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sábado, 4 de janeiro de 2025

Rio: Jovem hostilizada pela atriz Cássia Kis detalha confusão em supermercado: “Ela me xingou”; Vídeo

Paloma Oliveira recebeu ataques da atriz Cássia Kis
Reprodução: Instagram
Paloma Oliveira recebeu ataques da atriz Cássia Kis


 Cássia Kis viralizou na última sexta-feira (03) após a divulgação de um vídeo no qual a atriz aparece discutindo com duas jovens devido à roupa que elas utilizavam durante uma ida ao supermercado . No caso, que aconteceu na última quinta-feira (02), as meninas estavam com trajes de praia, incomodando a intérprete.

Paloma Oliveira , uma das jovens que foi atacada pela veterana , deu uma entrevista ao F5 sobre o que aconteceu : "Nunca imaginei que seria vítima de intolerância, ainda mais de uma atriz famosa. Na verdade, só me dei conta de que era a Cássia Kis porque uma pessoa que estava acompanhando a confusão a identificou mesmo usando um boné. Não a reconheci", começou ela.

A mulher, então, entrou em detalhes acerca da abordagem de Kis:"[Ela] disse que não era aceitável as pessoas irem de biquíni a um supermercado. Ela me xingou. Juro que cheguei a perguntar se havia algum problema em entrar com a parte de cima do biquíni”, relatou. 

“Foi muito constrangedor. Fiquei sem ação e com muita vergonha. Todo mundo viu o que ela fez. Existem testemunhas e não era aceitável aquela situação. Ela só baixou o tom e parou a confusão quando comecei a gravar o vídeo por incentivo das pessoas que estavam ao meu redor”, acrescentou a jovem.

Ela ainda explicou que foi atacada por uma parte dos internautas: "Fiquei assustada. Recebi xingamentos de pessoas que concordam com a atriz. Muitos mesmo. Só quem sofre na pele sabe como os 'hates' podem ser cruéis. O que me consola é que não fiz nada de errado", ressaltou. Segundo a moça, o caso não se tornará um processo. Pelo contrário, Paloma optou por tentar esquecer o ocorrido.

"Fiquei magoada com a falta de respeito de uma atriz que, no imaginário das pessoas, é vista como moderna, liberal, e que, na prática, provou ser justamente o oposto", disse Oliveira.

Como foi o caso

De acordo com informações do Portal Léo Dias, que teve acesso ao vídeo realizado pelo pai de uma das garotas, a veterana se direcionou a elas e perguntou sobre o traje utilizado ainda no caixa. Após o momento, o homem gravou a artista saindo do mercado e se mostrou decepcionado: “Eu até te admirava, mas agora”, afirmou.


“Estávamos voltando da praia ontem, eu, a minha amiga, o pai e a mãe dela, o irmão e a namorada dele. Estávamos com a parte de cima do biquíni à mostra, e com uma saída de praia e calça”, iniciou uma das jovens ao explicar o que aconteceu.

“Antes de entrar no supermercado e não passar por nenhum tipo de constrangimento, perguntamos à segurança se poderíamos entrar daquela forma, e ela disse que sim, não havia problema algum”, acrescentou ela. Quando chegaram ao caixa, Kis as abordou: “‘Oi, vocês moram aqui? Vocês são do Rio de Janeiro?’”, indagou. As jovens, então, disseram que não eram cariocas.

Kis rebateu: “‘‘Ah, então é por isso. Mas olha, não pode andar assim no supermercado, isso é uma falta de respeito'”. A moça ainda explicou que não deu tempo de responder a atriz, que ficou irritada e começou a ofender as turistas: “Ela então começou a xingar e falar ‘quer andar assim vai para a praia, não pode aqui, por isso existe uma praia'”.

