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terça-feira, 31 de maio de 2022

Caso Miguel: Sari Corte Real é condenada a 8 anos e meio de prisão no Recife


Reprodução

Sari Corte Real foi condenada a oito anos e seis meses de reclusão em regime fechado por abandono de incapaz – o que resultou na morte do garoto Miguel Otávio, de 5 anos, em 2 de junho de 2020. A decisão foi proferida pelo juiz José Renato Bizerra, da 1ª Vara dos Crimes contra a Criança e o Adolescente de Recife, capital de Pernambuco, nesta terça-feira (31/5), dois dias antes do aniversário da criança.

Na decisão, o juiz afirmou que “a conversão de pena privativa de liberdade em pena restritiva de direitos não é possível – a pena imposta supera a quatro anos”. Sari, contudo, poderá recorrer da decisão em liberdade.

Segundo a sentença, “não há pedido algum a lhe autorizar a prisão preventiva. A sua presunção de inocência segue até trânsito em julgado da decisão sobre o caso nas instâncias superiores em face de recurso, caso ocorra”.

Relembre o caso


                                               caiu de um altura de 35 metros



Miguel Otávio morreu ao cair do 9º andar de um prédio de luxo, na capital pernambucana, onde a sua mãe, Mirtes Santana de Souza, trabalhava como diarista da família Corte Real. As investigações indicaram que Sari deixou a criança sozinha no elevador do condomínio onde mora.

Em 1º de julho de 2020, a ex-primeira-dama da cidade de Tamandaré foi indiciada pela polícia por abandono de incapaz com resultado de morte. Em 14 de julho do mesmo ano, o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) denunciou Sari pelo crime tipificado no indiciamento apresentado.

Fonte:Metropoles - 31/05/2022

Eleições 2022: Lula vence Bolsonaro em todas as faixas salariais entre as mulheres, diz Datafolha

Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem apoio do eleitorado feminino em todas as faixas salariais abordadas em pesquisa. Foto: Carla Carniel/Reuters

© Fornecido por EstadãoEx-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem apoio do eleitorado feminino em todas as faixas salariais abordadas em pesquisa. Foto: Carla Carniel/Reuters

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) possui vantagem entre as mulheres na disputa com o presidente Jair Bolsonaro (PL) e vence em todas em todas as faixas salariais abordadas entre o eleitorado feminino, aponta a mais recente pesquisa Datafolha divulgada semana passada.

Na pesquisa espontânea, entre pessoas com renda de até dois salários mínimos, Lula lidera com 40 pontos ante 14 de Bolsonaro. Na faixa de 2 a 5 salários mínimos, o petista vence entre as mulheres por 32% a 23%. O público feminino com renda superior a 5 salários mínimos garantiria a vitória de Lula por 36 a 28 pontos porcentuais.

Já na estimulada, quando os nomes dos candidatos são apresentados, a vantagem de Lula aumenta. Entre as mulheres com renda igual ou inferior a 2 salários mínimos, o petista vence por 54% a 20%; na faixa de 2 a 5 salários, leva 41% dos votos contra 27% de Bolsonaro; na parcela com ganhos superiores a 5 salários, vence novamente por 41% a 29%.

Em um eventual segundo turno entre os candidatos, Lula venceria entre as mulheres por 67% a 24% na faixa de renda mais baixa (maior vantagem observada na pesquisa), por 55% a 35% no grupo que recebe entre 2 e 5 salários e por 51% a 36% na parcela com vencimentos acima de 5 salários.

No quesito rejeição (não votaria de jeito nenhum), o petista é repelido por 25% das mulheres com renda de até 2 salários, por 37% daquelas que recebem entre 2 e 5 salários e por 41% das que ganham mais de 5 salários. Do lado de Bolsonaro, essa rejeição é de 60% entre as mulheres mais pobres e de 56% tanto no grupo intermediário quanto naquele em que elas recebem mais.

Também foram as mulheres que pior avaliaram o governo e que disseram não confiar no que diz o presidente: 50% das que recebem até 2 salários classificaram o governo como ruim ou péssimo, acompanhadas por 54% daquelas que recebem entre 2 e 5 salários e por 43% das que ganham mais de 5.

No quesito confiabilidade, 60% das mulheres com renda inferior a 2 salários mínimos afirmaram que não confiam no que diz Jair Bolsonaro, seguidas por 58% das que recebem entre 2 e 5 salários e 59% das que ganham mais de 5.

