Não é padre
imagem:reprodução Twitter/@Flávio Gomes69Confira a reportagem no link abaixo do site UOL de hoje(30)
https://noticias.uol.com.br/eleicoes/2022/09/29/repercurssao-debate.htm
Não é padre
imagem:reprodução Twitter/@Flávio Gomes69Confira a reportagem no link abaixo do site UOL de hoje(30)
https://noticias.uol.com.br/eleicoes/2022/09/29/repercurssao-debate.htm

No debate presidencial promovido pela Globo, na noite desta quinta-feira (29), o ex-presidente Lula (PT) voltou a dizer que, se eleito, vai baixar um decreto para abrir todos os sigilos de 100 anos impostos por Jair Bolsonaro (PL) a inúmeros dados relacionados à sua família e ao governo.
Apesar do presidente, em uma de suas intervenções no debate, negar que tenha adotado o expediente de impor sigilos.
Um dos sigilos de cem anos diz respeito a informações referentes aos crachás de acesso ao Palácio do Planalto expedidos em nome dos filhos de Bolsonaro.
Em documentos públicos enviados à CPI da Covid, a própria Presidência assumiu a existência dos cartões usados por Carlos e também por Eduardo Bolsonaro para acessar a sede do governo.
Desde o surgimento do coronavírus e, posteriormente, o advento dos imunizantes de combate à Covid, o presidente declarou aos quatro cantos que não iria se vacinar, no entanto, começaram a surgir boatos de que, ao contrário do discurso, o mandatário havia se vacinado.
Por conta dos boatos de que teria se vacinado contra a Covid, o Palácio do Planalto impôs sigilo de até cem anos aos exames de anticorpos de Covid-19 feitos por ele.
Fonte: Revista Fórum - 30/09/2022

Pesquisa divulgada pelo Instituto Datafolha nesta quinta-feira (29/9) mostra que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 50% dos votos válidos para o primeiro turno das eleições, contra 36% de Jair Bolsonaro (PL).
No último levantamento, divulgado em 22 de setembro, Lula aparecia com 50%, enquanto Bolsonaro tinha 35%.
Pela legislação brasileira, um candidato a governador ou a presidente é considerado eleito se obtiver maioria absoluta dos votos. Ou seja, mais da metade dos votos válidos – excluídos os votos em branco e os nulos. Como Lula aparece com 50% dos votos válidos, não é possível afirmar se o petista venceria a disputa já em primeiro turno.
O Datafolha ouviu 6.800 pessoas, entre 27 e 29 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O levantamento está registrado no TSE com o número BR-09479/2022.
foto:reprodução
Integrantes da cúpula do União Brasil afirmam que partiu do próprio Sergio Moro a decisão de pedir voto para Jair Bolsonaro em seu panfleto.
O ex-ministro da Justiça, que se diz desafeto do presidente, avaliou, segundo o comando do partido, que deveria colar sua imagem no bolsonarismo para não perder relevância nacional.
Moro e sua campanha decidiram não apoiar a candidata da legenda, Soraya Thronicke, devido ao desempenho ruim da senadora nas pesquisas.
A campanha de Moro disse à coluna, na terça-feira (27/9), que os santinhos pedindo voto para Bolsonaro haviam sido distribuídos por apoiadores, o que, segundo esse integrante da cúpula do União Brasil, não é verdade.
A tentativa também foi uma forma de agradar o diretório paranaense do União Brasil, que é comandado pela família Francischini, que apoia Bolsonaro e não tem muita simpatia por Moro.
Fonte: Metrópoles - 29/09/2022

