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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022

União gasta quase R$ 140 milhões do 'orçamento secreto' em janeiro de 2022

 

Governo gasta quase R$ 140 milhões do 'orçamento secreto' em janeiro de 2022
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O governo federal gastou R$ 136,8 milhões em emendas de relator apenas em janeiro de 2022, primeiro mês do ano eleitoral. Os valores são todos de restos a pagar, o que significa que eles remetem a orçamentos de anos anteriores. As informações são do Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias.

 

Um resto a pagar é criado quando um ano termina e um valor empenhado, ou seja, reservado, não é executado. As emedas de relator ficaram conhecidas como orçamento secreto porque foram utilizadas pelo governo Bolsonaro como moeda de apoio político no Congresso Nacional, em especial com o Centrão.

 

Não é possível saber que parlamentar indicou a emenda, ou qual foi a justificativa, deixando o processo em torno das movimentações de dinheiro público sem transparência.

 

Em dezembro 2021, a ministra do Supremo Tribunal Federal, Rosa Weber, suspendeu temporariamente a execução das emendas de relator e pediu mais transparência sobre a sua elaboração e execução. O prazo dado então foi de 90 dias, que se encerra no início de março.


Fonte:BN - 07/02/2022

Encontro de Bolsonaro com ministros Moraes e Fachin durou 10 minutos


                                       foto:reprodução/Marcos Correa/PR

O encontro entre o presidente Jair Bolsonaro (PL) e os ministros do Supremo Tribunal Federal (STFLuiz Edson Fachin e Alexandre de Moraes, no Palácio do Planalto, na manhã desta segunda-feira (7/2), durou cerca de 10 minutos.

Os carros oficiais chegaram ao prédio onde o chefe do Executivo despacha por volta de 11h20 e partiram às 11h35.

A agenda, marcada para ocorrer entre 11h30 e 12h, contou com a presença do advogado-geral da União, Bruno Bianco, e do subchefe para Assuntos Jurídicos da Secretaria-Geral da Presidência da República, Pedro Cesar Sousa.

A finalidade da reunião protocolar entre o presidente e os magistrados foi a entrega de convite da solenidade de posse do presidente e vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que ocorrerá no próximo dia 22 de fevereiro, segundo o TSE. Fachin fica na presidência do órgão até agosto, quando Moraes assume.

Fonte: Metrópoles c/adaptações 07/02/2022

BA -120: Motoristas dos ônibus morreram carbonizados e 44 deram entrada no hospital de Retirolândia



                                                  Foto:reprodução/calila notícias


Duas mortes foram confirmadas oficialmente e uma extraoficial no acidente na manhã desta segunda-feira, 07, envolvendo dois ônibus da Empresa São Matheus. A colisão frontal aconteceu na BA 120, trecho Retirolândia/Coité, mas precisamente na localidade conhecida como Cascalheira, distante cerca de 3 km da sede de Retirolândia e 1 km de outro acidente grave na entrada do povoado Gibóia que resultou em duas mortes há 9 dias.

Ainda não há informações sobre o que motivou a colisão, no entanto não está descartado que pode ter sido o momento que o motorista do ônibus que fazia o itinerário Salvador – Queimadas tentou livrar-se de um buraco na pista e ao sair para a contramão no mesmo instante que outro ônibus que  saiu de Nordestina para Salvador passava e ambos os condutores tentaram sair da pista ao mesmo tempo e a colisão aconteceu fora da pista.

Um ônibus incendiou logo no momento do impacto e dezenas de passageiros no desespero pularam pelas janelas e muitos deles que não se feriram pela colisão ficaram lesionados na queda pelas saídas de emergência. Os dois condutores morreram carbonizados, um deles de prenome Mário, conhecido por Jango, residia no Povoado Goiabeira – Coité, tinha 62 anos, 22 trabalhando na SM, conforme um filho dele disse ao CN ainda no local do acidente. “Ele estava contando os dias para se aposentar”, contou o filho.

Informações de mais de 40 feridos deram entrada nos hospitais de cidades da região, a maior quantidade foi recebida no de Retirolândia onde 44 foram atendidos, três transferidos pra Coité, dois para Valente, não temos informações sobre o estado de saúde.

