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segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

Grupo prerrogativas desmente Estadão: “Nada foi proposto a Lula”

Marco Aurélio de Carvalho - Foto: Arquivo Pessoal



O Coordenador do Grupo Prerrogativas, que reúne advogados progressistas na defesa do Estado Democrático de Direito, Marco Aurélio Carvalho, mostrou espanto e perplexidade com a reportagem de Luiz Vassalo na edição desta segunda-feira (17) de O Estado de S.Paulo intitulada “advogados anti-Lava Jato propõem a Lula reforma dos conselhos da Justiça e do MP”.

O grupo não formulou nenhuma proposta a respeito do sistema de Justiça. Até pretende dar sua colaboração quando for chamado para essa tarefa. Mas, não procurou e não foi procurado pelo presidente Lula“, disse Carvalho à Fórum.

Em nota, o grupo afirma que a “necessidade de se debater e aperfeiçoar o nosso sistema de justiça, em todos os seus mais amplos aspectos, foi e continua sendo um ponto de união entre todos os integrantes” do grupo, mas que não há “nenhuma proposta formulada a respeito“.

Será uma honra debater esse tema com o presidente Lula se ele achar conveniente, no momento em que achar conveniente e se fizer o convite para que a gente ofereça nossas reflexões. Mas, o fato é que isso não foi feito“, diz o jurista.

A reportagem do Estadão, que tenta colar no grupo a pecha de “advogados anti-lava jato“, chega a provocar outros juristas para criticar a proposta, que nem ao menos existe, como o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, Carlos Velloso, que tem fala distorcida pelo jornal após dizer que não conhece e “não tenho o que opinar relativamente ao seu mérito”.

Traz surpresa alguns trechos da matéria que são as resistências oferecidas por interlocutores. Eles nem sequer conhecem a proposta, tanto que a proposta nem sequer existe. E como eu vou resistir a alguma coisa que nem sequer existe. Como vou ser contra a alguma coisa que nem sei exatamente o que é”, diz o coordenador do Prerrô.

“É estranho, né? Mostra uma predisposição de não se discutir esse tema. Agora deixar claro que o grupo Prerrogativas desde sempre apoiou e continua apoiando a independência das instituições do nosso sistema de Justiça: a independência do Judiciário, do Ministério Público. Continuamos combatem a instrumentalização dessas instituições a serviço de interesses políticos eleitorais e talvez isso cause repulsa”, emendou Carvalho.

Na reportagem, Estadão busca dar conotação pejorativa ao grupo ao dizer que “alçados à condição de conselheiros de Luiz Inácio Lula da Silva, advogados de perfil crítico à Operação Lava Jato e alinhados à candidatura petista buscam emplacar uma proposta de reforma do Judiciário no futuro plano de governo do ex-presidente”.

Entre as reformas fictícias citadas pelo jornal estariam “mudanças no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e a adoção do juiz de garantias”.

Leia a nota do Grupo Prerrogativas na íntegra

O Grupo Prerrogativas, em razão de matérias que foram publicadas em jornais de grande circulação no dia de hoje, esclarece que:

  1. A necessidade de se debater e aperfeiçoar o nosso sistema de justiça, em todos os seus mais amplos aspectos, foi e continua sendo um ponto de união entre todos os seus integrantes.
  2. Não há, entretanto, nenhuma proposta formulada a respeito.
  3. Curiosa, pois, a resistência a algo que sequer existe.
  4. No mais, e por fim, somos defensores conhecidos da independência do judiciário e do Ministério Público .
  5. O que combatemos, desde sempre, é a instrumentalização das nossas instituições a serviço de interesses políticos e eleitorais.

Dia 17/01/2022

Marco Aurélio de Carvalho

Fonte: REVISTA FÓRUM - 17/01/2022

domingo, 16 de janeiro de 2022

Caso Adélio: Bolsonaro fez reunião secreta com investigadores para tentar culpar esquerda, diz revista

 

Adélio Bispo e Jair Bolsonaro. (Foto: Reprodução/Isac Nóbrega/PR)

Em busca de uma nova forma de vincular Adélio Bispo à esquerda, e culpar os “comunistas” pela facada que recebeu em Juiz de Fora (MG), o presidente Jair Bolsonaro (PL) se reuniu com investigadores do caso no Palácio do Planalto no início de dezembro do ano passado.

Segundo reportagem de Laryssa Borges na “Veja”, o objetivo do encontro, nunca revelado na agenda presidencial, era pedir que policiais considerassem novas hipóteses de apuração envolvendo Adélio, que esfaqueou Bolsonaro às vésperas do primeiro turno das eleições de 2018.

