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sexta-feira, 8 de novembro de 2019

Câmara concede título de Cidadão Soteropolitano a Celso Loula Dourado

Câmara concede título de Cidadão Soteropolitano a Celso Loula Dourado nesta sexta
Foto: Divulgação
A Câmara de Vereadores de Salvador entregará na manhã desta sexta-feira (7) o título de Cidadão Soteropolitano ao ex-deputado Celso Loula Dourado, em cerimônia que será realizada às 10h, no plenário da Casa. A honraria foi proposta pelo vereador Carlos Muniz (Podemos).

Deputado federal eleito em 1986, ao fim da ditadura militar, Dourado teve participação na Assembleia Nacional Constituinte. Ele se destacou na luta contra o regime. Com frequência, recebia em sua residência perseguidos políticos, posteriormente dados como mortos ou desaparecidos pela ditadura, dentre eles o líder católico, conhecido como  Jorge Carola, e o deputado cassado  Paulo Wright.

Além da vida legislativa, ele também ocupou o cargo de secretário municipal de Educação, em Irecê. Atualmente, ele tem 88 anos  e reside ma localidade conhecida como Fazenda Canal, no município de João Dourado. Informações do Bahia Notícias.

quinta-feira, 7 de novembro de 2019

Feira: Novo Shopping da cidade é inaugurado


Shopping Avenida é inaugurado em Feira de Santana
foto:reprodução/divulgação
O mais novo shopping de Feira de Santana foi inaugurado na manhã nesta quinta-feira (7). Com cinco salas de cinema, praça de alimentação e mais de 75 lojas, o Shopping Avenida está localizado na Avenida Nóide Cerqueira numa área de 12 mil metros quadrados.
O empreendimento construído pelo grupo do empresário Silvio Pedra já está em pleno funcionamento, inclusive o cinema. Há também uma pista de patinação no gelo e o estacionamento é pago. Cerca de 300 empregos diretos serão gerados. Informações do site Acorda Cidade.

No STF: OAB defende advogada corrigida por Marco Aurélio Mello: "sua excelência é ela"

[OAB defende advogada corrigida por Marco Aurélio Mello:
imagem:reprodução
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) vai emitir uma nota ainda nesta quinta-feira (7) defendendo Daniela Borges, advogada que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello corrigiu durante sessão na quarta-feira (6).
Em um trecho da nota, vazada pela revista Época, o Conselho Federal da OAB diz que anseia por um Brasil "verdadeiramente republicano".
O ministro reclamou após ter sido chamado de “você” pela advogada. Marco Aurélio já havia reclamado de outro advogado que usou o pronome pessoal de tratamento “vocês” ao se dirigir aos integrantes do STF, durante julgamento sobre a contribuição para o INSS durante a licença-maternidade.
Confira abaixo a nota na íntegra:
“Sua Excelência é Daniela Andrade de Lima Borges
O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, por meio de sua Comissão Nacional de Defesa das Prerrogstivas e Valorização da Advocacia, anseia por um Brasil verdadeiramente republicano, um país onde só pode haver uma excelência: o povo.
Ontem, como todos os dias, a única excelência presente no tribunal era o povo, que bate às portas do STF sedento por justiça, esperançoso em encontrar juízes que respeitem os preceitos republicanos, que trabalhem por um Brasil mais livre, justo e solidário.
Já superamos os tempos colonialistas e ditatoriais, República é o que somos.
O Judiciário também é uma “res publica”, coisa do povo. A República há de tocar, definitivamente, o Judiciário, não há mais espaços para cortes e reis da justiça.
Somos todos iguais, já é tempo de compreender que a Carta despreza liturgias e costumes inadequados aos novos tempos republicanos.
Nas tribunas do Poder Judiciário a advocacia fala em nome do excelentíssimo povo e merece respeito de todos vocês juízes.
Por falar em nome e pelo povo, se há alguém que devesse ser chamada de excelência, ontem, esse alguém era a mulher advogada Daniela Andrade de Lima Borges.
Que viva e resplandeça cada vez mais a nossa excelência advogada Daniela Andrade de Lima Borges, que o seu exemplo renove os nossos ânimos para trabalharmos, cada vez mais, por um Judiciário verdadeiramente republicano”.
fonte:BNews/reprodução