Gildo Carneiro coordenador e motorista da ambulância do Águia Resgate equipe de socorristas voluntários narra como foi o socorro, já que foi uma das primeiras equipes a chegar no local

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Veja imagens de minutos depois da batida

FONTE: CALILA NOTÍCIAS/REPRODUÇÃO 05/02/2022

Como visita de Bolsonaro à Rússia pode afetar relação com EUA

 A decisão do presidente brasileiro Jair Bolsonaro de visitar Vladimir Putin, na Rússia, em meados de fevereiro, abriu um novo flanco de tensões na relação com o governo dos Estados Unidos. À BBC News Brasil, profissionais da diplomacia americana chamaram a decisão do mandatário brasileiro de "insana" e "sem sentido".

Bolsonaro e Biden nunca conversaram
© Alan Santos/PR | Getty Images Bolsonaro e Biden nunca conversaram

Embora Brasil e Rússia componham o bloco de emergentes BRICS (junto com China, Índia e África do Sul) e mantenham relações comerciais e diplomáticas há tempos, a viagem de Bolsonaro ao país do Leste Europeu caiu mal para os americanos especialmente pelo momento em que ocorrerá.

EUA e Rússia protagonizam duro embate político internacional. De um lado, os russos estacionaram mais de cem mil soldados na fronteira com a Ucrânia e ameaçam invadir o país a qualquer momento se os americanos e seus aliados ocidentais não interromperem qualquer processo para a entrada da Ucrânia na OTAN, a aliança militar do Atlântico Norte.

De outro lado, os americanos abastecem o governo ucraniano com armas e já deslocaram mais de 3 mil soldados para bases da OTAN na Romênia e na Polônia. O risco é que a situação, que até agora gerou ásperas discussões na ONU e trocas de acusações de parte a parte, evolua para uma guerra na Europa.

É nesse contexto que Bolsonaro desembarcará em Moscou no dia 14 de fevereiro.

"É como assistir uma criança correndo na pista para tentar atravessar uma rodovia expressa e movimentada", afirmou à BBC News Brasil um ex-alto diplomata americano, que já trabalhou no Brasil, a respeito da visita do presidente brasileiro à Rússia.

Na semana passada, oficiais do Departamento de Estado agiram para expressar claramente o descontentamento dos EUA com os planos brasileiros. Há dez dias, consultado pela BBC News Brasil, o departamento de Estado afirmou, por nota, que "o Brasil tem a responsabilidade de defender os princípios democráticos e proteger a ordem baseada em regras, e reforçar esta mensagem para a Rússia em todas as oportunidades''.

Putin e Bolsonaro já se encontraram anteriormente, em novembro de 2019
© Marcos Corrêa/PR Putin e Bolsonaro já se encontraram anteriormente, em novembro de 2019

A portas fechadas, diplomatas americanos disseram aos brasileiros que a viagem de Bolsonaro à Rússia passaria ao mundo uma mensagem de que o Brasil endossa as atitudes de Putin em relação à Ucrânia e de que o governo brasileiro é indiferente a ameaças de invasão de territórios alheios por potências.

O Brasil é atualmente um aliado militar extra-OTAN dos Estados Unidos, status garantido ao país ainda na gestão do republicano Donald Trump. No ano passado, já no governo do democrata Joe Biden, os americanos afirmaram endossar que o Brasil se tornasse um parceiro global da Aliança Militar do Atlântico, o que aumentaria ainda mais acesso às Forças Armadas brasileiras a armamentos e treinamentos.

"Não é possível que o Brasil ignore o significado simbólico dessa viagem. Esse não é o momento de discutir relações bilaterais com a Rússia, enquanto eles ameaçam invadir seu vizinho. Claro que os Estados Unidos não estão felizes com o plano, assim como os europeus também não estão, porque sugere uma falta de respeito em relação às regras do jogo internacional, que historicamente o Brasil costumava defender", afirmou à BBC News Brasil o ex-embaixador americano no Brasil Melvyn Levitsky, atualmente professor de relações internacionais da Universidade de Michigan.

'Por que seu presidente não fala com o meu?'

O Itamaraty tem respondido aos americanos que a viagem estava pendente há mais de um ano - embora o convite de Putin tenha sido formalizado apenas em dezembro -, e que tratará estritamente de temas bilaterais.

A Rússia não está nem entre os dez maiores parceiros comerciais do Brasil, mas vende ao país fertilizantes necessários para a agricultura brasileira. Não há, no entanto, expectativa de que a visita possa resultar em algum acordo comercial formal entre os dois países.

A viagem ao leste europeu também contará com uma parada de Bolsonaro na Hungria, excluída por Biden do encontro pela democracia organizado pelos EUA em dezembro, já que Washington vê o governo conservador e direitista de Viktor Orban como distanciado dos princípios democráticos.