Assista:

Fonte:PORTAL IG - 04/01/2025

Economia: "É inadmissível uma autoridade questionar os dados do IBGE", diz presidente Pochmann

                                  foto:reprodução

247 – Em uma entrevista concedida ao programa Boa Noite 247, o economista Márcio Pochmann, presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), abordou as recentes ameaças e questionamentos dirigidos aos dados oficiais da instituição. Pochmann afirmou categoricamente que "é inadmissível uma autoridade questionar os dados do IBGE", ressaltando a importância da credibilidade das estatísticas para a manutenção da democracia no país. A manifestação de Pochmann foi uma resposta à postura do ex-presidente Jair Bolsonaro e de alguns parlamentares bolsonaristas que passaram a atacar o IBGE, depois que o desemprego caiu a 6,1% – a menor taxa desde o início da série histórica.

Durante a entrevista, Pochmann destacou que o IBGE tem 88 anos de existência e responde por dois terços das estatísticas do Brasil, consolidando-se como uma das instituições de pesquisa mais respeitadas do mundo. "O IBGE é uma das instituições de pesquisa mais respeitadas do mundo, que segue os parâmetros internacionais", afirmou, enfatizando o rigor técnico e científico das pesquisas realizadas pela instituição.

Pochmann também criticou o negacionismo político, observando que "quando os dados não convergem com a visão de uma certa elite, ela questiona". Ele comparou a situação atual com o comportamento de figuras públicas que "como se não gostassem da mensagem e atacassem o mensageiro". "A manifestação de Bolsonaro é incongruente com manifestações dele próprio em seu governo", acrescentou, referindo-se às contradições nas declarações do ex-presidente em relação aos dados do IBGE.

O presidente do IBGE enfatizou ainda a importância da instituição como um dos principais anteparos contra as fake news. "O IBGE é uma das principais instituições como anteparo às fake news", declarou, destacando a necessidade de "letramento sobre estatísticas" para que a população possa interpretar corretamente os dados apresentados.

O desemprego ainda pode ser menor

Sobre a taxa de desemprego, Pochmann afirmou que "6% de desemprego ainda é uma taxa alta para o Brasil" e que "podemos desejar uma taxa abaixo de 3%". Ele ressaltou que o movimento atual visa "um movimento de descrédito das instituições, que visa colocar em xeque a democracia" e "querem criar a sociedade da desilusão". "É um ataque inédito ao IBGE", concluiu Pochmann, destacando a seriedade das ameaças enfrentadas pela instituição.

Pochmann também abordou os esforços do IBGE para se proteger contra ataques e deslegitimar as críticas infundadas. "Estamos em diálogo para saber de fato como proceder em situação como essa", explicou, mencionando medidas como o contato com a Advocacia Geral da União para eventuais ações judiciais.

A postura firme de Márcio Pochmann evidencia a importância das instituições estatísticas na sustentação da democracia e na formulação de políticas públicas eficazes, frente aos desafios políticos e sociais atuais. Ele reafirmou o compromisso do IBGE com a produção de dados consistentes e de qualidade, essenciais para a compreensão da realidade brasileira e para o desenvolvimento do país. Assista:


Fonte:BRASIL 247 -04/01/2025

sexta-feira, 3 de janeiro de 2025

No DF: Réu pelo 8 de janeiro, coronel da PM é investigado por liderar suposto esquema de stalking


                     


             








      
                                        foto:reprodução/google


Jorge Eduardo Naime Barreto, coronel da reserva da PMDF, é novamente alvo de investigação pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), desta vez por envolvimento em um esquema de perseguição e monitoramento ilegal. Acusado de instalar rastreadores e escutas clandestinas no veículo e na conta de um aplicativo de uma empresária de Brasília, Naime já estava em liberdade provisória, usando tornozeleira eletrônica, após ser preso por sua participação nos atos de 8 de janeiro. A investigação aponta ainda o uso indevido de sua influência para coordenar abordagens policiais contra a vítima, com a intenção de intimidá-la.

Naime esteve entre os principais investigados pelos atos golpistas ocorridos em Brasília na primeira semana de mandato do presidente Lula (PT), o que levou à sua prisão preventiva no começo de 2023. A ele foram imputados crimes como tentativa de derrubada violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado e danos ao patrimônio público, incluindo ainda sua conivência durante a invasão das sedes dos Três Poderes da República.O

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, decidiu em maio de 2024 pela liberdade provisória do coronel, estabelecendo medidas cautelares, como o uso de tornozeleira eletrônica, e o impedindo de se ausentar do Distrito Federal sem autorização, além de obrigá-lo a cumprir o recolhimento domiciliar noturno.

