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segunda-feira, 14 de março de 2022

SP: Ilana Kalil, esposa do ginecologista Renato Kalil, é encontrada morta

                                      foto:reprodução

Ilana Kalil, esposa do ginecologista Renato Kalil, foi encontrada sem vida, em sua casa em São Paulo na madrugada desta segunda-feira, 14, aos 40 anos de idade. A informação foi dada pela assessoria de imprensa do médico e confirmada pela Secretaria de Segurança Pública (SSP).

Ilana Kalil tinha 40 anos e duas filhas, ambas fruto do relacionamento com o médico.

O médico foi acusado recentemente de violência obstétrica pela influenciado Shantal Verdelho. Após a denúncia da famosa, outras mulheres também denunciaram o médico. Ele negou as acusações.

A Secretaria de Segurança Pública registrou o caso como suicídio e os detalhes serão preservados. A família disse que não irá comentar o acontecimento.

Fonte: Catraca Livre - 15/03/2022

O vergonhoso desempenho da cidade de Bolsonaro na vacinação contra a Covid

                                            foto:reprodução

Terra onde o presidente Jair Bolsonaro (PL) passou a sua infância e parte da juventude, Eldorado, um pequeno município de 15 mil habitantes no Vale do Ribeira paulista, tem um desempenho decepcionante.

Confira m link abaixo da revista VEJA de hoje(14)


https://veja.abril.com.br/coluna/maquiavel/o-vergonhoso-desempenho-da-cidade-de-bolsonaro-na-vacinacao-contra-a-covid/?utm_source=pushnews&utm_medium=pushnotification 


Servidor: Poder público não pode negar progressão com base na LRF

 O poder público não pode deixar de conceder progressão funcional ao servidor que preenche os requisitos legais, mesmo que tenham sido superados os limites da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) para gastos com pessoal.

Foi o que decidiu a 1ª Seção do Superior Tribunal de Justiça, sob o rito dos recursos repetitivos (Tema 1.075). A decisão vincula todas as cortes inferiores do país.

Para o órgão julgador, a progressão é direito subjetivo do servidor público, decorrente de determinação legal, e está compreendida na exceção prevista no inciso I do parágrafo único do artigo 22 da Lei Complementar 101/2000.

A origem do caso foi um mandado de segurança impetrado por um policial civil do Tocantins que tinha preenchido os requisitos para progressão funcional e queria ser reenquadrado na carreira.

O secretário estadual de Administração, porém, alegou que a progressão representaria aumento da despesa permanente com pessoal sem a correspondente dotação orçamentária, o que levaria ao estouro do limite previsto na LRF. Impetrado o mandado de segurança, o servidor obteve decisão favorável no tribunal estadual.

Contenção de gastos
O desembargador convocado Manoel Erhardt, relator do recurso do estado no STJ, lembrou que a LRF, no artigo 22, determina um conjunto de vedações ao ente público que estiver com sua despesa de pessoal acima do limite. Porém, o magistrado apontou não haver disposição legal que vede a progressão do servidor que atender aos requisitos legais, na hipótese de superação dos limites previstos na lei.

"Nos casos em que há comprovado excesso, se global ou específico, as condutas que são lícitas aos entes federativos estão expressamente delineadas, ou seja, há comandos normativos claros e específicos de mecanismos de contenção de gasto com pessoal, os quais são taxativos, não havendo previsão legal de vedação à progressão funcional", declarou.

Manoel Erhardt destacou ainda que a progressão, com o aumento no vencimento, não pode ser confundida com a concessão de vantagem, aumento, reajuste ou adequação na remuneração. Segundo ele, o incremento no vencimento é inerente à movimentação do servidor na carreira e não inova o ordenamento jurídico, em razão de ter sido instituído em lei prévia, diferentemente dos aumentos aos quais se dirigem as vedações da LRF.

"A própria LRF, ao vedar, no artigo 22, parágrafo único, inciso I, àqueles órgãos que tenham incorrido em excesso de despesas com pessoal, a concessão de vantagem, aumento, reajuste ou adequação de remuneração a qualquer título, ressalva, de logo, os direitos derivados de sentença judicial ou de determinação legal ou contratual, exceção em que se inclui a progressão funcional", assinalou.

Ato simples e vinculado
Quanto ao caso em julgamento, o relator explicou que o ato administrativo do órgão que concede a progressão é simples e vinculado, ou seja, não depende de homologação ou da manifestação de outro órgão — por exemplo, a Secretaria de Administração —, não havendo discricionariedade quando presentes os requisitos legais.