Orban é hoje um dos principais aliados internacionais de Bolsonaro. A entusiastas que o questionaram na frente do Palácio da Alvorada, o presidente brasileiro também elogiou as credenciais políticas de Putin: "Ele [Putin] é conservador sim. Eu vou estar mês que vem lá, atrás de melhores entendimentos, relações comerciais. O mundo todo é simpático com a gente".

Analistas internacionais afirmam que a viagem à Rússia tem importância política doméstica para Bolsonaro, que quer mostrar aos eleitores brasileiros que não está isolado no mundo, como afirmam seus críticos. "Com a saída de Trump da Casa Branca, Bolsonaro perdeu seu principal aliado e tenta com a visita a Putin um realinhamento ideológico internacional. É claro que isso vai irritar ainda mais os EUA", afirma Carlos Gustavo Poggio, professor de relações internacionais da FAAP.

Há pouco mais de um ano, a relação entre brasileiros e americanos sofreu um forte abalo, depois que o republicano Donald Trump, considerado o maior aliado global do atual mandatário brasileiro, perdeu as eleições e acusou de fraude eleitoral seu opositor Joe Biden, sem provas. Bolsonaro endossou tais alegações de Trump e demorou semanas para parabenizar o novo presidente dos EUA, que, em troca, se recusa a conversar diretamente com o colega brasileiro desde que chegou à Casa Branca.

De lá pra cá, o Brasil tem sido pressionado pelos americanos a mudar sua postura em relação à questão do meio ambiente, já que combater o aquecimento global é uma prioridade da gestão Biden. Por outro lado, os EUA mantiveram o apoio para que o Brasil entrasse na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, a OCDE, uma prioridade para o governo Bolsonaro.

Um embaixador que acompanhou as discussões com os americanos sobre a viagem à Rússia afirmou que para o Brasil não há vantagens de se alinhar nesse momento com os americanos e cancelar a viagem. "Se eles acham que somos tão importantes, porque então o Biden não fala com nosso presidente?", teria sido uma das respostas da diplomacia brasileira.

Apesar da retórica, no entanto, na segunda-feira passada (31/1), o Brasil acompanhou os Estados Unidos no Conselho de Segurança da ONU ao concordar que a questão Ucrânia deveria ser tratada no colegiado - contra a vontade dos russos.

No voto do país, no entanto, o embaixador brasileiro Ronaldo Costa fez questão de pontuar que o Brasil não endossa nem os exercícios militares russos nem as ameaças de sanções econômicas unilaterais dos americanos. E que manterá sua independência e defesa de saídas diplomáticas e multilaterais.

"Visitas bilaterais são normais, não implicam na violação de nenhuma regra internacional. Com o voto na ONU, o Brasil tentou deixar claro que a viagem à Rússia não deve ser tomada como a expressão de uma posição pró-Rússia. A questão está na oportunidade: os americanos estão fazendo um esforço para conter os ímpetos russos por meio de alianças, e queriam contar com o Brasil nesse bloco", avalia o embaixador brasileiro Sérgio Amaral, que já comandou a embaixada em Washington.

© BBC

A preocupação dos americanos com a questão Rússia/Ucrânia tem dominado a agenda internacional do país. E não só porque ela pode detonar uma guerra na Europa, mas porque os Estados Unidos enxergam no desafio russo uma contestação à atual ordem internacional.

"Estamos vivendo um processo de demarcação de linhas e territórios de influência pelas potências, que estão reavaliando as suas posições geopolíticas. E isso vai criando novas áreas de instabilidade. Os EUA vão tentando manter sua hegemonia e as regras do jogo do pós segunda guerra, que veta invasões e tomadas de território, enquanto a Rússia se vê prejudicada pela expansão da OTAN. Dos 30 membros da aliança militar hoje, 14 são ex-repúblicas ou países de influência russa", nota Amaral. Nesse xadrez global, estaria também a tensão entre China e Taiwan.

O grau de importância e de tensão do assunto transpareceu em um episódio entre os governos brasileiro e americano. Em meados de janeiro, depois de uma conversa com o chanceler Carlos França, o secretário de Estado americano Antony Blinken divulgou uma nota em que dizia que os dois países tinham "prioridades compartilhadas, incluindo a necessidade de uma resposta forte e unida contra novas agressões russas à Ucrânia". O Itamaraty considerou que os americanos cruzaram uma linha com a afirmação, que não refletia o posicionamento brasileiro. O órgão veio a público com um "esclarecimento", no qual defendia solução diplomática e pacífica e mostrava não se alinhar a nenhum dos lados.