Desesperado, Bolsonaro tenta ressuscitar a facada

Desesperado com os resultados das pesquisas de intenções de voto, que mostram sua desidratação e a vitória de Lula (PT), Bolsonaro tenta ressuscitar o episódio da facada e atribuir o atentado à esquerda. Recentemente, quando foi internado mais uma vez por obstrução intestinal, ele resgatou sua posição como vítima do “comunista Adélio Bispo”.

De acordo com a reportagem, no mundo das conspirações bolsonaristas, uma das novas “linhas de investigação” discutidas na reunião de dezembro foi a hipótese de Adélio Bispo ter utilizado um jatinho com um prefixo frio para se deslocar até a cidade mineira e desferir o golpe de faca contra o presidente.

Outra conjectura aventada no passado mas agora revisitada por apoiadores presidenciais é a de que o crime teria tido participação do Primeiro Comando da Capital (PCC) – desta vez o braço paraguaio da facção.

Esta estratégia já vinha sendo preparada desde antes do Natal. No fim de novembro, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região autorizou a investida contra Zanone Manuel de Oliveira Júnior, um dos advogados de Adélio Bispo, e o delegado Rodrigo Morais Fernandes reabriu o caso.

No entanto, pouco depois, ele foi transferido pelo diretor-geral da PF, Paulo Maiurino, para um cargo nos EUA. Fernandes fará parte da força-tarefa El Dorado, que é coordenada pela Homeland Security Investigations (HSI), com sede em Nova York.

O delegado, que chegou a ser atacado por Bolsonaro por conta da condução dada por ele às investigações sobre o episódio, concluiu no inquérito policial que Adélio Bispo teria agido sozinho. Tempos depois, o caso foi reaberto e mais uma vez foi definido que o autor da facada não recebeu ajuda de ninguém para cometer o atentado. O caso, ocorrido em Juiz de Fora na tarde de 6 de setembro de 2018, é cercado de mistério e pontos confusos que nunca foram devidamente esclarecidos.

O próprio presidente, já depois de eleito, e que tem predileção por atribuir tudo que ocorre à esquerda, nunca questionou os resultados das investigações e até abriu mão de recorrer do arquivamento do caso, uma atitude absolutamente contraditória em relação à sua personalidade punitivista e que a todo custo tenta jogar culpa nos adversários políticos.

Fonte: Revista Fórum - 16/01/2022 22h:30

DF: Juíza rejeita pedido de prisão contra Bonner por incentivar vacinação de crianças contra a Covid-19


William Bonner lendo tuíte de Eduardo Villas Bôas em 2018 | Reprodução/GloboPlay


O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios rejeitou neste domingo (16) uma ação absurda assinada pelo ex-promotor Wilson Issao Koressawa que pedia a prisão do apresentador do Jornal Nacional, William Bonner, por incentivar a vacinação contra a Covid-19 em crianças e adolescentes.

Segundo o advogado, Bonner participa de uma suposta organização criminosa, composta por outros profissionais da emissora, para falar sobre os impactos positivos da vacina no combate à pandemia. A informação é da coluna de Mônica Bergamo, na “Folha de S. Paulo”.

Sem provas, Koressawa também acusou o apresentador dos crimes de indução de pessoas ao suicídio, de causar epidemia e de “envenenar água potável, de uso comum ou particular, ou substância alimentícia ou medicinal destinada a consumo”. E pediu que Bonner fosse proibido de “incentivar a vacinação obrigatória de crianças e adolescentes e a exigência de passaporte sanitário”.

Responsável pela decisão, a juíza Gláucia Falsarella Pereira Foley classificou a ação como descabida e disse que se assemelha a panfletagem política ao reproduzir teorias conspiratórias sem qualquer lastro científico e jurídico.

“O Poder Judiciário não pode afagar delírios negacionistas, reproduzidos pela conivência ativa —quando não incendiados— por parte das instituições, sejam elas públicas ou não”, afirma.

“Os inúmeros mecanismos de pesos e contrapesos da democracia nos colocaram na presente situação, mas será somente por meio dela que o Poder Judiciário, trincheira do Estado democrático de Direito, poderá colaborar para que ensaiemos a superação da cegueira dos nossos tempos”, diz Foley.

Por fim, a juíza afirma que decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) consagrou o entendimento de que o exercício da liberdade de imprensa assegura ao jornalista o direito de proferir críticas. “Para [o professor] Eugênio Bucci, aliás, mais do que direito do jornalista, a liberdade de informação é direito do cidadão e dever da imprensa.”

Procurado pela coluna, Bonner não quis comentar o caso. O apresentador tem feito críticas e dado indiretas ao governo de Jair Bolsonaro (PL) no Jornal Nacional. Recentemente, ele levou o programa aos assuntos mais comentados do Twitter após “traduzir” nota “Rolando Lero” da Presidência.

