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sexta-feira, 12 de abril de 2019

Foi um "incidente" afirma presidente sobre morte de músico por militares do exército


foto:reprodução/JN

Depois de seis dias de silêncio, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que foi um "incidente" a morte do músico Evaldo Rosa dos Santos, de 46 anos, na tarde do domingo, 7, quando o carro da família foi metralhado por 80 tiros disparados por militares do Exército no Rio. Em entrevista durante inauguração do aeroporto de Macapá, ele disse que o Exército "não matou ninguém" e que a instituição não pode ser acusada de ser "assassina".

"O Exército é do povo. A gente não pode acusar o povo de assassino. Houve um incidente. Houve uma morte. Lamentamos ser um cidadão trabalhador, honesto", afirmou.
No último domingo, dez militares dispararam contra um veículo em Guadalupe, zona norte do Rio, que supostamente foi confundido com um automóvel em que estariam criminosos. No carro estavam o músico e sua família. Evaldo morreu no local e duas pessoas ficaram feridas.
Nove militares foram presos. Na quinta-feira, eles entraram com um pedido de liberdade no Superior Tribunal Militar (STM). O habeas corpus foi sorteado para o ministro Lúcio Mário de Barros Góes, general do Exército. O teor do pedido de liberdade não foi divulgado.
"Está sendo apurada a responsabilidade. No Exército sempre tem um responsável. Não existe essa de jogar para debaixo do tapete", afirmou Bolsonaro.
Na terça-feira, o porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, tinha dado a única declaração em nome da Presidência: "O presidente confia na Justiça militar, no Ministério Público militar e, a partir desse pressuposto, ele identifica e solicita até dentro da possibilidade, já que há independência de poderes, que esse caso seja o mais rapidamente elucidado", afirmou o porta-voz.

fonte:Tribuna da Bahia c/adaptações

Previdência: Se BPC e capitalização ficarem fora, economia cairá pela metade, diz Mourão

Mourão defende a manutenção da proposta do BPC onde o valor sairia de 1 SM para R$ 400  -foto:reprodução
O vice-presidente da República, general Hamilton Mourão, disse que caso as propostas relativas à capitalização, ao BPC (Benefício de Prestação Continuada) e à aposentadoria rural sejam retiradas da reforma da Previdência, a economia com as mudanças em dez anos podem cair de 1 trilhão de reais para 500 bilhões de reais.
“Na minha visão, são temas que não deveriam cair, mas pelo que eu tenho visto, são coisas que não estão sendo bem digeridas pelo Congresso. Se esses temas forem expurgados da reforma, a economia cai para um número na casa dos 500, 600 bilhões de reais”, afirmou em entrevista à Rádio CBN nesta sexta-feira, 12.
Na Proposta de Emenda à Constituição (PEC), o governo propõe que trabalhador do campo poderá se aposentar aos 60 anos de idade e 20 anos de contribuição. 
Hoje, a idade é de 60 para homens e 55 para mulheres, com 15 anos de trabalho. Será necessário pagar 600 reais ao ano para a Previdência. Atualmente, não há essa exigência. 
Já o BPC, que hoje paga um salário mínimo (998 reais) a idosos de baixa renda a partir dos 65 anos, seria alterado: o benefício partiria de 400 reais para pessoas a partir dos 60 anos. O salário mínimo só seria pago a partir dos 70 anos. 
Já a capitalização é o regime em que o trabalhador faz uma poupança própria para bancar sua própria aposentadoria, que está prevista para quem entrar no mercado de trabalho depois da aprovação da PEC. Hoje, o regime é de repartição simples: o recolhimento para quem está na ativa custeia os benefícios de quem já está aposentado.
fonte:Veja.com c/adaptações