"Condicionar a progressão funcional do servidor público a situações alheias aos critérios previstos por lei poderá, por via transversa, transformar seu direito subjetivo em ato discricionário da administração", afirmou o magistrado, apontando o risco de violação dos princípios da legalidade, impessoalidade e moralidade.

Ele ressaltou também que a Constituição Federal indica as providências a serem adotadas quando forem ultrapassados os limites da LRF: redução de cargos em comissão e funções de confiança, exoneração de servidores não estáveis e exoneração de servidores estáveis.

"Não se mostra razoável a suspensão de benefícios de servidores públicos estáveis sem a prévia adoção de medidas de contenção de despesas, como a diminuição de funcionários comissionados ou de funções comissionadas pela administração", avaliou.

Segundo o desembargador convocado, a jurisprudência do STJ estabelece que os limites da LRF para despesas com pessoal não podem servir de justificativa para o não cumprimento de direitos subjetivos do servidor, como é o recebimento de vantagens asseguradas por lei. Com informações da assessoria de imprensa do Superior Tribunal de Justiça.

REsp 1.878.849

Fonte:CONJUR - 14/03/2022 13h:13

Governo Bolsonaro: Presidente da Petrobras é resiliente e aguenta pressão, diz vice Mourão


Hamilton Mourão, atual vice-presidente do Brasil. Ele veste terno e gravata e tem cabelos escuros – Metrópoles
Arthur Menescal/Metrópoles

O vice-presidente da República, general Hamilton Mourão (PRTB), disse nesta segunda-feira (14/3) que o presidente da Petrobras, general Joaquim Silva e Luna, é “resiliente” e “aguenta pressão”. Silva e Luna está no comando da estatal petroleira desde abril de 2021, após o presidente Jair Bolsonaro (PL) apresentar divergências com o então presidente, o economista Roberto Castello Branco.

Nos últimos dias, Silva e Luna vem sendo pressionado a conter os aumentos nos preços dos combustíveis, situação que afeta a popularidade de Bolsonaro em pleno ano eleitoral. No fim da semana passada, a Petrobras anunciou novos reajustes: a gasolina teve aumento de 18,8%, e o diesel, de 24,9%.

Os aumentos ocorrem em meio à disparada dos preços do petróleo no mercado internacional, puxados pela guerra na Ucrânia.

“O Silva e Luna é resiliente, sempre foi. Como bom nordestino, ele aguenta pressão”, disse Mourão a jornalistas, ao ser questionado se o general poderia pedir demissão.

Silva e Luna tem 72 anos, é pernambucano, foi ministro da Defesa e atuou como diretor-geral da Itaipu Binacional. Ele é o primeiro militar a assumir a Petrobras desde 1989.

Fonte: METROPOLES - 14/03/2022

VÍDEO: Vice-prefeito do partido de Bolsonaro é baleado após dar socos em comerciante

                                      foto:reprodução

Fabiano Batista de Lima, vice-prefeito de Atibaia do mesmo partido do presidente Jair Bolsonaro, foi baleado neste domingo (13), após agredir um comerciante. De acordo com a polícia, os dois brigaram por causa de um vídeo com supostas denúncias de improbidade, envolvendo a esposa do vice-prefeito.

Fabiano chegou por trás e começou a dar socos no sujeito que estava armado e fez vários disparos. Uma câmera de segurança flagrou toda a ação.

Denúncia de corrupção

O caso ocorreu por volta das 18h em frente à casa do comerciante Júnior Humberto de Oliveira, no bairro Jardim Imperial. Fabiano abriu recentemente um restaurante com a esposa e que passou a ser alvo de vídeos do empresário alegando uma suposta fraude envolvendo o político.

O vice-prefeito foi socorrido e o comerciante acionou a Polícia Militar. Na delegacia, o caso foi registrado como tentativa de homicídio e o comerciante foi preso em flagrante. A arma usada no crime estava regularizada, mas foi entregue à polícia para perícia.

VEJA O VÍDEO:



Legítima defesa

O comerciante alegou que agiu em legítima defesa, que teria sido agredido pelas costas e não se recusou a colaborar com a polícia. “Ele fez o disparo com a intenção de assustar o vice-prefeito, parar as agressões e em sua proteção e da família. Não houve disparo com a intenção de matar. Inclusive, ele quem acionou a polícia, entregou a arma e as imagens”, informou o advogado Danilo Gerage.

