• Praça do Feijão, Irecê - BA

terça-feira, 15 de julho de 2025

Televisão: Elisa Veeck, da CNN Brasil chama Bolsonaro de 'Bozo' ao vivo; Confira


                                                 foto:reprodução/CNN


A jornalista Elisa Veeck, da CNN Brasil, chamou Jair Bolsonaro de “Bozo”, aparentemente sem querer, na manhã desta terça-feira (15). À frente do Live CNN, ela falava sobre a relação do ex-presidente da República com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. .

Confira a reportagem compelta no link abaixo do site UOL de hoje (15):

https://natelinha.uol.com.br/televisao/2025/07/15/elisa-veeck-da-cnn-brasil-chama-bolsonaro-de-bozo-ao-vivo-video-228631.php


SP: Estudante trans da Unesp foi morta pelo namorado e PM amante do homem, diz polícia

                      Estudante trans da Unesp foi morta pelo namorado e PM amante do homem, diz polícia foto:reprodução


247 - A estudante universitária trans Carmen de Oliveira Alves, de 26 anos, desaparecida desde o último dia 12 de junho, em Ilha Solteira (SP), foi morta pelo próprio namorado com o apoio do amante dele, segundo apontam as investigações da Polícia Civil. As informações são do g1.

Segundo o delegado responsável pelo caso, Miguel Rocha, Carmen foi assassinada no Dia dos Namorados após pressionar Marcos Yuri Amorim a tornar público o relacionamento entre os dois e descobrir que ele estava envolvido em furtos. A jovem chegou a montar um dossiê com provas contra o companheiro, armazenado em uma pasta que havia sido deletada de seu computador — mas que foi recuperada pela equipe policial.“O crime foi motivado por uma combinação de fatores: o medo da exposição pública, a pressão emocional e os riscos que Carmen representava ao desvendar atividades criminosas do namorado”, explicou o delegado.

Marcos Yuri está preso temporariamente por 30 dias, assim como o policial militar da reserva Roberto Carlos de Oliveira, identificado como amante de Yuri e apontado como cúmplice no crime. Enquanto Marcos foi levado para a Cadeia Pública de Penápolis, Roberto Carlos está detido no presídio Romão Gomes, na capital paulista.Apesar das prisões, o corpo de Carmen ainda não foi localizado.

Desde o desaparecimento, familiares e amigos mobilizam buscas e manifestações em busca de justiça. As últimas informações do sinal do celular da vítima indicaram uma região próxima ao rio da cidade. Bombeiros também atuam nas buscas subaquáticas e em áreas de mata onde foram encontradas marcas de pneu compatíveis com os da bicicleta elétrica que ela usava.A investigação, que começou como um desaparecimento, passou a ser tratada como feminicídio, considerando a motivação de gênero. Carmen era estudante de Zootecnia na Universidade Estadual Paulista (Unesp). Em nota, a instituição afirmou que está colaborando com as autoridades e oferecendo apoio à família: “Manifestamos nossa profunda preocupação com o caso de Carmen e continuamos acompanhando os desdobramentos com atenção e solidariedade”.

Triângulo amoroso e interesses financeiros


Um dos aspectos mais reveladores da investigação foi a descoberta de um relacionamento paralelo entre Marcos Yuri e Roberto Carlos, o que configuraria, nas palavras do delegado, “um triângulo amoroso”. O vínculo afetivo e também financeiro entre os dois teria sido crucial na dinâmica do crime.“Havia uma ligação entre os dois. No início surgiu como uma testemunha, mas na verdade ele era comparsa do namorado, amante do namorado de Carmen. Ele sustentava, bancava gastos [do Yuri]. Havia ali um triângulo amoroso”, declarou Miguel Rocha à imprensa.A defesa de Roberto Carlos, por meio do advogado Miguel Micas, afirmou que o cliente “provará ser inocente da acusação”. As defesas dos dois investigados foram procuradas pela reportagem do g1, mas não retornaram até a última atualização da matéria.

Desaparecimento e dossiê deletado


De acordo com o relato da mãe de Carmen à polícia, a jovem saiu de casa por volta das 23h do dia 11 de junho em sua bicicleta elétrica preta e não foi mais vista. Câmeras de segurança mostraram que ela entrou na residência do namorado, localizada em um assentamento, mas não há imagens dela deixando o local.

A Polícia Civil solicitou a quebra do sigilo telefônico da vítima e dos suspeitos, o que confirmou que Carmen não chegou a sair de Ilha Solteira. Durante a análise do computador pessoal da jovem, foi encontrada a pasta deletada no próprio dia 12 de junho, contendo o dossiê que ela havia preparado com informações comprometedoras sobre Marcos Yuri.O caso continua sendo investigado e mobiliza a comunidade acadêmica, familiares e movimentos sociais. A luta agora é para encontrar o corpo de Carmen e garantir a responsabilização completa dos envolvidos.


