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terça-feira, 5 de julho de 2022

Exclusivo do Metrópoles: Em novos áudios, a ira de Pedro Guimarães por ter perdido mais de R$ 100 mil por mês

Pedro Duarte Guimarães presidente da caixa economica federal no governo Jair BolsonaroIgo Estrela/Metrópoles

Junto com as gravações, relatos de assédio moral se somaram aos de assédio sexual publicados aqui dois dias antes, em reportagem que levou à queda de Guimarães.

Agora, a coluna teve acesso a novos áudios de uma reunião realizada no final do ano passado na qual o então presidente da Caixa esbravejou contra uma decisão que, na prática, o faria perder mais de R$ 100 mil reais por mês.

A mudança no regimento interno, que tinha acabado de ser aprovada, estabelecia um limite à participação do próprio Pedro Guimarães e de outros executivos em conselhos de subsidiárias da Caixa e de empresas privadas das quais o banco é sócio.

Ele se irritou porque seus subordinados diretos não atentaram para os reflexos da decisão antes de ela ser aprovada.

Como já publicamos aqui, Guimarães chegou a integrar pelo menos 18 conselhos, os quais lhe renderam mais de R$ 130 mil em jetons — uma espécie de gratificação pelo trabalho extra.

O valor era acrescentado ao salário de R$ 56 mil que ele recebia como presidente do banco estatal. Na soma de salário com jetons, os rendimentos de Guimarães giravam em torno de R$ 200 mil mensais.

A certa altura da reunião, o então presidente da Caixa diz: “P* que pariu, isso é tão ridículo, cara… Me mato de trabalhar que nem um filho da p* do c* elevado à décima quinta para nego só me f*”.

A seguir, os principais trechos.

“Me mato de trabalhar para nego só me f*”

Após cobrar os subordinados, Pedro Guimarães reclama porque a decisão o faria perder dinheiro. Prevendo que a situação um dia poderia se tornar pública e deixá-lo exposto, ele ordena ao então vice-presidente Celso Leonardo Barbosa, de quem é amigo pessoal, que fizesse os cálculos para efetuar a devolução dos valores que, até ali, havia recebido em desacordo com a nova regra.

Guimarães também manda sua chefe de gabinete, Rozana Alves, acionar a Corregedoria da Caixa para punir os participantes da reunião caso o teor da discussão vazasse. E, sem meias palavras, ameaça os participantes de demissão.

Celso Leonardo Barbosa e Rozana Alves foram afastados dos cargos que ocupavam após a saída de Pedro Guimarães da Caixa.

Disse Guimarães, irritado:

“Isso vai vazar, para me desgastar. Isso é para me desgastar. P* que pariu, eu vou devolver o dinheiro. Faz a conta, entendeu, Celso? Tem que fazer a conta, e tem que fazer a conta que doa mais no meu bolso. Ou seja: assumir os CAs (conselhos de administração) que eu ganho menos. Puta que pariu, isso é tão ridículo, cara… Me mato de trabalhar que nem um filho da p* do c* elevado à décima quinta para nego só me f*.”

Ouça o áudio:

“Não tem essa de querer ficar comigo e com o Lula”

Para Pedro Guimarães, os subordinados que deixaram passar a mudança que o prejudicava estariam fazendo gestos para a oposição, já pensando em uma possível vitória de Lula nas eleições de outubro. Mais uma vez, ele faz ameaças. Dirigindo-se a Celso Leonardo, diz: “Faça uma reunião amanhã com todo mundo e, p*, entende essa maluquice maluca de grau 27. De novo, é o que já falei”.

“Vreco (apelido de Álvaro Pires, outro amigo pessoal que Guimarães levou para a Caixa como assessor especial do gabinete da presidência, com salário de R$ 30 mil), você aja, e eu também. Eu já falei com você ontem, e com o Celso. Estão querendo me f*. Eu não acredito que isso daí é incompetência. Eu acredito no que eu já falei para vocês dois: está chegando a eleição e nego está querendo fazer hedge (se proteger), e eu vou tirar todo mundo que eu achar que está fazendo hedge. Porque, deixa eu falar para todos vocês (dirigindo-se aos demais subordinados): ou vocês estão comigo ou vão buscar Haddad e o Lula. Não tem essa de querer ficar comigo e com o Lula. Bem claro isso. Porque isso eu não acho que é um erro. Nego não pode ser tão ruim assim, a ponto de querer me expor dessa maneira. E ninguém viu?”, prossegue.

