com suas obrigações e olhar para o que é melhor para o Brasil”, argumentou.
O senador declarou ainda que o Congresso e o Planalto “não tem tempo de criar crise” onde não existe.
“Nosso país ainda tem muitas desigualdades, a gente não tem tempo de criar crise onde não existe, porque nosso tempo tem que ser usado integralmente em entregar para as pessoas. Nós precisamos entregar enquanto Legislativo, precisamos apoiar a agenda do governo, precisamos debater na Casa do Povo, aprimorar as agendas prioritárias do governo”, destacou.
A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) teria sido humilhada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em uma reunião com membros do partido, realizado na manhã deste último sábado (1), em Brasília, antes das eleições na Câmara e no Senado que definiram os novos presidentes das duas casas.
De acordo com informações do jornalista Igor Gadelha, do portal Metrópoles, o líder da extrema-direita teria “esculachado” a parlamentar no início da reunião, quando ela havia tentado se aproximar para dirigir palavras a ele.
Irritado, Bolsonaro teria proferido palavrões e afastado Zambelli, argumentando que os dois não poderiam manter diálogo, por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF), por serem investigados no mesmo inquérito.
Além disto, neste último final de semana, Carla Zambelli foi alvo de um pedido de condenação da Procuradoria-Geral da República (PGR) encaminhada ao STF no âmbito do processo ao qual virou ré por invasão dos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), corre o risco de ser presa, e inelegível por oito anos.
O presidente Donald Trump admitiu neste domingo (2) que os americanos podem sentir as consequências econômicas das tarifas impostas a outros países, mas insistiu que "o preço valerá a pena" para proteger os interesses dos Estados Unidos.
"Haverá alguma dor? Sim, talvez (e talvez não!)", escreveu Trump escreveu em letras maiúsculas em sua plataforma Truth Social, um dia após assinar um decreto que impõe tarifas de importação de 25% para México e Canadá, e de 10% adicionais às tarifas já existentes para os produtos da China.
"Mas nós vamos fazer os Estados Unidos grandes de novo, e valerá a pena o preço que devemos pagar", acrescentou.
Diante das tarifas, que devem entrar em vigor na terça-feira, os três países prometeram adotar represálias. Ao mesmo tempo, analistas alertam que uma guerra comercial pode desacelerar o crescimento dos Estados Unidos e elevar os preços ao consumidor a curto prazo.
Antes da posse, Trump já insistia que os três principais parceiros comerciais de Washington não adotavam medidas suficientes para frear a migração irregular e o tráfico de drogas para os Estados Unidos. Ele aplicou, portanto, as tarifas como medida de pressão.
A Casa Branca anunciou a imposição de tarifas ao México até que o país "coopere com os Estados Unidos na luta contra as drogas", porque considera que os cartéis mexicanos "são os principais traficantes mundiais de fentanil, metanfetamina e outras drogas" para seu território.
Washington até mesmo acusou o governo mexicano de manter "uma aliança" com grupos narcotraficantes e oferecer-lhes "refúgios seguros".
A presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, pediu ao seu ministro da Economia, Marcelo Ebrard, que, como resposta, "implemente o plano B", que inclui possíveis "medidas tarifárias".
Neste domingo, a mandatária de esquerda afirmou em um vídeo no X que na segunda-feira dará detalhes sobre essas represálias e disse esperar a resposta de Trump à sua proposta de formar uma mesa de trabalho sobre migração e narcotráfico.
"Acusar o governo do México de ser aliado do narcotráfico é, além de uma ofensa ao nosso país, um pretexto para distrair a opinião pública dos Estados Unidos do tremendo erro de impor tarifas disruptivas ao México e às empresas norte-americanas", declarou Ebrard também no X.
- Canadá e China -
Em uma aparente tentativa de limitar o aumento nos preços dos combustíveis e da energia elétrica, Trump estabeleceu uma tarifa de apenas 10% para as importações de energia do Canadá.