Fonte: BRASIL 247 - 15/07/2025

Tarifaço: “Não aceito que Trump venha meter bedelho”, diz ex-vice-presidente de Bolsonaro

                                           foto:reprodução

O senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), que foi vice-presidente na gestão de Jair Bolsonaro (PL), disse nesta terça-feira (15/7) que “não aceita” que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, “venha meter o bedelho” em questões internas do Brasil.

A declaração se deu durante audiência da Comissão de Relações Exteriores (CRE) do Senado que discute a tarifa de 50% anunciada pelo governo norte-americano contra os produtos brasileiros.

“Da mesma forma, caros colegas, que não aceito que o Macron, que a Greta Thunberg, que o Leonardo DiCaprio, venham meter a mão em coisas aqui do Brasil, eu também, e aí o senador Humberto Costa (PT-PE), somos oposição um ao outro, mas eu não aceito que o Trump venha meter o bedelho num caso aqui que é interno nosso”, declarou o ex-vice-presidente. 

Mourão disse que existe uma “injustiça” no processo contra Bolsonaro pela trama golpista, mas declarou que isso é uma questão que deve ser resolvida pelos brasileiros, e não por estrangeiros.

“Há uma injustiça sendo praticada contra o presidente Bolsonaro? Há uma injustiça sendo praticada. Mas compete a nós, brasileiros, resolvermos isso”, argumentou o senador.

Veja:


Fonte: METRÓPOLES - 15/07/2025

Após pedido da PGR: Imprensa mundial repercute parecer pela condenação de Bolsonaro

 

                                         foto:reprodução

Veículos internacionais de imprensa repercutiram a manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR) que pede a condenação de Jair Bolsonaro (PL) por tentativa de golpe de estado, apresentada nessa segunda-feira (14/7). Conforme a alegação final de Paulo Gonet, o ex-presidente liderou uma conspiração para se manter no poder após perder as eleições de 2022.

A imprensa estrangeira deu destaque imediato ao pedido da PGR. No seu site, o jornal espanhol El País destacou nesta terça-feira (15/7) “Fiscalização do Brasil pede condenação de Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado contra Lula”.

Já a BBC Brasil apontou que Gonet ignorou as críticas públicas feitas por Donald Trump à Justiça brasileira e reafirmou a gravidade das acusações contra o ex-presidente.


Pedido de condenação

  • A manifestação de mais de 500 páginas encaminhada à Corte reforça a denúncia apresentada pela PGR em fevereiro e recapitula os principais pontos da acusação.
  • Gonet, afirma que “as evidências são claras: o réu [Jair Bolsonaro] agiu de forma sistemática, ao longo de seu mandato e após sua derrota nas urnas, para incitar a insurreição e a desestabilização do Estado Democrático de Direito”.
  • O procurador-geral da República ainda diz, sobre Bolsonaro, que “as evidências revelam que o ex-Presidente foi o principal coordenador da disseminação de notícias falsas e ataques às instituições, utilizando a estrutura do governo para promover a subversão da ordem”.
  • Por isso, ele pede a responsabilização de Bolsonaro pelos crimes.

Nos EUA, o jornal The Washington Post publicou, na manhã desta terça-feira, após a apresentação das alegações finais da PGR, a manchete: “Bolsonaro, do Brasil, ecoa Trump ao descrever o julgamento do plano de golpe como uma ‘caça às bruxas””.

O jornal Clarín, da Argentina, deu a notícia sob o título “Jair Bolsonaro foi o líder da trama golpista contra Lula da Silva, diz o Ministério Público, e pede a condenação do ex-presidente”.

O francês Le Fígaro, publicou o título “Brasil: Ministério Público pede condenação de Bolsonaro por ‘Golpe de Estado'”.


Fonte: METRÓPOLES - 15/07/2025

Aviação: Anac garante 80% de desconto em passagens para acompanhantes de pessoas autistas; O que é preciso?

                                                         foto:Getty imagens



Com desconto mínimo de 80% nas passagens aéreas de acompanhantes de pessoas diagnosticadas com autismo, deficiências e casos de diabetes que limitam a autonomia, muitos passageiros ainda desconhecem o benefício. A regra é válida para voos nacionais e internacionais, com origem no Brasil, e é garantida por uma resolução de 2016 da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

No entanto, o desconto não é concedido de forma automática. De acordo com José Crisostemo, advogado especialista em direito do passageiro aéreo, para usufruir do benefício é necessário apresentar documentação médica que comprove a necessidade de acompanhamento. 


Ainda segundo a Anac, a companhia aérea precisa avaliar a condição do passageiro com base em laudos e relatórios médicos que indiquem a limitação de autonomia, como dificuldade para locomoção, comunicação ou necessidade de apoio em emergências. 