STF veta prisão após 2ª instância e abre caminho para a soltura de Lula

Os ministros do STF Dias Toffoli, presidente da Corte, e Marco Aurélio Mello, que votaram pelo veto à prisão em segunda instância (Carlos Moura/SCO/STF)
O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira, 7, por 6 votos a 5, que a prisão após condenação em segunda instância, antes do trânsito em julgado, contraria a Constituição e o Código de Processo Penal e, portanto, não pode ser mais aplicada, como vinha sendo desde 2016, quando a mesma Corte adotou entendimento diferente.
Com isso, cerca de 4.900 réus que foram presos nesta condição, segundo estimativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), podem deixar a cadeia, entre eles o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ex-ministro de governos petistas José Dirceu, além de mais uma dezena de condenados na Operação Lava Jato, entre empreiteiros, operadores de propina e ex-funcionários da Petrobras.  O voto decisivo pelo fim da prisão em segunda instância foi dado pelo presidente do STF, Dias Toffoli, depois que o placar chegou a ele empatado em 5 a 5. Além dele, votaram pelo fim da execução antecipada de pena os ministros Marco Aurélio Mello, Ricardo Lewandowski, Rosa Weber e Gilmar Mendes. Defenderam a legalidade da medida os magistrados Edson Fachin, relator da Lava Jato na Corte, Luiz Fux, Luis Roberto Barroso e Cármen Lúcia.
O principal ponto em debate era se a prisão em segunda instância não contrariava o artigo 5º da Constituição, que “ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória”. Também estava em discussão se o artigo 283 do Código de Processo Penal também não vedava a execução antecipada da pena ao prever que “ninguém poderá ser preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada da autoridade judiciária competente, em decorrência de sentença condenatória transitada em julgado ou, no curso da investigação ou do processo, em virtude de prisão temporária ou prisão preventiva”.
O sistema judiciário brasileiro é composto por três instâncias – varas de primeiro grau (um magistrado isolado toma a decisão), tribunais regionais (como os Tribunais de Justiça e Tribunais Regionais Federais, onde as decisões são tomadas por colegiados) e as Cortes superiores, que são o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o STF – neste caso, só cabe recurso quando o questionamento à condenação envolve alguma questão constitucional. Um processo só é considerado transitado em julgado quando tiver tramitado em todas as instâncias e não houver mais nenhuma possibilidade de recurso.
Mesmo com a Constituição prevendo o trânsito em julgado, no entanto, juízes vinham determinando a execução da pena após a condenação em segunda instância até 2009, quando o próprio STF vetou a prática. Em 2016, no entanto, no auge da Lava Jato e sob pressão da população nas ruas, que exigia mais rigor no combate à corrupção, o Supremo mudou de novo o entendimento para permitir a prisão em segunda instância.
Com o enfraquecimento da Lava Jato, no entanto, aumentou a pressão de defensores de réus e de entidades como a Ordem dos Advogados do Brasil pela revisão da questão. A OAB, aliás, é autora de umas três Ações Declaratórias de Constitucionalidade (ADCs) que foram julgadas pelo Supremo nesta quinta-feira – as outras duas foram apresentadas pelos partidos PCdoB e pelo antigo PEN (atual Patriota).

