• Praça do Feijão, Irecê - BA

quarta-feira, 17 de novembro de 2021

Exclusivo do site UOL: Estudo com proxalutamida para covid omitiu riscos e direitos a pacientes

Médico Flávio Cadegiani apresenta "resultados" da pesquisa, em Manaus, em março  - Reprodução/YouTube
Médico Flávio Cadegiani apresenta "resultados" da pesquisa, em Manaus, em marçoImagem: Reprodução/YouTube

CONFIRA A REPORTAGEM  NO LINK ABAIXO DO SITE UOL DE HOJE(17)

https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2021/11/17/am-estudo-com-proxalutamida-para-covid-omitiu-riscos-e-diretos-a-pacientes.htm 

Governo Bolsonaro: Sem agenda oficial, Presidente passeia de Harley Davidson no Catar

Jair e Michelle Bolsonaro durante passeio no Oriente Médio. No destaque, o presidente em motociata no Catar (Montagem)


Enquanto o ex-presidente Lula encontra o presidente da França, Emmanuel Macron, e o primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, na Europa, Jair Bolsonaro (Sem partido) chegou ao Catar nesta quarta-feira (17) sem nenhum compromisso oficial na agenda presidencial e aceitou o convite da Harley Davidson, montadora de motos de luxo, para participar de uma motociata pelas ruas da capital Doha.

“Fui convidado. Grupo da Harley Davidson. A programação é por conta deles. Eu vou”, anunciou nesta terça-feira (16) ainda no Bahrein aos jornalistas que acompanham a viagem ao Oriente Médio e foram impedidos de entrar no Catar.

Em Doha, Bolsonaro divulgou vídeo do passeio de moto. “Motociclistas do Brasil, estou no Catar. Fui convidado a dar um passeio de moto aqui na capital. Vou dar um passeio, de 30, 40 minutos. Aquilo que foi plantado no Brasil pelos motociclistas está pegando, vai pegar no mundo todo”, disse Bolsonaro antes de subir na Harley Davidson.

Jornalistas foram barrados

Uma repentina mudança nas regras de restrição sanitária por causa da Covid-19, imposta pelo governo do Catar, impediu que jornalistas brasileiros entrassem no país para fazer a cobertura da viagem de Bolsonaro.

Sem aviso prévio, o governo do Catar editou uma norma que colocou os Emirados Árabes Unidos na lista vermelha de restrições.

Segundo a norma, pessoas que estiveram nos Emirados nos últimos 10 dias não podem entrar no Catar, a não ser que sigam uma série de determinações, como cumprir uma quarentena de dois dias em um hotel credenciado junto ao governo.

Bolsonaro, que não tomou vacina contra a Covid-19, se enquadra na medida, mas teve sua entrada liberada ao país e seguiu direto para o passeio de motocicleta nas ruas de Doha.

Agenda oficial da Presidência em Catar nesta quarta-feira (17)

fonte:Revista Fórum - 17/11/2021 09h:50

SP: Vereador de Planalto reage ao ver foto: “não quero essa sua pretinha feia e fedida com a minha filha”


Ao ver a sua filha em uma foto ao lado de uma criança negra, o vereador Gercimar Maximiliano de Mattos (Solidariedade), de Planalto, no interior de São Paulo, reagiu com racismo através do WhatsApp para a mãe da menina. Entre outras frases, ele teria escrito: “Eu não quero essa sua pretinha feia e fedida com a minha filha”.

Carolaine Vilela, mãe da menina de 2 anos, registrou Boletim de Ocorrência contra o vereador também conhecido como Gerson do Bar, após receber as mensagens ofensivas. Ela diz que ficou em choque e despedaçada com a situação. O vereador nega que enviou ofensas.

“Não tive reação na hora. Fiquei em choque. Continuei respondendo, e ele fez mais ofensas contra a menina. Isso me despedaçou. Por mais que minha filha seja negra, eu não esperava que isso aconteceria agora. Vai acontecer um dia, mas não estava esperando. Foi muito cruel. Ela não consegue se defender. É uma criança”, afirma.