Abraham Weintraub, novo ministro da Educação, processa o próprio pai

foto:reprodução
Depois de ser anunciado, na última segunda-feira, como chefe da pasta da Educação no governo Jair Bolsonaro, o economista Abraham Weintraub se tornou o ministro mais pesquisado no Google  — oito vezes mais que o até então campeão Sergio Moro, da Justiça.
Quem é? De onde vem? Quem indicou? As respostas estão no primeiro episódio do podcast Funcionário da Semana, no qual VEJA apresenta o perfil de protagonistas da política brasileira – homens e mulheres que trabalham para servir você, cidadão.
O episódio de estreia revela que o ministro processa o próprio pai. Abraham, de 47 anos, e seu irmão Arthur, de 42, entraram na Justiça em 2012 contra opsiquiatra Mauro Salomão Weintraub, em uma disputa pelo patrimônio da família. Eles alegam que o pai doou todos os bens à segunda mulher, vinte anos mais jovem. A dupla pede que a doação seja anulada porque o patriarca não reservou a eles os 50% determinados por lei – mas ele argumenta que já fez a divisão necessária. 
As informações também estão na reportagem da mais nova edição de VEJA, disponível on-line para assinantes e nas bancas a partir desta sexta-feira.
OUÇA AQUI esta e outras histórias sobre o ministro no podcast, de pouco mais de 13 minutos. Narrado pelo editor-assistente Thomaz Molina, o episódio tem participações do colunista Ricardo Noblat, da editora-executiva Mônica Weinberg e do repórter João Batista Jr.
fonte:Veja/reprodução/12/04/19 -14:33min.

Em carta aberta: Jô Soares aconselha Bolsonaro a não confundir o termo 'social' com socialismo

Em carta aberta, Jô Soares aconselha Bolsonaro a não confundir o termo 'social' com socialismo
Foto: TV Globo/reprodução
Dedicado à sua carreira no teatro, o ator, escritor e apresentador Jô Soares decidiu escrever uma carta aberta ao presidente Jair Bolsonaro (PSL). No texto, que menciona diversos fatos da história, ele afirma que entende a reação provocada quando o capitão disse que o nazismo era de esquerda.

"Devo lhe confessar que também já fui alvo de chacota, mas por um motivo totalmente diferente: só peço que não deboche muito de mim", afirma Jô, comparando a declaração de Bolsonaro ao momento em que confundiu o filósofo dinamarquês Søren Aabye Kierkegaard com o filósofo austríaco  Ludwig Wittgenstein.

"Isso se deve ao fato de que, depois da Primeira Guerra Mundial, vários pequenos grupos se formaram, à direita e à esquerda", tenta explicar o escritor. "Um desses grupos foi o NSDAP: em alemão, sigla do Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães. Entre seus fundadores originais havia dois irmãos: Otto e Gregor Strasser. Otto era um socialista convicto, queria orientar o movimento do partido à esquerda. Foi expulso e a cabeça posta a prêmio", acrescenta.

Ao longo do texto, ele aconselha Bolsonaro a não se deixar influenciar "por certas palavras". Como exemplo, o autor destaca que o presidente deve sempre entrar no elevador social, afirma que "social climber" não significa alpinista de esquerda e que o pintor Pablo Picasso "não usou o partido para divulgar seus gigantescos atributos físicos".

Por fim, ele ainda convidou o presidente para assistir sua nova peça de teatro, “O Livro ao Vivo’, mas disse que certamente o colocaria do lado direito da plateia. "Assim, o senhor, à direita, me veria no palco à direita. Só que, do meu lugar no palco, eu seria obrigado a vê-lo sempre à esquerda", brinca.


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Petrobras tem em forte queda na Bolsa após recuo em reajuste do diesel



Petrobras tem em forte queda na Bolsa após recuo em reajuste do diesel
foto:divulgação

As ações da Petrobras abriram em queda de mais de 5% nesta sexta-feira (12), reflexo da decisão da companhia de suspender o reajuste no preço do diesel horas depois de anunciá-lo, na quinta. Nesta manhã, o vice-presidente Hamilton Mourão afirmou que a decisão de suspender o reajuste partiu do presidente Jair Bolsonaro (PSL).

Na quinta, a Petrobras havia anunciado o reajuste do preço do diesel em 5,7%, que seria aplicado a partir desta sexta. Horas depois, porém, a companhia afirmou que “em consonância com sua estratégia para os reajustes dos preços do diesel divulgada em 25 de março, revisitou sua posição de hedge [proteção] e avaliou ao longo do dia, com o fechamento do mercado, que há margem para espaçar mais alguns dias o reajuste no diesel”.

