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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022

‘Motivo real’ de impeachment de Dilma foi falta de apoio, não pedaladas, diz Barroso

 O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luís Roberto Barroso escreveu, em um artigo para a edição de estreia da revista do Cebri (Centro Brasileiro de Relações Internacionais), que o “motivo real” para o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) foi falta de apoio político, não as pedaladas fiscais. As informações são da coluna da jornalista Mônica Bergamo, da Folha.

Luís Roberto Barroso, ministro do STF Carlos Moura
© Carlos Moura Luís Roberto Barroso, ministro do STF Carlos Moura

“A justificativa formal foram as denominadas ‘pedaladas fiscais’ —violação de normas orçamentárias—, embora o motivo real tenha sido a perda de sustentação política”, disse o ministro.

No texto ainda inédito, Barroso diz que crê não “haver dúvida razoável de que ela [Dilma] não foi afastada por crimes de responsabilidade ou corrupção, mas, sim, foi afastada por perda de sustentação política. Até porque afastá-la por corrupção depois do que se seguiu seria uma ironia da história”.

Barroso faz referência à sequência do mandato assumida pelo então vice-presidente, Michel Temer (MDB). “O vice-presidente Michel Temer assumiu o cargo até a conclusão do mandato, tendo procurado implementar uma agenda liberal, cujo êxito foi abalado por sucessivas acusações de corrupção. Em duas oportunidades, a Câmara dos Deputados impediu a instauração de ações penais contra o presidente”, disse.

Fonte: ISTOÉ -03/02/2022

domingo, 6 de dezembro de 2015

Impeachment de Dilma? Temer e gov. de SP se reunem fim de semana


 
 Foto:reprodução
 
O vice-presidente Michel Temer (PMDB) deve se encontrar com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), ainda neste fim de semana para uma conversa reservada sobre o processo de impeachment aberto contra a presidente Dilma Rousseff. A reunião é mais um sinal de que Temer está se descolando do Palácio do Planalto e trabalha para preparar o terreno caso venha assumir a Presidência da República. Segundo um auxiliar de Alckmin, o encontro começou a ser articulado na sexta-feira e "seguramente" vai acontecer neste sábado ou no domingo.
 
Na segunda-feira, Temer e o tucano participarão de um evento público, lado a lado, no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista. Desde que o processo de impeachment foi deflagrado na quarta-feira, o vice não fez nenhum gesto de apoio a Dilma. Pelo contrário. Não esteve ao lado dela no pronunciamento em que a petista rebateu o pedido do seu afastamento. Também se recusou a participar de uma reunião com ministros para discutir como organizar a base aliada para enfrentar o processo na Câmara.
Ontem o Palácio do Planalto foi surpreendido com a notícia de que um dos principais aliados do vice, o ministro Eliseu Padilha (Aviação Civil), decidiu que vai deixar o governo. 

A decisão foi vista com preocupação e fez o governo se mobilizar para evitar uma debandada dos outros seis representantes do PMDB na Esplanada. Também na sexta-feira Temer embarcou para o Espírito Santo para um encontro com o governador Paulo Hartung. Oficialmente, a reunião - que não foi divulgada pela assessoria de imprensa do vice - teve o objetivo de discutir os impactos do desastre ambiental causado pelo rompimento da barragem da mineradora Samarco.

Hartung, porém, já fez declarações favoráveis ao impeachment de Dilma. No ano passado, apoiou o então candidato do PSDB, Aécio Neves, nas eleições presidenciais. Para o Palácio do Planalto, não há dúvida de que Temer está procurando se descolar de Dilma. Publicamente, porém, ministros próximos à presidente têm dado declarações para constranger o vice. 

Jaques Wagner (Casa Civil) já afirmou que Temer é um estadista e sabe que não há "lastro" para o impeachment. Edinho Silva (Comunicação Social), por sua vez, disse que acredita que o vice vai trabalhar para "unificar o PMDB" e "garantir a governabilidade".