Pesquisa Datafolha ouviu 2.556 pessoas com 16 anos ou mais nos dias 25 e 26 de maio em 181 cidades brasileiras. Margem de erro: 2 pontos porcentuais para mais ou para menos (geral); 4 (grupo até dois salários); 5 (grupo de dois a cinco salários); 7 (homens do grupo acima de cinco salários); 10 (mulheres do grupo acima de cinco salários). O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-05166/2022.

FONTE:ESTADÃO -31/05/2022 22h:30

Caso Genivaldo: Diretores da PRF exonerados vão ganhar US$ 14,7 mil em novas funções nos EUA

                                   Crédito foto:reprodução

O que parecia uma punição pelo assassinato de Genivaldo Jesus dos Santos, que morreu ao ser colocado no porta malas de uma viatura com gás em abordagem da Polícia Rodoviária Federal (PRF), é na verdade uma promoção.

Exonerados nesta terça-feira (31) por Ciro Nogueira, ministro da Casa Civil, Jean Coelho, diretor-executivo da PRF, e Allan da Mota Rebello, diretor de inteligência da instituição, estão de malas prontas para os EUA, onde vão receber US$ 14,7 mil como oficiais de ligação no Colégio Interamericano de Defesa, em Washington, pelos próximos dois anos.

Segundo Bela Megale, em sua coluna no jornal O Globo, a promoção foi acertada no dia 17 de maio, uma semana antes do assassinato de Genivaldo, e foi assinada pelo  diretor-geral da PRF, Silvanei Vasques. Na PRF, a nomeação no exterior é vista como "prêmio".

No total, os dois policiais, que integravam a cúpula do órgão responsável pelos agentes que asfixiaram Genivaldo, vão receber US$ 11 mil mensais mais um auxílio-moradia de US$ 3,7 mil - cerca de R$ 69 mil mensais na atual cotação do dólar.

Os dois agentes já teriam recebido cerca de US$ 17 mil como auxílio-mudança. Eles devem se mudar para os EUA entre os dias 9 e 10 de junho.

Fonte: Revista Fórum - 31/05/2022 22h:25


segunda-feira, 30 de maio de 2022

TCU aponta possível crime de responsabilidade em compras de tratores com recursos para população pobre na pandemia


                                           imagem:reprodução



BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O Ministério Público junto ao TCU (Tribunal de Contas da União) apontou possível crime de responsabilidade na compra de tratores pelo governo Jair Bolsonaro (PL) com recursos que deveriam ser usados para amenizar o impacto da pandemia da Covid-19 para a população pobre.

O subprocurador-geral Lucas Rocha Furtado ingressou com representação no tribunal na semana passada pedindo apuração do caso. O documento requisita ainda a suspensão dos pagamentos à empresa que fornece os maquinários ao governo Bolsonaro, a chinesa XCMG.

A Folha de S.Paulo mostrou na segunda-feira (22) que o Ministério da Cidadania usou R$ 89,8 milhões no apagar das luzes do ano passado para a compra de máquinários. O recursos estão no âmbito do programa Fomento Rural, voltado a famílias em situação de pobreza e extrema pobreza da zona rural -contexto estranho ao uso de maquinários de grande porte.

A assinatura do contrato com a XCMG e o empenho dos recursos envolveu drible a uma determinação do TCU. O acórdão do tribunal autorizou a utilização do dinheiro desde que aplicado "exclusivamente ao custeio de despesas com enfrentamento do contexto da calamidade relativa à pandemia de Covid-19 e de seus efeitos sociais e econômicos e que tenham a mesma classificação funcional da dotação cancelada ou substituída".

Essas condições não foram atendidas pelo governo Bolsonaro. As compras de tratores são investimento, não custeio, e não há relação com a Covid. Esses recursos eram originados da transição do extinto programa Bolsa Família para o Auxílio Brasil.

A Cidadania comprou 247 máquinas agrícolas ao aderir a atas de registro de preços elaboradas a partir de licitação do Ministério do Desenvolvimento Regional. Essas atas de registro, em nome da XCMG, têm sido usadas pelo governo e políticos para distribuir tratores a municípios de aliados.