O vice-prefeito afirmou em suas redes socias que passa bem e que admitiu as agressões. "Todos sabem que temos sofrido ataques contínuos nas redes sociais promovidos por esta pessoa, que não respeita nem a honra dos nossos familiares. Emocionalmente abalado com os ataques gratuitos disparados contra a minha esposa, fui realmente tirar satisfação com ele", escreveu em sua página.

Com informações do G1 14/03/2022 12h:08

domingo, 13 de março de 2022

Governo Bolsonaro: Ibama aponta risco de prescrição de 5.000 infrações ambientais lavradas

                                      foto:reprodução

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) aponta em relatório o risco de prescrição de mais de 5.000 autos de infração ambiental lavrados no governo Jair Bolsonaro (PL).

O documento da Superintendência de Apuração de Infrações Ambientais do Ibama, obtido pela Folha, mostra que o órgão não vem conseguindo processar os autos de infração para encaminhamento a julgamento.

Uma etapa a mais, de conciliação ambiental, foi criada no governo Bolsonaro como forma de enfraquecer a fiscalização ambiental, uma bandeira do presidente desde os tempos de deputado federal.

O acúmulo de processos chegou ao ponto de provocar um risco real de prescrição -quando não pode mais haver punição, em razão da perda do prazo- de autos de infração lavrados em 2020, o segundo ano do mandato de Bolsonaro.

Segundo servidores, o prazo para prescrição é de três anos, caso não haja julgamento ou atos processuais que interrompam o período.

O risco de prescrição é apontado pelo próprio superintendente de Apuração de Infrações Ambientais, Rodrigo Gonçalves Sabença, em um ofício de 26 de novembro de 2021. O documento foi enviado aos superintendentes do Ibama nos estados.

O Ibama e o MMA (Ministério do Meio Ambiente) não responderam aos questionamentos da reportagem.

A paralisia e o risco de impunidade de infrações ambientais ocorrem num momento de recorde de desmatamento da Amazônia e do cerrado.

No período de agosto de 2020 a julho de 2021, a Amazônia perdeu 13.235 km2 de vegetação, conforme dados oficiais do Prodes (Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite), do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). O número representa um aumento de 22% em relação ao ciclo anterior, e é o maior desde 2006.

No cerrado, a perda foi de 8.531 km2 de agosto de 2020 a julho de 2021, segundo dados do Prodes. O salto foi de 7,9% em relação ao ciclo anterior, e foi o maior desmatamento desde 2015.

No ofício, o superintendente buscou soluções junto aos superintendentes nos estados para o acúmulo de processos.

De acordo com o documento, o total de autos de infração lavrados em 2020, acrescido de 10% do passivo existente, chega a 10.102 casos. Esses são os processos que necessitam de algum tipo de instrução processual, de forma que o prazo de prescrição seja interrompido.

O superintendente calculou serem necessários 27.276 atos para instrução dos processos.

"De junho a outubro foram produzidos 5.096 atos processuais, o equivalente a 1.887 processos. Mantido o atual ritmo de produção, provavelmente produziremos cerca de 10.000 atos processuais, o equivalente a 3.700 processos de auto de infração", cita o ofício.

"Ou seja, o Ibama conseguirá instruir apenas 40% dos autos lavrados em 2020 mais 10% que foram tratados no âmbito da conciliação. Os outros 50% ficarão no GN-P aguardando pela instrução processual que poderá não ocorrer antes da prescrição do auto", prossegue o documento de 26 de novembro.

Assim, em relação ao total de processos, o risco de prescrição existia para 5.051 autos. GN-P, área citada no ofício, é o grupo que prepara e classifica os processos de apuração de infrações ambientais.

A realidade do Ibama no Pará, estado com os piores índices de desmatamento da Amazônia, corrobora o risco de prescrição de processos.

Entre as 27 unidades da federação, o Pará era o estado com a maior meta de atos processuais necessários, 3.000, conforme informado no ofício do Ibama. A quantidade era superior à previsão para a própria sede do órgão, em Brasília.

O documento mostra que, mesmo assim, apenas 20 processos foram distribuídos na superintendência entre junho e outubro de 2021. A distribuição semanal foi suspensa (a exemplo de Amazonas, Acre, Alagoas e Sergipe), e não havia uma definição do potencial de análise de casos até maio deste ano.

Servidores do Ibama afirmaram à Folha, sob a condição de anonimato, que o superintendente do órgão no Pará, Washington Luis Rodrigues, enviou 10.000 processos a Brasília de uma única vez, sem qualquer despacho, o que ampliou o risco de prescrição em massa dos autos.