Fonte:Diário do Poder

sábado, 5 de dezembro de 2015

Em Recife: Dilma diz que 'variante' do Aedes aegypti 'coloca ovo com zika vírus'


Dilma diz que 'variante' do Aedes aegypti 'coloca ovo com zika vírus'
Foto: Roberto Stuckert Filho / PR/reprodução
 
A presidente Dilma Rousseff (PT) cometeu algumas gafes ao falar sobre o mosquito Aedes aegypti e as doenças por ele transmitidas. A presidente participou de uma reunião sobre o tema neste sábado (5), no Recife. Segundo informações de O Globo, Dilma afirmou que uma variante do mosquito transmitiria o vírus zika e que o ovo do mosquito já continha o vírus. "Ele [o mosquito] provoca, além da dengue, a chikungunya, e ele tem uma variante que transmite o vírus que se chama vírus da zika por causa de uma floresta. Precisamos nos mobilizar para evitar os processos de reprodução do mosquito, porque o mosquito transmite essa doença porque ele coloca o ovo e esse ovo tem o vírus que vai transmitir a doença", afirmou. De acordo com a publicação, esta não é a primeira vez que a presidente se confunde com o assunto.
 
Na sexta-feira (4), Dilma tinha chamado o mosquito de vírus e o zika de vetor. Além disso, a petista afirmou que o vírus provocaria "mudança genética" em crianças, fetos e recém-nascidos. O Aedes aegypti transmite a dengue, a febre chikungunya e o vírus da zika. É o mesmo mosquito que transmite as três doenças, e vira vetor de uma delas ao picar uma pessoa doente. Não é verdade que o ovo colocado contém o zika. Informações do BN.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Impeachment de Dilma? Rede e Marina, posiciona-se contra





marina_miro_fabiopozzebom2013
Marina Silva e o deputado Miro Teixeira (RJ) -foto:reprodução

A Rede Sustentabilidade, partido político recém-criado por Marina Silva, posicionou-se contra o impeachment de Dilma Rousseff.

O partido defenderá, entretanto, a continuação da investigação conduzida pelo Tribunal Superior Eleitoral, que apura suspeitas de abusos de poder político e econômico cometidos pela presidente Dilma Rousseff  e seu vice, Michel Temer, na disputa de 2014.

O posicionamento da Rede deve ser oficializado em nota oficial da legenda.
“Pelos fatos apresentados até o momento, não se encontram presentes os elementos necessários para o impeachment. 
A Rede acredita que a Justiça é o melhor caminho e defende o aprofundamento das investigações e o avanço de todas as ações no Judiciário, livre de chantagens e ameaças'', disse o deputado Alessandro Molon (Rede-RJ).

Segundo dirigentes da sigla, que tem 5 deputados federais e 1 senador, pesou na decisão a posição pessoal da ex-senadora Marina Silva. Para ela, não existem “elementos técnicos e jurídicos” que embasem o pedido de afastamento de Dilma. Da mesma forma, a maior parte da Comissão Executiva Nacional da Rede entendeu que não há dados que justifiquem o impeachment.

Há algumas divergências entre os dirigentes da sigla. Parte da Rede queria que a legenda apoiasse o afastamento da presidente. Houve também quem defendesse a renúncia de Dilma. Integrantes da Rede ouvidos pelo Blog acrescentam que a decisão é “provisória'' e “pode mudar'' conforme a evolução do cenário. A Rede também pretende ouvir militantes sobre o assunto nos próximos dias.

O documento oficial trata de maneira crítica as ações protagonizadas pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e pelo governo petista.  A Rede também ataca o governo do PT, apontado como causador da crise política e econômica atual.

Marina Silva ficou em 3º lugar nas eleições de 2014, obtendo cerca de 22 milhões de votos. Pesquisa do Instituto Datafolha de 25 e 26 de novembro de 2015 mostra que ela cresceu em popularidade nos últimos meses.

Fonte: Blog de Fernando Rodrigues no Site do Uol

Impeachment de Dilma? "Me sinto indignado com o que estão fazendo com o país" diz Lula

Impeachment: Lula afirma que ‘loucura’ e ‘insanidade’ de Cunha não podem prevalecer
Foto: Ricardo Stuckert/ Instituto Lula/reprodução
 
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta quinta-feira (3), que a "insanidade" e a "loucura" do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), não podem prevalecer no debate sobre o possível impeachment da presidente Dilma Rousseff. Ainda de acordo com o petista, ele está "indignado" com o acolhimento do pedido de afastamento de Dilma. "Me sinto indignado com o que estão fazendo com o país.
 