Os tratores tornaram-se símbolo de clientelismo político no governo Bolsonaro. As primeiras informações sobre as compras de tratores foram noticiadas pelo jornal O Estado de S. Paulo, com o uso das emendas de relator do Orçamento, controladas pelos líderes do centrão.

Neste caso, das compras no Ministério da Cidadania, há a digital do governo federal: os recursos são do Orçamento da União.

As máquinas ainda não chegaram a ser distribuídas -estariam ainda no pátio da empresa, em Pouso Alegre (MG), segundo documentos obtidos pela reportagem. O Ministério da Cidadania realizou a compra sem ao menos ter a lista de municípios que serão beneficiados, o que denota a ausência de critérios técnicos.

Há no processo apenas a quantidade de maquinários por estado. O maior beneficiado é a Bahia, onde o ex-ministro da Cidadania João Roma (PL), que assina a liberação para as compras, é pré-candidato ao governo estadual da Bahia. O ex-ministro negou irregularidades.

"Desta forma, a meu ver, o governo novamente age em desacordo com os princípios de deveriam nortear a atuação do administrador público, em especial, confronta os princípios da impessoalidade e da legalidade", afirma o subprocurador-geral do Ministério Público na representação, baseada na reportagem da Folha.

Lucas Rocha Furtado pede a atuação do tribunal para verificar se houve desrespeito ao acórdão do próprio TCU e favorecimento a aliados do governo.

"Os fatos noticiados pela Folha denotam, em tese, inadequada execução orçamentária, motivada supostamente por interesses políticos e em desvirtuamento do princípio da impessoalidade que orienta a distribuição de recursos públicos, podendo caracterizar eventual crime de responsabilidade, por atentar contra a lei orçamentária", completou.

Para o subprocurador-geral, o TCU deve determinar a suspensão das compras "até que esta Corte de Contas decida sobre a legalidade".

O Ministério da Cidadania tem sido procurado desde o dia 19 de maio, mas não se manifestou até agora. A pasta foi questionada novamente na sexta-feira (27) e silenciou.

A preferência para os tratores se deu em um momento em que a área técnica da pasta solicitava R$ 108 milhões para incluir 45 mil famílias no Fomento Rural. A atividade principal do programa é a transferência de renda para agricultores de baixa renda.

A liberação do recurso para atender essas famílias foi negada até agora. O número de beneficados do Fomento Rural desabou sob o governo Bolsonaro.

A compra dos tratores envolveu pressão para a liberação dos recursos e também a publicação de uma portaria específica criar uma Estrutura de Mecanização Agrícola (MAG-SAN) no Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan).

Em outra reportagem, a Folha mostrou que essa portaria foi a base de um outro pedido do governo federal para gastar R$ 1,2 bihão na aquisição de novas máquinas, ignorando ainda a fila de famílias fora do programa de Fomento Rural.

Documento de Formalização de Demanda, de 30 de março, aponta para a compra de 2.900 maquinários. São citadas 600 escavadeiras hidráulicas, 500 motoniveladoras, 1.200 pá-carregadeiras e 600 retroescavadeiras.

HISTÓRICO

Jun.2021

Acórdão do TCU permitiu ao Ministério da Cidadania o uso de dinheiro a partir de sobra do Bolsa Família exclusivamente para ações de custeio para enfrentamento pandemia e seus reflexos.

Nov.2021

Governo abre crédito suplementar de R$ 90 milhões direcionado à ação orçamentária "Inclusão Produtiva Rural". Não se trata de emendas parlamentares, mas de orçamento da própria União.

7.dez.2021

Cidadania adere a atas de registro do Ministério do Desenvolvimento Regional que tem a empresa XCMG como fornecedora de equipamentos, como tratores.

27.dez.2021

João Roma, então ministro da Cidadania, autoriza contratação da XCMG pelas atas de registro.

28 e 29.dez.2021

Ministério faz 37 empenhos no valor total de R$ 89,8 milhões em favor da XCMG para a compra dos equipamentos agrícolas.

30.dez.2021

Pasta assina contrato com a empresa

22.mar.2022

Portaria 755 cria estrutura de mecanização agrícola no âmbito do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, em especial do Fomento Rural. Novo modelo permite a compra de equipamentos como retroescavadeiras, pá-carregadeiras e caminhões.