Um decreto de Bolsonaro em 2019 instituiu as audiências de conciliação ambiental, para onde as multas aplicadas pelos fiscais devem ser encaminhadas. Processos podem ser encerrados a partir de soluções como descontos para pagamento, parcelamento ou conversão da multa em algum serviço ambiental.

Um levantamento feito por pesquisadores da PUC-Rio (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro) e da ONG WWF-Brasil mostrou que 98% dos 1.154 autos de infração lavrados na Amazônia por desmatamento ilegal (entre outubro de 2019 e maio de 2021), por exemplo, estavam parados, sem conciliação. O estudo foi divulgado em dezembro de 2021.

A conciliação ambiental é uma herança da gestão de Ricardo Salles no MMA. Ele deixou o cargo de ministro em junho de 2021.

Um mês antes, Salles foi alvo da operação Akuanduba, da Polícia Federal, que investiga suspeitas de corrupção e facilitação de contrabando no envio de madeira ilegal ao exterior.

O presidente do Ibama, Eduardo Fortunato Bim, aliado de Salles, chegou a ser afastado do cargo por 90 dias, por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal). Bim, ao fim do afastamento, retornou ao cargo.

A operação da PF se concentrou no envio de madeira extraída no Pará. Um despacho de Bim, assinado em 25 de fevereiro de 2020 (uma terça-feira de Carnaval), dispensou a necessidade de autorização de exportação de madeira. O STF determinou a suspensão dos efeitos desse despacho.

Técnicos do Ibama ouvidos pela PF afirmaram que cerca de 3.000 cargas de madeira da Amazônia no Pará foram exportadas a diversos países sem autorização do órgão.

Fonte:FOLHA S. PAULO -13/03/2022 22h:50

Solto há 4 meses, Daniel Silveira volta atacar ministros do STF

13.mar.22 - Daniel Silveira no congresso bolsonarista Brasil Profundo, em Londrina - Reprodução/YouTube
13.mar.22 - Daniel Silveira no congresso bolsonarista Brasil Profundo, em LondrinaImagem: Reprodução/YouTube 


O deputado Daniel Silveira que ´réu e espera julgamento no STF voltou atacar ministros do STF em um evento na cidade de Londrina no Paraná. Confira a reportagem completa no link abaixo do site UOL de hoje(14)


 https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2022/03/13/solto-ha-quatro-meses-daniel-silveira-volta-a-atacar-ministros-do-stf.htm

"Não imaginava o que era uma guerra", diz instrutor de tiro de Maringá que foi voluntário na Ucrânia;Vídeo

                                      foto:reprodução

O instrutor de tiro Tiago Rossi, de Maringá (PR), mesma terra do ex-juiz e presidenciável Sergio Moro (Podemos), que foi para a Ucrânia lutar na Legião Estrangeira contra a Rússia, revela em vídeo publicado nas redes sociais que a Legião foi destruída por um caça das Forças Aeroespaciais russa.

De acordo com Rossi, sobreviveram aqueles que conseguiram sair da base antes do ataque. "Lá tinha militares das forças especiais do mundo inteiro. A informações que a gente tem é que todo mundo morreu. Eles [russos] acabaram com tudo. Vocês não estão entendendo, acabou, acabou. A Legião foi exterminada de uma vez só. Eu não imaginava o que era uma guerra", disse Rossi. 

Em seguida, o atirador descreve como foi o bombardeio que dizimou o grupo. "Teve um bombardeio, às três horas da manhã teve o primeiro sinal. A sirene tocou. Deu cinco horas da manhã, nem tocou sirene e, de repente, veio um caça e um soltou um míssil em cima da gente. Não teve o que fazer. A gente saiu correndo para o meio do mato. Começou a soltar muitos mísseis em cima da gente", revelou. 

"Quando terminou a primeira onda de mísseis a gente foi reagrupar o batalhão inteiro para ver quantas baixas tiveram. Eles [russos] estouraram toda a parte de paiol, centro médico, acabaram com tudo. Fomos orientados a sair de lá o mais rápido possível", disse. 

Posteriormente, Rossi conta que mesmo após o comando para deixar a base, alguns militares permaneceram no batalhão. "Depois que chegamos no interior da Polônia chegou uma mensagem para nós informando que o bombardeio russo voltou e simplesmente acabou com a base", finaliza. 

Confira abaixo o relato de Rossi: 

 

Fonte: Revista Fórum - 13/03/2022 22h:05