A presidente está fazendo um esforço incomensurável para fazer reformas. Mas o presidente da Câmara me parece que tomou a decisão de não se preocupar com o Brasil. As reformas estão demorando demais. O brasileiro está ansioso para que a economia volte a crescer", disse Lula, de acordo a Folha. O petista disse não acreditar que Dilma tenha negociado com o presidente da Câmara votos em favor dele no Conselho de Ética. "Eu conheço a Dilma, e é muito difícil imaginar que ele tenha feito barganha. Aparenta mais importante neste instante não permitir que essa loucura que o Eduardo Cunha fez ontem tenha prosseguimento", afirmou.Informações do BN.

Brasília:Deputados do PT desistem de recurso no STF após Gilmar Mendes se tornar relator

Deputados do PT desistem de recurso no STF após Gilmar Mendes se tornar relator
Foto: Nelson Jr./STF/reprodução
O Supremo Tribunal Federal (STF) tem até o momento duas ações que questionam a abertura do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. Apesar de três questionamentos ao ato do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), terem sido protocoladas no Tribunal nesta quinta-feira (3), deputados petistas desistiram de uma das ações após o caso ter sido distribuído por sorteio para o ministro Gilmar Mendes. Mendes é conhecido por fazer críticas aos governos do PT e a esquemas de corrupção deflagrados nos últimos anos, além de ter votado pela reabertura de uma das ações de investigação da campanha eleitoral da presidente Dilma que tramitam no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
 
O mandado de segurança do qual o PT abriu mão foi protocolado pelos deputados Paulo Teixeira (SP), Wadih Damous (RJ) e Paulo Pimenta (RS) e acusava Cunha de ter agido por meio de "chantagem explícita" contra o Palácio do Planalto para abrir o procedimento de impeachment. "O ato (de abertura de impeachment) está claramente maculado por desvio de poder ou de finalidade, merecendo, portanto, ser anulado por esta Corte Suprema.
 
 É inadmissível que o presidente da Câmara se utilize da gravíssima competência de admitir a instauração de processo de impeachment como instrumento para impedir a apuração de seus desvios éticos, chantagear adversários ou promover vingança política", sustentavam os petistas ao Supremo. O pedido de desistência do mandado de segurança foi protocolado no STF cerca de uma hora depois da distribuição ao gabinete de Mendes, sem justificativa apresentada à Corte. No total, portanto, o STF tem até agora duas ações questionando a decisão de Cunha. 
 
Fonte:Bahianotícias

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Pedido de impeachment: "O patrimônio dele acabou”, diz o ministro Wagner sobre Cunha

O ministro da Defesa, Jaques Wagner, fala na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado sobre a situação atual e perspectivas futuras do ministério (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
O ministro da Casa Civil, Jaques Wagner: “Briga à luz do dia'' foto:Marcelo Camargo/agência Brasil

O ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, disse que o governo não estava mais em condições de suportar a “chantagem'' a que estava sendo submetido pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
Ao Blog, Wagner declarou: “Vai ser uma briga à luz do dia. Nós ganhamos hoje a batalha principal, que era a tribuna da oposição: aprovamos a meta fiscal revisada de 2015. Queriam fazer disso um argumento para impeachment''.

E sobre Eduardo Cunha ter acolhido o pedido de impeachment? “Agora, pelo menos caiu a máscara. A bala que estava guardada foi disparada. Vai ser tudo às claras. Agora, é ele e ela”, responde o ministro.
Wagner acha que Eduardo Cunha passa, a partir deste momento, a ter menos poder do que estava acumulando enquanto não se decidia a respeito dos pedidos de impeachment contra Dilma Rousseff. “O patrimônio dele acabou”, diz o ministro da Casa Civil.

