• Praça do Feijão, Irecê - BA

domingo, 8 de setembro de 2019

Conversas de Lula mantidas sob sigilo pela Lava Jato enfraquecem tese de Moro

                                foto:reprodução

Confira a reportagem completa divulgada no site do UOL de hoje(8) que  mostra que a PF gravou 22 telefonemas do ex- presidente Lula após ordem de interromper esculta que revelou diálogo com Dilma em 2016. A publicação se refere a diálogos que  o site Intercept Brasil junto com outros órgãos de imprensa vem divulgando desde junho da operação Lava Jato.


https://www1.folha.uol.com.br/poder/2019/09/conversas-de-lula-mantidas-sob-sigilo-pela-lava-jato-enfraquecem-tese-de-moro.shtml

Senador Wagner negou concorrer à presidência do PT para “não consultar Lula toda hora”, diz coluna


Resultado de imagem para lula e wagner,
Wagner e Lula -foto:reprodução/google
O senador baiano Jaques Wagner (PT) teria explicado ao ex-presidente Lula o motivo pelo qual não cogitou ser candidato a presidência nacional do Partido dos Trabalhadores (PT). Conforme o colunista do O Globo, jornalista Lauro Jardim, Wagner disse que “não quer ficar consultando” o ex-presidente a todo momento, já que, na prática quem manda no partido é ele. 
"Enquanto você estiver vivo, sabe como ninguém que, na prática, o presidente será você. E não quero ter que ficar consultando posto Ipiranga toda hora", disse Wagner, em referência ao bairro onde fica o Instituto Lula, o Ipiranga, em São Paulo.
A eleição do partido acontece em novembro deste ano. Neste domingo (8), ocorre as eleições municipais em mais de 4 mil cidades do Brasil.  Informações do BNews c/adaptações.

AM: Colaborador da Funai é assassinado em área marcada por conflitos em Tabatinga

Colaborador da Funai é assassinado em área marcada por conflitos no AM
Foto: Arquivo Pessoal
O colaborador da Funai Maxciel Pereira dos Santos foi assassinado a tiros na noite desta sexta-feira (6), em Tabatinga (AM), na fronteira com Peru e Colômbia. Ele trabalhava em uma base do órgão indigenista no Vale do Javari, atacada quatro vezes desde o ano passado.

O crime aconteceu por volta das 18h50, segundo a Polícia Militar. Santos pilotava sua moto na avenida da Amizade, a mais movimentada de Tabatinga, quando foi alvejado com dois tiros na nuca. A mulher e a enteada presenciaram o assassinato.

Santos trabalhava havia pelo menos 17 anos na Frente de Proteção Etnoambiental Vale do Javari, sempre em ações de vigilância e fiscalização. Apesar de não ser concursado, já havia ocupado diversos cargos e estava sendo indicado para uma nova posição.

A Polícia Civil abriu inquérito para investigar o caso, mas informou que ainda não há informações suficientes sobre a motivação do crime. A Polícia Federal está averiguando se o assassinato está relacionado ao trabalho de Santos na Funai.

O colaborador da Funai atuava principalmente na base Ituí-Itacoaí, que funciona sobre uma balsa e está a cerca de 40 km da cidade de Atalaia do Norte. O objetivo dessa base é impedir a entrada de invasores a uma área identificada como a de maior presença de índios isolados do mundo.

O ataque mais recente foi no dia 19 de julho. Caçadores clandestinos dispararam contra a base, onde havia cerca de 12 servidores da Funai e indígenas -Santos não estava nesse dia no local. Ninguém ficou ferido.

Dias após o ataque, o Exército e uma equipe da Funai apreenderam cerca de 300 tracajás e 40 mil ovos com caçadores ilegais dentro da Terra Indígena Vale do Javari, de 8,5 milhões de hectares e cerca de 5.000 índios de sete etnias diferentes, além de 11 grupos de isolados.

Pessoas próximas a Santos dizem, sob a condição do anonimato, que ele era comprometido com o trabalho no Vale do Javari e suspeitam que a motivação do crime seja a sua atuação contra caçadores e outros invasores.

fonte:Folhapress - 08/09/19 -14h:50min.