“Ô, Celso veja isso no detalhe. Eu vou devolver o dinheiro, não tem condição. Como é que eu não vou devolver o dinheiro? Vai estourar essa merda daqui a seis meses, dizer que estou roubando a Caixa. Eu não estou, eu não sei, eu era contra, nunca ninguém falou isso para mim. O Mauro (Mauro Cunha, ex-presidente do Conselho de Administração da Caixa) nunca nem chegou a comentar isso comigo, porque ele sabia que era inaceitável. Então, isso é traição. Porque isso passou sem nunca ninguém passar para mim. Agora, Rozana, Celso e Vreco, vai ter que ler tudo o que foi feito nos últimos três anos porque nego está me f*, nego vai me f*. Como é que eu vou saber? Como é que eu vou ter tempo, eu não posso confiar nas pessoas de dentro do banco? Porque isso para mim é falta de lealdade. É querer, p*, fazer hedge para se o presidente (Jair Bolsonaro) não ganhar (a eleição). Só que eu vou tirar. Ô, Celso, você olha isso no detalhe?”, diz ainda.

Celso Leonardo responde afirmativamente: “No detalhe”. E Guimarães continua. “E eu já te digo: isso é ‘filhadaputagem’. Eu não acredito em erro aí. Eu acredito que tem nego querendo me f*.” Celso concorda: “Mas é claro, claro que tem coisa aqui, pô”.

Eis a gravação:

Uma mudança fora dos planos

Em outro trecho, também misturando lamento e raiva, Guimarães afirma que a limitação no número de conselhos é um “absurdo total”.

Diz ele: “O que que acontece, né? Tudo vaza. E isso é um absurdo total. Absurdo máximo, e um erro. Porque nunca eu cogitei aceitar ficar só restrito a dois conselhos, isso nunca foi trazido a mim nem pelo Mauro. Então, teve um erro aí, que não sei se foi de má-fé ou porque as pessoas não fizeram o dever de casa. Porque nunca esteve sob discussão… Imagina, quer dizer que eu só poderia estar na Caixa? E aí vou estar na Caixapar, na Caixa Seguridade, na Caixa Asset, na Caixa Cartões, e não vou estar nas cagadas e não vou estar nas subsidiárias? Não existe”.

“Como a gente vai resolver isso?”

Pedro Guimarães diz que a mudança nas normas internas foram aprovadas para prejudicá-lo, e admite que assinou a decisão sem ler.

“Foi feita uma mudança que não era para ter sido feita. Isso para mim é óbvio. Porque se a gente chegar e assumir que, durante seis meses, era para eu ter estado só em dois conselhos, como a gente vai resolver isso? Se eu nunca fui avisado disso… Ah, mas aí eu assinei uma coisa que eu tinha que saber. Como é que sai dessa sinuca de bico?”, afirma o então presidente da Caixa.

Ouça este outro trecho:

“Isso, para mim, é traição”

Em outro momento da reunião, Guimarães afirma que estava se sentindo traído pelos subordinados, que não o alertaram sobre a mudança, nem fizeram nada para evitar que ela fosse aprovada.

Ele pede a Rozana Alves, sua chefe de gabinete, que anote os CPFs de todos os executivos da Caixa que tiveram conhecimento da proposta antes de ela ser aprovada. E afirma que devolveria o valor dos jetons recebidos após a mudança na regra para não ouvir que ganhou “dinheiro em cima do banco”.

“Todas as pessoas que leram isso vão explicar por que aprovaram isso. Porque isso aí não existe. Se não, fico eu sozinho, e o pessoal falando que eu quero ganhar dinheiro em cima do banco. Então, assim… Eu quero avaliação do Gryecos (Gryecos Loureiro, diretor jurídico da Caixa). Eu vou devolver, claro que vou devolver. Já que eu vou ficar um ou dois meses ganhando mais, eu vou devolver, R$ 100, R$ 200 mil reais… É a vida como ela é. Não tem a menor possibilidade de eu tomar esse risco, não vou tomar esse risco. Está me custando dinheiro. É a vida como ela é. Incompetência. Ou quererem me f*. A cada dia que passa, eu acho que nego quer me f*. Eu vou perdendo confiança. É muita coisa acontecendo ao mesmo tempo agora que está próximo da eleição, que o PT parece que está crescendo e nego, na minha opinião, querendo fazer hedge. Só que isso, para mim, é traição. Então, isso daí… Eu não consigo entender uma incompetência tão grande. Eu não consigo entender ter passado (no Conselho de Administração da Caixa) que para todas as pessoas só valem dois conselhos, quando todo mundo no banco sabe que eu (inaudível). P*, a Caixa Seguridade era capital aberto. A Caixa Econômica Federal, isso aí, o CD (Conselho Diretor) é um conselho também, ou não?”.