Quem é Wilson Koressawa

Wilson Issao Koressawa é advogado inscrito na OAB e se apresenta como promotor de Justiça aposentado. Ele já concorreu a deputado distrital do DF em 2002, pelo PSD, e teve sua candidatura indeferida para o mesmo cargo em 2006, quando estava filiado ao PSOL.

Em 2020, impetrou um pedido de prisão contra 40 autoridades junto ao Superior Tribunal Militar (STM). O protocolo da ação foi acompanhado por manifestantes do grupo armado de extrema direita 300 do Brasil, segundo o site Metrópoles.

Fonte:Revista Fórum - 16/01/2022 22h:25

Príncipe Harry pede que Justiça libere a ele proteção policial no Reino Unido

 

Príncipe Harry pede que Justiça libere a ele proteção policial no Reino Unido
Foto: Alexi Lubomirski

O príncipe Harry entrou com uma ação na Justiça para poder se beneficiar da proteção policial, que pagaria pessoalmente, quando viajasse com sua família para o Reino Unido, disse neste domingo (16) um representante legal. As informações são do portal G1.


 
Harry, duque de Sussex, e sua esposa Meghan perderam a proteção policial no Reino Unido depois que decidiram sair da família real, em 2020. O casal atualmente mora na Califórnia com seus filhos Archie e Lilibet.

 

O príncipe quer voltar com os filhos para seu país natal, mas "eles não podem voltar" porque é muito perigoso, disse o representante legal de Harry, citando ameaças "extremistas e neonazistas".

 

A última visita de Harry ao seu país natal foi no verão passado, para a inauguração de uma estátua em memória de sua mãe Lady Diana, que morreu em Paris em 1997 em um acidente de carro depois de fugir dos paparazzi.


 
Lilibet, de sete meses, ainda não conheceu sua bisavó Elizabeth II ou seu avô, o príncipe Charles.  Informações do BN em 16.01.2022

No Rio: Atriz Françoise Forton morre aos 64 anos

Atriz Françoise Forton. (Foto: Reprodução)


Morreu neste domingo (16), aos 64 anos, a atriz Françoise Forton, no Rio de Janeiro. Ela fazia tratamento para um câncer e estava internada há quatro meses na clínica São Vicente, na Zona Sul do Rio.

Sua estreia na televisão foi em 1969, na novela “A última valsa”, da Rede Globo. Desde então, ela fez mais de 40 novelas e diversas outras participações na TV. Françoise nasceu no Rio no dia 8 de julho de 1957, filha de pai francês e mãe brasileira.

Em 1973, ela fez a namorada de Tuco (então interpretado por Luiz Armando Queiroz) no seriado “A grande família”. Seu último trabalho na televisão foi em 2019, na novela “Amor sem igual”.

Ela também atuou nas novelas “Estúpido cupido” (1976), “Bebê a bordo” (1988), “Tieta” (1989), “Meu bem, meu mal (1990), “Perigosas peruas” (1992), “Explode coração” (1995), “O clone” (2001) e “I love Paraisópolis” (2015).

Em 1983, Forton assinou com a Band e fez a novela “Sabor de mel” e a série “Casa de Irene”. Sua carreira no cinema também teve mais de cinco décadas, com filmes como “Marcelo Zona Sul” (1970), “Jardim de Alah” (1988) e “Coração de Cowboy” (2018).

Fonte:Revista Fórum - 16/01/2022

Região de Irecê: Novo prefeito de Central nomeia secretários

                                             foto:reprodução/Central Notícias

O prefeito do município de Central,  José Wilker Alencar Maciel (DC), divulgou por meio do Diário Oficial do Município, da última sexta-feira (14) a lista de alguns secretários. Três deles já ocuparam cargos de secretários na gestão do ex-prefeito Renato Pereira de Santana, o Renato do Boi (PSB), que teve o mandato cassado pela Câmara de Vereadores na quinta-feira (13).

Veja os nomes:

  • Secretário de Governo, Aribelton Lima dos Santos
  • Secretária de Saúde, Malena Ribeiro Maciel Carneiro
  • Secretária de Educação, Telma Pereira da Silva
  • Secretário de Gestão Financeira e Planejamento, José Adalberto de Freitas Júnior
  • Tesoureira da Secretaria de Saúde, Lídia Martins de Souza
  • Secretário de Gestão Administrativa, Thierry Oliveira de Carvalho
  • Controladora Interna, Nayane Carvalho Maciel 
  • Procurador-Geral, Arilson Aragão
  • Assessor de Comunicação e de Cerimonial, Raimir Oliveira Filho

Iko Alencar assumiu o cargo de prefeito, também na última quinta-feira. Em maio do ano passado, ele que era também vice-prefeito do município, rompeu com o então prefeito Renato após ser exonerado da secretaria de saúde.