Em outra mensagem, Trump voltou a expressar seu desejo de que o Canadá vire um estado dos Estados Unidos, elevando a tensão com um de seus aliados mais próximos.
Estados Unidos pagam "centenas de bilhões de dólares para SUBSIDIAR o Canadá", escreveu Trump em uma aparente referência ao déficit comercial do país com a nação vizinha.
"Sem o subsídio massivo, o Canadá deixa de existir como um país viável. Portanto, o Canadá deveria se tornar nosso querido 51º estado", acrescentou.
O primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, anunciou no sábado que responderia com tarifas de 25% sobre produtos selecionados dos Estados Unidos avaliados em 106 bilhões de dólares, em uma primeira rodada de medidas a partir de terça-feira, seguida por uma segunda fase dentro de três semanas.
Governadores de várias províncias canadenses também anunciaram ações de retaliação, incluindo a suspensão imediata de compras de bebidas alcoólicas dos Estados Unidos.
Neste domingo, uma fonte do governo canadense afirmou que o Canadá apresentará uma queixa na Organização Mundial do Comércio (OMC) devido à "violação dos compromissos comerciais" dos Estados Unidos e do tratado T-MEC, que inclui o México.
Ottawa também apresentará um recurso no âmbito do T-MEC.
Enquanto isso, a China declarou neste domingo que se "opõe firmemente" às novas taxas impostas e prometeu tomar "contramedidas", incluindo também um recurso contra Washington na OMC.
"A China espera que os Estados Unidos observem e enfrentem de forma objetiva e racional seus próprios problemas, como o do fentanil, em vez de ameaçar constantemente outros países com tarifas", disse o Ministério do Comércio Exterior de Pequim.
- "Esses dias acabaram" -
Na sexta-feira, o conselho editorial dol The Wall Street Journal (de tendência de direita) criticou Trump em um artigo com o título "A guerra comercial mais idiota da história", no qual afirma que os "consumidores americanos sentirão o impacto dos preços mais elevados de alguns produtos".
Trump respondeu neste domingo: "O 'lobby tarifário', liderado pelo globalista e sempre equivocado Wall Street Journal, está trabalhando duro para justificar... décadas de FRAUDE CONTRA OS ESTADOS UNIDOS, tanto em relação ao COMÉRCIO, CRIME E DROGAS VENENOSAS".
Para o presidente republicano, o déficit comercial dos Estados Unidos é um sinal de que outros países tiram vantagem de Washington.
"ESSES DIAS ACABARAM!", escreveu na Truth Social.
O republicano também ameaçou adotar ações similares contra a União Europeia, que neste domingo "lamentou" as tarifas contra Canadá, México e China.
"A UE está firmemente convencida de que tarifas baixas promovem o crescimento e a estabilidade econômica, mas responderá com firmeza se tarifas injustas forem aplicadas", alertou a Comissão Europeia.
A população de Irecê vive a expectativa pela chegada do Projeto Irecê, uma parceria entre a Galvani e a Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM). Com investimento de R$ 500 milhões e início de operações previsto para o próximo ano, o projeto de mineração de fosfato, usado na fabricação de fertilizantes fosfatados, se apresenta como um vetor de transformação para o município, com o potencial de impulsionar a economia local e impactar positivamente a vida de diversos setores da comunidade, incluindo educação, comércio e agricultura familiar.
A presidente da Associação Comercial, Industrial e Empresarial (ACE) de Irecê, Lúcia Gonçalves, resume o sentimento de ansiedade pelo início do projeto, que deve resultar na abertura de cerca de mil postos de trabalho, entre diretos e indiretos, e injetar cerca de R$ 30 milhões ao ano na economia do município apenas em massa salarial. “É um investimento que movimenta tudo: comércio, hotelaria, setor imobiliário, todos sentem o impacto, e isso inevitavelmente reflete no crescimento econômico da região”, afirma.