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) ressaltou, nessa quinta-feira (29), sua confiança de que as eleições do próximo domingo serão íntegras, seguras e em paz, como a sociedade brasileira merece. A afirmação da ministra foi feita durante a abertura do encontro com observadores internacionais que irão acompanhar as eleições brasileiros deste ano.
Assim como o presidente Alexandre de Moraes (lembre aqui), a ministra exaltou o sistema eleitoral brasileiro e disse que o sistema de votação é "confiável, seguro e auditável, a servir de modelo para todos”.
“A Justiça Eleitoral, não me canso de repetir, é patrimônio do povo brasileiro e a urna eletrônica, o melhor exemplo da obra coletiva dos que sucessivamente, há décadas, se dedicam no TSE ao fortalecimento da democracia”, afirmou Weber.
A presidente do STF também usou de sua fala para reforçar a integridade do pleito e do resultados das urnas eletrônicas, graças a atuação “firme"do TSE. "Em tempos turbulentos como os atuais, mais do que nunca se há de proclamar a irrestrita confiança que devotamos à Justiça Eleitoral quanto à integridade das eleições e à legitimidade dos resultados eleitorais”, disse a ministra.
Além disse, ela também ressaltou e defendeu o trabalho da imprensa livre e pediu que fosse respeita, pois "cumpre o papel fundamental de garantir o direito à informação”. "Considerando que a liberdade de imprensa é, assim como a liberdade de expressão, premissa da democracia, enfatizo que cabe aos poderes constituídos atuar para a garantia da segurança dos jornalistas, para que se mantenham firmes na missão de informar a sociedade brasileira”, pontuou Rosa Weber.
Ao finalizar seu discurso, a presidente do Supremo Tribunal Federal afirmou que espera que a eleição seja um evento “proveitoso. "Para melhor compreensão da realidade eleitoral do Brasil”, finalizou a ministra.
ENCONTRO OBSERVADORES INTERNACIONAIS
Além de Weber, o evento também contou com a presença do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, o presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco, o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Beto Simonetti, e o chefe da Missão de Observação da União Interamericana dos Órgãos Eleitorais (Uniore), Lorenzo Córdova.
As eleições deste ano vão contar com observadores de entidades internacionais, como a Uniore, e de países como Portugal, Rússia, França Espanha.
Fonte: FOLHAPRESS - 29/09/2022

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) proibiu o transporte de arma e munição, em todo o território nacional, para Caçadores, Atiradores e Colecionadores (CACs) um dia antes do pleito, durante e 24 horas após as eleições. O descumprimento da decisão pode acarretar prisão em flagrante. Os Tribunais Regionais Eleitorais (TRE’s) e a Polícia Federal devem ser comunicados imediatamente.
A mudança no texto da resolução do TSE sobre o tema, que já proibia o porte de armas a 100 metros dos locais de votação, teve aprovação unânime pelos ministros da Corte.
“Com base no poder de polícia da Justiça Eleitoral fica proibido o trânsito de armamento por caçadores, atiradores e colecionadores nas 24 horas que antecedem o pleito e nas 24 horas que o sucedem. Prevenir situações potencialmente sensíveis é dever da Justiça Eleitoral”, afirmou Alexandre de Moraes.
Moraes discutiu a possibilidade de proibição durante reunião com 27 comandantes-gerais da Polícia Militar (PM) em 24 de agosto. O assunto foi levantado após deputados de oposição ao governo enviarem à Corte Eleitoral um pedido de proibição de porte de armas de todos os cidadãos do país na data do pleito.
Os parlamentares solicitaram que as somente as Forças Armadas e de segurança pública possam transitar armados.
Fonte: METRÓPOLES - 29/09/2022