Print do WhatsApp de Carolaine. Foto: Arquivo Pessoas

Ameaçada

Carolaine contou para a TV Tem que publicou uma foto das duas crianças juntas, pois ela é amiga da ex-esposa dele. Após a publicação, Gercimar teria escrito ofensas.

Em um dos prints da conversa pelo WhatsApp, é possível ver os insultos contra a criança: “Eu não quero essa sua pretinha feia e fedida com a minha filha”.

A mãe da menina conta ainda, após divulgar o caso nas redes sociais, ela comeou a ser ameaçada, precisou mudar de endereço e a filha parou de frequentar a creche.

“Vou sozinha para o serviço, mas meus patrões precisam me trazer por conta do medo. Não consigo me sentir segura, porque tenho certeza da impunidade. Eu gostaria que isso não ficasse impune. Não vou deixar ficar impune. O que ele fez com a minha filha não se faz com ninguém. Chorei tanto na semana que aconteceu”, disse a mãe.

Vereador nega

O vereador nega que tenha enviado as mensagens ofensivas. Ele também diz que não fez ameaça nenhuma.

“Jamais, nunca na vida, eu teria coragem de ofender um adulto dessa forma, que dirá uma criança”, afirma.

Polícia Civil de São José do Rio Preto (SP) instaurou inquérito para investigar se o parlamentar cometeu crime de injúria racial.

Carolaine já prestou depoimento, mas Gercimar deve ser ouvido nos próximos dias. Os celulares dos dois devem ser periciados.

O delegado Alexandre Del Nero Arid, responsável pelo caso, afirmou: “devem ser juntados os prints das telas de WhatsApp. Elas já são suficientes para a prova preliminar. A oitiva da testemunha é fundamental para que valide os prints da conversa que foi mantida”.

Carolaine protocolou também uma denúncia na Câmara de Planalto. Por decisão unânime, os vereadores criaram uma Comissão Processante para investigar a quebra de decoro de Gercimar. A conclusão do relatório deve sair nos próximos dias.

Fonte: Revista Fórum - 17/11/2021 08h:50

Ex- ministro da Educação afirma que Exército possui um pensamento "próximo do socialismo"

Abraham Weintraub afirma que Exército possui um pensamento
Foto:Agência Brasil /reproduçãoAbraham Weintraub afirma que os oficialatos "gostam de uma estatal"; 

 ex-ministro da Educação, Abraham Weintraub, participou de um evento conservador no último domingo (14) e afirmou que os militares que ocupam o alto escalão do Exército brasileiro pensam de maneira próxima ao socialismo. "Não é nem na Aeronáutica e nem na Marinha, é mais no Exército mesmo", disse.

"Eu nunca tinha trabalhado em Brasília, e para mim foi uma surpresa o Exército brasileiro, [que], principalmente no topo dele, tem muitos positivistas", explicou o economista.

"[O positivista] é uma pessoa que acredita na concentração de poder no topo da hierarquia, e aí tem uma simbiose com a própria estrutura do Exército, aonde lá no topo decide-se o que vai ser feito para toda a população", continuou o seu raciocínio.

"Isso está muito mais próximo do socialismo, do totalitarismo. Não que eles sejam, mas eles olham para nós conservadores, aonde o poder está no indivíduo… Os meus direitos, os direitos da minha família, não podem ser suprimidos, em hipótese alguma, por uma decisão de algum 'sábio' na capital em prol de um bem comum", completou.

O ex-ministro também ressatou que "[o Exército] não é um inimigo", e que é preciso "ter cuidado quando for fazer alguma aliança com eles, porque o que a gente prega não bate com o que eles querem. Eles gostam de uma estatal. Gostam de interferência central e planejamento central".

fonte: PORTAL IG - 17/11/2021 08h:20

Salvador: Em novo julgamento, homem que matou jornalista em 2017 é condenado por feminicídio

Em 2018, Mateus foi condenado a 17 anos e 10 meses de prisão (Foto: Betto Jr/Arquivo CORREIO)

Nesta terça-feira (16), Mateus William Oliveira Alecrim Dourado de Araújo, que executou a jornalista Daniela Bispo dos Santos em 2017, foi novamente a júri popular no Fórum Ruy Barbosa, em Salvador. Neste segundo julgamento, o réu foi condenado por feminicídio, agravante


 que aumentou sua pena para 23 anos, 4 meses e 15 dias. Segundo o Ministério Público Estadual (MP-BA), a pena deve ser cumprida inicialmente em regime fechado.