Apesar das condições impostas, Naime passou a ser alvo de novas investigações, agora relacionadas a um esquema de espionagem envolvendo equipamentos de vigilância, como rastreadores e escutas ilegais. Segundo a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), ele teria liderado uma operação de monitoramento clandestino externo utilizando tecnologias avançadas, por determinação do ex-marido da mulher espionada.

O inquérito que investigou Naime relata que a empresária e outras pessoas ligadas a ela eram constantemente paradas pela PM, que não fazia checagens rotineiras, como exigir documentos do motorista e do veículo. Essas abordagens eram feitas, inclusive, com a presença do coronel nas imediações de onde os automóveis eram interceptados pelas viaturas. Ele chegou a ser filmado por circuitos de câmera de segurança próximo a um desses lugares.

Com o carro rastreado, escutas em seu veículo e no de seu funcionário mais próximo, a vítima era controlada o tempo todo pelo coronel, que segundo as investigações realizava o trabalha ilegal a mando do antigo companheiro dela.

Fonte: REVISTA FÓRUM - 03/01/2025


"Tem gente que não entendeu ainda o que nós passamos. E o perigo de isso ressurgir", alerta ministro Moraes sobre 8 de janeiro


                                    Alexandre de Moraes (Foto: Carlos Moura/SCO/STF)

247 - O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, recebeu uma delegação de oito integrantes do Movimento Delegados pela Democracia (MDD) em dezembro de 2024, em seu gabinete. Os delegados homenagearam o magistrado por sua "coragem" na defesa das instituições democráticas durante os últimos anos. 

Durante o encontro, segundo Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, Moraes fez declarações contundentes sobre os perigos que rondaram a democracia brasileira em 2022, destacando que muitas instituições ainda não compreenderam plenamente a gravidade do momento vivido pelo país.  

Moraes destacou a "histeria coletiva" que tomou conta de parte da sociedade, citando episódios de bolsonaristas cantando o hino nacional para pneus e acreditando em notícias falsas, incluindo boatos de que ele próprio havia sido preso. O magistrado alertou para a continuidade de uma ameaça latente: "Tanto na polícia quanto no Ministério Público e no Judiciário, tem gente que não entendeu ainda o que nós passamos. E o perigo de isso ressurgir", afirmou.  

Durante a conversa, Moraes reforçou a necessidade de reflexão sobre o papel das instituições em regimes autoritários. "Polícia, na ditadura, não é polícia. É braço armado do ditador. Ministério Público, Judiciário, na ditadura, não têm independência nenhuma, autonomia nenhuma. Também são os braços jurídicos" do autoritarismo, alertou.  

As declarações de Moraes ocorreram pouco antes da prisão do general Walter Braga Netto, acusado de tentar obstruir investigações sobre a tentativa de golpe de Estado e de envolvimento em planos para impedir a posse do presidente Lula (PT). Braga Netto, que foi um dos principais nomes do governo Jair Bolsonaro (PL), tornou-se o primeiro general quatro estrelas a ser preso no Brasil desde a redemocratização.  

Fonte:BRASIL 247 -03/01/2025

Operação Overclean: Provas trituradas e apreensão de lixo; "Tem de triturar tudo"

                                            imagem:Ilustrativa

A Operação Overclean, conduzida pela Polícia Federal (PF), expôs não apenas um esquema bilionário de corrupção envolvendo fraudes em licitações e desvio de recursos públicos, mas também revelou as ousadas estratégias dos investigados para embaraçar as investigações, que vão desde triturar documentos até vazar informações sigilosas.

Uma das primeiras ações do grupo criminoso após a deflagração da operação, em dezembro do ano passado, foi a destruição em massa de documentos físicos e digitais. Sob ordens diretas do líder Alex Parente, os investigados empregaram três máquinas trituradoras trabalhando ininterruptamente para eliminar carimbos de empresas, cotações impressas e propostas de contratos fraudulentos. O material foi apreendido pela PF e sacos de lixo (foto em destaque).