Uma sombra na relação

Para Melvyn Levitsky, a viagem de Bolsonaro à Rússia "lançará mais uma sombra sobre a relação Brasil-EUA". "Não acredito que haverá uma resposta imediata (dos americanos), mas a relação vai piorar, certamente, e Bolsonaro terá que responder - se (Brasil) se posicionou como um aliado militar extra-OTAN deveria se posicionar diante de Putin", diz o ex-embaixador no Brasil. Bolsonaro já afirmou em entrevista à rede Record que não mencionará o assunto Ucrânia na visita a Putin.

Na última quinta (3/2), o secretário assistente de Estado para o Hemisfério Ocidental Brian Nichols afirmou em sessão no Congresso dos EUA que, "até onde sei", não há planos para revogar o status de aliado militar extra-OTAN do Brasil.

Mas diplomatas ouvidos pela BBC News Brasil afirmam que, a depender do que acontecer na viagem e caso Bolsonaro se reeleja em outubro, essa é uma possibilidade.

Segundo os americanos, a visita recente do presidente argentino Alberto Fernandéz a Putin também provocou descontentamento em Washington. Os diplomatas dos EUA afirmam que o convite russo para os mandatários de Brasil e Argentina são uma forma de mostrar aos americanos que ele também pode exercer poder na zona de influência americana por excelência e que não está tão isolado como o Ocidente gostaria.

Como Fernandez e Biden têm boa relação, os argentinos estariam agora, segundo fontes americanas, se esforçando para reverter o mal-estar. Isso não seria verdade no caso brasileiro. Para os americanos, pode custar caro.

"Bolsonaro pode até achar agora que ele não tem muitos amigos no governo americano ou na Europa Ocidental. Mas se seguir em frente com esse tipo de atitude, aí sim ele vai ver o que é ser barrado no baile", diz um ex-alto diplomata dos EUA.

Fonte:BBC NEWS BRASIL/REPRODUÇÃO 07/02/2022

Dois ônibus da viação São Matheus batem de frente na BA 120

foto:Calila Notícias/reprodução
                                           

Um gravíssimo acidente envolveu dois ônibus da Empresa São Matheus que faz transporte intermunicipal para o interior do Estado  na manhã desta segunda-feira(7) na BA 120, na localidade conhecida como Cascalheira, distante cerca de 3 km da sede do município de Retirolândia, ainda não há confirmações sobre mortos e feridos.

Um ônibus seguia no sentido Retirolândia – Coité e outro no sentido Valente. Ainda não temos informações sobre os itinerários.

Nossa reportagem está em deslocamento para trazer mais informações.

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Santo Estêvão: Relação entre ex-vereador e biomédica era abusiva, diz familiar

Jéssica Regina e George Breu se relacionavam por um ano e dois meses (Reprodução/Redes Sociais




Um familiar da biomédica Jéssica Regina Macedo Carmo, 31, afirmou que o relacionamento dela com o ex-marido, o ex-vereador George Breu, da cidade de Santo Estêvão, no Centro-Norte da Bahia, era abusivo. George Breu atirou na ex-esposa, que veio a óbito, neste sábado (5). Segundo ele, o tiro foi acidental.

O parente, que não quis se identificar, contou que o político fugiu desde que deixou a ex-esposa, ensanguentada no hospital, após o crime. Ele só foi visto novamente quando foi depor em uma delegacia de Feira de Santana. Antes de prestar socorro à Jéssica, grávida de oito meses com um filho dele, George Breu teria escondido as câmeras da casa onde ocorreu o crime.

“Eles estavam sozinhos no sítio onde moravam, e ela levou um tiro dele. Ele disse que foi acidentalmente, mas a perícia diz que não. E, na hora do disparo, ele não deu socorro de imediato, pelo que os policiais civis informaram. Ele demorou muito para dar socorro, por isso que o bebê veio a óbito”, conta o parente. A criança nasceria em 20 dias.

Fonte: Correio da Bahia em 07/02/2022

Jéssica e George Breu em uma festa de Halloween, em 2021
Jéssica e George Breu em uma festa de Halloween, em 2021 (Reprodução/Redes Sociais)

“Ele estava tirando as câmeras da casa e a gravação, com as imagens do que aconteceu. Depois, levou ela no hospital, mas ele sumiu e não apareceu mais, a não ser para dar depoimento em Feira de Santana”, adiciona.

O ex-vereador, que agora é chefe de gabinete da prefeitura de Santo Estêvão, já teria contado três versões sobre o caso. “Primeiro ele disse que ela caiu por cima da arma. Depois, disse que ela se matou, depois disse que estava limpando a arma e sem querer saiu um tiro”, narra.  