Em 2018, um ano após o crime, Mateus Dourado foi condenado a 17 anos e 10 meses de prisão, em regime fechado, por homicídio qualificado e motivo torpe, tornando a defesa da vítima impossível. Na época, o júri recusou a hipótese de que ele tivesse cometido feminicídio. Neste novo julgamento, o MP-BA solicitou à Justiça a formação de um novo júri popular, que aceitou a qualificadora e aumentou a pena em seis anos.

Apesar da segunda condenação, os desdobramentos do caso continuam na justiça. Na esfera cível, a família processa o edifício em que o crime ocorreu por omissão. “No julgamento, o réu afirmou que depois dos diversos golpes que realizou, deixou a vítima viva agonizando nas escadas do prédio. Se o monitoramento do prédio tivesse sido feito, ela com certeza estaria viva”, defende o advogado da família Bruno Santana. O corpo de Daniela só foi encontrado no dia após o ataque.


Segundo o advogado, durante o julgamento, Mateus disse que Daniela não aceitava o fim do relacionamento e o início de um novo namoro dele e que, por isso, fazia ameaças a ele. Entretanto, o MP e a defesa da família da jornalista apresentaram ao júri uma carta na qual a vítima evidencia que a iniciativa do término do namoro partiu dela. 

No documento, Daniela pressionava para que o então companheiro pagasse uma dívida que ele fez, sem autorização dela no cartão de crédito da tia. De acordo com o advogado, Mateus era dependente financeiramente de Daniela. Além disso, a vítima afirmou na carta que queria um fim de relacionamento sem rancor. “Ficamos com a sensação de que o nosso dever foi cumprido e de que a justiça foi feita”, afirma Bruno Santana. 

Relembre o caso

O crime aconteceu na noite do dia 13 de novembro de 2017, quando Mateus marcou um encontro com Daniela no prédio em que ela trabalhava, na Avenida Tancredo Neves. Eles mantinham um relacionamento não oficial de três anos, mas estariam sem se relacionar há três meses.

O corpo da vítima foi encontrado na escada que dá acesso ao 5º andar do edifício com um ferimento produzido por arma perfuro-cortante e marcas de espancamento, na região da cabeça. Daniela estava desaparecida desde às 19h do dia anterior, quando saiu da sala onde trabalhavapara comprar um remédio. Mateus foi preso no mesmo dia em que o corpo foi achado econfessou o crime. À polícia, ele contou que assassinou a vítima com três pedradas na cabeça, natesta e no rosto.

Fonte:Correio da Bahia 17/11/2021/*Com orientação da subchefe de reportagem Monique Lôbo

Auxílio Brasil não amplia nº de beneficiários e traz mudanças pouco significativas

 

Auxílio Brasil não amplia nº de beneficiários e traz mudanças pouco significativas
Foto: Divulgação / Governo Federal

O Auxílio Brasil, substituto do Bolsa Família, começa a ser pago nesta quarta-feira (17) de acordo com o calendário divulgado nesta segunda-feira (15) pela Caixa Econômica Federal (relembre). Em meio a muitas dúvidas sobre a efetividade do benefício, especialistas avaliam que a mudança não ultrapassa o plano político de tornar efémeros sistemas estabelecidos por governos anteriores.

 

Assim como Luiz Inácio Lula da Silva fez em 2003, ao reunir políticas públicas estabelecidas desde a gestão de Fernando Collor, e criar o Bolsa Família, agora o governo Bolsonaro estabeleceu o Auxílio Brasil como "nova política" de transferência de renda. Sem novidades reais, e "cheio de penduricalhos" como avaliam especialistas, o novo auxílio apresenta valores superiores à inspiração. No entanto, o que um olhar apressado pode considerar como mudança, é desmistificado por estudiosos. 