16.maio.2022

Ministério Cidadania pede liberação de mais R$ 1,2 bilhão para comprar tratores. Pasta usa como base a portaria 755

Fonte: FOLHA S. PAULO - 30/05/2022  15h:20

Caso Genivaldo: Bolsonaro critica imprensa "Sem exageros e sem pressão por parte da mídia que sempre tem lado, o lado da bandidagem."


                                      foto:reprodução

SALVADOR, BA (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro (PL) criticou a cobertura da imprensa no caso da morte de Genivaldo de Jesus Santos, asfixiado em uma viatura da PRF (Polícia Rodoviária Federal), e afirmou que não se pode generalizar a conduta dos agentes da corporação.

Genivaldo tinha 38 anos, era um homem negro e tinha esquizofrenia. Ele foi morto na última quarta-feira (25) após policiais soltarem uma bomba de gás dentro do porta-malas da viatura em que foi colocado após abordagem em Umbaúma (SE). Ele havia sido detido por trafegar de moto sem capacete.

"Não podemos generalizar tudo que acontece no nosso Brasil. A PRF faz um trabalho excepcional para todos nós [...] A Justiça vai decidir esse caso. Tenho certeza que será feita a Justiça todos nós queremos isso aí. Sem exageros e sem pressão por parte da mídia que sempre tem lado, o lado da bandidagem."

As declarações foram dadas na manhã desta segunda-feira (30) em entrevista à imprensa no Recife, onde o presidente sobrevoou áreas atingidas pelas chuvas que deixaram ao menos 91 pessoas mortas em Pernambuco nos últimos dias.

Questionado por um repórter da GloboNews sobre a cobrança feita pela OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) de prisão cautelar dos policiais envolvidos no caso de Sergipe, Bolsonaro respondeu citando a morte de agentes da Polícia Rodoviária Federal em outro episódio nas margens da rodovia BR-116 no Ceará, que aconteceu há duas semanas.

"Eu lamento o ocorrido há duas semanas aproximadamente, quando dois policiais rodoviários federais queriam tirar um elemento da pista, ele conseguiu sacar a arma de um deles e executou os dois. A GloboNews chamou esse bandido de suspeito. E outro policial, de outra esfera, ao abater esse marginal, vocês foram para uma linha completamente diferente", disse.

Na sequência, o presidente disse que "lamenta o ocorrido nos dois episódios" e destacou que a investigação será feita pelos órgãos competentes.

O ministro da Justiça, Anderson Torres, afirmou que o processo administrativo e o inquérito policial estão em andamento, disse que a apuração será a mais breve possível e evitou fazer comentários sobre o caso.

"Enquanto não houver a finalização desses procedimentos não há o que se dizer, não há o que se falar. O que tinha que ser feito pelo estado já foi feito e agora é aguardar a finalização", afirmou.

No sábado (28), o Polícia Rodoviária Federal publicou um vídeo em que afirma que o caso foi uma conduta isolada. A corporação promete que vai aperfeiçoar os padrões de abordagem.

No comunicado gravado, o coordenador-geral de comunicação institucional da PRF, policial Marco Territo, diz que a corporação teria assistido com indignação às imagens da detenção de Genivaldo.

Fonte: FOLHA S. PAULO -30/05/2022 15h:15

sábado, 28 de maio de 2022

Governo Bolsonaro: Corte no MEC tira R$ 36,6 mi da UnB


UnB
Beto Monteiro / Ascom UnB

Conforme explica o texto, 99,7% do orçamento discricionário da universidade, aquele que não é obrigatório e utilizado para investimento em pesquisas, depende do governo federal e a diminuição milionária do montante significará problemas para “a compra de equipamentos de laboratório e livros; para a manutenção do funcionamento das atividades, com o pagamento de serviços básicos como água e luz; e para garantir a permanência de estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica”.

A nota, que é assinada pela reitora Márcia Abrahão e pelo vice-reitor Huelva, ainda critica duramente o governo federal ao dizer que o Poder Executivo “não aprendeu as lições duras impostas pela pandemia”. A direção da universidade afirma que o corte orçamentário “coloca o Brasil na contramão do mundo” e o país “precisará de décadas para reverter as consequências da desvalorização da educação e da ciência sofrida sistematicamente a partir de 2016”.