Segundo o familiar, o relacionamento dos dois era abusivo e tinha por volta de um ano e dois meses. “A gente achava que ela nunca estava feliz. Ele era obsessivo, mandava nela e afastava ela da família e da outra filha. Era um relacionamento abusivo. Já teve vezes de ela chegar com olho e braço roxo, mas nunca se abriu para falar nada para gente”, revela.  

O velório de Jéssica e do bebê foi às 10h da manhã deste domingo (6). A arma usada no crime foi de calibre 12 e o tiro teria atingido as costas da biomédica. “Estou arrasado. Nunca esperei que ia acontecer isso. A mãe dela, com quem Jéssica era bem apegada e está fazendo conta um câncer, também está arrasada, triste demais”, desabafa o parente. 

Ele espera, agora, por justiça. “Queremos saber o que aconteceu, porque acho que ele matou ela propositalmente, mas não sabemos a motivação. Ele é muito nervoso, alterado e pode ter tido alguma discussão”, supõe o familiar. Outro parente compartilha do mesmo sentimento: “Ninguém viu o laudo [da perícia] ainda, só sei que ele é um assassino frio e quero justiça”.  

A Polícia Civil disse que George Breu já foi ouvido e liberado. "Conforme informações iniciais, um homem, autor do disparo, se apresentou na DT explicando que foi um tiro acidental, porém somente as investigações irão esclarecer a veracidade do fato. As investigações seguem um inquérito policial foi aberto para apurar as circunstâncias”, explica o órgão.  

Guias de perícia e remoção do corpo foram expedidas e testemunhas estão sendo intimadas para prestar esclarecimentos. O laudo da perícia técnica só ficará pronto daqui a cerca de 30 dias.  

Goerge Breu, que atende pelo nome de George Passos de Santana, foi vereador de Santo Estêvão por dois mandatos, em 2016 e 2020, pelo PT. No seu perfil no Instagram, ele diz que foi presidente da Câmara Municipal duas vezes, que é professor e pai de três filhos. 

Ele é dono de uma empresa chamada GPS Serviços, que distribui água por caminhões, faz transporte escolar, atividades de limpeza, obras de terraplenagem, obras de urbanização, serviços de pintura e aluguel de máquinas agrícolas, segundo o site da Receita Federal. Em 2020, ele acumula R$ 337 mil em bens declarados, de acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).  

George Breu foi procurado, através de ligação e mensagem, mas não respondeu à matéria, até o momento. A prefeitura de Santo Estêvão, também procurada, tampouco se manifestou sobre o assunto. 

Governo Bolsonaro: Comprimidos de cloroquina enviados por Trump encalham no Exército brasileiro

 

Dos 3 milhões de comprimidos de hidroxicloroquina doados ao governo de Jair Bolsonaro (PL) por Donald Trump, menos de 1 milhão foi utilizado contra a Covid-19. Mesmo com as tentativas do presidente de promover o medicamento, milhares de unidades seguem encalhadas no Exército.

Segundo reportagem da “Folha de S. Paulo” deste domingo (6), 745 mil doses estão paradas nas Forças Armadas. Do total, 255 mil foram distribuídas a hospitais militares.

O Ministério da Saúde recebeu 2 milhões de doses de Trump e mandou cerca de 600 mil comprimidos para municípios. 1,4 milhão de unidades foram destinadas ao combate a doenças previstas na bula.

Fonte:Revista Fórum - 07/02/2022 10h

Região de Irecê: Mãe e filha morrem em acidente na BA-432

foto:Irecê Repórter/reprodução

Mãe e filha morreram em um trágico acidente de carro, ocorrido na noite deste domingo (06), em um trecho da Rodovia BA-432, que interliga a cidades de Irecê e Lapão.

A mulher, identificada como Joana Dark, e sua filha, uma bebê de idade ainda desconhecida, viajavam em um carro, que ficou praticamente destruído após capotar.
As duas vítimas ainda chegaram a ser socorridas com sinais vitais, mas não resistiram aos graves ferimentos e morreram no Hospital Regional de Irecê.
As circunstâncias do acidente estão sendo investigadas pelo Departamento de Polícia Técnica da 14ª Coordenadoria de Polícia do Interior (Corpin) em Irecê.
Joana Dark era do povoado de Belo Campo, em Lapão, onde o clima é de muita tristeza e comoção entre amigos e familiares.

Fonte: Irecê Repórter - 07/02/2022