De acordo com ela, o projeto já está atraindo investimentos significativos em áreas como infraestrutura, educação e tecnologia. “Esse movimento demonstra o potencial transformador do empreendimento”, avalia a empresária.
Um dos impactos citados por Lúcia é referente à qualificação da mão de obra local para atender às demandas do projeto. A própria mineradora, em parceria com a Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), por meio do Programa Qualifica Bahia, vem oferecendo cursos técnicos, como os de armação de ferragem e carpintaria.
Nesta etapa, a qualificação chega a 80 moradores do município, com prioridade para pessoas em situação de vulnerabilidade, como afrodescendentes, mulheres, jovens, pessoas com deficiência e trabalhadores acima de 40 anos, promovendo inclusão e geração de renda qualificada.
Tecnologia
O Projeto Irecê também vem atraindo a atenção do setor de mineração do País por seu alcance e suas inovações tecnológicas. Com o empreendimento, por exemplo, a Bahia vai se consolidar como polo autossuficiente na produção de fertilizantes à base de fosfato. Além disso, de acordo com a Galvani, será adotado, no local, um método de extração a seco, tecnologia inédita no Brasil.
A metodologia dispensa o uso de água no processo produtivo e elimina a necessidade de construção de barragens de rejeitos. Essa abordagem não apenas minimiza significativamente os impactos ambientais da atividade, mas também contribui para a segurança das operações e a preservação dos recursos hídricos da região.
“É uma tecnologia de ponta, com forno de alta eficiência importado da Alemanha, que garante uma operação limpa, alinhada à sustentabilidade e às melhores práticas ambientais”, garante o presidente da CBPM, Henrique Carballal. “Estamos comprometidos em garantir que o projeto seja desenvolvido com total respeito ao meio ambiente.”
Além dos impactos econômicos e tecnológicos, o projeto trará benefícios diretos e significativos para a agricultura familiar da região. A extração do fosfato resultará também na produção de calcário agrícola, um insumo essencial para a correção da acidez do solo e o aumento da sua fertilidade. Esse calcário será doado aos agricultores locais, representando um importante apoio para a produção agrícola.
“Firmamos um acordo com a Galvani para a doação anual de 10 mil toneladas desse calcário, que será distribuído entre os agricultores familiares da região de Irecê”, explica Carballal. A distribuição do insumo será realizada em parceria com a Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR) e beneficiará inicialmente 4,5 mil agricultores e agricultoras familiares, com o potencial de triplicar a capacidade produtiva da terra e, consequentemente, a renda dos produtores.
Obstáculos
O diretor-presidente da Galvani, Marcelo Silvestre, enfatiza a importância da parceria com a CBPM para o sucesso do empreendimento. “A parceria, além de reforçar o impacto positivo que o empreendimento trará para Irecê, facilitou o alinhamento do projeto com as regulamentações e práticas de governança necessárias, garantindo a sua viabilidade e o seu desenvolvimento sustentável”, afirma.
Embora potencialmente represente um marco de transformação econômica e social para a região, o Projeto Irecê passou por uma série de obstáculos até sua execução. “Quando cheguei, o projeto estava paralisado”, lembra Carballal. “Havia um anel viário sobre a mina, postes de energia que precisavam ser realocados, além de dificuldades com o licenciamento ambiental. A CBPM entrou em campo, dialogou com a prefeitura, tratou sobre o PDDU [Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano] e superou todas essas barreiras.”
De acordo com o gestor, o Projeto Irecê foi priorizado pela companhia por causa de seu potencial de benefícios sociais para a região. “O governador Jerônimo Rodrigues entendeu a importância estratégica deste projeto, tanto pelo impacto econômico quanto pelo seu alcance social, e nos deu todo o respaldo para avançarmos.”