O BTG Pactual chamou o recuou de Déjà Vu, em referências às interferências do governo Dilma Rousseff (PT) na estatal, algo duramente criticado pelo mercado. O congelamento do preço levou a uma deterioração das contas da companhia. O BTG citou a medida como uma forma de conter uma eventual nova paralisação de caminhoneiros.

"Então ficamos com um dilema. Enquanto as consequências de uma nova greve provavelmente seriam muito negativas para a agenda de crescimento do país (incluindo reformas) e inclusive para a Petrobras, a percepção de que a companhia está exposta a influências políticas, mesmo sob uma agenda [governo] liberal, coloca em risco o seu pilar central de processo de redução de riscos", disse o BTG.

Para o banco, a defasagem do preço do diesel em comparação com o exterior é de 5,8%. Em nota, a corretora Guide escreveu que “o governo está fazendo exatamente aquilo que ele mais crítica. Além de ir completamente ao contrário do que pensa o ministro da economia Paulo Guedes”, ressaltando a interferência do governo na empresa.

A corretora considerou a decisão errada e baseada apenas no medo de uma nova paralisação dos caminhoneiros em um momento em que o governo está fragilizado. “Bolsonaro pode até acertar no curto prazo, ao evitar uma nova greve dos caminhoneiros, dado a sua popularidade baixa e um complexo cenário na negociação da Previdência. Porém, precisa sinalizar, rapidamente, que não irá sentar em cima dos preços da Petrobras”, dizem os analistas da Guide.

A estimativa da Guide é de defasagem de 8%. A corretora Rico acrescentou que a notícia da suspensão do reajuste "remete ao mercado os tempos de intervencionismo ativo que a estatal sofreu no governo Dilma". A Coinvalores escreveu também em seu relatório matinal que existem relatos de que "a mudança se deve a um pedido direto de Jair Bolsonaro, suscitando dúvidas quanto à autonomia da petrolífera".

Com o forte peso da Petrobras no Ibovespa, o índice recua e perde o patamar de 94 mil pontos. A política de reajuste no preço dos combustíveis da Petrobras foi adotada durante a gestão de Pedro Parente, que assumiu a companhia no governo Temer. Levava em consideração as cotações internacionais do petróleo e o dólar.

O sistema entrou em xeque, porém, quando os preços do combustível dispararam e caminhoneiros organizaram paralisação que se estendeu por mais de uma semana, em maio do ano passado. Em junho, Parente deixou a companhia e foi sucedido por Ivan Monteiro. Atualmente a estatal é comandada por Roberto Castello Branco, escolhido por Bolsonaro. Em março, apenas três meses após a posse, a companhia anunciou que mudaria a política de reajustes e que eles ocorreriam em intervalos de pelo menos 15 dias. Quando adotada, a política de preços admitia reajustes diários para cima ou para baixo.

fonte:Folhapress 12/04/19 -12:13min.

Na Zâmbia: Crianças dançam ao som de Jorge Ben Jor e vídeo viraliza; conheça a história

Crianças dançam ao som de Jorge Ben Jor na Zâmbia e vídeo viraliza; conheça a história


Um casal de brasileiros decidiu colocar crianças de uma isolada comunidade na Zâmbia, país da África oriental, para escutar uma música de Jorge Ben Jor com fones de ouvido. Elas pareciam encantadas e, sem saber que estavam sendo filmadas, começaram a dançar.
Tudo aconteceu em 2015, mas há alguns dias o vídeo viralizou e chegou até o próprio Jorge Ben Jor, que, além de intérprete, é também o autor de "Ponta de lança africano", também conhecida como "Umbabarauma", faixa que abre o disco África Brasil (1976).

Os meninos que, na época, tinham entre 6 e 12 anos, são da comunidade Goba e moram na pobre vila de Mugurameno, na província de Chiawa, fronteira com o Zimbábue. Vivendo às margens do rio Zambeze, eles estão em uma região próxima de grandes resorts, mas não chamam a atenção dos turistas em busca de safáris.
A comunidade vive em relativo isolamento. Na época, as crianças não conheciam rádio ou TV e chegaram a se assustar com a chegada dos brasileiros.
Fonte: G1
vídeo:Yotube

Irecê: Escolas tem aulas suspensas por falta de água



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foto:reprodução


População de Irecê sofre com a falta de água em toda a cidade, devido ao rompimento de um trecho da adutora da Embasa, causando sérios transtornos para todos os segmentos da população. Por exemplo, os estudantes da rede municipal e Estadual, ficarão sem aulas nesta sexta-feira (12).