Nesta 4ª feira (02.dez.2015), Wagner esteve na sala com Dilma Rousseff quando a presidente escreveu o seu pronunciamento do início da noite. Estavam presentes também Ricardo Berzoini (Secretaria de Governo) e José Eduardo Cardozo (Justiça). Giles Azevedo, assessor especial da presidente, participou em alguns momentos.
“Houve preocupação em fazer tudo com um tom institucional”, relata o ministro da Casa Civil.
A partir de agora, o governo vai “brigar em todas as esferas, na política e na jurídica'', para impedir que prospere o impeachment de Dilma Rousseff. Segundo Wagner, já nesta 5ª feira (3.dez.2015), começa a batalha na Justiça. Algumas ações serão apresentadas pelo governo. Outras, por congressistas ou partidos governistas.

Fonte: Blog de Fernando Rodrigues/uol

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Sen Otto ameça votar contra governo se Fazenda não liberar empréstimos baianos


Otto ameaça não votar com governo caso Fazenda não libere empréstimos baianos
Foto: Max Haack / Ag. Haack / Bahia Notícias/reprodução
 
Empenhado em obter liberação de recursos da Bahia sequestrados pelo arrocho fiscal do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, o senador Otto Alencar (PSD-BA) garantiu não apoiar o governo enquanto não haver uma flexibilização da postura. “Por enquanto, o Banco do Brasil não liberou absolutamente nada. Não há a menor condição de votar no governo se não resolver o problema”, reclamou Otto. 
 
De acordo com o senador, há a possibilidade de votação, nesta terça-feira (1º) da mudança da meta fiscal do governo, que transforma a previsão de superávit na permissão para um déficit. “O Joaquim Levy está com muito poder e aí acha que os estados têm que pagar a conta para ele fazer o ajuste dele. Não dá para aceitar isso”, criticou o social-democrata baiano, assegurando estar sintonizado com o governador Rui Costa (PT), que criticou publicamente a política econômica de Levy. “São as dificuldades que o Banco do Brasil está passando, não quer fechar o ano com o balanço negativo, então quer deixar o dinheiro que é do estado no lastro financeiro para justificar. Salve-se a Bahia e dane-se o Banco do Brasil”, bradou. “Eu já dei o prazo: não me procure que eu não vou votar zorra nenhuma. Não há a menor condição de apoiar o governo”, completou Otto. Informações do BN.

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

" A lei de cotas faz parte de um processo que não pode parar" diz Dilma


Lei de cotas faz parte de processo que não pode parar, afirma Dilma
Foto: Roberto Stuckert Filho/ PR/reprodução
A presidente Dilma Rousseff fez nesta quinta-feira (19) um discurso em defesa da política de cotas para negros e disse que é preciso privilegiar aqueles que permaneceram por séculos apartados. "A lei de cotas faz parte de um processo que não pode parar", afirmou, durante cerimônia comemorativa pelo Dia Nacional da Consciência Negra, que é celebrado nesta Sexta-feira (20) no Palácio do Planalto. "Sem ações demoraríamos ainda mais para chegar ao estágio atual e começar a reduzir fosso secular entre brancos e negros no Brasil", ponderou. Na cerimônia, a presidente entregou títulos de posse e cessão de uso de terras para comunidades quilombolas. Segundo o governo, as medidas beneficiam 2.457 famílias.  

Dilma afirmou que no Brasil a pobreza sempre teve uma cor predominante: "a cor negra". "Por isso os impactos positivos do Bolsa Família, do Minha Casa, Minha Vida são maiores nas populações negras". Segundo ela, é preciso enfrentar a exclusão racial "que historicamente marcou nosso país" para reparar injustiças cometidas contra a comunidade negra e tentar pagar a "imensa dívida social" que o Brasil tem com os negros. "Sabemos que por conta de anos a fio, de centenas de anos, que nós tivemos de escravidão em nosso país, temos que olhar e ter a consciência que é necessário privilegiar aqueles que permaneceram por séculos apartados e até desconsiderados na divisão da riqueza".
 