Além disso, foram identificados esforços coordenados para apagar registros digitais. Mensagens em aplicativos como WhatsApp foram deletadas, celulares formatados e computadores substituídos. Inclusive, a troca frequente de celulares por parte dos investigados também foi uma prática comum, visando sempre dificultar as interceptações telefônicas feitas pela polícia.

Uma das estratégias mais graves, contudo, foi o vazamento de informações sigilosas. Rogério Magno Almeida Medeiros, agente da própria Polícia Federal, foi identificado como informante do grupo. Ele repassava detalhes sobre operações policiais, incluindo mandados de busca e apreensão, e alertava sobre os movimentos da corporação.

Esse vazamento permitiu que a organização antecipasse suas ações, destruísse provas e ajustasse suas estratégias. Um dos episódios mais emblemáticos ocorreu após a quadrilha receber informações sobre apreensões em Brasília. Imediatamente, os investigados organizaram uma “limpeza” em setores de suas empresas para eliminar qualquer material comprometedor.

Interceptações telefônicas revelaram conversas entre Alex Parente e seus comparsas sobre a Em uma delas, Alex afirmou: “Tem que triturar tudo. Não pode sobrar nada.” Alex também alertava seus aliados sobre a comparação com a Operação Lava Jato, dizendo que “uma ponta solta poderia levar à queda de todo o esquema.” A execução dessa ordem incluiu a organização de mutirões de destruição de provas nos finais de semana.

Arte/Metrópoles


Ameaças
A organização criminosa também utilizou sua influência para intimidar potenciais testemunhas. Servidores públicos e empresários foram pressionados a não colaborar com as investigações. Em alguns casos, indivíduos próximos aos investigados relataram ameaças veladas para evitar depoimentos que pudessem comprometer os líderes do esquema.

Quem é quem:

Alex Rezende Parente: líder estratégico da organização, Alex era o responsável por planejar ações e coordenar o grupo. Ele também organizava pagamentos de propinas e instruía seus subordinados na destruição de provas.

Fábio Rezende Parente: executor financeiro, Fábio administrava as transações ilícitas, movimentando valores por meio de empresas fantasmas e contas de terceiros.

Rogério Magno Almeida Medeiros: agente da Polícia Federal e informante do grupo, Rogério vazava informações cruciais sobre as operações, comprometendo a eficácia da investigação.

Geraldo Guedes de Santana Filho: funcionário direto de Alex, Geraldo era encarregado de tarefas operacionais, como organizar documentos e gerenciar os pagamentos ilícitos.

Iuri dos Santos Bezerra: atuava na destruição de provas e na coordenação de “limpezas” em setores investigados.necessidade de eliminar qualquer vínculo que pudesse incriminá-los. Durante as investigações, a Justiça chegou a determinar a prisão preventiva de vários investigados, incluindo Alex, Fábio Parente e Rogério Magno. Além do bloqueio de R$ 162,4 milhões em bens e o afastamento de servidores públicos envolvidos no esquema.

Fonte: Mirelle Pinheiro/Metrópoles - 03/01/2025 

 

 

 

Operação Overclean: Suspeito pediu dinheiro para “monetizar em Brasília”


                                           imagem:ilustrativa


Uma gravação obtida com exclusividade pela coluna revela novos detalhes sobre o esquema criminoso liderado pelo empresário Alex Rezende Parente. Na conversa, compartilhada por meio do WhatsApp, um investigado solicita R$ 200 mil à quadrilha, justificando que o valor seria necessário para “monetizar em Brasília”. O áudio faz parte do inquérito que resultou na Operação Overclean, ação que expôs a ramificação de uma organização criminosa que operava com influência política e direcionamento ilícito de recursos públicos.

O grupo desviava recursos de contratos públicos por meio de fraudes licitatórias e superfaturamento. Esses valores eram redistribuídos em forma de propinas, utilizando empresas fantasmas para ocultar o fluxo financeiro.