Em nota, a concessionária informou que trabalha consertar um trecho da adutora de São Francisco, que rompeu na noite da terça-feira (9), perto da região de Itaguaçu da Bahia.

Conforme a empresa, o rompimento da adutora afetou também as cidades de: América Dourada, Barra do Mendes, Barro Alto, Cafarnaum, Canarana, Central, Ibipeba, Ibititá, Irecê, Itaguaçu, João Dourado, Jussara, Lapão, Presidente Dutra, São Gabriel e Uibaí. 

O abastecimento deve ser normalizado nas localidades até o fim de semana, segundo a empresa. 

Rio: Queiroz completa 40 dias sem apresentar assessores informais de Flávio Bolsonaro


Queiroz completa 40 dias sem apresentar assessores informais de Flávio
foto:reprodução




Mais de 40 dias após afirmar ao Ministério Público do Rio de Janeiro que coordenava uma “desconcentração de remuneração” no gabinete de Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), Fabrício Queiroz ainda não entregou a lista dos funcionários informais que atuavam para o então deputado estadual e hoje senador.

Na petição entregue em 28 de fevereiro à Promotoria, a defesa de Queiroz havia informado que disponibilizaria nomes e endereços dos beneficiários “com o fito [objetivo] de comprovar todas as questões aduzidas”. Alvo de investigações cível e criminal por movimentação financeira atípica, o ex-assessor de Flávio disse por meio de sua defesa que recolhia parte do salário dos funcionários do gabinete para distribuir a outras pessoas que também trabalhavam para o então deputado estadual. Segundo ele, Flávio não tinha conhecimento da prática.

Embora tenha se comprometido a fornecer as informações sobre os “assessores de base”, como chamou, Queiroz não tem prazo nem sequer é obrigado a apresentar os nomes ao Ministério Público. A versão é vista com reservas por investigadores.

Único ex-assessor de Flávio a prestar depoimento presencial, o policial militar Agostinho Moraes da Silva não relatou a prática de “desconcentração de salários”. Silva disse aos promotores em janeiro que repassava quase dois terços de seu vencimento para investimento na compra e venda de carros que rendiam, segundo o relato, até 18% ao mês.

A versão de Queiroz sobre a contratação de assessores informais para Flávio teve como objetivo explicar a movimentação atípica de R$ 1,2 milhão em sua conta bancária entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017 identificada pelo Coaf (Conselho de Controle das Atividades Financeiras).

Além do volume movimentado, chamou a atenção a forma de operação, com seguidos depósitos em dinheiro em espécie de altos valores e saques subsequentes. A entrada do dinheiro ocorria logo após as datas de pagamentos dos servidores da Assembleia, o que levantou a suspeita da prática da “rachadinha” —devolução de parte do salário do funcionário.

O Coaf também identificou transferência de ao menos dez funcionários do gabinete de Flávio para Queiroz, incluindo a filha e a mulher do PM aposentado. Todos foram intimados a depor no fim do ano passado e são alvo das investigações cíveis e criminais —incluindo mulher e a mãe do ex-PM Adriano da Nóbrega, foragido apontado como chefe da milícia de Rio das Pedras.

Os dois procedimentos são sigilosos, motivo pelo qual o Ministério Público não se pronuncia sobre seu andamento. A reportagem apurou que não foram feitas novas intimações para depoimento desde o ano passado. Os promotores ainda aguardam o levantamento de informações cadastrais de investigados para avaliar o andamento.


A defesa de Queiroz afirmou "que já prestou os esclarecimentos necessários e aguarda o momento processual adequado para se manifestar novamente". "A defesa de Fabrício Queiroz se surpreende que, por mais que existam 20 inquéritos instaurados, o único que desperta a curiosidade insaciável de parte da mídia é o seu, chegando a desprezar fatos muito mais relevantes, como por exemplo a movimentação de uma assessora de mais de R$ 50 milhões", afirmou, em nota, a defesa de Queiroz. O senador Flávio Bolsonaro disse que não iria comentar o caso.

fonte:Folhapress/BN c/adaptações