Salvador: Manifestações contra Bolsonaro ocupam ruas no 7 de setembro


aV. sETE DE SETEMBRO EM sALVADOR - FOTO:AG. ESTADO/REPRODUÇÃO

O Grito dos Excluídos começou a tomar forma em Salvador por volta das 9h deste sábado, 7 de setembro. Vestidos de preto ou vermelho, manifestantes iniciaram uma marcha cerca de duas horas depois com um ato ecumênico. Entre os participantes, representantes de sindicatos, religiosos, estudantes e cientistas. O grupo tem a intenção de seguir até a Praça Castro Alves.
"O presidente convocou os patriotas para que usassem verde e amarelo em homenagem à Amazônia. Já os movimentos estudantis convocaram os estudantes e toda a sociedade para vir para a rua de preto, em luto pelo que está acontecendo na Amazônia e contra os atentados à educação. O que nos motiva é a defesa do nosso País, patriotismo de verdade, não essa imagem que ele está tentando vender", afirma Debora Nepomuceno, de 20 anos, vice-presidente nacional da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes).
Questionada sobre o número de manifestantes, a Polícia Militar diz não ter uma estimativa.
(Fotos de Marina Silva/CORREIO)

sábado, 7 de setembro de 2019

Reação a Guedes: “Estamos em 2019 e políticos estão mirando o corpo de uma mulher”, diz filha de Brigitte Macron


Untitled-10.jpg
É como se diz em Frei Paulo: não sabe brincar, não desce para o play. O ministro Paulo Guedes (que, diga-se a seu favor, pediu desculpas ontem) foi brincar com essa baixaria de Bolsonaro com Brigitte Macron, esposa do presidente francês, e ontem teve seu nome estampado, ao lado do chefe, no jornalão “Le Figaro” — e não na página de Economia.
O jornal francês publicou matéria: “Filha de Brigitte Macron defende a mãe, insultada no Brasil”. E conta que Tiphaine Auzière, 35 anos, ficou indignada com as ofensas de Bolsonaro e Guedes a sua mãe. “Estamos em 2019 e políticos estão mirando o corpo de uma mulher”.
(...)
fonte:Conversa afiada 07/09/19.

Irecê: Desfile de 7 de setembro foi simples,bonito e organizado

A imagem pode conter: 9 pessoas, pessoas sorrindo, pessoas em pé, multidão, céu e atividades ao ar livre
Grupo mulheres solidárias da cidade -foto:reprodução facebook/Elmo Vaz

O desfile de 7 de setembro desse ano em Irecê aconteceu hoje pela manhã pelas principais ruas do centro da cidade. O mesmo estava organizado e bonito. Contando  com a participações do Exercito Brasileiro através da unidade do Tiro de Guerra da cidade, bem  como a presença de diversas companhias da PM, escolas municipais, diversas instituições públicas como o CRAS e 01 instituição da rede escolar privada.


Foi montado um palanque na praça do BB onde as autoridades civis e militares assistiram o desfile ao lado do prefeito da cidade Elmo Vaz(PSB) e sua esposa. 

Sentimos a falta das escolas estaduais e dos estudantes da UNEB -Irecê, onde seria uma ótima oportunidade de protesto e de expressar a importância da educação para uma sociedade civil em tempos de cortes promovidos pelo atual governo federal.

O desfile foi encerrado pelo os integrantes do clube  de carros antigos de Irecê.

Bolsonaro assiste desfile de 7 de setembro ao lado de Edir Macedo e Silvio Santos

Bolsonaro abre desfile da Independência com Silvio Santos e Edir Macedo
Foto: Reprodução /Canal Brasil
Cercado de empresários e religiosos, mas com a ausência de alguns chefes de Poderes, Jair Bolsonaro (PSL) estreou como presidente da República no desfile militar de Sete de Setembro.

Bolsonaro chegou no Rolls-Royce presidencial, com a faixa presidencial no peito, e, assim como na posse, estava acompanhado pelo vereador Carlos Bolsonaro (PSL-RJ), seu filho, e de uma criança, Ivo César Gonzalez, 9.

Com camisa da Seleção Brasileira, a criança foi chamada por Bolsonaro no caminho que percorreu até a tribuna de honra.

A primeira-dama, Michelle Bolsonaro, e os filhos Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), deputado federal, e Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), senador, já o aguardavam no local.

Participaram ministros, embaixadores, os empresários Silvio Santos (SBT) e Luciano Hang (Havan) e os pastores evangélicos, como Edir Macedo (Universal), dono da Record TV. Antes de chegar ao desfile, Bolsonaro tuitou uma foto ao lado de Silvio e Macedo.

A parada em comemoração ao Dia da Independência teve como slogan "Vamos valorizar o que é nosso", mensagem espalhada em banners pela Esplanada dos Ministérios, principal via de Brasília e local do desfile, e também em uma cartilha distribuída no local.

No livreto havia uma mensagem sobre valorização do patriotismo, o Hino Nacional e a programação do evento.

"Vamos escutar os milhares de brasileiros que emprestarão suas vozes, seu patriotismo e sua emoção nas arquibancadas e por todo o território nacional, tornando este Dia da Independência mais um momento inesquecível da nossa história, que cada um de nós, certamente, já começou a sentir", diz o texto introdutório.

