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sábado, 14 de agosto de 2021

A única coisa que o líder do Governo Bolsonaro foi fazer na CPI foi mentir, diz Senador Randolfe

                               foto:reprodução/CNN


O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) afirmou neste sábado (14/8) que o líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR), mentiu para a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da COVID.

Isso porque a Comissão recebeu mensagens que ligam Barros a vendedores de vacinas contra COVID-19.

“A única coisa que o líder do Governo Bolsonaro foi fazer na CPI foi mentir… Como diria Machado de Assis, para alguns, ‘a mentira é muitas vezes tão involuntária como a respiração’”, escreveu no Twitter.
 
 
 
O deputado se tornou alvo da CPI após relato do também parlamentar Luis Miranda (DEM-DF). Ele foi acusado de estar envolvido no suposto esquema de propina para a compra da Covaxin.

Ricardo Barros foi ministro da Saúde durante a gestão de Michel Temer (MDB). O nome dele teria sido mencionado por Bolsonaro, ao descobrir um esquema de corrupção dentro da pasta, segundo apontou Luis Miranda em depoimento à CPI no final de junho.

Aos senadores, Miranda disse que o presidente tinha a desconfiança da atuação do deputado em torno das pressões no Ministério da Saúde em favor da vacina da empresa indiana Bharat Biotech. 


Barros teve os sigilos telefônico, bancário, fiscal e telemático quebrados na semana passada.

Além do envolvimento no esquema de corrupção os senadores membros da CPI buscam esclarecer a relação de Barros com Francisco Maximiano, proprietário da Precisa Medicamentos, que teria intermediado a venda de vacinas da Covaxin para o Ministério da Saúde.  

Fonte: O Estado de MInas - 14/08/2021 - 21h:15min.

Rio: Aumento de casos de Covid, hospitais federais devem reabrir 90 leitos

                                   Enseada de Botafogo - foto:Blog Fique Informado


 Um dia após o prefeito Eduardo Paes (PSD) afirmar que o Rio é o
epicentro da pandemia no Brasil, o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, diz que a rede federal deve reabrir 90 leitos na próxima semana para atender pacientes de Covid-19.

"A rede federal tem o compromisso de abrir 90 leitos nesse período, retomando o número que eles já tiveram anteriormente", afirma o secretário, acrescentando que a rede estadual também deve se mobilizar para receber os pacientes. Em razão do aumento de casos, a prefeitura já havia reaberto 60 leitos na última semana.

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Em entrevista coletiva na sexta-feira (13), Paes instou o governo federal a reabrir os leitos antes que a situação sanitária da cidade piore. Segundo o 32º boletim epidemiológico, o Rio tem todas as suas 33 áreas administrativas com risco alto para Covid.

Já nos últimos dias, houve um aumento no atendimento de pacientes com síndrome respiratória aguda grave (SRAG) na cidade. Esse cenário é atribuído ao avanço da delta, variante mais transmissível que as demais.

"É um momento muito preocupante. É uma nova variante em pleno mês de inverno, que é um dos meses mais perigosos para a vacinação da gripe. Então, é muito importante que as pessoas venham se vacinar", disse Soranz neste sábado (14), quando visitou um posto de saúde na Cidade de Deus, comunidade na zona oeste do Rio.

O município do Rio tem 85,3% dos adultos vacinados com ao menos uma dose e quase 40% totalmente imunizados. Segundo Soranz, a expectativa é vacinar 100 mil pessoas neste sábado.

"É um dia intenso de vacinação na cidade. A gente conseguiu que o Ministério distribuísse as doses numa velocidade que considero adequada. Tem vacina para vacinar a população até terça-feira", afirmou, acrescentando que o Ministério da Saúde distribuiu na sexta 280 mil doses. Outras 150 mil são esperadas até segunda-feira (16).

O município do Rio vem enfrentando problemas na campanha de vacinação. Na última semana, Paes suspendeu por dois dias a imunização por idade, justificando que houve atrasos do Ministério da Saúde para entregar os imunizantes.

Ao anunciar em rede social a paralisação, o prefeito chegou a pedir mais doses ao governador de São Paulo, João Doria (PSDB). "@jdoriajr, não tem como mandar doses direto da Coronavac para cá, não? Sem intermediários, como vc está fazendo com a Prefeitura de São Paulo?", questionou o prefeito.

fonte:FOLHA S. PAULO -14/08/2021 20h:40min.