Entre os critérios para obter o desconto, o acompanhante deve ter mais de 18 anos e estar apto a prestar assistência durante toda a viagem. Além disso, é possível obter abatimento no valor do excesso de bagagem quando este for utilizado para transportar equipamentos médicos ou objetos de apoio emocional. Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), em 2019, 17,3 milhões de pessoas com dois anos ou mais de idade tinham alguma deficiência, e cerca de 8,5 milhões de idosos estavam nessa condição. Estima-se ainda que o Brasil tenha mais de 2 milhões de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), além de milhares com diabetes em níveis que limitam a autonomia.

Ainda que seja um direito assegurado, muitos passageiros enfrentam dificuldades para obter o desconto junto às companhias aéreas. José Crisostemo destaca que “apesar do benefício assegurar mais acessibilidade e segurança para esses passageiros, as companhias, muitas vezes, impõem obstáculos ou negam o benefício. Nesse caso, um advogado especializado pode orientar na documentação correta, atuar preventivamente e, quando necessário, acionar a Justiça para garantir o cumprimento da norma”.

Para garantir o benefício do desconto, o advogado afirma que o primeiro passo é entrar em contato com a companhia aérea antes da compra do bilhete da pessoa que necessita de assistência. Cada empresa possui procedimentos próprios, mas, de forma geral, é necessário apresentar o Formulário de Solicitação de Acompanhante, disponível nos sites da Anac ou da companhia, preenchido e assinado. Além disso, é indispensável apresentar um laudo médico atualizado, com validade de até um ano, que comprove a limitação de autonomia do passageiro e a necessidade de acompanhamento durante a viagem.

Segundo Crisostemo, contar com o suporte jurídico de um profissional experiente pode ser determinante para evitar erros na documentação e aumentar as chances de deferimento do pedido. “Um advogado especializado pode orientar sobre os termos técnicos mais adequados nos laudos, ajudar no preenchimento correto dos formulários e, principalmente, agir com rapidez caso o benefício seja indevidamente negado pela companhia aérea”, completa.


Fonte: Helder Azevedo/imprensa@bizcomunicacao.com.br

Tarifa de Trump ao Brasil é ilegal e Justiça deve barrar, dizem analistas

 

           foto:reprodução/Imagem: Jim Watson - 9.jul.25/AFP

Economistas e juristas dos mais diversos espectros políticos concordam que as tarifas de 50% impostas pelo presidente americano Donald Trump ao Brasil são "ilegais" e têm uma grande chance de serem derrubadas na Justiça dos Estados Unidos.

Confira a reportagem completa no link abaixo da colunista Mariana Sanches do site UOL desta terça-feira (15):

https://noticias.uol.com.br/colunas/mariana-sanches/2025/07/15/tarifa-de-trump-ao-brasil-e-ilegal-e-justica-deve-barrar-dizem-analistas.htm

Bahia: Estado sanciona lei que cria cargo de Assistente Técnico de Juiz do primeiro grau

                                              foto:reprodução/BN

O governador Jerônimo Rodrigues sancionou na segunda-feira (14) a Lei nº 14.958, que institui o cargo comissionado de Assistente Técnico de Juiz. A nova função, de livre nomeação e exoneração, terá uma quantidade equivalente ao número de magistrados de primeiro grau no estado e será integrada ao Quadro de Pessoal do Judiciário baiano, conforme estabelece o texto legal, publicado nesta terça-feira (15).

 

De acordo com a lei, o Assistente Técnico de Juiz terá como principal função auxiliar os magistrados em aspectos técnico-jurídicos, desempenhando atividades como pesquisa de legislação, doutrina e jurisprudência, apoio na utilização de sistemas de informação, monitoramento de metas de gestão processual e verificação da regularidade de atos preparatórios para audiências. Além disso, o profissional poderá executar tarefas não analíticas de suporte direto à atividade jurisdicional, sempre sob supervisão do Assessor do Magistrado.

 

A nomeação para o cargo está condicionada à indicação do juiz em exercício e será realizada de forma gradual, seguindo critérios definidos pela Presidência do Tribunal de Justiça. O vínculo do assistente com o cargo cessa automaticamente caso o magistrado responsável deixe a função. A lei também estabelece que os ocupantes da vaga devem ser bacharéis em Direito, nomeados mediante indicação do juiz e aprovação do presidente do TJ-BA.

 

Em relação às remunerações, a legislação prevê a aplicação da Gratificação por Condições Especiais de Trabalho (CET), com valores definidos em anexo. As despesas decorrentes da implementação da medida serão custeadas pelo próprio Poder Judiciário, respeitando a disponibilidade orçamentária.