Em comparação com a tribuna de honra do ano anterior, no último Dia da Independência do governo Michel Temer (MDB), o ato promovido por Bolsonaro estava muito mais cheio.

Com popularidade em queda, Bolsonaro pretendia transformar o evento anual em uma demonstração de apoio público. O Planalto esperava reunir 20 mil pessoas. A Polícia Militar do DF informou que não divulgaria estimativa oficial de público.

"A independência de nada vale se não tivermos liberdade. Esta, por tantas e tantas vezes, ameaçada por brasileiros que não têm outro propósito a não ser o poder pelo poder. Então, a todos os brasileiros, e nós pedimos, conscientizem-se cada vez mais do que é este país, esta maravilha chamada Brasil, um país ímpar no mundo, que tem tudo para dar certo. E precisamos, sim, de cada um de vocês, para reconstruí-lo. E a liberdade estará em primeiro lugar", disse Bolsonaro em um vídeo divulgado pela assessoria de imprensa do governo.

O presidente também chamou a população a ir ao desfile. "O Brasil é nosso, é verde e amarelo", afirmou.

Para a preparação da cerimônia, ele liberou mais recursos do que seu antecessor e convidou religiosos, empresários e militares simpáticos ao seu governo.

Os pastores Renê Terra Nova (Movimento Internacional da Restauração), Robson Rodovalho (Sara Nossa Terra) e Manoel Ferreira (Assembleia de Deus) também haviam sido convidados, mas a Folha não conseguiu confirmar a presença deles até a publicação deste texto.

Hang e a líder do governo no Congresso, deputada Joice Hasselmann (PSL-SP), atenderam ao pedido do presidente e foram nas cores da bandeira. O dono da Havan, com seu tradicional terno verde. A deputada, de vestido amarelo, assim como a primeira-dama.

Ao ter sua chegada anunciada nos alto-falantes, o vice-presidente Hamilton Mourão foi aplaudido. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), foi com a família ao desfile. Também havia vários ministros na tribuna.

Os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do STF (Supremo Tribunal Federal), Dias Toffoli, não compareceram. Maia viajou para o Catar e Toffoli, para a Inglaterra.

Neste ano, a segurança foi reforçada. Havia barreiras impedindo o acesso de pessoas sem convites ao prédio do Ministério da Defesa.

Na Esplanada dos Ministérios, o comércio de bandeiras, de camisas com as cores verde e amarelo e de faixas com o rosto e nome de Bolsonaro se posicionou desde cedo.

Osmar Bonanza, 46, veio de São Paulo para vender faixas e copos. Ele aproveitou que na tarde deste sábado (7) Brasília sedia um jogo entre Flamengo e Avaí.

"Venho independente do governo. Mas as vendas caíram desde que Bolsonaro entrou [no governo]", disse.

Aldenore Rodrigues, 60, mora em Recanto das Emas, cidade satélite de Brasília, e há mais de 20 anos comparece ao desfile de 7 de setembro com a família.

Sem trajes com as cores da bandeira do Brasil, ela apoia o governo Bolsonaro mas não teve tempo para procurar uma roupa que atendesse ao pedido do presidente.

fonte: Folhapress c/adaptações 

Economia: Governo prevê nova CPMF com alíquota quase duas vezes maior que a antiga

Marcos Cintra, secretário da Receita Federal/(Leo Pinheiro/Valor/Agência O Globo
reforma tributária em estudo pelo governo Bolsonaro envolve a criação de uma velha (e não muito querida) conhecida da população brasileira: a cobrança sobre pagamentos, uma reedição da extinta CPMF. VEJA teve acesso a um documento do Ministério da Economia que detalha as alíquotas que o governo deve apresentar como alternativa ao fim de seis impostos federais. De acordo com os planos do secretário da Receita Federal, Marcos Cintra, a Contribuição sobre Pagamentos (CP) seria instituída em até seis meses depois de uma possível aprovação do texto, com uma alíquota de 0,19% para, gradativamente, chegar a um tributo de 0,67% ao fim de dois anos para compensar a extinção dos encargos sobre a folha de pagamento de empregados. 
Entusiasta do imposto sobre pagamentos há anos, Cintra bate de frente com o Congresso Nacional, que rechaça a instituição de um imposto tão impopular. Uma outra proposta de reforma tributária, de autoria do deputado Baleia Rossi (MDB-SP), tramita em estágio avançado na Câmara e tem aceitação maior entre os congressistas. A proposta de Rossi, vale dizer, não envolve a instituição de um imposto sobre pagamentos e, além de mirar nos impostos federais, como faz o governo, ataca também impostos estadual e municipal ─ o ICMS e o ISS.
fonte:Veja.com 07/09/19 -09h:50min. c/adaptações