A mãe do subtenente da Polícia Militar,
identificado como Alberto Alves dos Santos, de 51 anos, morto em uma ação da PM
em Itajuípe, no sul da Bahia, contou que a esposa do militar
precisou ser carregada quando descobriu da morte do marido. Dona Maria do
Carmo, 80, precisou conter a tristeza por conta do marido, que é doente e
não pode passar por grandes emoções, mas ela admite que ficou
"estraçalhada por dentro" quando soube do ocorrido, na terça-feira
(27).
Maria do Carmo tem três filhos policiais e já perdeu dois deles por conta do trabalho: "Também mataram meu outro filho policial em 1999 e agora esse, é uma tristeza. Eu tinha cinco filhos, agora só tenho três. Tenho que pedir ajuda a Deus e pedir por justiça, espero que as pessoas responsáveis precisam pagar pelo que fizeram".
Segundo ela, o filho era uma excelente pessoa, um homem calmo e atencioso. "Na hora que eu soube da morte dele eu entrei em pânico, mas tive que me conter para ajudar meu marido, que é doente e não pode sofrer grandes emoções. Por dentro eu estou estraçalhada", desabafou dona Maria, emocionada.
O
subtenente deixa esposa e três filhos adultos. “Os filhos dele estão arrasados,
choraram, gritaram. As meninas não comeram, não conseguiram fazer nada. Ele era
um pai muito querido, amoroso, elas eram apaixonadas por ele. O filho dele, que
é o mais novo, também ficou destruído, tentando acalmar as irmãs. A esposa dele
precisou ser carregada, foi pegar o corpo no aeroporto e voltou
carregada", relatou a mãe do policial.
"Meu
irmão era muito trabalhador, vivia trabalhando, era uma pessoa muito gente boa,
era casado, tinha duas filhas e um filho. Estamos todos arrasados, ele era
muito feliz, amava o trabalho", disse o irmão do subtenente, sargento
Paulo Sérgio Alves, de 50 anos.
O
enterro de Alberto dos Santos acontece nesta quinta-feira (28), às 11h30, no
Cemitério Bosque da Paz, em Salvador.
Entenda o caso
A SSP
informou que a situação se originou com a busca por um assaltante de banco.
Identificado como André Marcio Jesus, conhecido como Buiu, ele tem ligação com uma
facção criminosa paulista e deixou o Complexo Penitenciário de Lauro de Freitas
na terça às 13h30, com benefício de saída temporária, usando tornozeleira
eletrônica.
Por
volta das 14h30, Buiu rompeu a tornozeleira, quando estava na BR-324, perto de
Candeias. A PM deu início nas buscas e quando as equipes estavam em Uruçuca,
também no sul do estado, um assaltante de banco identificado como Bismark e um
comparsa foram abordados e trocaram tiros com os militares. Os dois foram
mortos. Buiú segue como foragido.
Nas
buscas, os policiais foram informados sobre a presença de homens armados em um
hotel em Itajuípe e foram até lá. No local, dois homens foram abordados e não
reagiram. A SSP informou, no entanto, que
outros dois homens, armados, reagiram quando os PMs se aproximaram. Segundo
a pasta, dois soldados que estavam em serviço foram baleados na ação. No
tiroteio, os dois homens que estavam no hotel, posteriormente identificados
como policiais, também foram feridos e um deles morreu.
Os
homens, identificados como o subtenente Alberto Alves dos Santos e o sargento
Adeilton Rodrigues D'Almeida, foram socorridos. O subtenente não resistiu aos
ferimentos e o sargento segue internado, mas sem riscos de morte.
Ambos
estavam na cidade para compor a equipe de segurança do candidato ao governo da
Bahia ACM Neto (União Brasil), em evento no município de Coaraci, cidade
vizinha de Itajuípe. Nas redes sociais, Neto lamentou a morte e suspendeu a
agenda.
O
comandante geral da PM diz que todo o caso será esclarecido. "Lamentamos o
confronto. Estamos solidários às famílias e a determinação é que toda a
ocorrência seja esclarecida. As armas foram recolhidas e o local do confronto
preservado para a realização de perícia", disse o coronel Paulo Coutinho.
Sargento diz que policiais ‘entraram atirando’
A
vítima também informou que os PMs atiradores não prestaram socorro imediato e
que ele precisou rastejar até a porta do hotel onde o grupo estava para buscar
ajuda. “Eu implorei: ‘me dê socorro, por favor, me coloque na ambulância’. Ele
me ajudou depois, mas de forma hostil”, disse a vítima.
O
sargento disse que os policiais pegaram a arma dele e atiraram diversas vezes
no quarto para insinuar um confronto.
O
delegado José Carlos Mastique de Castro Filho foi baleado no peito em 2019 ao
tentar entregar a arma dele para os PMs, durante a abordagem. A vítima estava
com uma namorada, em um posto de combustíveis da cidade, quando ocorreu a ação.
O delegado estava com o carro estacionado no Posto Jequitibá, onde
funciona também uma loja de conveniências. Um morador que passou no local,
por volta das 4h, estranhou o carro parado, e viu que havia um homem armado no
veículo.
A
testemunha então entrou em contato com a PM informando que suspeitava de que um
assalto iria ocorrer no posto. Uma equipe foi enviada ao local e tentou
abordar o delegado que, segundo o 15º BPM, estava "alterado" e sacou
a arma. Os militares atiraram, sem saber que se tratava de um delegado.
Mastique foi baleado no peito. A própria equipe da PM o socorreu para o
Hospital Base de Itabuna, mas o delegado não resistiu ao ferimento e morreu.
Em
nota, o Sindicato dos Policiais Civis (Sindpoc) chamou a ação de "desastrosa" e
afirmou que Mastique foi morto ao tentar intervir e impedir que um cabo da PM
agredisse a própria namorada. Diz ainda que ele se identificou,
assim como um colega que estava com ele, e foi baleado ao tentar entregar sua
arma.
Fonte: Redação/Correio da Bahia - 29/09/2022
foto:reprodução/Ricardo Stuckert Porto Alegre e Brasília — A primeira-dama Rosângela Lula da ...