O novo prefeito tem 38 anos, é odontólogo e declarou ao TSE em 2020, um patrimônio de R$ 335 mil reais.


Fonte:Central Notícias c/adaptações 16/01/2022

Folha publica texto racista de antropólogo e causa revolta nas redes

 

Um texto racista em que o antropólogo baiano Antonio Risério pinça supostos casos ocorridos principalmente nos EUA para justificar sua tese de um “racismo preto antibranco”, publicado na edição deste domingo (16) da Folha de S.Paulo, causou revolta nas redes sociais.


Risério, que chegou a ser preso na Ditadura, deixou o Ministério da Cultura em 2004 após denúncias de irregularidas no Instituto Brasil Cultural (Ibrac) e ultimamente se alinha às teses da direita para atacar o campo progressista, classifica como “tolice” o que ele diz ser um “dogma que reza que, como pretos são oprimidos, não dispõem de poder econômico ou político para institucionalizar sua hostilidade antibranca”.

Citando teses de liberais estadunidenses, como o empresário William McGowan, o antropólogo lista os supostos casos ocorridos nos EUA para embasar sua tese de um racismo de negros contra brancos, asiáticos e até judeus.

O preâmbulo dedicado aos EUA tem como objetivo chegar ao Brasil, onde o antropólogo diz que “o retorno à loucura supremacista aparece, agora, como discurso de esquerda”, em clara sinalização contra o campo progressista, que passou a atacar após fazer parte de movimentos ultraconservadores, escrevendo inclusive um livro em homenagem a Antônio Carlos Magalhães – intitulado ACM em Cena – e outro sobre um suposto “Relativismo Pós-Moderno e a Fantasia Fascista da Esquerda”.

Em seguida, Risério, afirma sem pestanejar, na cara dura, que “o neorracismo identitário” é “norma” e atribui a culpa à autoafirmação dos negros.

“O neorracismo identitário é exceção ou norma? Infelizmente, penso que é norma. Decorre de premissas fundamentais da própria perspectiva identitária, quando passamos da política da busca da igualdade para a política da afirmação da diferença. Ao afirmar uma identidade, não podemos deixar de distinguir, dividir, separar. Não existe identitarismo que não traga em si algum grau e alguma espécie de fundamentalismo”, escreve.

Artigo causa revolta nas redes

O texto de cunho claramente racista gerou revolta nas redes sociais. Internautas comentaram a publicação da Folha no Twitter que divulga o artigo.

“Esse texto é criminoso, desonesto moral e intelectualmente. Baseado em situações cuja perspectiva de análise é branca. Veja só… Tudo isso para dar viés de legitimidade às práticas estruturalmente racistas da sociedade brasileira. E pior, fundamentando-se em situação estrangeira”, escreveu Leandro Assis.

“Quantos Negros estão na liderança editorial da @folha? Para afirmar que negros dispõem de poder institucional para se efetivarem enquanto racistas contra brancos eu gostaria que a @folha desse um exemplo prático vindo da própria editoria do Jornal”, comentou Leví Kaique Ferreira.

“Contrução do tema do cara mistura a escravidão muçulmana que se relaciona com crimes com a escravidão europeia que se detém a cor. É inacreditável como um ser no Brasil pode relativizar um crime contra humanidade”, escreveu Pedro de Alcantara.

Leia mais repercussões

Fonte:Revista Fórum - 16/01/2022 - 12h:36

Vídeo: Famosos viralizam gritando “13” no Caldeirão e web vê campanha para Lula


                                foto:reprodução

Um trecho do programa Caldeirão, da TV Globo, exibido no sábado (15) viralizou nas redes sociais. No vídeo, os convidados para o quadro “Tem ou Não Tem” gritaram “13” ao responderem à pergunta final do jogo.

Na gravação, o apresentador Marcos Mion avisa para o time da série “As Five”, composto por Ana Hikari, Daphne Bozaski, Gabriela Medvedovski e Heslaine Vieira, que elas precisam de 13 pontos para vencer o jogo. O outro time era composto por Gil do Vigor, Camilla de Lucas, João e Viih Tube, participantes do BBB 21.

Os participantes do game logo começaram a repetir o número 13 enquanto aguardavam para descobrir quantos brasileiros responderam “mamadeira” como presente que as pessoas dão aos bebes. De acordo com o programa, 19 pessoas responderam “mamadeira” e com isso o time da série “As Five” ganhou o jogo.

Nas redes sociais, internautas associaram a empolgação dos participantes com o número 13 com as eleições deste ano. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve concorrer à Presidência pelo PT, cujo número na urna é 13.

 Fonte:ISTOÉ -15/01/2022