Fonte: Estadão c/adaptações

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Gestão de Rui é aprovada por 71% dos soteropolitanos; Dilma é rejeitada por 81%, diz Babesp

                                             Foto:reprodução
No primeiro ano de administração, o governador Rui Costa (PT) é aprovado por 71% da população soteropolitana, de acordo com levantamento realizado pelo Instituto Babesp entre os dias 15 e 18 de novembro de 2015. Desaprovam a administração do petista 21% dos 1.001 entrevistados e 8% não souberam responder. 
Quando os pesquisados eram instados a classificar a administração de Rui Costa,1% consideram a gestão como ótima e 22% avaliam como boa. O petista é considerado regular por 55% dos eleitores, enquanto ruim ou péssimo somam 14% - 7% cada. Na avaliação do governador, 8% não souberam responder.

Governo Dilma:


                                            Foto:reprodução



A administração da presidente Dilma Rousseff (PT) é avaliada como ruim ou péssima por 81% dos entrevistados por um levantamento realizado pelo Instituto Babesp. Para 47% dos 1.001 entrevistados, a presidente é considerada péssima e outros 34% apontam que a administração da petista é ruim. Apenas 1% avaliam a gestão de Dilma como ótima e 4% sugerem que a administração é boa. A pesquisa foi realizada entre os dias 15 e 18 de novembro de 2015 e aponta que a gestão é considerada regular por 13% dos entrevistados; 2% não souberam responde





Fonte:BN

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Brasília: PMDB não vai sair do governo, diz Michel Temer




 O vice presidente Michel Temer, o presidente do senado, Renan Calheiros, e o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, participam do Congresso do PMDB no Hotel Nacional em Brasília, nesta quarta-feira (17)
 Foto: O vice presidente Michel Temer, o presidente do senado, Renan Calheiros, e o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, participam do Congresso do PMDB no Hotel Nacional em Brasília, nesta quarta-feira (17)(Pedro Ladeira/Folhapress/reprodução
 

O vice-presidente da República Michel Temer negou nesta terça-feira, ao chegar ao congresso do PMDB em Brasília, que o partido tenha uma data para abandonar o governo Dilma Rousseff. "O PMDB não vai sair", disse o vice. Faltou combinar com os militantes da legenda, que o receberam com gritos de "Brasil pra frente, Temer presidente".

Como mostrou VEJA em reportagem publicada nesta semana, o vice-presidente se prepara para a cada vez mais presente eventualidade de a titular ser afastada do poder. Temer já conversa com políticos, juristas e empresários enquanto traça um plano para si e para o Brasil pós-Dilma.

Ao chegar ao congresso, o vice não escondeu que o plano do PMDB é chegar ao poder, como qualquer partido político. Segundo ele, as divergências entre os integrantes da sigla são naturais: parte do PMDB prega abertamente a ruptura com o governo federal e até o impeachment da presidente Dilma Rousseff. Outra parte defende o adiamento desse rompimento, de modo a usufruir um pouco mais dos cargos conseguidos na reforma ministerial de outubro. "Mesmo os que querem a saída do governo querem colaborar com o país. E este programa que estamos fazendo é para o país", disse o vice, referindo-se ao plano econômico apresentado pelo partido durante o congresso.

O congresso da Fundação Ulysses Guimarães marca um posicionamento claro do PMDB como alternativa ao governo Dilma Rousseff, ameaçado pela instabilidade econômica, pela crise política e por ações na Justiça Eleitoral. O partido organizou um texto para debate com propostas econômicas antagônicas às do PT.

Denunciado ao Supremo Tribunal Federal por envolvimento no petrolão, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) chegou a ser alvo de vaias quando tomou a palavra. Mas o movimento foi rapidamente abafado. Cunha pregou independência total do partido e afirmou que o PMDB está decidido a ter um candidato próprio à Presidência da República. "Ninguém mais tem dúvida de que o PMDB tem que buscar um caminho próprio e que vai ter que disputar a eleição em 2018. O PMDB terá candidato e isso é inevitável em 2018 e vai disputar em 2016 todas as eleições que puderem ser disputadas", afirmou Cunha, investigado pela Operação Lava Jato e alvo de um processo por quebra de decoro parlamentar. "A discussão é se o PMDB tem ou não tem que ficar atrelado ao projeto que aí está, do qual não participamos, não formularmos. Nós não temos compromisso com o que está aí colocado, porque não participamos da formulação. Nossa voz não pode ser abafada por meia dúvida de carguinhos."