Empreendimento apoia educação e agricultura familiar
A expectativa em torno do Projeto Irecê não se limita ao desenvolvimento econômico esperado para a região ou à inovação tecnológica aplicada. Ele também carrega um forte componente social e educacional, com iniciativas que visam ao fortalecimento da comunidade local e a promoção da educação.
A Escola Quilombola Anísio Teixeira, por exemplo, foi uma das três da cidade contempladas com uma ação chamada Projeto Raízes, que promoveu, no ano passado, oficinas literárias e artísticas celebrando a cultura negra. Além disso, recentemente a instituição alcançou reconhecimento no prestigiado Prêmio LED – Luz na Educação com um projeto inovador voltado para a convivência sustentável com o meio ambiente, apoiado pela Galvani.
O gestor da escola – e membro ativo da comunidade quilombola de Lagoa Nova –, Arnobson dos Santos, atribui essa conquista à parceria com a mineradora. “Hoje podemos dizer que somos uma escola certificada lixo zero”, celebra. “Incríveis 93% dos resíduos que produzimos aqui não são destinados ao aterro sanitário, e isso gerou uma pedagogia muito interessante e engajadora junto aos nossos alunos, que se tornaram agentes transformadores em suas comunidades.”
O apoio da mineradora se materializou por meio de assessoria técnica, financiamento de equipamentos e revitalização do viveiro de mudas da escola. As ações proporcionaram aos alunos a oportunidade de participar ativamente de práticas sustentáveis, como a produção de mudas nativas e o reaproveitamento de resíduos sólidos, promovendo a conscientização ambiental desde a base.
Além do apoio direto a escolas, a CBPM propôs a criação de um fundo de educação específico para o município de Irecê. “Uma parcela significativa dos royalties gerados pelo projeto será destinada a um fundo que será gerido pela própria comunidade de Irecê, fortalecendo a educação local e proporcionando mais oportunidades de aprendizado e desenvolvimento para as futuras gerações”, informa o presidente da CBPM, Henrique Carballal, demonstrando o compromisso do projeto com o futuro da região.
O projeto também busca solucionar um problema enfrentado pelos agricultores familiares da região: o acesso a fertilizantes de qualidade. A doação de calcário agrícola, viabilizada pelo Projeto Irecê, surge como uma solução promissora para aliviar essa situação e impulsionar a produção local.
Arnobson relata as dificuldades financeiras enfrentadas pelos pequenos produtores para adquirir esses insumos, o que frequentemente resulta em solos menos produtivos e, consequentemente, em uma menor rentabilidade da atividade agrícola. “O projeto traz uma grande esperança, principalmente para os agricultores que praticamente só vivem daquilo que produzem”, avalia. “É uma oportunidade de melhorar suas condições de vida e garantir um futuro mais próspero para suas famílias.”
A partir desta segunda-feira (3), os boletos poderão ser pagos não apenas por código de barras, mas por meio de outros instrumentos,como o Pix. Entra em vigor resolução aprovada pelo Banco Central (BC) em dezembro que moderniza o tradicional boleto bancário.
Agora, os boletos poderão conter um código QR específico para o pagamento via Pix. Basta o usuário apontar o celular e concluir a transação. A grande vantagem é que a operação por Pix é compensada instantaneamente, sem necessidade de esperar vários dias, como ocorre com parte dos boletos bancários atuais.
Outra novidade aprovada pela resolução de dezembro ainda depende de instrução normativa do BC para entrar em vigor. O boleto de cobrança dinâmico (ou boleto dinâmico) permite a transferência de titularidade de papéis quando a dívida é comercializada e troca de mãos.
Segundo o BC, a ferramenta trará mais segurança nos pagamentos de dívidas em cobrança representadas por certos tipos de títulos, como a duplicata escritural prevista na Lei nº 13.775, de 20 de dezembro de 2018. A instrução normativa definirá os tipos de ativos financeiros que podem ser vinculados ao boleto dinâmico.