Lula livre

O ex-presidente Lula foi condenado em primeira instância pelo então juiz Sergio Moro, à época titular da 13ª Vara Federal de Curitiba – hoje ministro da Justiça do governo Jair Bolsonaro – a nove anos e seis meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá, imóvel que seria repassado a ele pela construtora OAS, segundo a acusação, como propina pela obtenção de contratos com a Petrobras – o que a defesa de Lula nega. A condenação foi confirmada pelo TRF4, mas a pena foi aumentada para 12 anos e um mês de prisão.
Logo após, o próprio tribunal determinou a execução antecipada da pena e a ida do ex-presidente para a prisão – a ordem foi expedida pelo próprio Moro em abril de 2018. Lula voltaria a ser condenado pelo STJ, mas com a pena reduzida para oito anos e dez meses de detenção – o petista, no entanto, ainda pode recorrer nesta Corte e também ao STF, caso seja necessário. Por isso, como seu processo ainda não transitou em julgado, ele pode deixar a cadeia agora com base na decisão do STF.
A militância do PT planeja organizar um ato em Curitiba e outro em São Bernardo do Campo assim que Lula for solto. O clima no partido, porém, é de cautela. Para a defesa de Lula, a disputa judicial só será considerada ganha pelos petistas quando a Justiça anular a condenação e considerar Moro suspeito, como pede em habeas corpus que deverá ser analisado ainda este mês pelo STF.  “A prioridade continua sendo a apreciação dos habeas corpus que ainda aguardam julgamento, em especial o que trata da suspeição do ex-juiz Sergio Moro. Se acolhido, leva à anulação de todo processo”, diz o advogado Cristiano Zanin Martins.
De qualquer forma, o pedido à Justiça pela soltura de Lula caso os ministros decidam pela execução da pena somente após o trânsito em julgado – ou seja, quando não houver mais possibilidade de recurso – , será tomada apenas na manhã desta sexta-feira 8, quando o ex-presidente receberá a visita de Zanin em Curitiba. Se solto, Lula deve ir para São Bernardo do Campo, onde mora, e ir ao Sindicato dos Metalúrgicos local, seu berço político e de onde ele foi levado pela PF para a prisão.
Além de Lula e Dirceu, outros petistas que serão beneficiados são os ex-tesoureiros do partido João Vaccari Neto e Delúbio Soares, que poderão tirar a tornozeleira. Veja quadro abaixo com os presos pela Lava Jato que devem ser beneficiados. Informações do site da VEJA.COM/reprodução acesso às 21h:40min.


STF derruba sigilo nos gastos presidenciais

[Supremo derruba sigilo nos gastos presidenciais]
imagem:reprodução
Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou lei de 1967 que permitia a instalação de sigilo nos gastos presidenciais, o que bloqueava acesso a informações como uso do cartão corporativo. A decisão foi tomada pelo plenário virtual da Corte na última terça-feira (5).
De acordo com o blog Radar, da revista Veja, a ação foi protocolada no STF em 2008 pelo presidente do então PPS, hoje Cidadania, Roberto Freire. 
A maioria dos ministros seguiu voto do relator do caso, ministro Edson Fachin. Ele avaliou que o decreto é inconstitucional. Informações do Bocão News.

Congresso: Advogado vai à Justiça contra reembolso de R$ 157 mil por dentes de Marcos Feliciano