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), não defendeu o rompimento abertamente. "O Brasil vive um momento complicado e o PMDB está fazendo a sua parte apresentando um programa, mesmo que não haja convergência sobre todos os pontos do programa", disse. "O PMDB está apresentando propostas não para o governo, mas para o Brasil. Precisamos sair dessa situação de crise que tende a se agravar se não houver uma saída."

Fonte:Veja/reprodução

sábado, 14 de novembro de 2015

Rumos da Educação está nas mãos do Congresso, diz ministro Mercadante

Rumos da educação está nas mãos do Congresso, diz Mercadante
Foto: Agência Brasil/reprodução
O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, afirmou nesta sexta-feira (13) que os rumos do setor no qual atua estão nas mãos do Congresso Nacional no próximo ano. “Houve uma queda muito grande de receita, precisa compensar isso para manter esse esforço. Fiz uma audiência essa semana para destacar para os parlamentares que vão votar o orçamento.
A queda do preço do petróleo não permitiu a expectativa que nós tínhamos [com repasse de 50% do Fundo Social do Pré-Sal para a educação] e o Brasil precisa de mais receita para a educação”, disse segundo informações do jornal Folha de S. Paulo. A audiência a qual Mercadante refere-se ocorreu na última quarta (11), onde tratou de novas fontes de recursos para a educação e o impacto da redução do orçamento no Plano Nacional de Educação (PNE). “A queda do preço do petróleo não permitiu a expectativa que nós tínhamos”, apontou. 
Na reunião, ele sinalizou também que está discutindo a base curricular do ensino médio. “Uma das questões é associar o ensino médio ao ensino técnico. Temos que manter a estrutura acadêmica, o ensino regular, mas precisa abrir uma janela para o ensino técnico profissional”. Informações do BN.

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Governo Dilma: Pinheiro critica ministro da Integração: "não integra xongas nenhuma"

O senador baiano Walter Pinheiro criticou o ministro da Integração Nacional, Gilberto Occhi, ao falar do quadro de longa estiagem que o Nordeste brasileiro enfrenta. “Nós estamos fechando um ano de crise profunda na economia e crise profunda na ponta, nos municípios, onde o processo se apresenta. E nossa maior crise é a de falta d'água. 
Por exemplo, o Lago de Sobradinho, a esta altura do campeonato, a preocupação não é gerar energia, mas é a água chegar até o lago. Não há mais vazão no São Francisco, pois vários de seus afluentes estão secando”, apontou.
  foto:reprodução
Durante discurso na tribuna do Senado, Pinheiro também afirmou que é preciso buscar solução para as crises econômica, hidrológica e a climática. Para o petista, é preciso buscar alternativas para não penalizar os municípios. “Esse é um problema sobre o qual nós vamos ter que voltar a nos debruçar, voltar a fazer o chamamento, pegar a nossa bancada do Nordeste nessa Casa, cobrar da Presidente da República, e não lá do ministro de Integração [Gilberto Occhi], que não integra xongas nenhuma, porque esse é um problema crucial. Sabe por quê? Porque um bocado de ministros que vão para a Integração Nacional não sabem onde fica, onde é que está, onde é que o calo está apertando. Se acostumaram a ver foi flores por aí afora, e não flor de cacto no período mais difícil da seca. Saber como é que tem que cortar a palma para dar de comer aos animais, andar quilômetros e quilômetros”, disparou Pinheiro.

Fonte: Bocão News

Dilma sanciona com veto lei do direito de resposta na mídia

Dilma sanciona com veto lei do direito de resposta na mídia
Foto: Reprodução / PT
A presidente Dilma Rousseff (PT) sancionou com veto a lei que disciplina o direito de resposta ou retificação de pessoas ofendidas nos meios de comunicação social.  A lei foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (12). O texto determina o direito de resposta à pessoa (física ou jurídica) ofendida por qualquer reportagem, nota ou notícia “divulgada por veículo de comunicação social, independentemente do meio ou plataforma de distribuição, publicação ou transmissão que utilize, cujo conteúdo atente, ainda que por equívoco de informação, contra a honra, intimidade, reputação, conceito, nome, marca ou imagem”. A presidente vetou o parágrafo que afirmava que o ofendido poderia requerer o direito de resposta ou retificação pessoalmente nos veículos de rádio e televisão, que havia sido alvo de divergência entre a Câmara e o Senado. 
 