Confira:

Ele devolveu o dinheiro, afinal?

A coluna procurou Pedro Guimarães por meio de seu advogado, José Luis de Oliveira Lima, para ouvi-lo sobre o teor da reunião.

Oliveira Lima respondeu o seguinte, por escrito: “Pedro Guimarães não extrapolou em nenhum momento os limites legais e estatutários no que se refere à participação em conselhos de administração. Até novembro de 2021, a Caixa aplicava vedação prevista na Lei das Estatais (Lei 13.303/2016) apenas à participação remunerada em até dois conselhos de empresas públicas, sociedade de economia mista e suas subsidiárias. Tal vedação não incluía empresas privadas”.

A nota prossegue: “Em novembro de 2021, o Estatuto Social da Caixa foi alterado, passando a incluir o limite de participação remunerada a dois conselhos, independentemente da natureza pública ou privada. A partir de então, Pedro Guimarães restringiu sua presença remunerada em conselhos ao novo critério estabelecido no estatuto”.

Perguntamos se Guimarães devolveu à Caixa os valores que, na gravação, ele diz que teria que ressarcir. O advogado respondeu que não havia o que devolver porque o ex-presidente da Caixa cumpriu o que estava previsto no estatuto. “Ele não tinha que devolver nada, pois tudo estava dentro da lei”, diz Oliveira Lima.

Fonte: Rodrigo Rangel/Metrópoles - 05/07/2022 

segunda-feira, 4 de julho de 2022

Mundo: Quem são as irmãs e o jovem brasileiros presos na Tailândia em novo caso de tráfico

 

                                             foto:reprodução

Um desaparecimento repentino de duas jovens de Feira de Santana (BA), após anunciarem que fariam uma viagem a São Paulo, fez com que seus familiares suspeitassem de que algo de errado havia acontecido com Samara Taxma Chalegre Muritiba e Daiana Chalegre Muritiba.

Elas não deram mais notícias desde o começo de junho e os parentes, por meio do sinal dos aparelhos celulares delas, descobriram que os dispositivos tinham sido localizados havia semanas do outro lado da Terra, na Tailândia. Com o auxílio de advogados e com contatos diplomáticos do Itamaraty, o mistério teve fim: elas foram presas no aeroporto de Bangcoc, junto com um rapaz, em 13 de junho, carregando 15,7 kg de cocaína na bagagem, e estão recolhidas num presídio do país asiático, incomunicáveis, por conta da quarentena da Covid-19. As idades das baianas e do homem, detido junto com as irmãs, mas que segundo parentes não tem ligação conhecida com elas, não foram reveladas.

O que causa mais estranheza nos familiares e nas autoridades brasileiras é que Samara, dona de uma clínica de estética, e Daiana, proprietária de uma loja de roupas em Feira de Santana, não têm qualquer passagem pela polícia ou ligação mínima com criminosos ou indivíduos suspeitos, além do fato de serem mães. Amigos confirmaram que jamais tomaram conhecimento de que as duas pudessem se relacionar com pessoas com esse perfil e dizem que elas eram de classe média, donas de seus próprios negócios e que não passavam dificuldades financeiras, assim como a família.

Com relação ao rapaz preso junto com Samara e Daiana, as autoridades brasileiras ainda não confirmaram oficialmente suas origens, embora informações encontradas nas redes mostrem que ele também é de Feira de Santana, mas reafirmaram que ele também nunca registrou problemas com a Justiça ou com a polícia. Laécio José Paim das Virgens Filho, pelo que se deduz em publicações da imprensa tailandesa e pelas fotos divulgadas pela polícia local, ainda no aeroporto, estaria junto com as irmãs de detidas, mas isso não está claro até agora.


“A mãe teve contato com elas dois dias antes da prisão. Depois, a família ficou preocupada porque elas não deram notícia e entraram em contato com a Polícia Federal relatando o desaparecimento. Em contato com a embaixada brasileira, eles foram informados sobre a prisão”, explicou a advogada Kaelly Cavoli Miranda, que também atuou no caso de  pelo mesmo crime e condenada recentemente em primeira instância a mais de nove anos de reclusão.

A defensora revelou que um advogado tailandês já foi constituído para defender Samara e Daiana e que por conta do histórico das irmãs, possivelmente elas possam ter sido enganadas por uma quadrilha de narcotraficantes internacionais que operam no âmbito do crime organizado.