 

Para o doutor em Economia e professor da disciplina Economia Aplicada, da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Henrique Tomé da Costa Mata, as mudanças nos valores reais do benefício não devem gerar grande impacto na vida dos beneficiários. “Com esse cenário inflacionário, aumentar R$ 20, R$ 30 nominalmente é enganar a população. Não está fazendo nada ao longo do tempo de um beneficio real para a população. Pelo contrário. Nominalmente esse dinheiro está aumentando, mas em condições reais a população está perdendo”, disse.  

 

Um exemplo disto é o aumento nos valores reais da cesta básica. De acordo com um comparativo entre os meses de outubro e setembro feito pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), os valores reais sofreram aumento em 16 cidades do país. Em Salvador, o aumento foi de 1,82%, elevando o preço final para R$ 487,59.  

 

“Um exemplo é a cesta básica. Se ele comprava há dois meses uma cesta, com esse dinheiro de agora, ele compra menos. Se há três, quatro meses, ele comprava um botijão de gás por R$ 50, agora ele compra por R$ 100. Essas coisas precisam ser vistas e o povo precisa ser educado sobre economia doméstica”, pontuou. 

 

Ainda de acordo com o economista, as mudanças propostas podem enfraquecer a imagem do governo no mercado investidor. Já que, mesmo se valendo da discricionariedade, o governo deve buscar ser o mais coerente possível com as suas propostas iniciais. O que não foi feito em relação aos gastos com base na lei Orçamentária Anual. 

 

 “De repente a retórica do governo mudou. É nesse sentido que as pessoas avaliam como uma cosia estratégica e oportunista. Surgiu a necessidade de dar uma ajuda extra do ponto de vista de resolver o impacto negativo da pandemia, mas o próprio ministro [Paulo Guedes] e a estrutura geral do governo são quem quebram a plataforma que definiram. ‘Para resolver esse problema, vamos quebrar o teto determinado’. Isso não é um sinal muito bom para os agentes econômicos e muito menos para a população interferindo diretamente  na questão da confiabilidade já que o governo diz uma coisa e faz outra”, pontuou. 

 

MUDANÇA IRRELEVANTE

Para a doutora em Economia e pesquisadora da área de pobreza e políticas sociais Fernanda Calasans Pessoti, a mudança do programa não traz nenhuma alteração real no cenário dos beneficiados.  Apesar do governo anunciar que, neste primeiro momento, mais de 14 milhões de brasileiros serão beneficiados, ela cita que o programa não explicita se auxílio atenderá a necessidade de todos que precisam. 

 

“Provavelmente não porque isso é o que a gente vê acontecendo com as políticas sociais no Brasil. São sempre criadas regras para que criem obstáculos para que os cidadãos acessem o que tem direito. É assim com política de aposentadorias e benefícios assistenciais em que você tem direito ao benefício, mas até acessar são tantos obstáculos e comprovações que o individuo, ou ele desiste, ou é uma verdadeira maratona para poder ter acesso a algo que é seu direito”, disse.

 

Foto: Bahia Notícias 

 

 Ainda de acordo com a pesquisadora, as condicionalidades do Auxílio Brasil também são bastante difíceis de serem acompanhadas. “A mudança pode ser positiva se ele for capaz de incluir, ainda que mantendo a mesma proporcionalidade do Bolsa Família em termos de valores de benefícios, porque não tem alteração real e expressiva em termos e valor de benefícios, se ele conseguir incluir mais pessoas. Para isso, você tem que fazer um programa de expansão do público porque tem muitas pessoas que estão na condicionalidade do Bolsa Família mas não recebem. Não basta migra os beneficiários e esquecer da população que está à margem do programa”, lembrou.  

 

Para Pessoti, os princípios permanecem os mesmo da condicionalidade e da transferência estigmatizada de renda, visto que o  benefício não tem valor expressivo. “Para se ter ideia, falamos de benefícios que variam de R$ 65 a R$ 130 reais em alguns benefícios adicionais chega a R$ 200 a transferência. Mas se formos olhar o custo de cesta básica do Brasil, o custo é muito acima desse valor. As transferências ajudam mas não solucionam. A alteração é só uma mudança muito mais de rótulo, do que de essência. Não parece haver na proposta apresentada do Auxílio Brasil, nenhuma proposta real de alteração do cenário de pobreza que vivemos”, finalizou.