Como esses títulos podem ser negociados, o BC considera fundamental garantir a segurança, tanto para o pagador quanto para o credor, de que os pagamentos serão destinados ao legitimo detentor de direitos. Para assegurar a destinação correta dos pagamentos automáticos, o boleto dinâmico será vinculado ao título, emitido digitalmente em sistemas autorizados pelo BC.
De acordo com o Banco Central, a criação do boleto dinâmico representa enorme avanço para modernizar o sistema financeiro e dar mais segurança na negociação de importantes tipos de títulos essenciais ao fomento de empresas, especialmente as de pequeno e médio porte.
“Em relação às duplicatas escriturais, a segurança se estende tanto ao sacado, devedor da dívida, que, se utilizando do mesmo boleto que lhe foi apresentado por meio físico ou eletrônico, conseguirá cumprir de forma automática a sua obrigação de realizar o pagamento ao legítimo credor da duplicata, quanto ao financiador que adquiriu o título, que não precisará realizar trocas de instrumentos de pagamento para garantir o recebimento dos recursos adquiridos”, explicou o órgão em nota em dezembro.
Como os sistemas de escrituração ou de registro que darão suporte digital a esses títulos ou ativos ainda estão em implementação, o boleto dinâmico deverá ser adotado em até seis meses após a aprovação de ao menos um desses sistemas.
Bruno Henrique decidiu a Supercopa do Brasil para o Flamengo (Foto: Fernando Torres/AGIF)
foto:reprodução/Fernando Torres/AGIF Bruno Heo Torres/AGIF)
Com show de Bruno Henrique, o Flamengo bateu o Botafogo por 3 a 1 no Mangueirão, em Belém, na tarde deste domingo (2), e conquistou pela terceira vez o título da Supercopa do Brasil, agora chamada Supercopa Rei. O atacante rubro-negro marcou dois gols ainda no primeiro tempo, enquanto Luiz Araújo anotou o terceiro na reta final. No fim do jogo, Patrick de Paula descontou.
O que vem pela frente
Após decidirem a Supercopa do Brasil, Botafogo e Flamengo voltam as atenções para o Campeonato Carioca. Na quarta-feira (5), o rubro-negro vai à Uberlândia (MG) encarar a Portuguesa pela 8ª rodada da Taça Guanabara. No dia seguinte, o Botafogo enfrenta o Nova Iguaçu no estádio de Moça Bonita.
Bruno Henrique comemora 1º gol do Flamengo na Supercopa do Brasil (Foto: Fernando Torres/AGIF)
✅ FICHA TÉCNICA
BOTAFOGO 1 X 3 FLAMENGO SUPERCOPA REI / SUPERCOPA DO BRASIL 🗓️ Data e horário: 2 de fevereiro de 2025, 16h (de Brasília) 📍 Local: Estádio Mangueirão, em Belém (PA) 🥅 Gols: Bruno Henrique (12'/1ºT), Bruno Henrique (19'/1ºT), Luiz Araújo (37'/2ºT) e Patrick de Paula (41'/2ºT) 🟨 Cartões amarelos: Erick Pulgar, De La Cruz e Luiz Araújo (FLA); Igor Jesus e Alexander Barboza (BOT)
⚽ ESCALAÇÕES
BOTAFOGO (Técnico: Carlos Leiria) John; Mateo Ponte (Vitinho), Lucas Halter, Alexsander Barboza e Alex Telles; Gregore e Marlon Freitas; Artur (Kayke Queiroz), Savarino (Patrick de Paula) e Matheus Martins (Rafael Lobato); Igor Jesus.
FLAMENGO (Técnico: Filipe Luís) Rossi; Wesley, Léo Ortiz, Léo Pereira (Danilo) e Alex Sandro; Erick Pulgar, De La Cruz (Evertton Araújo) e Gerson; Michael (Luiz Araújo), Plata (Arrascaeta) e Bruno Henrique (Juninho).