“O que nós sabemos é Samara e Daiana nunca tiveram envolvimento com qualquer questão anterior que as comprometessem com a Justiça. Estamos caminhando para mostrar que elas foram enganadas, que tiveram a bagagem ocupada por alguma coisa ilícita ou extorquidas para que fossem até a Tailândia”, disse Kaelly.

A quantidade de entorpecente e o tipo transportado, no caso do trio, cocaína, podem render até 15 anos de prisão para cada envolvido, já que a Tailândia é um dos países com as mais rígidas leis antidrogas do planeta, que em muitos casos, dependendo da carga e da categoria do narcótico, pode render até a pena de morte para os criminosos condenados pelo delito.

Fonte:Revista Fórum - 04/07/2022 22h:27

Saúde: Neurologista indica 4 atitudes que diminuem o risco de demência

 

cérebroGetty Images

A demência inclui sintomas que afetam a memória, o pensamento e as habilidades sociais de uma pessoa a ponto de dificultar a realização de atividades diárias normais.

A doença de Alzheimer é a mais comum e a mais conhecida. Segundo o neurologista Gregory Day, da Mayo Clinic, dos Estados Unidos, doenças que afetam os vasos sanguíneos são a segunda causa mais comum de demência.

Ter um histórico familiar de demência aumenta o risco de desenvolver a doença. No entanto, muitas pessoas com histórico familiar nunca desenvolvem os sintomas. Gregory Day lista quatro dicas para reduzir o risco geral de problemas de memória:

1. Participe de atividades que estimulem o cérebro

Considere quebra-cabeças e jogos de computador. Mas faça disso um hábito ao longo da vida, pois as pesquisas sugerem que o valor das atividades cognitivamente estimulantes é cumulativo. Isso significa que ter uma boa educação, trabalhar em uma atividade que seja mentalmente estimulante e ter passatempos e hobbies que exigem foco mental são importantes para reduzir o risco de desenvolver demência.


2. Foque na educação e em aprender novas habilidades

Os estudos mostram que quanto mais anos de educação uma pessoa tem, menor o risco de desenvolver demência. Tudo indica que as pessoas que passam mais tempo envolvidas em aprendizados tendem a criar redes mais robustas de células nervosas e de conexões entre essas células nervosas nos seus cérebros. Desta maneira, as redes estarão mais bem equipadas para lidar com os danos celulares que podem ocorrer ao longo do tempo.

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3. Mantenha um estilo de vida saudável

Assim como acontece com outros problemas de saúde, um estilo de vida saudável é igualmente importante para manter a saúde do cérebro. Comer bem, manter um peso saudável, praticar exercícios físicos regularmente e evitar situações que aumentem o risco de ataques cardíacos e derrames também reduzem o risco de demência.

Não fumar e limitar o consumo de álcool também é importante para evitar prejuízos à saúde cognitiva. Isso porque esses hábitos afetam a saúde dos vasos sanguíneos do cérebro, do pescoço e do coração. Também é  importante dormir bem e tratar distúrbios do sono, como a apneia.

4. Busque interagir com outras pessoas

Pesquisas mostram que a interação social em qualquer idade terá benefícios cognitivos positivos. Conviver regularmente com outras pessoas, incluindo familiares, amigos, vizinhos, colegas de trabalho e membros da comunidade, pode melhorar o humor, as perspectivas de vida e o uso do cérebro.

As interações regulares afetam positivamente as habilidades cognitivas, sendo demonstrado que aliviam sintomas da demência.

Fonte:Metropoles - 04/07/2022 22h:20

EUA: homem protegeu filho dentro de lixeira durante tiros em desfile


Divulgação/Polícia de Tulsa

“Vimos os manifestantes e carros alegóricos da Marinha passarem e, quando ouvi os tiros pela primeira vez, pensei estarem saudando a bandeira e atirando em tiros de festim”, disse Sandoval à emissora WGN. “Então eu vi as pessoas começarem a correr, e também começamos.”

Ele acompanhava o desfile com sua mulher e seu filho. Ele conta que chegou a esconder o filho Alex, de 5 anos, em uma lixeira para protegê-lo, enquanto procurava pela companheira, que havia corrido para outra direção após os disparos.

“Eu agarrei meu filho e tentei arrombar um dos prédios locais, mas não consegui. Então corri para um beco e o coloquei em uma lixeira para ele ficar seguro”, relatou.

Ao procurar pela esposa, Sandoval lembra ter corpos de adultos e crianças ensanguentados no chão. Felizmente, nenhum dos três se feriu.