Os contratos fraudados, muitos deles relacionados ao Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), movimentaram aproximadamente R$ 1,4 bilhão. Parte desses recursos foi utilizada para beneficiar agentes públicos e operadores políticos em Brasília, facilitando a liberação de emendas e convênios para obras superfaturadas em diversas regiões do país.

No diálogo descrito no inquérito, Alex Rezende Parente reencaminha um áudio para Lucas Maciel Lobão Vieira, conhecido como Lobão. No áudio, uma terceira pessoa menciona a necessidade de uma “contribuição” de R$ 200 mil para “monetizar em Brasília”. Lobão, por sua vez, sinaliza que faria contato com os responsáveis pelo pedido.

 


Além do núcleo central da organização criminosa, formado por Alex Parente, Fábio Parente e outros líderes, a investigação aponta para a cooptação de servidores públicos e advogados. Servidores facilitaram fraudes licitatórias e aprovações de contratos superfaturados, enquanto advogados utilizaram suas prerrogativas para dificultar o rastreamento de atividades ilícitas.

Em uma das conversas interceptadas, Alex Parente menciona dificuldades em “faturar” e reclama de atrasos em pagamentos de junho e julho. O grupo teria movimentado cerca de R$ 825 milhões em contratos públicos apenas em 2024, utilizando empresas como Allpha Pavimentações e Larclean Ambiental.

fonte: COLUNA MIRELLE/METRÓPOLES - 03/01/2025

 

Salvador: Polícia confirma que corpo encontrado no Trobogy é do jovem Ian Lucas que estava desaparecido



                                     foto:Ilustrativa/PCBA

A Polícia Civil confirmou a morte de Ian Lucas Barbosa de Jesus, 20 anos, que desapareceu em uma festa no bairro do Trobogy, em Salvador, após ter sido levado por integrantes do Comando Vermelho (CV). O corpo do jovem foi localizado na Rua Mocambo, no bairro Trobogy, nesta quinta-feira (2).

Agora, a polícia trabalha para elucidar o caso e identificar os envolvidos na ação criminosa. Embora a motivação do crime ainda não tenha sido confirmada pelas forças de segurança, as informações iniciais apontam que o Ian Lucas foi morto depois de usar o termo "cê sabe", expressão adotada por traficantes da facção.

Na manhã desta quinta-feira (2), guarnições da da 50ª CIPM foram acionados para averiguar uma ocorrência onde um corpo de um homem foi encontrado no Trobogy. No local, as equipes constataram o fato, mas a identidade formal do jovem ainda não tinha sido confirmada.


Fonte: BNEWS- 03/01/2025

quinta-feira, 2 de janeiro de 2025

Cantor Gusttavo Lima diz que vai se candidatar à Presidência da República em 2026


                                            foto:reprodução


 O cantor sertanejo Gusttavo Lima vai se candidatar à Presidência da República. Faltando um ano e meio para as eleições e ainda sem partido, o artista contou com exclusividade ao Metrópoles que resolveu colocar o próprio nome à disposição do eleitorado nas eleições gerais de 2026.

“O Brasil precisa de alternativas. Estou cansado de ver o povo passar necessidade sem poder fazer muito para ajudar. Eu mesmo enfrentei muitas dificuldades na vida, mas aproveitei as oportunidades que recebi. Vim de uma condição bastante humilde, cheguei a perder três dentes, mas, claro, tive condições de me tratar, condição que muita gente não tem”, afirmou Gusttavo.

Apesar de sempre ter apoiado publicamente Jair Bolsonaro (PL), Gusttavo Lima não confirma a esta altura ter as bênçãos políticas do ex-presidente da República. “Chega dessa história de direita e de esquerda. Não é sobre isso, é sobre fazer um gesto para o país, no sentido de colocar o meu conhecimento em benefício de um projeto para unir a população”, disse o cantor.

Sobre o fato de não estar filiado a uma legenda, Gusttavo Lima afirmou que começa a conversar a partir de agora com grupos políticos que dialoguem com seus planos de entrar para a política. Informações da Coluna Grande Angular do site Metrópoles.