Fonte: BN -15/07/2025

PGR pede ao STF condenação de Bolsonaro e aliados por trama golpista


                                                                    FOTO:VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES

Prazo para alegações finais da PGR no caso da suposta trama golpista terminou, e inicia-se prazo para manifestação da defesa de Mauro Cid.

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, entregou nesta segunda-feira (14/7) ao Supremo Tribunal Federal (STF) o parecer final da Ação Penal nº 2.668, que investiga suposta trama golpista, e pediu a condenação dos réus no caso: o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e aliados. A entrega do documento, que tem 517 páginas, ocorreu um pouco antes da meia-noite.

Gonet pediu a condenação de Bolsonaro pelos crimes de liderança de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça, contra o patrimônio da União, e com considerável prejuízo para a vítima e deterioração de patrimônio tombado.

Após a apresentação das alegações finais por Gonet, começa a contar o prazo para a manifestação da defesa do ex-ajudante de ordens e delator do caso, Mauro Cid. Na sequência, após os 15 dias concedidos a Cid, abre-se o prazo conjunto para as demais defesas, entre elas a de Bolsonaro.

Conforme mostrou o Metrópoles, o julgamento do ex-presidente e de aliados pode ocorrer entre agosto e setembro. Considerando a soma de todos os prazos, a previsão é de que todas as alegações estejam concluídas até 11 de agosto. Como os prazos não são suspensos durante o recesso do Judiciário em julho, a contagem segue normalmente.

O processo é de relatoria do ministro do STF Alexandre de Moraes.

Interrogatórios


Além de Bolsonaro, sete integrantes da alta cúpula do governo dele são réus por suposta tentativa de golpe de Estado. A denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) também envolve outros investigados, divididos em mais cinco núcleos.

Antes da fase de alegações finais, os réus prestaram depoimento à Primeira Turma do STF, negando participação em qualquer articulação golpista e rebatendo as acusações feitas pela PGR.

Crimes imputados aos integrantes do núcleo 1:

  • Organização criminosa armada.
  • Tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito.
  • Golpe de Estado.
  • Dano qualificado pela violência e grave ameaça contra o patrimônio da União, com considerável prejuízo para a vítima.
  • Deterioração de patrimônio tombado.

Quem são os réus ao lado de Bolsonaro

O núcleo 1 da suposta trama golpista é composto por oito réus. Ao lado de Bolsonaro, estão aliados próximos e integrantes do primeiro escalão do antigo governo, como ministros e o ex-comandante da Marinha. Todos eles foram interrogados na Primeira Turma do STF.

Confira a lista:

Alexandre Ramagem: ex-diretor da Abin, ele é acusado pela PGR de atuar na disseminação de notícias falsas sobre fraude nas eleições.

Almir Garnier Santos: ex-comandante da Marinha, ele teria apoiado a tentativa de golpe em reunião com comandantes das Forças Armadas, na qual o então ministro da Defesa apresentou minuta de decreto golpista. Segundo a PGR, o almirante teria colocado tropas da Marinha à disposição.

Anderson Torres: ex-ministro da Justiça, ele é acusado de assessorar juridicamente Bolsonaro na execução do plano golpista. Um dos principais indícios é a minuta do golpe encontrada na casa de Torres, em janeiro de 2023.

Augusto Heleno: ex-ministro do GSI, o general participou de uma live que, segundo a denúncia, propagava notícias falsas sobre o sistema eleitoral. A PF também localizou uma agenda com anotações sobre o planejamento para descredibilizar as urnas eletrônicas.

Jair Bolsonaro: ex-presidente da República, ele é apontado como líder da trama golpista. A PGR sustenta que Bolsonaro comandou o plano para se manter no poder após ser derrotado nas eleições e, por isso, responde a qualificadora de liderar o grupo.

Mauro Cid: ex-ajudante de ordens de Bolsonaro e delator do caso. Segundo a PGR, ele participou de reuniões sobre o golpe e trocou mensagens com conteúdo relacionado ao planejamento da ação.

Paulo Sérgio Nogueira: ex-ministro da Defesa, ele teria apresentado aos comandantes militares decreto de estado de defesa, redigido por Bolsonaro. O texto previa a criação de “Comissão de Regularidade Eleitoral” e buscava anular o resultado das eleições.

Walter Souza Braga Netto: é o único réu preso entre os oito acusados do núcleo central. Ex-ministro e general da reserva, foi detido em dezembro do ano passado por suspeita de obstruir as investigações. Segundo a delação de Cid, Braga Netto teria entregado dinheiro em uma sacola de vinho para financiar acampamentos e ações que incluíam até um plano para matar o ministro Alexandre de Moraes.

Fonte: Colaboraram Jonatas Martins e Luana Viana - Metrópoles - 15/07/2025