Veja o relato:

 

Atirador estaria em telhado

As autoridades policiais do estado ainda estão procurando o responsável pelo tiroteio. Os indícios apontam que o atirador estava em um telhado quando fez os disparos. Um fuzil foi encontrado e apreendido nas proximidades do local.

O desfile foi interrompido cerca de 10 minutos após começar. Testemunhas afirmam que ouviram mais de 20 disparos. O caso aconteceu na cidade de Highland Park.

fONTE:METROPOLES - 04/07/2022

 

DF: General diz que Bolsonaro é “refém de facção” e “reeditou o mensalão”

Reprodução / Internet

Com o cenário nacional cada vez mais polarizado entre a esquerda e a extrema-direita, alguns dos ex-apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL) tentam viabilizar um nome que saia dos dois polos ideológicos.

É o caso do general Paulo Chagas, que chegou a receber o apoio de Bolsonaro para concorrer ao governo do Distrito Federal em 2018, mas que deixou o grupo de apoiadores após o então ministro da Justiça Sergio Moro deixar a Esplanada dos Ministérios.

Desde então, o militar da reserva tem subido o tom contra o titular do Palácio do Planalto, como na publicação do último fim de semana, no Facebook.

“O presidente Jair Bolsonaro, desde o início do seu mandato, vem se fragilizando e sendo fragilizado diante dos outros poderes, em especial do Legislativo, chegando ao ponto de tornar-se refém da facção política comandada pelo apenado Valdemar Costa Neto, o qual, com a lanterna na proa, ilumina o caminho para o retorno do chamado ‘presidencialismo de coalizão'”, iniciou.

Na sequência do post, Chagas lembra que o atual presidente foi eleito com a bandeira contra a corrupção, mas que teria fracassado ao alcançar tal propósito e cita o chamado “orçamento secreto” como nova forma do toma lá, dá cá.

“Nessas condições, o ‘sistema’ foi, também aos poucos, aumentando a sua ousadia, chegando ao cúmulo de reeditar o famigerado ‘Mensalão do PT’ na forma de um sinistro ‘Orçamento Secreto’ para os amigos do governo”.

Fonte: Janela Indiscreta/Metrópoles 04/07/2022

Concurso: 6ª RM oferta vagas para o Exército para a Bahia e Sergipe na área de Saúde


O Comando da 6º Região Militar está com inscrições abertas para a seleção de profissionais graduados em medicina, odontologia ou farmácia, no período que vai desta segunda-feira (4) até 25 de julho. As vagas são para Bahia e Sergipe. Os interessados devem se inscrever no site.

O processo seletivo visa a formação de um cadastro de reserva para o preenchimento de cargos que venham a abrir em 2023. O contrato de trabalho é de um ano, podendo ser renovado anualmente por mais sete anos. A remuneração bruta inicial é de R$ 8.439,00.

Após a inscrição, haverá uma análise curricular, inspeção de saúde e exame de aptidão física. Os aprovados em todas as etapas farão parte do cadastro de reserva e servirão nos hospitais e Organizações Militares (OM) do Exército Brasileiro, nas cidades da Bahia ou em Sergipe, na capital Aracaju.

Após a aprovação, a formação terá a duração de doze meses na forma do Estágio de Adaptação e Serviço e será dividida em duas fases: a primeira, destinada à instrução técnico-militar, com duração de 45 (quarenta e cinco dias); e a segunda, voltada à aplicação de conhecimentos técnico-profissionais, sendo realizada nas OM para as quais os estagiários tenham sido convocados.

Para participar da seleção, é fundamental que o interessado ou interessada possua, até 31 de dezembro do ano da incorporação (2023), no máximo, 38 anos.

Confira as áreas e especialidades solicitadas:
Medicina

Gastroenterologia/Endoscopia;

Oftalmologia;

Pediatria;

Cirurgia Geral;

Dermatologia;

Anestesiologia;

Ginecologia/Obstetrícia;

Radiologia;

Infectologia;

Urologia;

Endocrinologia;

Psiquiatria;

Medicina intensiva;

Ortopedia;

Proctologia;

Cardiologia;

Clínica médica;

Neurologia;

Otorrinolaringologia;

Cirurgia vascular;

Geriatria;

Clínico geral.

Odontologia:

Dentística;
Cirurgia Bucomaxilo;

Endodontia;

Prótese;

Odontopediatria;

Ortodontia;

Periodontia;

Generalista.


Farmácia:

Hospitalar;

Bioquímica/Análises Clínicas.

Fonte: iBahia - 04/07/2022