Leia a nota na íntegra

Mais uma vez, a pesquisa e a educação no Brasil são diretamente atacadas. Os recursos para custeio das universidades e institutos federais sofreram um corte de 14,54%. Na Universidade de Brasília (UnB), que já empenhou 99,7% do seu orçamento discricionário da fonte do tesouro, isso representa um corte de mais de R$ 36,6 milhões. O recurso é direcionado basicamente para investimento em ciência, com a compra de equipamentos de laboratório e livros; para a manutenção do funcionamento das atividades, com o pagamento de serviços básicos como água e luz; e para garantir a permanência de estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica.

Esta decisão contra o país e o seu povo demonstra que o governo federal não aprendeu as lições duras impostas pela pandemia. Prescindir da educação, da ciência, da inovação e da tecnologia significa abrir mão da soberania nacional. O corte orçamentário coloca o Brasil na contramão do mundo e vulnerável para responder aos desafios locais e globais que se apresentam cotidianamente. O país precisará de décadas para reverter as consequências da desvalorização da educação e da ciência sofrida sistematicamente a partir de 2016.

Além do corte nos recursos das universidades e institutos federais, as reduções atingem todo o aparato de C&TI construído no Brasil desde a década de 1950: o Fundo Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (FNDE), o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), consequentemente os Hospitais Universitários e o Sistema Único de Saúde (SUS).

Fonte: Metrópoles - 28/05/2022

Exército notifica igreja evangélica que faz sorteio de espingarda no Espírito Santo



foto:reprodução
                                           
 rifa de uma espingarda calibre 12 feita por uma igreja evangélica da cidade de Serra (ES) virou alvo do Exército para averiguar se houve algum tipo de irregularidade. As informações são do G1.

De acordo com a Rede Gazeta, afiliada da TV Globo no Espírito Santo, o Exército mandou uma notificação para a Igreja Povo da Cruz pedindo esclarecimentos. Armas e munições fazem parte de uma lista de objetos que não podem ser sorteados, segundo decreto do governo federal.

No decreto nº 70.951, em seu artigo 10º, está escrito que “não poderão ser objeto de promoção, mediante distribuição de prêmios medicamentos, combustíveis e lubrificantes, armas e munição assim como explosivos, fogos de artifício ou de estampido, bebidas alcoólicas, fumo e seus derivados”.

O pastor Dinho Souza comentou a polêmica em uma rede social da igreja nesta sexta-feira (27). Segundo ele, o sorteio da arma será realizado quando todos os bilhetes, no valor de R$ 100, forem vendidos e a rifa arrecadar R$ 25 mil. A entidade também declarou que o vencedor precisa estar habilitado para levar o prêmio.

“Muitas pessoas não conseguem compreender essa mentalidade. Nós respeitamos os pensamentos contrários. Não temos problema com isso porque o armamento é para o cidadão de bem. Seja ele ímpio ou cristão. Nós incentivamos a todo homem de bem que tenha uma arma para defesa da sua família. Aquele que nega e negligencia a defesa da sua família não pode ser chamado de homem”, disse o pastor.

O Ministério Público Federal [MPF] foi procurado pelo G1 para se posicionar sobre o caso, mas não retornou a publicação.

Fonte:ISTOÉ- 28/05/2022

Eleições 2022: Bolsonaro questiona Datafolha e sugere que instituto ‘faz tabelinha’ com o TSE

 

                      foto:reprodução


O presidente Jair Bolsonaro (PL) comentou nesta sexta-feira, 27, a pesquisa Datafolha que apontou que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceria as eleições em primeiro turno. O levantamento mostra que o petista tem 48% das intenções de voto, contra 27% do atual chefe do Executivo federal. Durante uma live, Bolsonaro sugeriu, sem provas, que o instituto está “fazendo tabelinha” com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele também afirmou que o presidente da Corte, Edson Fachin, “colocou Lula para fora” para que ele volte a ser presidente. “Será que o Datafolha está jogando, fazendo tabelinha com uma instituição por aí que diz que lá tudo é inexpugnável? O que está acontecendo?”, questionou. “Vamos ter eleições no corrente ano, e vamos ter eleições limpas. É o que o povo quer. Afinal de contas, a alma da democracia é o voto, e eleições democráticas evitam problemas sociais, é questão de soberania, garantia da nossa liberdade”, concluiu

Fonte: Jovem Pan News 28/05/2022