Região de Irecê: Apenas Mulungu do Morro já vacinou mais da metade da população contra a Covid-19

                                  foto:reprodução/facebook

Apenas quatro cidades baianas já vacinaram mais da metade de suas populações adultas com a dose única da vacina ou com as duas doses contra a covid-19: três delas ficam no Centro-Sul (ou Sudoeste) da Bahia: Jussiape, com 60,4% de totalmente imunizados, Maetinga, com 55,9%, e Contendas do Sincorá, com 50,8%. Mulungu do Morro, no Centro-Norte, completa a lista, com 52,6%.

Os dados consideram as doses aplicadas e já lançadas na base nacional do Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde, até a noite desta sexta-feira (13). Na Bahia, há pelo menos 1 milhão de doses ainda não lançadas.

Nos oitavo mês de vacinação, o CORREIO também mostra que a Bahia tem pouco mais de 24% de sua população adulta totalmente imunizada e que as mulheres são maioria na corrida pela vacinação. 

Em Salvador, que já imunizou mais de 32% do público-alvo, pretos e pardos lideram o ranking dos imunizados. Em todo o estado, a campeã de doses aplicadas é a vacina Astrazeneca, da Fiocruz - quase metade das mais de 9 milhões de doses. 

A cidade de Mulungu do Morro fica há 95 km de Irecê, e tem uma população estimada de quase 11 mil habitantes.


Veja os números:

fonte:Correio da Bahia  c/adaptações - 14/08/2021 16h:37min.

Aras é alvo de representação por suspeitas de prevaricação à frente da PGR

Procurador-geral da República, Augusto Aras
Marcos Oliveira/Agência Senado - Procurador-geral da República, Augusto Aras

Um grupo de subprocuradores-gerais da República aposentados, dentre eles o ex-procurador-geral da República Cláudio Fonteles, enviou ao Conselho Superior do Ministério Público Federal um pedido de investigação criminal contra o atual procurador-geral Augusto Aras por suspeitas de prevaricação em sua conduta à frente da Procuradoria-Geral da República (PGR ), com o objetivo de blindar o presidente Jair Bolsonaro.

Procurado, Aras afirmou por meio de nota que possui independência em sua atuação funcional e que essa é uma das garantias da instituição (leia ao final).

A discussão chega ao órgão em um momento de desgastes e cobranças a omissões de Aras em sua atuação. Ontem, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes apontou que a PGR não respondeu no prazo estipulado a um pedido de prisão contra o ex-deputado Roberto Jefferson , aliado de Bolsonaro, gerando mais um foco de atrito com a PGR.

Aras foi escolhido por Bolsonaro para o comando da PGR por fora da lista tríplice, formada por votação interna da categoria, e foi indicado no mês passado para um novo período de dois anos à frente do órgão. Sua recondução ainda precisa ser aprovada no Senado.

Essa representação foi apresentada no último dia 9 de agosto e recebida pelo vice-presidente do Conselho Superior, o subprocurador-geral da República José Bonifácio Borges de Andrada. Na sexta-feira, Bonifácio proferiu um despacho determinando o prosseguimento do caso, com o sorteio de um relator para a análise do pedido.

O documento se baseia nas cobranças feitas a Aras pelos próprios ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) em pedidos de investigações contra bolsonaristas. Citam, por exemplo, o despacho da ministra Rosa Weber com duras críticas à PGR por ter pedido para aguardar a conclusão da CPI da Covid antes de decidir sobre um pedido de investigação contra Bolsonaro. Nesse despacho, a ministra chegou a dizer que o Ministério Público não poderia assumir papel de "espectador" e deveria cumprir seu papel constitucional.

A representação ainda cita uma suposta demora de Aras em adotar providências em uma investigação sobre o uso da estrutura do governo federal para favorecer a defesa do senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ) e uma cobrança feita pela ministra Cármen Lúcia à PGR por não ter incluído o nome do então presidente do Ibama Eduardo Bim como investigado em uma abertura de inquérito que mirava o então ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles.