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foto:Marco Feliciano reprodução/facebook
O advogado mineiro Douglas Henrique Valente pediu à Justiça que anule o reembolso de R$ 157 mil pagos pela Câmara dos Deputados ao deputado Pastor Marco Feliciano (Podemos-SP) por causa de um tratamento odontológico. O caso foi revelado pelo jornal O Estado de S. Paulo, em agosto. No ultimo dia 31 de outubro, Valente ajuizou uma ação civil pública alegando que o reembolso seria "imoral" e configuraria desvio de finalidade uma vez que o tratamento do deputado seria, na verdade, estético.
A ação foi apresentada à Vara Federal de Ituiutaba em fase da mesa Diretora da Câmara - representada pelo presidente, Rodrigo Maia - o deputado Pastor Marco Feliciano, a União e a própria Casa Legislativa.
Além da anulação do ressarcimento dos R$ 157 mil, o advogado pede que a Justiça impeça o segundo vice-presidente e a Mesa Diretora da Câmara de autorizarem reembolsos por possíveis novos tratamentos odontológicos do deputado Feliciano.
Como divulgado pelo Estado, em agosto, o deputado argumentou à Câmara que precisava corrigir um problema de articulação na mandíbula e reconstruir o sorriso com coroas e implantes na boca. Feliciano disse que sofria de dores crônicas relacionadas ao bruxismo.
O pedido de reembolso do parlamentar foi apresentado em abril à área de perícia da Casa Legislativa, mas foi rejeitado pela equipe técnica. Na avaliação do setor, havia uma incompatibilidade entre os valores apresentados e os preestabelecidos pela Casa, além de problemas na descrição de parte dos procedimentos.
Com um laudo de seu dentista, Feliciano recorreu da decisão. A Mesa Diretora, formada por sete parlamentares, acabou aprovando o gasto.
Na avaliação de Valente, o reembolso seria "cristalinamente imoral e ilegal" uma vez que se trataria de um tratamento estético. Em tais casos, o ressarcimento é vedado por um ato da Mesa Diretora publicado em 2013.
O advogado pede que a Câmara informe sobre a justificativa e os pareceres que embasaram a decisão que aprovou o reembolso, juntando aos autos todos os documentos emitidos pela equipe técnica da Casa inerentes ao procedimento.
Desde junho, o Estado pediu, via Lei de Acesso, detalhes do tratamento, mas todas as solicitações foram negadas.
Defesas
Em nota, o Pastor Marco Feliciano afirmou: "A ação ajuizada contra mim pelo vereador do PTB Douglas Henrique Valente é uma aventura jurídica, e certamente acarretará sua condenação por litigância de má-fé. A ação escandalosamente se baseia em uma falsa reportagem do 'O Sensacionalista' - conhecido noticiário satírico -, como 'prova' de que o tratamento médico-odontológico para bruxismo severo pelo qual eu passei seria de natureza estética. O autor, de maneira criminosa, usa o Poder Judiciário com fins políticos, usando de uma fakenews para produzir outra fakenews. Repito aqui que não me intimidarei e continuarei a combater a esquerda e defender o governo Bolsonaro. Tenho certeza absoluta da minha inocência e confio na Justiça."
A reportagem busca contato com a assessoria da Câmara dos Deputados e com a assessoria do presidente da Casa, Rodrigo Maia. O espaço está aberto para manifestações. Informações do Estadão.

Governo Bolsonaro: Diretor que ofendeu a atriz Fernanda Montenegro é nomeado para Secretaria de Cultura

Diretor que ofendeu Fernanda Montenegro é nomeado para Secretaria de Cultura
Foto: Reprodução/Instagram
Polêmico, por recentemente ofender a atriz Fernanda Montenegro, o dramaturgo Roberto Alvim foi escolhido pelo presidente Jair Bolsonaro, nesta quinta-feira (7), para assumir o comando da Secretaria Especial de Cultura. De acordo com a Folha de S. Paulo, o anúncio do ex-diretor da Funarte para a pasta foi feito através de uma publicação extra do "Diário Oficial da União". 

A repercussão nacional com o nome de Alvim surgiu após uma discussão do dramaturgo com a atriz Fernanda Montenegro, que chegou a ser chamada por ele de “mentirosa”, além dele declarar sentir “desprezo” pela artista. Na ocasião, ocorrida em setembro, o ataques direcionados a global foram em resposta ao fato da atriz ter sido fotografada para a capa da revista “Quatro Cinco Um” . A partir da repercussão dos ataques, Roberto ganhou a simpatia do presidente. 

A nomeação de Alvim para a Secretaria Especial de Cultura ocorre no mesmo dia em que a pasta foi reestruturada, passando do Ministério da Cidadania para o Ministério do Turismo. O cargo assumido por Roberto estava vago, desde a saída do antigo secretário Ricardo Braga, que ficou apenas dois meses no comando.Informações do Bahia notícias. c/adaptações.