Segundo a Agência Brasil, a lei afirma que a resposta poderá ser divulgada, publicada ou transmitida no mesmo espaço, dia da semana e horário em que ocorreu o agravo e deverá ser exercida no prazo de 60 dias, “contados da data de cada divulgação, publicação ou transmissão da matéria ofensiva”. Informações do BN.

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Ministro Patrus Ananias é hostilizado em bar em BH

Em Belo Horizonte, ministro Patrus Ananias é hostilizado em bar: 'Fora PT'
Foto: Reprodução / Dailymotion
O ministro do Desenvolvimento Agrário, Patrus Ananias, foi hostilizado neste domingo (8) em um bar em Belo Horizonte (MG) por manifestantes anti-petistas. Um vídeo registra o momento em que ele, que estava acompanhado de  amigos na Cervejaria Bar Brasil, é confrontado com gritos de “Fora PT”, “PT corrupto”. “Sou empresário e estou mandando meus funcionários embora por causa de [sic] PT ladrão, desonesto”, reclamou um dos presentes.

Inicialmente o secretário adjunto de Educação Carlão Pereira(PT) confrontou um senhor que se identificava como empresário e  perguntou ao reclamante se ele pagava os impostos tudo direitinho e ao que ele admitiu que sonegava  impostos para não dar "dinheiro ao PT".

Ananias, que é ex-prefeito da cidade, respondeu ao ataque: “Põe no papel o que você está dizendo ao meu respeito. Vou entrar com processos contra você e vou ganhar todos”. No mesmo dia, o ministro se manifestou em nota sobre o ocorrido, dizendo que tentou dialogar com os manifestantes. “Este não vai ser o país do ódio generalizado, mesmo que esse seja o sonho de tantos que não conseguiram vencer democraticamente”, destacou.

CONFIRA O VÍDEO NO LINK ABAIXO do portal UAI de BH

http://www.em.com.br/app/noticia/politica/2015/11/10/interna_politica,706074/petistas-sao-hostilizados-em-locais-publicos.shtml

Fonte:portal UAI de BH c/adptações

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Orçamento 2016: Corte no Bolsa Família levaria 1 milhão de baianos de volta à pobreza extrema,diz secretário

Corte no Bolsa Família levaria 1 milhão de baianos de volta à pobreza extrema
Foto: Jefferson Rudy / Agência Senado/reprodução
O secretário de Renda de Cidadania do Ministério do Desenvolvimento Social, Helmut Schwarzer, estima que 1 milhão de baianos voltariam à pobreza extrema caso aconteçam cortes no orçamento do Bolsa Família, como propõe do deputado federal Ricardo Barros (PP-PR). Relator-geral do Orçamento de 2016, o parlamentar quer tirar R$ 10 bilhões do programa social no ano que vem. "Um corte como esse, no caso da Bahia, por exemplo, é um milhão de pessoas que voltam para a pobreza extrema. Significa pessoas que já não têm mais renda para comprar a comida. É um milhão de baianos que voltariam a passar fome", constatou Schwarzer em entrevista ao jornal Correio.
Segundo o governo federal, 23 milhões de pessoas - o equivalente a 11,35% da população do país - deixariam de ser beneficiadas e 250,7 mil crianças e adolescentes deixariam as escolas no ano que vem. O Bolsa Família atualmente atende 47,8 milhões de pessoas e perderia mais beneficiários no estado de São Paulo, onde 2,9 milhões deveriam ser desligados. Minas Gerais e Bahia aparecem na sequência como os estados mais prejudicados. "Num momento como este, os beneficiários precisam de políticas que sejam um colchão, que amorteçam o impacto social e não que aprofundem as dificuldades", afirmou Schwarzer, que também é o responsável por administrar o programa, em entrevista ao Estadão. Os números levantados pelo Planalto foram enviados para Ricardo Barros como forma de pressionar o deputado a não seguir adiante com a proposta de corte.