"Eis os fatos claríssimos e bastantes. Indicam que o procurador-geral da República Antônio Augusto Brandão de Aras, por si próprio ou por intermédio de pessoa da sua mais estreita confiança, o vice-procurador-geral da República, Humberto Jacques de Medeiros, vem, sistematicamente, deixando de praticar ou retardando a prática de atos funcionais para favorecer a pessoa do presidente da República ou de pessoas que lhe estão no entorno", escrevem na representação.

Assinam o documento, além de Cláudio Fonteles, os subprocuradores-gerais da República aposentados Wagner Gonçalves, Álvaro Augusto Ribeiro da Costa, Paulo de Tarso Braz Lucas e o desembargador federal aposentado Manoel Lauro Volkemer de Castilho.

A lei complementar que estabelece a organização do Ministério Público prevê que o Conselho Superior do MPF tem competência para analisar pedidos de investigação criminal contra o procurador-geral da República. Com o despacho proferido por Bonifácio, um dos integrantes do conselho tem que ser sorteado relator. Depois, o relator precisa opinar se há elementos para abertura da investigação e levar o assunto para julgamento pelos demais colegas.

Aras tem minoria no Conselho Superior, o que indica que o julgamento desse pedido de investigação pode ter resultado desfavorável ao procurador-geral. O caso vai representar mais um foco de desgaste contra o procurador-geral, em um momento no qual ele se movimenta no Senado para a aprovação de sua recondução ao cargo.

É o primeiro pedido de investigação criminal feito contra Aras ao conselho. No início do ano, um grupo de senadores enviou ao órgão um pedido de apuração da conduta funcional de Aras. O vice-presidente do conselho, José Bonifácio, também havia determinado o sorteio de um relator para a análise do caso, mas um aliado de Aras, o vice-procurador-geral da República Humberto Jacques, barrou a tramitação, como revelou O GLOBO em 4 de julho. Indeped

Independência funcional

Em nota, o procurador-geral da República negou irregularidades em sua atuação e afirmou que tem a garantia de independência funcional. Afirmou ainda que o tema já foi analisado duas vezes pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e arquivado -o CNMP, porém, não tem competência para analisar eventuais crimes do procurador-geral, o que é atribuição do Conselho Superior.

"A todos os membros do Ministério Público -- sem exceção -- o Direito reserva a independência na sua atuação funcional, em quaisquer dos casos em que atua como procurador/promotor natural, com mecanismos específicos para eventual controle", diz na nota.

Aras classifica de "expedientes políticos, midiáticos e jurídicos extremos" a acusação feita contra ele. "O exercício independente e fundamentado das atribuições ministeriais -- como de todas magistraturas -- sempre e naturalmente atende e desatende pretensões externas nos casos que lhe são trazidos. Apesar da divergência jurídica ser ínsita à atuação de qualquer profissional do Direito, os membros do Ministério Público por vezes são alvos de toda sorte de reação a sua atuação livre e independente, chegando alguns detratores do MP a usar expedientes políticos, midiáticos e jurídicos extremos para expressar sua discordância ou insatisfação", disse.

Para o procurador-geral, a independência dos membros do MP "é uma pedra de toque do sistema acusatório". "A ninguém deveria interessar sua fragmentação. Qualquer esforço para desqualificação do exercício independente de seus integrantes é uma violência contra o Estado Democrático de Direito e um risco às liberdades fundamentais de toda a cidadania. A independência do Ministério Público se articula com a responsabilidade de seus membros nas instâncias competentes para esse equilíbrio harmônico e essencial à Democracia", afirmou.

Bahia: Empresa Santana deixa de operar em linhas intermunicipais

Empresa Santana deixa de operar em linhas intermunicipais; Feira de Santana é uma das cidades com serviço suspenso

Foto: Ed Santos/Acorda Cidade

Com mais de 80 anos de história, a empresa Santana, integrante do Grupo Pedro Barros e uma das empresas mais tradicionais e conceituadas do Brasil em transporte intermunicipal, fretamento e encomendas, vai deixar de operar no estado da Bahia.

Diariamente, cerca de 40 municípios são interligados com uma frota de mais de 130 ônibus. Esta decisão foi tomada por conta do atual cenário econômico que o segmento do transporte enfrenta em função da pandemia.