 

QUEM RECEBERÁ

De acordo com o governo federal, podem receber o benefício famílias em situação de extrema pobreza, que vivem com menos R$ 100 por mês, e famílias em situação de pobreza. As famílias em situação de pobreza apenas poderão receber benefícios se possuírem em sua composição gestantes ou pessoas com idade até 21 (vinte e um) anos incompletos. 

 

De acordo com o anúncio da Caixa, o pagamento do benefício seguirá o calendário habitual do Bolsa Família, sempre nos 10 últimos dias úteis do mês e seguindo a ordem do número final do NIS. 

 

Foto: Reprodução / Caixa Econômica



fonte: Por Vitor Castro/BN - 17/11/2021 - 07h:55

Em Dubai: Presença de desembargador do Rio em comitiva de Bolsonaro gera polêmica

 SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A presença do desembargador Marcelo Buhatem, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, em encontros da comitiva do presidente Jair Bolsonaro, em Dubai, gerou polêmica nas redes sociais.

As críticas ocorreram principalmente após a publicação de uma uma foto na qual Buhatem aparece ao lado do grupo que acompanhava o presidente.

Bolsonaro (sem partido) chegou no sábado (13) aos Emirados Árabes Unidos, para uma visita de seis dias pelo Oriente Médio.

Internautas questionaram nas redes sociais o encontro de Buhatem com a comitiva e associaram o desembargador ao caso das rachadinhas no qual o filho do presidente, o senador Flávio Bolsonaro, é um dos investigados e que está no Tribunal de Justiça do Rio, mesmo órgão do qual Buhatem faz parte.

Apesar da associação feita pelos usuários de redes, o desembargador não é membro do Órgão Especial do TJ, onde tramita a investigação.

Em nota à revista Veja, a Associação Nacional dos Desembargadores (Andes), que é presidida por Buhatem, afirmou que ele já estava em Dubai antes da chegada da comitiva e que foi até o local de férias, com recursos próprios.

Segundo o texto, ele "não utilizou dinheiro público nem da Andes ou tampouco viajou no avião do governo". O desembargador teria sido convidado para participar de alguns eventos da comitivo por já estar em Dubai.

O roteiro do presidente na região inclui também Bahrein e Catar. Ele está acompanhado de uma comitiva que inclui os ministros Paulo Guedes (Economia), Walter Braga Netto (Defesa), Bento Albuquerque (Minas e Energia), Carlos França (Relações Exteriores), Gilson Machado (Turismo) e Augusto Heleno (Segurança Institucional).

Também participam da viagem dois de seus filhos, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), além do secretário de Cultura, Mário Frias.

Fonte:FOLHA S. PAULO - 17/11/2021

terça-feira, 16 de novembro de 2021

Goiânia: Homem é preso após dizer que não queria "ser atendido por uma preta" em um supermercado

 Momento da prisão foi filmado pelos clientes do supermercado

Reprodução/Momento da prisão foi filmado pelos clientes do supermercado

Um homem foi preso em flagrante após falas racistas direcionadas a uma caixa de supermercado em Goiânia. O caso aconteceu no último domingo (14), no setor Marista, região nobre da cidade.

A Polícia Militar foi chamada por testemunhas que estavam no local. Segundo relatos, ele teria dito para a caixa do supermercado que "não queria ser atendido por uma preta". Os clientes seguraram o homem e o escoltaram até o estacionamento, onde foi preso. As informações são do Metrópoles.

Segundo o boletim de ocorrência, após a agressão, a funcionária de 19 anos chorou. No depoimento, ela afirmou ter sido chamada de "preta" pelo homem várias vezes.

"Além dessa demora, eu ainda tenho que ser atendido por uma preta! Não irei falar baixo com uma preta! Sou racista mesmo! E não sou obrigado a conversar com uma preta", teria dito o suspeito no relato da Polícia Civil.

Os vídeos da agressão foram compartilhados por testemunhas nas redes sociais. Ao ser preso, o suspeito ironizou os policiais, mandando beijos e acenando para os clientes que aplaudiam a prisão. O caso foi registrado como crime contra a honra e injúria racial.

Fonte: PORTAL IG - 16/11/2021 21h:25