Fonte: bn

sábado, 1 de junho de 2013

Governo Dilma: Benito Gama vai para a diretoria de BB, diz coluna


                                             Segundo a coluna, a indicação foi de Roberto Jefferson-foto:reprodução

 
O tempo passa, o tempo voa e Roberto Jefferson continua numa boa, interagindo com os governos. Foi Jefferson quem negociou com o governo Dilma a indicação do nome do PTB que ocupará a vice-presidência para assuntos de governo do Banco do Brasil, sem titular desde que César Borges assumiu o Ministério dos Transportes, há dois meses. Nos próximos dias, o presidente do PTB, Benito Gama, será anunciado oficialmente como ocupante do cargo. Mas toda a costura da indicação passou por Jefferson.

Fonte:Coluna Radar/Lauro Jardim

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Governo Dilma: Senadores do PMDB criticam duramente a Presidente

                                             "Dilma começa a perder a credibilidade" diz Simon - foto:Geraldo Magela/reprodução
 
Em discurso contundente, o senador Pedro Simon (PMDB-RS) classificou como “pacote de abril” da presidenta Dilma o projeto de lei aprovado na Câmara e em discussão no Senado “em regime de urgência” que, praticamente, restringe a criação do partido de Marina Silva. "Dilma começa a perder a credibilidade, aparecendo como política vulgar ao tentar impedir que Marina crie partido, enquanto o PT esquece sua história e se submete ao Palácio", afirmou. De acordo com o texto, parlamentares que ingressarem em novos partidos não levarão junto o tempo de rádio e TV e os recursos proporcionais que detinham em suas siglas de origem. A nova norma é considerada casuísmo por Simon, porque atinge principalmente o partido que Marina Silva tenta criar, Rede de Sustentabilidade. “Há pouco tempo foi permitida a criação do partido de Kassab, porque vinha apoiar o governo, e agora mudam-se as regras para tirar Marina do jogo eleitoral”, desabafou Simon.

Jarbas bate em Dilma, comparando-a
aos militares, e ninguém a defende

Marcos Oliveira/AgSenado
Foto
SEN JARBAS VASCONCELOS
O senador Jarbas vasconcelos (PMDB-PE) atacou há pouco a presidenta Dilma Rousseff, acusando-a de autoritarismo e arrogância, em razão do que chama de "pacote de abril", ou seja, o projeto de lei já aprovado na Câmara, em discussão no Senado, praticamente inviabiliza a criação de novos partidos. Nenhum senador governista defendeu a presidenta das duras críticas de Jarbas vaconcelos. Ele reagiu à declaração do governo de que não aceita a analogia do projeto com o "pacote de abril", de 1977, durante o governo do general Ernesto Geisel. Jarbas afirmou que tem formação mais autoritária que os miltares da ditadura, que fecharam o Congresso Nacional por ocasião do outro pacote, o "original".




Fonte:claudiohumberto/reprodução

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Governo Dilma: César Borges é o novo ministro de Transportes

                                                                    César Borges é uma escolha pessoal da presidente- Foto: reprodução
 
A presidenta Dilma Rousseff chamou o presidente nacional do PR, senador Alfredo Nascimento (AM), de última hora, para avisar que escolheu o ex-senador César Borges (BA) para ser o novo ministro dos Transportes. No Senado, César Borges foi responsável pela relatoria do Estatuto do Desarmamento e presidiu a Comissão Mista do Saneamento. Entre os projetos que se tornaram lei, estão a proposta que permite a atuação das Forças Armadas no combate ao crime organizado e a Lei que possibilita o divórcio e o inventário diretamente em cartório. A origem política do novo ministro foi o carlismo: na Bahia, cerrou fileiras como fiel escudeiro do falecido senador Antônio Carlos Magalhães, por cujas mãos acabaria governando o Estado. Ele vinha exercendo uma vice-presidência do Banco do Brasil, também por indicação do seu partido. Informações do site do jornalista Claudio Humberto.