Uma nota oficial publicada no dia 12 de agosto, informa que o serviço de linhas passará a ser operado a partir do dia 1º de setembro, pela empresa Viação Cidade Sol.

Ainda presente na nota, a empresa afirma que seguirá sua história prestando serviços de fretamento e turismo.

Foto: Divulgação


Fonte:Acorda Cidade - 14/08/2021

Brasil: Vice Mourão visita ministro Barroso e garante que forças armadas não apoiam golpe, diz Jornal

 

Barroso recebe Mourão em casa e fala sobre risco de ruptura institucional, diz jornal
Fotos: Nelson Jr./SCO/STF - Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, e o vice-presidente Hamilton Mourão tiveram uma reunião reservada na última terça-feira (10). Dia em que veículos blindados desfilaram na Praça dos Três Poderes, em Brasília.

 

Segundo publicação do jornal Estadão, a conversa ocorreu na casa de Barroso. O ministro estaria preocupado com o risco de ruptura institucional e questionou se as Forças Armadas concordariam com uma possível "aventura golpista" promovida pelo presidente Jair Bolsonaro.

 

A reunião não constava na agenda oficial. Na ocasião, Mourão não acompanhou Bolsonaro durante o desfile do comboio militar, algumas horas antes de a Câmara analisar a pauta do voto impresso, bandeira defendida com frequência por Bolsonaro.

 

A publicação diz, ainda, que Mourão garantiu que as Forças Armadas não apoiavam golpe e ninguém impediria as eleições de 2022.  Informações do Bahia Notícias em 14/08/2021

STF: Bolsonaro tem medo que inquérito de ministro Moraes atinja filhos, diz jornalista



 Alexandre de Moraes e Jair Bolsonaro
Reprodução - Alexandre de Moraes e Jair Bolsonaro

Crítico contumaz do ministro Luís Roberto Barroso, Bolsonaro demorou a iniciar seus ataques a Alexandre de Moraes. O ministro já  incluiu Bolsonaro no inquérito das fake news e determinou investigação do chefe do Executivo por vazar informações de inquérito sigiloso da Polícia Federal (PF). Mas, segundo o jornalista Lauro Jardim, é que as investidas de Moraes no inquérito das fake news batam na porta de algum de seus filhos.

Ontem (14), o ministro determinou a  prisão do presidente nacional do PTB e ex-deputado federal, Roberto jefferson

Bolsonaro demorou mais de 24 horas para se pronunciar sobre o caso. Hoje pela manhã, porém, disse nas redes sociais que vai pedir investigação contra Moraes e Barroso.

“Na próxima semana, levarei ao Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), um pedido para que instaure um processo sobre ambos”, disse, sem mencionar diretamente a prisão de Roberto Jefferson.

Fonte: Portal IG -14/08/202112h:35min.


sexta-feira, 13 de agosto de 2021

Aras pede ao STF para manter orçamento secreto criado por Bolsonaro

Aras pede ao STF para manter orçamento secreto criado por Bolsonaro
Foto: Sérgio Lima / Poder360

O procurador-geral da República, Augusto Aras, encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um parecer pela rejeição das ações para suspender a execução do orçamento secreto. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (13) pelo colunista Fausto Macêdo, do Estadão.

 

As ações foram movidas por Cidadania, PSB e PSOL que querem a suspensão das emendas do relator-geral (RP9) – também chamadas de orçamento secreto. O esquema, revelado pelo próprio jornal, foi montado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para garantir apoio político.

 

A manifestação do PGR foi apresentada na última quinta-feira (12), à ministra-relatora Rosa Weber. O envio coincide com o momento em que Aras aguarda aprovação de senadores para a recondução a um segundo mandato à frente do Ministério Público Federal (MPF). Ele foi novamente indicado pelo presidente da República, em junho.

 

No documento, Aras diz que seria preciso a produção de provas para atender aos pedidos de suspensão das verbas – o que é inviável no tipo de ação pelos partidos – e ressalta que o Tribunal de Contas da União (TCU) já está investigando possíveis ilegalidades. “Nesse cenário, qualquer decisão sobre o assunto, tomada nessas ADPFs, seria precipitada, pois ausentes elementos probatórios indispensáveis”, diz. Informações do BN em 13/08/2021